Futebol
Cruzeiro libera, e Gabigol, ex-Flamengo, jogará por outra equipe da Série A em 2026
02 Jan 2026 | 12:36
Futebol
16 Mar 2025 | 09:37 |
O Flamengo foi superior e venceu o Fluminense no jogo de ida da final do Campeonato Carioca. Mesmo desfalcado, principalmente sem Bruno Henrique, o time de Filipe Luís dominou o segundo tempo do confronto e chega à decisão com a vantagem de um gol.
Embora o Mengão seja considerado favorito, o gol de Keno no fim do jogo mantém o Fluminense vivo na disputa. No entanto, o jornalista Breiller Pires vê um ponto fraco no Rubro-Negro que pode ser explorado pelo rival.
Breiller Pires analisa possíveis dificuldades do Flamengo
Para Breiller, os desfalques rubro-negros impõem limitações ao time, que podem ser aproveitadas pelo Fluminense, especialmente se o adversário conseguir aumentar a intensidade da partida.
"Se o Fluminense conseguir subir a intensidade do jogo e ser regular nessa intensidade, pode colocar o Flamengo em dificuldade, porque o Flamengo tem limitações por causa dos desfalques."
O comentarista destacou a ausência de peças importantes no ataque, como Cebolinha e Michael, além do próprio Bruno Henrique, o que reduz as opções de Filipe Luís para manter o ritmo da equipe ao longo do jogo.
"Filipe Luís olha para o banco e não tem o luxo de ter Michael ou Cebolinha. O Bruno Henrique é um desfalque pesado, e isso acaba tirando Luiz Araújo, que era uma ótima opção para o segundo tempo. Então, o Flamengo tem mais dificuldade de sustentar o ritmo."
Breiller também pontuou que essa queda de intensidade já ficou evidente no primeiro jogo da final.
"O Flamengo começou muito bem, depois baixou um pouco. No segundo tempo, conseguiu manter o controle por mais tempo, mas no fim caiu de rendimento e sofreu o gol."
Riquelme pode ser a aposta do Fluminense
Diante dessa possível oscilação do Flamengo ao longo da partida, Breiller Pires acredita que o técnico Mano Menezes pode usar o atacante Riquelme, de 17 anos, como uma arma ofensiva para explorar o desgaste rubro-negro.
"Se o Fluminense conseguir ser mais intenso e, no segundo tempo, tiver jogadores como o Riquelme para dar mais velocidade ao jogo, pode ser um caminho interessante para tentar cansar o Flamengo."
Decisão no Maracanã
A grande final do Campeonato Carioca acontece neste domingo (16), às 16h (de Brasília), no Maracanã. Com a vitória por 2 a 1 no primeiro jogo, o Flamengo tem a vantagem do empate para conquistar o 39º título estadual.
Pedrinho admite sonho de repatriar o atual Rei da América, mas reconhece que o Mengão está protegido por multa milionária e não tem intenção de venda.
02 Jan 2026 | 14:40 |
O gestor da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do Cruzeiro, Pedro Lourenço, comentou publicamente sobre um dos maiores desejos da torcida celeste: o retorno de Giorgian De Arrascaeta. Embora tenha deixado as portas abertas para o talento do uruguaio, o dirigente, conhecido como Pedrinho, tratou a possibilidade com extremo realismo, classificando a negociação como improvável diante da postura do Flamengo e dos valores envolvidos.
O empresário exaltou a qualidade técnica do meia, mas admitiu que tirar o jogador da Gávea atualmente é uma tarefa praticamente impossível para qualquer clube do continente. Em sua declaração, Pedrinho fez questão de valorizar o histórico do clube mineiro na descoberta do atleta. "Trouxemos o Arrascaeta lá do Uruguai, ninguém conhecia. É um jogador que dispensa comentários", recordou.
Apesar da nostalgia, o dono da SAF reconheceu a valorização do atleta no mercado. Segundo ele, o camisa 14 "interessa a qualquer time do Brasil" no cenário atual. Contudo, a análise de mercado do dirigente é fria: "Creio que o Flamengo não deve abrir mão", afirmou, indicando que só haveria conversa se o clube carioca manifestasse interesse em vender, o que não é o caso.
O "plano" de repatriar o ídolo esbarra em uma barreira financeira intransponível. O Flamengo está protegido por uma multa rescisória estipulada em 50 milhões de euros (cerca de R$ 320 milhões na cotação atual). Esse montante, considerado fora da realidade para o mercado sul-americano, garante ao Rubro-Negro total segurança contra investidas de rivais diretos.
Além da proteção contratual, o desempenho esportivo justifica o status de inegociável. Arrascaeta acaba de ser eleito o "Rei da América" de 2025 na tradicional premiação do jornal uruguaio El País. O meia recebeu 179 dos 264 votos possíveis, superando Lionel Messi. Na última temporada, o uruguaio foi o motor do time carioca, somando 25 gols e 20 assistências em 64 partidas oficiais.
Clube argentino aceita contraproposta rubro-negra e negociação avança para incluir metas que tornam a aquisição definitiva ao fim do empréstimo do lateral
02 Jan 2026 | 13:57 |
Nesta sexta-feira (2), as tratativas com o River Plate por Matías Viña avançaram de forma decisiva, restando apenas detalhes burocráticos para que o jogador uruguaio retorne ao futebol argentino. A operação, que inicialmente tratava-se de um empréstimo simples, ganhou novos contornos após exigências da diretoria carioca visando garantir o retorno financeiro futuro.
A movimentação no mercado visa aliviar a folha salarial e dar rodagem ao atleta de 28 anos, que perdeu espaço no elenco principal devido a problemas físicos e à forte concorrência no setor defensivo rubro-negro.
De acordo com informações do jornalista César Luis Merlo, especialista no mercado de transferências sul-americano, o modelo do negócio sofreu uma alteração fundamental a pedido do Flamengo. A proposta inicial do River Plate consistia em um empréstimo válido por um ano com opção de compra ao término do vínculo. No entanto, o Rubro-Negro fez uma contraproposta solicitando que essa opção se transformasse em obrigação de compra.
O clube de Buenos Aires aceitou a condição. O novo acordo prevê que a compra definitiva dos direitos econômicos de Viña se tornará obrigatória caso o lateral atinja metas específicas de desempenho (gatilhos contratuais não divulgados) durante o período de cessão. Com o "sim" dos argentinos, os clubes entraram na fase final de troca de documentos.
A trajetória de Matías Viña no Flamengo foi severamente impactada por questões médicas. O jogador sofreu uma grave lesão no ligamento cruzado anterior (LCA) do joelho direito em agosto de 2024, o que o afastou dos gramados por quase dez meses. Seu retorno ocorreu apenas em junho de 2025, dificultando a retomada de ritmo e sequência de jogo.
O clube saudita avalia negociar o brasileiro na janela de inverno para liberar vaga de estrangeiro; disputa interna com Darwin Núñez
02 Jan 2026 | 13:00 |
Marcos Leonardo volta a ganhar força nos bastidores do Flamengo. Alvo antigo da diretoria rubro-negra em janelas anteriores, o atacante pode estar com os dias contados no futebol árabe. O Al-Hilal, atual clube do jogador, sinalizou positivamente para uma negociação definitiva e já estabeleceu o valor para liberar o atleta: cerca de 25 milhões de euros (aproximadamente R$ 159,2 milhões na cotação atual).
A possibilidade de saída do brasileiro ganha contornos reais devido à necessidade do clube saudita em reformular seu setor ofensivo e gerenciar o limite de estrangeiros no elenco, abrindo uma oportunidade de mercado que o Flamengo acompanha de perto.
Segundo informações veiculadas pela imprensa da Arábia Saudita, a cifra de 25 milhões de euros é considerada o patamar mínimo para iniciar as conversas. O Flamengo, que busca um centroavante com mobilidade e capacidade de construção, perfil que se encaixa nas características de Marcos Leonardo, mantém o monitoramento, ciente dos valores envolvidos.
Para os sauditas, a venda de Marcos Leonardo é vista como financeiramente mais viável do que a saída de outros nomes de peso, como o uruguaio Darwin Núñez. O brasileiro possui um salário inferior e teve um custo de aquisição menor, o que facilita uma eventual transação sem grandes prejuízos contábeis.
A decisão de colocar Marcos Leonardo na vitrine passa diretamente por uma avaliação técnica comparativa com Darwin Núñez. A comissão técnica do Al-Hilal entende que o uruguaio oferece maior versatilidade tática, podendo atuar tanto centralizado quanto pelas pontas, enquanto o brasileiro é visto como um centroavante de ofício, com menor variação de posicionamento.