Futebol
20 Jul 2023 | 11:04 |
O comentarista Gustavo Zupak comentou na noite desta quarta-feira sobre as movimentações do Mengão na janela de transferência. Em programa da ESPN ele expressou como não concorda com as contratações feitas pelo time. Além disso, criticou a diretoria que opta por fazer contratações sempre que perde, ao invés de trabalhar mais.
Zupak foi questionado no programa em que trabalha sobre sua opinião acerca dos últimos especulados do Flamengo. Ele, então, optou por ir mais além. Falou que, se tivesse o dinheiro do Flamengo, também contrataria o Claudinho, que joga pelo Zenit (RUS). Ele reconheceu que o jogador pode ser uma boa adição ao time, mas concluiu: “Daí a enxergar que a única opção para o Flamengo melhorar é contratar, isso eu sou radicalmente contra!”
Em seguida, o jornalista começou a criticar a ideia de que para os times melhorarem o seu desempenho, precisam contratar. Na opinião de Zupak, o Flamengo deveria deixar para trás a mentalidade das contratações e investir no elenco forte que já tem: “Esse pensamento vem da arquibancada, dos torcedores. (...) Dentro dos clubes não se pensa assim. Não existe trabalhar, só contratar e isso a gente vê no Palmeiras e no Flamengo.”
Criticando as ações do time paulista também, o comentarista traçou o perfil de que o Flamengo não age certo se só pensa nas contratações. Também duvidou do potencial das duas equipes, porque, se precisam de reforços para melhorar, têm problemas.: “Se o Flamengo, com o elenco que ele tem, depende de reforços para melhorar, tem muita coisa errada acontecendo lá dentro!”
Por fim, o jornalista decidiu colocar as outras equipes que concorrem no campeonato brasileiro na posição de vítimas. Do seu ponto de vista, se dinheiro é a solução para melhorar os outros clubes não tem chance: “Se Flamengo e Palmeiras, dependem, exclusivamente, de reforços para melhorarem a sua performance , e os outros 18 times? Eles tem que sentar em posição fetal e chorar? Porque eles não têm a capacidade de comprar como esses times e não tem um elenco também!”
Diretor de futebol do Mais Querido explica exigência por características específicas para o modelo de jogo e nega busca por apenas um reserva para Pedro
22 Jan 2026 | 11:43 |
Após enfrentar dificuldades e frustrações nas tentativas recentes de reforçar o setor ofensivo, o Flamengo adotou uma postura de cautela e exigência máxima no mercado. O clube segue monitorando nomes para a posição de centroavante, mas o diretor de futebol José Boto foi enfático ao afirmar que a diretoria não fará movimentos precipitados apenas para dar uma resposta à torcida ou preencher lacunas no elenco.
Em declaração concedida na última quarta-feira (21), o dirigente esclareceu que o foco não é trazer qualquer jogador, mas sim um atleta que eleve o patamar da equipe e ofereça valências distintas das que o plantel já possui.
A filosofia adotada pelo departamento de futebol é clara: a qualidade técnica e o encaixe tático são inegociáveis. Boto destacou que a busca não se resume a encontrar um simples substituto para Pedro, mas sim alguém que agregue novas dinâmicas ao time comandado por Filipe Luís.
— Não queremos um atacante, mas sim o atacante. Tem que ter determinadas características, se encaixar no modelo de jogo… não é só um atacante para ser o substituto do Pedro — pontuou o diretor, complementando sobre a dificuldade da busca: — Mas com características diferentes e não é fácil encontrar. E se não encontramos, não vamos buscar só para dizer que temos um matador.
A cautela no discurso vem após o Rubro-Negro esbarrar em obstáculos nas suas principais investidas. O "Plano A" da diretoria era Kaio Jorge, destaque do Cruzeiro. O Flamengo chegou a realizar três propostas oficiais, mas o clube mineiro optou por renovar o contrato do atleta justamente para blindá-lo do assédio carioca.
O duelo válido pela quarta rodada do Campeonato Carioca acontece no dia 25 e os bilhetes para a torcida rubro-negra já têm data e horário definidos
22 Jan 2026 | 11:23 |
Em busca de mais um triunfo rumo ao título do Campeonato Carioca, o Flamengo se prepara para enfrentar o Fluminense no próximo domingo (25). O clássico, válido pela quarta rodada do Estadual, está marcado para as 18h (horário de Brasília), no Estádio do Maracanã. Com o mando de campo pertencente ao rival tricolor, o clube da Gávea divulgou os detalhes operacionais para a aquisição de entradas por parte de sua torcida.
A operação de venda terá início nesta sexta-feira (16), a partir das 16h (horário de Brasília). O horário vale tanto para a abertura da comercialização para sócios-torcedores e público geral quanto para o começo da retirada de gratuidades previstas por lei.
Os torcedores rubro-negros que desejam comparecer ao estádio deverão adquirir seus bilhetes exclusivamente através do site flamengovisitante.futebolcard.com. Não haverá venda física para a torcida visitante neste primeiro momento. A comercialização online permanecerá aberta até o encerramento do primeiro tempo do clássico no domingo (25).
Os valores dos ingressos variam de acordo com o setor escolhido e a categoria do torcedor (sócio-torcedor ou público geral). A torcida do Flamengo ocupará o Setor Norte, mas também haverá disponibilidade nos setores mistos (Leste, Oeste e Maracanã Mais).
Setor Norte (Exclusivo Flamengo)
Público Geral: R$ 100,00 (meia-entrada: R$ 50,00)
Sócio-torcedor titular: R$ 50,00
Setor Leste Superior (Misto)
Público Geral: R$ 120,00 (meia-entrada: R$ 60,00)
Sócio-torcedor titular: R$ 60,00
Setor Leste Inferior (Misto)
Público Geral: R$ 140,00 (meia-entrada: R$ 70,00)
Sócio-torcedor titular: R$ 70,00
Setor Oeste Inferior (Misto)
Público Geral: R$ 180,00 (meia-entrada: R$ 90,00)
Sócio-torcedor titular: R$ 90,00
Setor Maracanã Mais (Misto)
Público Geral: R$ 700,00 (meia-entrada: R$ 387,50)
Sócio-torcedor titular: R$ 700,00
O clube carioca aceitou chegar ao montante exigido pelos ingleses, porém a divergência sobre parcelamento e pagamento à vista impede o desfecho imediato
22 Jan 2026 | 10:57 |
A novela envolvendo o retorno de Lucas Paquetá ao Flamengo ganhou novos contornos decisivos nesta quarta-feira (21). Após semanas de tratativas, as conversas entre a diretoria rubro-negra e o West Ham avançaram em um ponto crucial: o valor final da operação. No entanto, a assinatura do contrato ainda esbarra na engenharia financeira necessária para viabilizar a transferência.
Segundo apuração da reportagem, o principal obstáculo deixou de ser o montante total e passou a ser o cronograma de desembolso. O Flamengo deu um passo importante ao concordar com a cifra de 40 milhões de euros, atingindo o preço estipulado pelos europeus. Contudo, o modelo de pagamento proposto por cada lado segue distante de um consenso.
O avanço nas negociações ocorreu após uma sinalização de flexibilidade por parte do clube londrino. Inicialmente irredutível na pedida de 57 milhões de euros (aproximadamente R$ 359,5 milhões), o West Ham aceitou baixar a exigência para a casa dos 40 milhões de euros. A condição imposta pelos ingleses, porém, é rigorosa: desejam o valor fixo, sem a inclusão de metas variáveis, e preferencialmente com pagamento à vista.
Do outro lado, a estratégia do Flamengo para arcar com o alto investimento envolve parcelamento. A proposta rubro-negra, embora aceite o valor total de 40 milhões, tenta diluir parte dessa quantia em bônus e metas consideradas acessíveis, além de estender o prazo de pagamento. Com o "sim" garantido em relação ao preço, o foco das reuniões agora é exclusivamente o fluxo de caixa.
Diante da repercussão do caso, o diretor executivo de futebol do Flamengo, José Boto, quebrou o silêncio. O dirigente ressaltou que aquela seria a "primeira e última vez" que trataria publicamente do tema enquanto a negociação estivesse em curso, pregando transparência sobre a complexidade do negócio.
Boto confirmou a vontade de Lucas Paquetá em retornar ao Ninho do Urubu, mas foi cauteloso ao citar a resistência do West Ham: “Queremos muito ter o Paquetá e ele quer muito vir. Nas negociações há sempre uma terceira parte e essa terceira parte não está muito convencida em vender o Paquetá. Tivemos avanços significativos, mas é uma operação muito difícil (...), disse o treinador.