Futebol
Flamengo tem segundo treino com Leonardo Jardim nesta quinta-feira (5)
05 Mar 2026 | 08:42
Futebol
09 Jan 2025 | 16:39 |
O Flamengo oficializou a venda do zagueiro Fabrício Bruno ao Cruzeiro por 7 milhões de euros (cerca de R$ 44 milhões na cotação atual). O negócio garantiu ao clube carioca um lucro de 200% em relação ao valor investido para sua contratação em 2022, quando o defensor foi adquirido junto ao Red Bull Bragantino por R$ 15 milhões.
Retorno esportivo e títulos
Além do retorno financeiro expressivo, Fabrício Bruno também marcou sua passagem pelo Flamengo com quatro títulos conquistados:
Libertadores: 2022
Copas do Brasil: 2022 e 2024
Campeonato Carioca: 2024
Durante seus três anos no clube, o zagueiro consolidou-se como peça importante em diversas campanhas vitoriosas, entrando para a história do Rubro-Negro.
Motivos da saída
A saída de Fabrício Bruno está diretamente ligada a questões táticas e ao perfil técnico buscado pelo treinador Filipe Luís, que prioriza defensores com maior habilidade na saída de bola, como Léo Ortiz e Léo Pereira. Com a perda de espaço na equipe titular, o jogador optou por aceitar a proposta do Cruzeiro, onde deverá assumir papel de destaque.
O Flamengo, por sua vez, vê a negociação como benéfica tanto do ponto de vista financeiro quanto esportivo, mas já avalia a reposição para o setor defensivo visando a temporada 2025.
Reposição
Com a saída de Fabrício Bruno, o Flamengo deve ir ao mercado em busca de uma reposição para o jogador. Sem o camisa 15, o Mais Querido conta com Léo Ortiz, Léo Pereira, Cleiton e Pablo no elenco profissional com zagueiros, além de Iago e João Victor, promessas da base do clube.
A transferência para o Cruzeiro representa um novo capítulo na carreira do jogador, que deixa o Flamengo com uma passagem marcada por títulos e destaque individual.
Presidente do Palmeiras reprova o desligamento do treinador rubro-negro durante a madrugada e afirma que jamais tomaria decisões parecidas
05 Mar 2026 | 11:34 |
A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, manifestou-se publicamente sobre a recente demissão do técnico Filipe Luís pelo Flamengo. A dirigente questionou de forma contundente a maneira como a alta cúpula rubro-negra conduziu a saída do profissional, oficializada durante a madrugada, poucas horas depois de uma goleada por 8 a 0 sobre o Madureira.
Em declarações concedidas à CazéTV, a mandatária alviverde pontuou que costuma evitar interferir ou emitir opiniões sobre a gestão administrativa de equipes rivais. No entanto, ela não escondeu sua reprovação diante do episódio ocorrido no Rio de Janeiro, considerando a atitude uma profunda desconsideração com os profissionais que atuam no esporte.
Durante a entrevista, Leila enfatizou a necessidade de racionalidade nas tomadas de decisão dentro de um clube de futebol. "Eu acho uma falta de respeito absurda dispensar qualquer colaborador, qualquer funcionário, no calor do acontecimento, 1h da manhã, 2h da manhã", declarou a presidente.
Leila Pereira também criticou o que considera ser um comportamento comum entre os cartolas brasileiros: a tomada de medidas impulsivas apenas para dar uma resposta rápida às arquibancadas ou à imprensa esportiva. Garantindo não ter esse perfil, ela usou a manutenção de sua própria comissão técnica como exemplo de estabilidade.
O desligamento de Filipe Luís na Gávea aconteceu em um contexto repleto de contrastes. O ex-lateral assegurou a vaga para a final do Campeonato Carioca com um placar histórico, mas a diretoria avaliou que o desempenho geral da equipe estava muito abaixo das expectativas neste começo de ano. A pressão atingiu um nível insustentável logo após o vice-campeonato na Recopa Sul-Americana, diante do Lanús.
Mengão busca fazer do estádio um dos maiores exemplos de bons pisos no futebol brasileiro e importa sensores para auxiliar o processo
05 Mar 2026 | 10:01 |
Parte da promessa de Bap para melhoria, o Maracanã iniciou a temporada de 2026 com um novo pacote de tecnologias voltadas à preservação do gramado. A administração do estádio instalou sensores de solo e climatizadores de alta potência, conhecidos como Turf Fans, equipamentos utilizados para controlar com maior precisão as condições do campo ao longo do ano.
Os aparelhos já estão em funcionamento para ajudar na manutenção da superfície de jogo em um calendário que costuma ultrapassar 70 partidas por temporada, especialmente em confrontos envolvendo Flamengo e Fluminense.
Uma das principais novidades é a instalação de seis sensores enterrados a cerca de sete centímetros de profundidade, área considerada de maior absorção pelas raízes da grama. Segundo a gestão do estádio, os dados permitem ajustes mais precisos na irrigação e no manejo do campo, evitando tanto o desperdício de água quanto o ressecamento do gramado. Os dispositivos realizam medições a cada hora, monitorando indicadores como:
Além do monitoramento subterrâneo, o estádio passou a contar com dois climatizadores de gramado, tecnologia amplamente utilizada em arenas das principais ligas europeias. Os chamados Turf Fans funcionam como grandes ventiladores industriais posicionados próximos ao campo, ajudando a regular o microclima do gramado, principalmente nas áreas com menor incidência de luz solar.
De acordo com o engenheiro agrônomo do estádio, Gabriel Rodrigues, o objetivo é melhorar a manutenção em pontos mais sensíveis do campo: “Estes ventiladores vão permitir um melhor manejo das nossas condições do gramado, principalmente na área mais sombreada. Isso também garantirá o controle do ataque de doenças fúngicas e da umidade excessiva que nos atrapalha na manutenção e durante os jogos”, explicou.
A expectativa da administração é que os novos recursos garantam melhores condições de jogo mesmo com a sequência intensa de partidas disputadas no estádio. O primeiro grande teste da tecnologia acontecerá neste domingo (8), às 18h (horário de Brasília), quando o Maracanã recebe o clássico entre Flamengo e Fluminense pela final do Campeonato Carioca.
Português assume o comando técnico do Mengão após a demissão de Filipe Luís e contará com mesmo prestígio de seu conterrâneo
05 Mar 2026 | 09:42 |
O primeiro dia de Leonardo Jardim no Ninho do Urubu já deixou claro qual será o modelo de gestão adotado pela diretoria do Flamengo. A cúpula rubro-negra pretende resgatar a fórmula utilizada em 2019, quando o clube concedeu ampla autonomia ao técnico Jorge Jesus. Assim como ocorreu naquela temporada, a diretoria sinalizou que pretende “entregar as chaves do CT” ao novo comandante, delegando a ele autoridade total sobre o cotidiano do departamento de futebol. A informação é do jornal ‘O Globo’.
A orientação passada ao treinador pelo presidente Bap e pelo diretor de futebol José Boto é de que a gestão do vestiário ficará integralmente sob responsabilidade do português. O perfil de Leonardo Jardim foi escolhido justamente pelo estilo disciplinador e profissional, considerado pela diretoria como um contraponto ao modelo anterior adotado no clube.
Nas primeiras horas no Ninho do Urubu, o técnico foi apresentado à estrutura do centro de treinamento e aos profissionais do clube. Em seguida, ficou a sós com o elenco para comandar a primeira atividade técnica à frente do grupo. Na visão da alta cúpula rubro-negra, a condução do elenco dentro e fora de campo passa a ser responsabilidade direta do treinador, incluindo a aplicação de eventuais punições caso suas regras não sejam seguidas.
A postura da diretoria também indica um novo posicionamento nos bastidores. Durante a apresentação ao elenco do Flamengo, José Boto apenas introduziu o treinador e deixou o ambiente imediatamente. O presidente Bap, por sua vez, nem sequer participou da atividade inaugural com os jogadores, marcando um distanciamento estratégico em relação ao dia a dia do grupo.
Internamente, a avaliação no Flamengo é de que a relação entre o ex-treinador Filipe Luís e o elenco acabou se tornando próxima demais ao longo do tempo. No discurso feito aos atletas, José Boto destacou que a liberdade e a responsabilidade concedidas pelo antigo comandante não teriam sido aproveitadas da forma esperada pelo grupo, justificando a mudança no modelo de gestão adotado pelo clube.