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Competidora com Rebeca Andrade e medalha de ouro no individual geral nas Olímpiadas de Paris, Simone Biles concedeu uma entrevista nesta quinta-feira (1) após subir ao pódio na competição e afirmou não querer mais disputar provas contra a atleta do Flamengo.
Com respeito, a ginasta norte-americana exaltou Rebeca, que conquistou a prata e se tornou a maior medalhista do Brasil em Jogos Olímpicos. No entanto, revelou que sentiu a pressão e que a disputa com a amiga a levou ao máximo de estresse.
"A competição por equipes é sempre a minha preferida porque todas nós competimos juntas, é muito divertido. Mas, pessoalmente, eu não quero mais (competir com a Rebeca), eu estou cansada (risos). Ela me faz querer mostrar o meu melhor, então fico animada e orgulhosa de competir com ela. Eu não estava confortável, pessoal, eu não gosto dessa sensação, estava ficando estressada (risos)", afirmou.
SIMONE EXALTA REBECA
Sabendo da qualidade de Rebeca, Simone Biles sabia que teria que se superar para ficar com o ouro. Assim, após conquistar o lugar mais alto do pódio ela valorizou a preparação e esforço, tanto físico quanto mental, para voltar a competir nos Jogos Olímpicos.
"Mas eu sabia que se eu fizesse o meu trabalho, tudo ficaria bem. Ela é uma atleta fenomenal. Em cada disputa temos notas muito parecidas. Então pensei 'desta vez tenho que vir preparada'. Estou orgulhosa da minha performance e da luta que tive nos últimos três anos, mentalmente e fisicamente para poder voltar a competir nas Olimpíadas. É uma experiência maravilhosa, não poderia estar mais orgulhosa".
DISPUTA ACIRRADA PELO OURO
Rebeca e Simone tiveram uma disputa acirrada pelo Ouro olímpico. As duas dividiram a mesma rotação e foram as duas últimas atletas a entrarem no tablado, na disputa do solo. As ginastas começaram no salto, com a brasileira fazendo seu movimento primeiro. A atleta do Mais Querido tirou 15.100 e a norte-americana tirou 15.766. Nos outros aparelhos a disputa continuou acirrada, com Biles liderando no final.
Em 109 partidas disputadas, a Seleção Brasileira venceu 43 vezes, enquanto a equipe argentina soma 40 triunfos, além de 26 empates
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Brasil e Argentina se enfrentam nesta terça-feira (25), às 21h (horário de Brasília), pela 14ª rodada das Eliminatórias Sul-Americanas da Copa do Mundo de 2026. O confronto acontece no estádio Mâs Monumental, em Buenos Aires, com transmissão ao vivo da Globo (TV aberta) e SporTV (TV fechada).
O retrospecto do clássico sul-americano aponta um equilíbrio histórico. Em 109 partidas disputadas, a Seleção Brasileira venceu 43 vezes, enquanto a equipe argentina soma 40 triunfos, além de 26 empates. Na tabela das Eliminatórias, a Argentina lidera com 28 pontos, enquanto o Brasil ocupa a terceira colocação, somando 21 pontos sob o comando de Dorival Júnior.
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Dorival Júnior terá que fazer ajustes na equipe devido a importantes baixas. O goleiro Alisson, que sofreu uma concussão na última partida contra a Colômbia, será substituído por Bento, do Athletico Paranaense. Além disso, Gabriel Magalhães e Bruno Guimarães cumprem suspensão pelo terceiro cartão amarelo, enquanto Gerson segue em recuperação de lesão e também não estará disponível. Wesley, lateral do Flamengo, também vai para o jogo.
Diante das ausências, a provável escalação do Brasil para o confronto será: Bento; Wesley, Marquinhos, Murillo e Guilherme Arana; André e Joelinton; Raphinha, Vinícius Júnior, Rodrygo e Matheus Cunha.
O brasileiro cometeu uma falha na largada em duelo com Oliver Bearman e parou na brita, mas conseguiu mostrar bom ritmo e ultrapassou o companheiro de equipe
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Neste domingo (23), o brasileiro Gabriel Bortoleto teve a corrida na China condicionada por uma falha ainda na primeira volta. Ao brigar por posição na largada com Oliver Bearman, da Haas, o brasileiro perdeu o controle do carro e foi parar na brita. A derrapada obrigou o jovem a ir para os boxes, o que fez com que ele se distanciasse do pelotão.
Ao retornar à pista do Circuito Internacional de Xangai com pneus duros, Gabriel Bortoleto ficou em último lugar, muito atrás do 19º, o companheiro de equipe Nico Hulkenberg. No fim, o brasileiro ainda conseguiu cruzar a linha de chegada à frente de Nico e Yuki Tsunoda - com o abandono de Alonso e as desclassificações posteriores de Leclerc, Hamilton e Gasly, ficou oficialmente com a 14ª posição.
Depois da prova, o paulista admitiu o erro e explicou que a derrapada aconteceu por ter ficado no lado sujo da pista na disputa contra Bearman. Bortoleto também avaliou o fim de semana nada bom na China e lamentou a falha na largada:
"Hoje, definitivamente, não foi uma corrida ideal. Depois da primeira volta, o foco foi recuperar e coletar o máximo de informação possível sobre o carro. Apesar de nossa posição não ter sido favorável, foi bom continuar e terminar a corrida, porque foi minha primeira corrida completa em pista seca", disse o brasileiro.
Na parte final da prova, Bortoleto ainda viu Yuki Tsunoda ir para os boxes após ficar com a asa dianteira danificada e subiu para o 17º - ele só ganhou três posições por desclassificações após o fim da disputa.
"É difícil dizer onde poderíamos estar com uma corrida mais limpa. Eu queria que esse fim de semana tivesse sido mais positivo, mas é o que é. Agora, seguimos em frente e vamos para a fábrica analisar nossos aprendizados nessas duas primeiras corridas, preparar para Suzuka", concluiu.
Em 2023, o Comitê Olímpico Internacional excluiu a federação internacional do esporte do seu quadro de entidades após notícias de corrupção
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As Olímpiadas de Los Angeles 2028 terá um novo esporte: o boxe. O anúncio foi feito pelo presidente da Comissão do Programa Olímpico, durante a 144ª Sessão do Comitê Olímpico Internacional nesta quinta-feira (20). Lembrando que nas duas últimas Olímpiadas, Tóquio 2020 e Paris 2024, as disputas de boxe foram organizadas pelo COI.
Isso porque, os escândalos de corrupção envolvendo a Associação Internacional de Boxe (AIBA) levaram o Comitê Olímpico Internacional (COI) a não mais reconhecê-la como entidade máxima do boxe olímpico. Em fevereiro do ano passado, a entidade reconheceu provisoriamente a World Boxing como nova federação internacional da modalida.
Desse modo, a na votação desta tarde, não houve abstenções entre os 106 membros. Na última segunda, o comitê executivo havia recomendado a inclusão da modalidade presente nos Jogos desde 1904.
PRESIDENTE DA WORLD BOXING FALA SOBRE O REGULAMENTO E POLÍTICAS DA ENTIDADE
Após a reunião, o presidente da World Boxing, Boris van der Vorst, afirmou que ainda está organizando o regulamento e políticas da entidade: "Daremos atenção para a equidade de gênero. Sobre os atletas transgêneros, ainda não temos isso organizado e não cabe a mim comentar sobre as políticas do COI. Muitos especialistas estão nos ajudando nessa construção. Nossa principal intenção é manter o sonho olímpico para quem pratica o boxe em qualquer academia do mundo".
ESPORTE COM MAIOR NÚMERO DE MEDALHAS NAS OLÍMPIADAS DE 2024
O boxe foi o esporte que teve o maior número de países no pódio das Olímpiadas de Paris 2024, quando a modalidade foi organizada pelo COI em vez de uma federação internacional. Dos 68 comitês olímpicos nacionais que competiram, 32 conquistaram medalhas em 13 categorias, incluindo o Time de Refugiados. Lembrando que o Brasil levou o bronze com Beatriz Ferreira.