Futebol
16 Abr 2024 | 19:26 |
Embora tenha sido eliminado nas quartas de final da Champions, o Atlético de Madrid garantiu nesta terça-feira (16) sua vaga no Super Mundial de Clubes de 2025. A classificação veio com a eliminação simultânea de outro espanhol, o Barcelona, que assim não tem mais como alcançar o time de Madrid no ranking da Uefa.
Para superar o Atlético de Madrid, o Barcelona precisava tirar uma diferença de cinco pontos no ranking, o que poderia acontecer caso o time se classificasse para a final da Champions. Embora tenha vencido o jogo de ida na França e chegado a abrir 1×0 nesta terça, o Barcelona tomou a virada e foi goleado pelo PSG por 4×1.
Dessa forma, 11 dos 12 europeus que vão jogar o Mundial já são conhecidos. Se o Arsenal (ING) for campeão da Champions League 2023/2024, carimba a última vaga. Caso outro time levante o troféu, quem irá para o torneio intercontinental será o Red Bull Salzburg, da Áustria, através do ranking da UEFA.
VEJA OS TIMES JÁ CLASSIFICADOS
Brasil — Flamengo, Fluminense e Palmeiras
Alemanha — Bayern de Munique e Borussia Dortmund
Inglaterra — Chelsea e Manchester City
Portugal — Porto e Benfica
Espanha — Real Madrid e Atlético de Madrid
França — PSG
Itália — Inter de Milão e Juventus
Arábia Saudita — Al-Hilal
Japão — Urawa Red Diamonds
Egito — Al Ahly
Marrocos — Wydad Casablanca
México — Monterrey e León
Estados Unidos — Seattle Sounders
Nova Zelândia— Auckland City
MUNDIAL 2025
Programado para acontecer nos Estados Unidos, entre junho e julho de 2025, o Mundial de Clubes contará com 32 times. O modelo do torneio será o mesmo da Copa do Mundo de seleções, com oito grupos de quatro, com os dois primeiros avançando para as oitavas.
O Flamengo está garantido na competição por ter vencido a Libertadores de 2022, afinal. A América do Sul tem direito a seis vagas: para os outros três campeões do continente (Fluminense, Palmeiras e o vencedor de 2024), além de dois pelo ranking da Conmebol. Através da classificação, River Plate (ARG), Boca Juniors (ARG) e Olimpia (PAR) são os que possuem maiores pontuações no momento.
Meia desfalca a equipe nesta quarta-feira devido a um edema muscular, com previsão de retorno para o confronto de volta em maio
29 Abr 2026 | 10:22 |
Flamengo oficializou, através de boletim médico divulgado nesta terça-feira (28), a ausência de Lucas Paquetá para o compromisso internacional desta semana. O meio-campista permanece sob os cuidados do Departamento Médico (DM) para tratar um edema na coxa esquerda. Embora houvesse uma expectativa interna de que o atleta pudesse ser relacionado, a comissão técnica e os profissionais de saúde optaram por uma estratégia conservadora.
A decisão fundamenta-se no quadro clínico atual somado ao elevado desgaste físico acumulado na temporada de 2026. O clube entende que a preservação imediata é necessária para evitar o agravamento da lesão, priorizando uma recuperação plena. Paquetá é considerado peça fundamental no esquema tático implementado por Leonardo Jardim, e sua ausência será suprida por ajustes no setor criativo da equipe.
A lesão de Lucas Paquetá não é classificada como grave, mas o Rubro-Negro tem aplicado um protocolo rigoroso de retorno gradual para todos os seus atletas. O planejamento atual projeta que o meia seja liberado para os treinamentos com bola já na próxima semana. Com isso, a tendência é que o camisa 20 esteja disponível para o confronto de volta entre Flamengo e Estudiantes, agendado para o dia 7 de maio.
Essa cautela reflete a política do clube de não acelerar processos fisiológicos em prol de resultados imediatos, visando a sustentabilidade do elenco ao longo das múltiplas competições do ano. A gestão de Jardim tem se destacado justamente pela capacidade de rodar o plantel sem perder a eficiência, o que confere ao departamento médico a tranquilidade necessária para conduzir o tratamento de Paquetá sem pressões externas.
Mesmo sem contar com Paquetá, o Flamengo chega ao confronto continental em um excelente momento técnico. O time lidera o Grupo A da Libertadores com seis pontos conquistados e defende uma invencibilidade de sete vitórias consecutivas. A ausência do meia deve ser compensada pela maior liberdade dada a Arrascaeta e a utilização de De La Cruz em uma função mais adiantada, mantendo o DNA ofensivo que se tornou marca registrada da equipe.
Entidade pressionou para conseguir que nova medida estivesse em vigor na Copa do Mundo devido a situação ocorrida com o cria do Mengão
29 Abr 2026 | 09:50 |
Um episódio recente envolvendo Vini Jr, cria do Flamengo, e Gianluca Prestianni na UEFA Champions League provocou uma mudança importante nas regras do futebol mundial. A FIFA aprovou, por unanimidade, uma nova punição para atitudes consideradas discriminatórias dentro de campo.
A principal novidade é direta: jogadores que cobrirem a boca durante discussões com adversários poderão ser expulsos imediatamente. A medida visa evitar que ofensas, especialmente de cunho racista, homofóbico ou discriminatório, sejam escondidas das câmeras e da arbitragem.
Vale destacar que o gesto não foi proibido em qualquer contexto. Atletas ainda podem cobrir a boca em conversas normais. No entanto, se o árbitro interpretar a situação como uma discussão ou possível ofensa, a punição será cartão vermelho direto.
A decisão tem como pano de fundo o caso envolvendo Vini Jr, que acusou Prestianni de racismo durante um bate-boca. O argentino, por sua vez, alegou ter usado um insulto homofóbico. Posteriormente, acabou punido com seis jogos de suspensão.
Além dessa nova regra, a FIFA também endureceu a postura contra protestos em campo: Jogadores ou membros de comissão técnica que abandonarem a partida em forma de protesto serão expulsos. Caso toda a equipe deixe o campo, será decretado W.O. automaticamente. Essa decisão foi influenciada por episódios recentes, como a polêmica final da Copa Africana de Nações, que teve confusão generalizada após decisões de arbitragem e chegou a ter desdobramentos jurídicos posteriores.
As novas regras mostram um posicionamento mais firme da FIFA no combate a comportamentos discriminatórios e antidesportivos. A entidade busca aumentar o controle dentro de campo e dar mais ferramentas para que árbitros ajam de forma imediata diante de situações graves. O caso envolvendo o cria do Flamengo, Vini Jr, mais uma vez, ganha relevância global ao servir como catalisador de mudanças estruturais no futebol, reforçando um debate que vai muito além das quatro linhas.
Mengão quer seguir com o destaque das categorias de base no clube, mas família do jogador vê com bons olhos uma saída do clube
29 Abr 2026 | 09:28 |
O Flamengo vive um momento delicado nos bastidores envolvendo uma de suas principais promessas. O atacante Ryan Roberto, de apenas 18 anos, está no centro de uma negociação que pode definir o rumo da carreira ainda em fase inicial.
O jovem entrou na mira do Shakhtar Donetsk, da Ucrânia, que apresentou uma proposta de 8 milhões de euros (cerca de R$ 46 milhões). Diante do interesse europeu, o Flamengo abriu conversas, com o diretor técnico José Boto liderando as tratativas.
Apesar do valor considerado alto para um atleta ainda em formação, a prioridade do clube carioca não é a venda imediata. Internamente, a ideia principal é renovar o contrato de Ryan Roberto e garantir a permanência da joia por mais tempo no elenco.
Caso a negociação avance, o plano do Shakhtar é claro: integrar o atacante diretamente ao elenco principal. No Flamengo, por outro lado, o jogador ainda atua majoritariamente no sub-20, embora já seja tratado como um dos maiores destaques da base.
Essa diferença de cenário pesa na decisão. Enquanto o clube europeu oferece um salto imediato para o futebol profissional, o Rubro-Negro tenta equilibrar o desenvolvimento do atleta com a valorização esportiva e financeira.
Ryan Roberto tem vínculo com o Flamengo até março de 2027. Recentemente, o clube adquiriu mais 20% dos direitos econômicos do jogador, passando a deter 70% do total. Os outros 30% pertencem ao Athletico Paranaense. Mesmo com esse movimento estratégico, o risco de saída existe, especialmente porque, sem renovação, o atleta poderá assinar um pré-contrato no futuro e deixar o clube sem retorno financeiro significativo.