Futebol
Flamengo mapeia alternativas no mercado com características de Kaio Jorge
04 Jan 2026 | 16:42
Futebol
03 Jan 2025 | 16:05 |
O Flamengo segue consolidado como o clube com a camisa mais valiosa do futebol brasileiro em termos de patrocínio. A expectativa para 2025 é superar os valores atuais, com a diretoria liderada por Bap já tomando medidas importantes para isso. O clube optou por não renovar contratos com alguns patrocinadores e prepara novas negociações, além de votar renovações estratégicas no Conselho Deliberativo.
Fim de parcerias com Mercado Livre e Kwai
Os contratos com Mercado Livre (costas da camisa) e Kwai (mangas) chegaram ao fim em dezembro de 2024. As parcerias, que rendiam um total de R$ 31,5 milhões anuais (R$ 21,5 milhões do Mercado Livre e R$ 10 milhões do Kwai), não foram renovadas. Assim, o Flamengo busca novos patrocinadores para preencher esses espaços no Manto Sagrado.
Renovações aguardando aprovação
Na próxima terça-feira (7), o Conselho Deliberativo do Flamengo irá votar a renovação do contrato com a ABC da Construção, que atualmente paga R$ 7,1 milhões para estampar sua marca nos shorts do uniforme. Espera-se um aumento no valor deste contrato.
Além disso, serão votados contratos de patrocínio com Texaco e InDrive, que atualmente não possuem espaços na camisa de jogo, mas têm acordos com o clube para outras propriedades de marketing.
Contratos importantes em vigência
O Rubro-Negro entra no último ano de contrato com dois patrocinadores principais:
Pixbet (patrocinador master): R$ 120 milhões/ano – até dezembro de 2025
Zé Delivery (meiões): R$ 5 milhões/ano – até dezembro de 2025
A Pixbet segue como o maior contrato de patrocínio do futebol brasileiro, enquanto a renovação com Zé Delivery será discutida no futuro próximo.
Camisa milionária e outros acordos
Confira os contratos vigentes e os valores anuais de patrocínio:
BRB (omoplata): R$ 25 milhões – até abril de 2026
Assistant Card (barra traseira): R$ 10,8 milhões – até dezembro de 2026
Adidas (fornecedora): R$ 57 milhões fixos, podendo chegar a R$ 100 milhões com variáveis – até dezembro de 2029
Além dos patrocinadores de camisa, o Flamengo mantém contratos com marcas que exploram uniformes de treino, espaços no Ninho do Urubu, e plataformas digitais. Entre elas, destacam-se Texaco, InDrive, Brahma, Rede D'Or, Bayer, Vale, Shell e Estácio.
Parcerias secundárias e diversificação
Outros parceiros como Granado Pharmácias, Yapoli, Elite Rede de Ensino, Coco Legal e Tnt Sport Drink também contribuem para as receitas do clube, mostrando a força do Flamengo em atrair marcas de diferentes segmentos.
Com uma estratégia robusta, o Flamengo se prepara para continuar liderando no mercado de patrocínios esportivos no Brasil, consolidando seu potencial financeiro e mantendo sua posição como referência no continente.
Atacante busca protagonismo na Vila Belmiro para entrar no radar da Seleção Brasileira; reencontro com Tite e reserva na Raposa pesaram na decisão
04 Jan 2026 | 21:00 |
A transferência de Gabigo,ex-Flamengo, do Cruzeiro para o Santos tem um objetivo claro além da identificação com o clube: a disputa da Copa do Mundo deste ano. Segundo apuração da Rádio Itatiaia, o atacante vê no retorno à Vila Belmiro a oportunidade ideal para recuperar seu melhor futebol e entrar no radar do técnico Carlo Ancelotti nesta reta final de ciclo para o Mundial.
O jogador entende que precisa de visibilidade e minutos em campo para convencer o treinador italiano, algo que estaria ameaçado caso permanecesse em Belo Horizonte para a temporada de 2026.
A permanência no Cruzeiro apresentava obstáculos claros para as ambições do camisa 99. O atacante encerrou 2025 em baixa, marcada pelo pênalti perdido na eliminação da Copa do Brasil contra o Corinthians, enquanto viu o concorrente Kaio Jorge se consolidar como titular absoluto e viver grande fase técnica.
Além da questão esportiva, o fator comando técnico foi decisivo. O reencontro com Tite, treinador com quem Gabigol teve desavenças públicas durante a passagem pelo Flamengo, indicava uma redução natural de sua minutagem. Ciente de que seria uma opção no banco de reservas, o atleta optou pela mudança de ares.
No Santos, o cenário se inverte. Revelado nas categorias de base do clube, Gabigol chega com status de estrela e a confiança de que terá o ambiente favorável para brilhar. Outros fatores extracampo também influenciaram a escolha, como a proximidade da família e a possibilidade real de atuar novamente ao lado de Neymar. Assim como Gabriel, o camisa 10 também nutre o desejo de retornar à Seleção Brasileira.
Lateral uruguaio perdeu espaço no elenco rubro-negro e busca sequência na Argentina para garantir convocação para o Mundial de 2026
04 Jan 2026 | 19:19 |
Após uma temporada histórica em 2025, na qual conquistou seis títulos,inc luindo o nono Campeonato Brasileiro e a quarta Libertadores, o Flamengo iniciou o processo de ajustes no elenco para manter a hegemonia. Nesse cenário de reformulação, uma das saídas confirmadas é a do lateral-esquerdo Matías Viña. O jogador será emprestado ao River Plate, da Argentina, pelo período de um ano.
A transferência, no entanto, vai além das quatro linhas e envolve uma preocupação direta com o futuro do atleta na seleção de seu país. A decisão de deixar o Rio de Janeiro foi impulsionada por um recado direto de Marcelo Bielsa, técnico da Seleção Uruguaia. Visando a Copa do Mundo que será disputada em junho no Canadá, Estados Unidos e México, o treinador foi enfático sobre os critérios de convocação.
Segundo informações do jornal argentino Olé, Bielsa deixou claro para Viña que sua presença no Mundial de 2026 está condicionada à regularidade em campo. O comandante da Celeste avisou que só levará para o torneio atletas que estiverem atuando frequentemente e em alto nível por grandes clubes.
No Flamengo, a situação do lateral havia se complicado. Viña tornou-se apenas a terceira opção para o setor, ficando atrás de Alex Sandro e Ayrton Lucas na hierarquia da comissão técnica. Sem minutos suficientes no Brasil, o risco de ficar fora da lista final do Uruguai tornou-se real, motivando a busca por novos ares.
A ida para o River Plate contou com o aval de Marcelo Gallardo. O treinador dos Millonarios foi peça-chave na negociação, mas manteve a transparência com o reforço: não haverá cadeira cativa. Gallardo comunicou a Viña que ele terá que disputar posição com o experiente Marcos Acuña, mas garantiu que dará todo o suporte necessário para sua adaptação.
Peixe abre conversas com o Al Sadd do Catar para repatriar o meia revelado na Vila Belmiro; jogador manifesta desejo de retornar ao clube paulista
04 Jan 2026 | 18:00 |
O Santos iniciou uma ofensiva no mercado para repatriar o meia Claudinho visando a temporada de 2026. Após o jogador ter sido alvo recorrente do Flamengo em janelas anteriores, é o time da Vila Belmiro que agora surge como o provável destino do atleta. Atualmente defendendo o Al Sadd, do Catar, o meio-campista pode retornar ao futebol brasileiro para vestir a camisa do clube que o revelou.
A diretoria santista trabalha nos bastidores para viabilizar a chegada do reforço, apostando na identificação do jogador com a equipe e na oportunidade de mercado para elevar o nível técnico do elenco.
Segundo informações apuradas pelo jornalista Ricardo Martins, o modelo de negócio discutido é um empréstimo. O Santos já iniciou os contatos com o Al Sadd e conta com um trunfo importante nas tratativas: a vontade do próprio atleta. Claudinho vê com bons olhos o retorno ao Brasil e, especificamente, ao Peixe, onde iniciou sua trajetória no futebol.
O jogador foi negociado com o time catariano em janeiro deste ano, após deixar o Zenit, da Rússia. No entanto, a possibilidade de atuar novamente na Série A pelo seu clube formador motiva o staff e o meia a buscarem um acordo amigável para a liberação temporária.
Antes de entrar na mira do Santos, Claudinho foi protagonista de longas novelas envolvendo o Flamengo. O Rubro-Negro tentou a contratação do jogador em duas temporadas consecutivas quando ele ainda estava na Rússia. Na primeira investida frustrada, o clube carioca acabou optando pela contratação de Nicolás de la Cruz. Na segunda tentativa, o Flamengo voltou à carga, mas novamente não conseguiu superar as exigências do Zenit.