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A amostra no Flamengo ainda é de dois jogos seguidos com bom futebol, mas a formação com Gerson aberto pela direita e De La Cruz no meio-campo trouxe um novo vigor para o time de Tite. O técnico, enfim, parece ter achado uma formação que encaixou. Mas isso veio após algumas tentativas de mudar o cenário de um time que passou por momentos turbulentos e improdutivos.
O que aconteceu?
Os testes de diferentes combinações do setor ofensivo aconteceram nos treinos. Mas os desfalques e a rotação do time dificultaram o encaixe ideal. Com Gerson na direita, Tite retoma a formação que tentou no início da temporada. Deu muito certo contra Corinthians, no Brasileirão, e Bolívar, pela Libertadores.
A diferença é que a aposta inicial no ano foi usar De La Cruz aberto. Mas o uruguaio caiu nas graças da torcida e passou a se destacar mais atuando como volante/meia.
Por que não De La Cruz na ponta e, sim, Gerson?
A comissão técnica entendeu que esse foi o melhor cenário até agora, dando a dinâmica que Tite queria. A formação com um jogador flutuador aberto, e não necessariamente um ponta, funcionou no Corinthians 2015, com Jadson, e na seleção, de 2016 a 2018, com Coutinho.
O pé canhoto de Gerson facilita a aproximação da direita para o centro, mas não foi ponto decisivo, na visão da comissão técnica. Jadson e Coutinho, inclusive, eram destros e deram certo, mesmo com o pé que facilita levar a bola em direção à linha de fundo e não para a faixa central do campo.
A próxima oportunidade de ver esse desenho funcionar é contra o Amazonas, quarta-feira (22), pelo jogo de volta da terceira fase da Copa do Brasil, já que a CBF adiou duas rodadas do Brasileirão.
Mesmo com desfalques, o trreinador rubro-negro leva a campo a mesma base que enfrentou o Internacional no Maracanã, pelo Brasileirão
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Deportivo Táchira e Flamengo estreiam na Conmebol Libertadores nesta quinta-feira, na primeira rodada do Grupo C. As equipes se enfrentam às 21h30 (de Brasília), no Estádio Polideportivo de Pueblo Nuevo, em San Cristóbal, na Venezuela.
Para tal, o Fla divulgou a escalação oficial da equipe rubro-negra, definida pelo técnico Filipe Luís.
Escalação: Rossi; Varela, Léo Ortiz, Léo Pereira, Alex Sandro (Ayrton Lucas); Pulgar, De la Cruz (Allan); Luiz Araújo, Michael (Cebolinha), Bruno Henrique e Juninho.
Desfalques: Arrascaeta (coxa direita), Danilo (coxa direita), Viña (joelho direito), Gerson (dores na coxa esquerda), Pedro (recondicionamento físico), Plata (fadiga, faringite e febre), Wesley (desgaste físico e mialgia).
O ex-jogador avalia os principais candidatos ao título da competição sul-americana e coloca o Flamengo entre os grande concorrentes ao título de 2025
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Agora, na Libertadores, Flamengo e Racing. Surpreendi com o Racing.”, respondeu Denílson.
Capitão ficará até 2030 com valorização que faz jus ao desempenho dentro e fora de campo, ou seja, um bom trocado no bolso do Coringa
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A diretoria do Flamengo e o meia Gerson finalmente chegaram a um acordo final para a renovação do contrato do camisa oito até 2030. Após duas recusas, a terceira oferta do Flamengo ao Camisa 8 foi aceita pelo estafe do jogador.
O clube prepara a assinatura do contrato para o anúncio oficial. O que não vai acontecer já, pois a ideia da diretoria é de que Gerson vai assinar a renovação contratual com o Flamengo após o retorno da delegação ao Rio de Janeiro.
Líder dentro e fora de campo, Gerson teve um reajuste salarial depois de recusar duas ofertas. O meio termo só foi alcançado quando a direção sentou com os agentes do atleta, Carlos Leite e Marcão. Com os dois lados cedendo, Gerson ficou satisfeito com o esforço do Flamengo, que promover o maior reajuste deu atleta sob contrato do atual elenco. Mesmo assim, não será o mais bem pago.
Segundo informações do portal OGlobo, a oferta do Flamengo que foi recusada previa de um aumento de mais de 50% no salário. Gerson, que recebia menos de R$ 1 milhão, queria figurar entre os atletas mais valorizados do elenco.
Na frente, estavam Arrascaeta, Bruno Henrique, Danilo e Michael. Com o reajuste, Gerson receberia como Cebolinha e De La Cruz. Agora, subiu mais alguns degraus. Nesse sentido, o incômodo na diretoria rubro-negra é que Marcão estava sempre disposto a pedir mais dinheiro quando uma proposta é oferecida. Mas Gerson entendia que esse era o papel do agente e pai.
Marcão cobrou publicamente o Flamengo no começo do ano, em meio ao assédio do Zenit, da Rússia, mas desde então se manteve em silêncio e no aguardo das reuniões até que enfim chegaram a um senso comum pela extensão.
A postura se deveu à promessa do clube de promover a renovação depois da pré-temporada nos Estados Unidos. Com dificuldades de se organizar financeiramente nos primeiros meses após eleição no clube, a diretoria do Flamengo adiou a negociação.