Futebol

Flamengo tem 2 patrocínios em último ano de contrato e espaços vazios na camisa

Conselho deliberativo do clube terá reunião para votar renovações e analisar propostas na mesa que podem entrar no Manto Sagrado

Flamengo tem espaços vagos de patrocínio na camisa - Foto: Reprodução/Flamengo
Flamengo tem espaços vagos de patrocínio na camisa - Foto: Reprodução/Flamengo

03 Jan 2025 | 16:05 |

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O Flamengo segue consolidado como o clube com a camisa mais valiosa do futebol brasileiro em termos de patrocínio. A expectativa para 2025 é superar os valores atuais, com a diretoria liderada por Bap já tomando medidas importantes para isso. O clube optou por não renovar contratos com alguns patrocinadores e prepara novas negociações, além de votar renovações estratégicas no Conselho Deliberativo.


Fim de parcerias com Mercado Livre e Kwai


Os contratos com Mercado Livre (costas da camisa) e Kwai (mangas) chegaram ao fim em dezembro de 2024. As parcerias, que rendiam um total de R$ 31,5 milhões anuais (R$ 21,5 milhões do Mercado Livre e R$ 10 milhões do Kwai), não foram renovadas. Assim, o Flamengo busca novos patrocinadores para preencher esses espaços no Manto Sagrado.


Renovações aguardando aprovação

Na próxima terça-feira (7), o Conselho Deliberativo do Flamengo irá votar a renovação do contrato com a ABC da Construção, que atualmente paga R$ 7,1 milhões para estampar sua marca nos shorts do uniforme. Espera-se um aumento no valor deste contrato.


Além disso, serão votados contratos de patrocínio com Texaco e InDrive, que atualmente não possuem espaços na camisa de jogo, mas têm acordos com o clube para outras propriedades de marketing.

Contratos importantes em vigência

O Rubro-Negro entra no último ano de contrato com dois patrocinadores principais:

Pixbet (patrocinador master): R$ 120 milhões/ano – até dezembro de 2025

Zé Delivery (meiões): R$ 5 milhões/ano – até dezembro de 2025

A Pixbet segue como o maior contrato de patrocínio do futebol brasileiro, enquanto a renovação com Zé Delivery será discutida no futuro próximo.

Camisa milionária e outros acordos

Confira os contratos vigentes e os valores anuais de patrocínio:

BRB (omoplata): R$ 25 milhões – até abril de 2026

Assistant Card (barra traseira): R$ 10,8 milhões – até dezembro de 2026

Adidas (fornecedora): R$ 57 milhões fixos, podendo chegar a R$ 100 milhões com variáveis – até dezembro de 2029

Além dos patrocinadores de camisa, o Flamengo mantém contratos com marcas que exploram uniformes de treino, espaços no Ninho do Urubu, e plataformas digitais. Entre elas, destacam-se Texaco, InDrive, Brahma, Rede D'Or, Bayer, Vale, Shell e Estácio.

Parcerias secundárias e diversificação

Outros parceiros como Granado Pharmácias, Yapoli, Elite Rede de Ensino, Coco Legal e Tnt Sport Drink também contribuem para as receitas do clube, mostrando a força do Flamengo em atrair marcas de diferentes segmentos.

Com uma estratégia robusta, o Flamengo se prepara para continuar liderando no mercado de patrocínios esportivos no Brasil, consolidando seu potencial financeiro e mantendo sua posição como referência no continente.



Futebol

O que falta para acerto entre Flamengo e West Ham por Paquetá? Mauro Cezar dá detalhes

Mengão está perto de fechar com o clube inglês para contratar o meia e jornalista explica que pequenas cláusulas impedem o acordo

Mauro Cezar explica que apenas forma de pagamento e empréstimo até o fim da temporada impede negócio entre Flamengo e West Ham por Paquetá - Foto: Reprodução
Mauro Cezar explica que apenas forma de pagamento e empréstimo até o fim da temporada impede negócio entre Flamengo e West Ham por Paquetá - Foto: Reprodução

16 Jan 2026 | 12:51 |

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A contratação de Lucas Paquetá pelo Flamengo ainda depende de ajustes importantes para ser concretizada. A avaliação é do jornalista Mauro Cezar Pereira, durante o programa Posse de Bola, Uol. Segundo o comentarista, o West Ham aceita vender o meia para reforçar o sistema defensivo, mas tenta manter o jogador por empréstimo até o fim da temporada europeia. Do outro lado, o clube carioca pressiona para contar com Paquetá imediatamente, ainda nesta janela de transferências.


WEST HAM QUER DINHEIRO AGORA E PAQUETÁ ATÉ O FIM DA TEMPORADA


De acordo com Mauro Cezar, a intenção do clube inglês é receber os valores da venda para contratar um zagueiro, mas seguir utilizando o brasileiro enquanto luta contra o rebaixamento. “Os ingleses querem receber o dinheiro para contratar um zagueiro. O West Ham sofreu gol em todos os jogos da temporada e quer reforçar o sistema defensivo. Então quer vender, ter a grana, mas ficar com o Paquetá emprestado”, explicou o jornalista.


O impasse está justamente no timing da liberação. O Flamengo quer contar com o atleta de imediato, ainda que o valor seja parcelado, como costuma ocorrer no mercado internacional. Contudo, o West Ham quer contar com o jogador até o fim da Premier League para a briga contra o rebaixamento.

VALORES DA NEGOCIAÇÃO AINDA ESTÃO EM DISCUSSÃO


Outro ponto em aberto envolve o montante final da operação. Os números discutidos giram entre 35 e 40 milhões de euros, podendo até ultrapassar esse patamar, dependendo da estrutura do acordo. “Esse é o ponto. Ainda falta ajuste com relação ao montante, quanto vai ser. Falam em 35 milhões, podendo chegar a 40 milhões de euros, talvez um pouco mais”, afirmou Mauro Cezar.

VONTADE DO JOGADOR PODE SER DECISIVA

Apesar das divergências, o comentarista acredita que a negociação tende a avançar justamente pela postura do jogador, que deseja deixar a Inglaterra. “Esses detalhes podem ser ajustados e vão acabar sendo ajustados porque o jogador quer porque quer ir embora. Acho que vai acabar acontecendo essa negociação”, avaliou. Ainda assim, Mauro pondera que Paquetá tem contrato em vigor e vive um momento delicado no clube inglês, que enfrenta grande risco de rebaixamento.


Futebol

Lembra dele? Sport anuncia contratação de meia Cria do Flamengo

Jogador de 24 anos pertence ao Cuiabá e assina com o Leão da Ilha até novembro; atleta revelado pelo Mengão chega para reforçar o elenco na Série B

Revelado pelo Flamengo e vindo do Cuiabá, Max Alves é o novo reforço do Sport para o meio-campo em 2026 - foto: reprodução
Revelado pelo Flamengo e vindo do Cuiabá, Max Alves é o novo reforço do Sport para o meio-campo em 2026 - foto: reprodução

16 Jan 2026 | 12:34 |

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O Sport Club do Recife oficializou, nesta sexta-feira (16), a chegada de mais um reforço para a temporada. Trata-se do meio-campista Max Alves, de 24 anos. O atleta, que possui seus direitos econômicos ligados ao Cuiabá, firmou contrato de empréstimo com a equipe pernambucana válido até o dia 30 de novembro de 2026.


A contratação visa dar mais opções ao setor de criação do time, que terá um calendário cheio pela frente. O anúncio confirma a movimentação da diretoria rubro-negra no mercado em busca de peças para compor o elenco visando os principais objetivos do ano.


TRAJETÓRIA PROFISSIONAL


Natural de Juiz de Fora (MG), Max iniciou sua caminhada nas categorias de base do Tupi-MG, mas foi no Flamengo que ganhou projeção nacional. No clube carioca, profissionalizou-se e integrou o elenco campeão estadual em 2021.

Além da experiência no futebol brasileiro, o meia acumula bagagem internacional, tendo defendido as cores do Colorado Rapids na Major League Soccer (MLS), a liga principal dos Estados Unidos. Após sua passagem pelo exterior, o jogador desembarcou no Cuiabá em 2024, onde teve uma sequência significativa de jogos nas últimas duas temporadas, atuando na elite do futebol nacional.


NÚMEROS E REGULARIDADE

A consistência física e a minutagem em campo foram fatores que pesaram a favor da contratação. Pelo clube mato-grossense, Max Alves disputou um total de 87 partidas. Nesse período, contribuiu ofensivamente com seis gols marcados e nove assistências distribuídas.


Futebol

Flamengo pode ter que pagar mais impostos do que SAFs; entenda

Governo federal veta reforma tributária que daria mais benefícios fiscais a clubes associativos, como o Mengão, em comparação com aos 'clube empresas'

Flamengo pode ter que pagar mais impostos do que as SAFs a partir de 2027 após veto do Governo - Foto: Reprodução
Flamengo pode ter que pagar mais impostos do que as SAFs a partir de 2027 após veto do Governo - Foto: Reprodução

16 Jan 2026 | 11:53 |

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Os vetos do governo federal à reforma tributária acenderam o sinal de alerta nos clubes associativos do futebol brasileiro. A partir de 2027, equipes como o Flamengo podem passar a pagar mais impostos do que as SAFs, após o Ministério da Fazenda barrar dispositivos que equiparavam a tributação entre os dois modelos.


Pelo texto originalmente aprovado no Congresso Nacional, clubes e SAFs seriam tributados em 5% sobre a receita bruta. Com os vetos, no entanto, especialistas indicam que clubes sem fins lucrativos terão uma carga total estimada em 15,6%, somando o novo imposto ao recolhimento do INSS. Já as SAFs ficariam próximas de 6% de tributação. A informação foi divulgada pelo jornalista Rodrigo Mattos, do UOL.


IMPACTO BILIONÁRIO NAS CONTAS DO FLAMENGO


No caso do Flamengo, o impacto chama atenção pelo volume de arrecadação. O clube registrou cerca de R$ 2 bilhões em receita bruta em 2025, valor que serviria como base de cálculo para o novo imposto caso a regra seja mantida.

Na prática, isso representaria um pagamento aproximado de R$ 312 milhões em tributos, caso a legislação já estivesse em vigor. Internamente, dirigentes rubro-negros receberam a notícia com revolta e avaliam que o novo modelo pode exigir ajustes profundos no orçamento. Apesar do cenário, a diretoria descarta a possibilidade de transformação em SAF, mas admite que será necessário analisar os impactos financeiros caso o texto não seja modificado.


RECEITAS DE INCENTIVO TAMBÉM ENTRAM NA CONTA

Outro ponto de preocupação envolve a tributação sobre receitas oriundas de leis de incentivo, como o programa Fla-Anjo. Atualmente, esses recursos ajudam a financiar esportes olímpicos, que já operam com déficit no clube. Com a nova regra, esses valores também passariam a ser tributados, o que pode comprometer ainda mais projetos esportivos que dependem de incentivo fiscal para sobreviver.

OUTROS CLUBES ASSOCIATIVOS ACOMPANHAM O TEMA

Além do Flamengo, o Corinthians também acompanha de perto a discussão. O clube paulista mantém estrutura associativa e possui receita anual próxima de R$ 1 bilhão, o que o coloca em situação semelhante diante das mudanças previstas.

CONGRESSO AINDA PODE REVER OS VETOS

Os vetos do governo ainda não são definitivos. O texto da reforma tributária voltará ao Congresso Nacional, que pode derrubar os vetos ou apresentar uma alternativa específica para a tributação do futebol. O deputado Eduardo Bandeira de Mello, ex-presidente do Flamengo, afirmou que ainda existem dúvidas sobre a aplicação prática da lei. Segundo ele, os clubes precisam estudar se poderão reduzir o imposto por meio de créditos tributários previstos na própria legislação. Como a nova regra só passa a valer em 2027, ainda há margem para debate e ajustes.


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