Futebol
Filipe Luís terá reunião para definir passos após demissão do Flamengo
05 Mar 2026 | 13:51
Futebol
27 Set 2024 | 11:57 |
Apresentado ao mundo como novo namorado de Anitta durante a Semana de Moda de Paris, o volante brasileiro Vini Souza vive grande momento dentro de campo.
Apesar de ter sido rebaixado com o Sheffield United para a segunda divisão do Campeonato Inglês na última temporada, o jogador de 25 anos rapidamente deu a volta por cima e se estabeleceu como protagonista do seu time na tentativa de retorno à Premier League.
O ex-Flamengo já é o primeiro colocado no ranking de desarmes da Championship, a segundona inglesa. Além disso, no último fim de semana, utilizou pela primeira vez a braçadeira de capitão dos "Blades", apelido pelo qual seu time é conhecido.
Desarma muito
A capacidade de roubar a bola dos adversários é justamente a melhor característica do jogo do namorado de Anitta. Duas temporadas atrás, quando defendia o Espanyol, ele foi um dos recordistas desse fundamento na La Liga espanhola. Esse foi justamente o motivo que fez o Sheffield desembolsar 12,5 milhões de euros (R$ 75,7 milhões) para levá-lo à Inglaterra.
Na atual temporada, o brasileiro tem média de 4,3 desarmes por jogo na Championship, de acordo com dados levantados pelo "WhoScored?". Quem mais se aproxima dele é o inglês David Ozoh, do Derby County, com 3,8 bolas recuperadas a cada partida.
Mesmo na primeira divisão da Inglaterra, só há um jogador com números defensivos superiores aos de Vini Souza: o marfinense Ibrahim Sangaré, do Nottingham Forest, que tem média de 5 desarmes por compromisso disputado.
Homem de confiança
Um dos 12 remanescentes do elenco do Sheffield rebaixado na temporada passada, o volante ganhou a confiança do técnico Chris Wilder e entrou para a hierarquia dos capitães da equipe. O dono da braçadeira continua sendo o zagueiro Jack Robinson, que está no clube desde 2020. Mas, na ausência dele e da revelação Oliver Arblaster, cria das categorias de base, o posto já fica com o brasileiro.
Titular nas seis rodadas já disputadas da Championship e sem ter sido substituído sequer uma vez na temporada, Vini estreou como capitão na vitória por 1 a 0 sobre o Derby County, no último sábado.
"Isso é sinal de que o meu trabalho está sendo valorizado, não somente pelo que venho fazendo dentro de campo, mas fora dele também", afirmou.
A Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro confirmou o experiente árbitro para comandar o clássico decisivo deste domingo no Maracanã
05 Mar 2026 | 15:04 |
A Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) bateu o martelo e oficializou quem será o dono do apito no aguardado Fla-Flu que decidirá o título do Campeonato Carioca de 2026. O confronto, agendado para o próximo domingo (8), às 18h (horário de Brasília), no Estádio do Maracanã, terá a arbitragem de Bruno Arleu de Araújo.
Aos 43 anos de idade, o árbitro carioca é um nome amplamente conhecido nos bastidores do futebol nacional e sua escolha segue a diretriz da federação de designar profissionais com vasta bagagem para embates de altíssima tensão.
Para auxiliar Bruno Arleu na árdua missão de conduzir a finalíssima de maneira justa e transparente, a entidade divulgou a escala completa de profissionais. Nas bandeiras laterais, atuarão os assistentes Luiz Claudio Regazone e Thiago Filemon Soares Pinto.
O árbitro de vídeo (VAR), ferramenta fundamental em decisões, ficará sob a responsabilidade de Carlos Eduardo Nunes Braga. A equipe de suporte presencial e remota ainda conta com João Ennio Sobral, Júlio César Souza Gaudêncio, Andréa Izaura Maffra Marcelino e Rodrigo Carvalhaes de Miranda.
O confronto deste final de semana encerra uma das semanas mais agitadas da história recente do Ninho do Urubu. Após aplicar uma expressiva goleada de 8 a 0 sobre o Madureira pelas semifinais, a diretoria surpreendeu o mercado ao demitir Filipe Luís. Agora, cabe a Leonardo Jardim assumir a área técnica e buscar o troféu logo em sua estreia pelo Flamengo.
Senado está próximo a aprovar uma lei que inibe as publicidades das empresas de ‘bets’ e contratos como o do Mengão corre risco
05 Mar 2026 | 15:01 |
O contrato de R$ 268 milhões entre o Flamengo e a Betano pode representar o teto financeiro do mercado de patrocínios envolvendo casas de apostas no futebol brasileiro. A avaliação é do diretor da empresa no país, Guilherme Figueiredo, que projeta uma redução significativa nos valores das próximas renovações.
Diretor da Betano, patrocinadora do Flamengo: "A tendência é, sim, haver uma redução..."
Segundo o executivo, o ciclo de crescimento acelerado das bets chegou ao limite e o setor tende a passar por um ajuste técnico para retornar a patamares considerados mais realistas: “Seria uma surpresa muito grande (contrato superior ao do Flamengo), acho difícil, ao menos no curto prazo. O Corinthians acabou de renovar o contrato por um valor maior, 150 milhões, e eu até parabenizei o diretor de marketing. Disse que provavelmente ele fez o último grande contrato nesses valores com casas de apostas. A tendência é, sim, haver uma redução. É uma questão de ajuste de mercado.”
A possível retração no mercado está diretamente ligada ao avanço do Projeto de Lei 3.563/2024 no Congresso Nacional. A proposta, que tramita no Senado Federal do Brasil, prevê restrições amplas à publicidade de apostas esportivas. O texto já foi aprovado pela Comissão de Ciência e Tecnologia e aguarda a designação de relator na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
Caso avance, ainda precisará passar pelo plenário do Senado e posteriormente pela Câmara dos Deputados do Brasil antes de seguir para sanção presidencial. Entre as medidas previstas estão a proibição de anúncios em camisas de clubes, placas de estádios, redes sociais de influenciadores e até a pré-instalação de aplicativos de apostas em dispositivos eletrônicos.
A proposta também pretende reduzir o impacto das campanhas publicitárias massivas que hoje dominam os intervalos comerciais das transmissões esportivas. A justificativa do projeto cita o alto volume de apostas no país, estimado em cerca de R$ 30 bilhões mensais.
Caso as restrições avancem, o modelo que sustenta os investimentos bilionários das casas de apostas no futebol pode sofrer uma reformulação profunda. Sem a vitrine proporcionada pela exposição em uniformes e durante as partidas, a tendência é que os contratos retornem a níveis financeiros semelhantes aos registrados antes da explosão do setor.
Durante a apresentação oficial no Ninho do Urubu, o novo comandante do Mengão ressaltou que a instituição e o grupo estão sempre acima
05 Mar 2026 | 14:49 |
Apresentado oficialmente no Centro de Treinamento Ninho do Urubu nesta quinta-feira (5) como o sucessor de Filipe Luís, o técnico Leonardo Jardim abordou um tema sensível logo em seu primeiro contato com os jornalistas. Questionado sobre o histórico de afastar ou colocar no banco de reservas jogadores consagrados, os chamados "medalhões", o profissional português foi direto em sua argumentação.
O comandante negou o rótulo e enfatizou sua filosofia rígida de trabalho diário. Jardim revelou que, logo em sua primeira conversa com o plantel rubro-negro, estabeleceu regras claras, deixando evidente que não negocia suas diretrizes e que a prioridade será sempre o desempenho da equipe.
A defesa do clube e do coletivo estará sempre à frente de qualquer status individual na visão de Jardim. "Nunca barrei ninguém. Eu defendo sempre o melhor para a estrutura e o clube", pontuou o técnico. Jardim argumentou que as escolhas feitas para o time titular são baseadas puramente em quem pode entregar o melhor rendimento para a instituição naquele momento, afastando qualquer viés de perseguição a nomes de peso.
O treinador justificou a escolha com base no rendimento técnico. Segundo ele, a comissão avaliou que o centroavante Kaio Jorge atravessava um momento superior e, por mérito, recebeu a titularidade. Jardim destacou a necessidade de separar as esferas pessoal e profissional no ambiente esportivo.
“Se achar que algum jogador, estamos falando do Gabriel, que foi ídolo aqui, achava que o Kaio estava melhor e jogou ele. As pessoas precisam perceber que a parte profissional é uma coisa e pessoal é outra. Com certeza ele ficou insatisfeito, mas não foi por isso que deixou de trabalhar, ter bom comportamento, e até criar relação boa que tivemos”, explicou o novo técnico do Flamengo.