Futebol
Alvo do Flamengo, Danilo pretende deixar o Botafogo após a Copa do Mundo
01 Abr 2026 | 12:20
Futebol
10 Dez 2024 | 12:43 |
Eleito presidente do Flamengo na última segunda-feira (09), Luiz Eduardo Baptista, o Bap, comandará o clube entre 2025 e 2027. A transição de gestão já começa nesta semana, com a nova diretoria focada em levantar informações cruciais e planejar o futuro do clube. O novo presidente terá pela frente desafios estratégicos em diversas áreas.
Estádio próprio: o maior legado em jogo
O projeto de construção do estádio no terreno do Gasômetro será prioridade. Estimado em R$ 2 bilhões, o empreendimento incluirá obras de infraestrutura, paisagismo, e urbanização, além do campo e da cobertura. A aprovação da Lei do Potencial Construtivo do Flamengo, ainda pendente na Câmara de Vereadores, será fundamental para viabilizar a obra.
O planejamento inicial foi apresentado pela gestão Rodolfo Landim, mas a nova administração poderá revisá-lo. A conclusão do estádio está prevista para 2029, e Bap terá a missão de iniciar as obras enquanto capta recursos, como os naming rights.
Ajustes financeiros em meio à expansão
Bap assume o Flamengo em meio à crescente dívida líquida e com o desafio de manter um equilíbrio entre investimentos no futebol e na construção do estádio. O orçamento de 2025 prevê €30 milhões (R$ 192,4 milhões) em vendas de jogadores e €20 milhões (R$ 128,2 milhões) para contratações. Esses números podem ser revistos pela nova gestão, que deverá priorizar a sustentabilidade financeira enquanto busca manter o clube competitivo.
Reformulação do departamento de futebol
Um dos principais compromissos de campanha de Bap foi a profissionalização do futebol. A ideia é reduzir a influência de diretores amadores, substituindo o tradicional vice-presidente de futebol por um diretor técnico que terá autonomia para gerir a área, da base ao profissional. O português José Boto, ex-Benfica e atualmente no Osijek (Croácia), é o nome favorito para assumir o cargo.
Outras mudanças incluem a possibilidade de reestruturar a equipe de gestão atual, incluindo uma revisão do trabalho do diretor executivo Bruno Spindel, e a implementação de um "código de conduta" para atletas, com regras claras sobre comportamento e imagem.
Revisão do Estatuto
A reforma do Estatuto será central para as mudanças propostas. Bap pretende reduzir a obrigatoriedade de vice-presidências para cada área e aumentar a eficiência administrativa. A proposta deve ser apresentada ao Conselho Deliberativo nos primeiros 100 dias de sua gestão.
Renovação do elenco
O Flamengo também enfrentará desafios no elenco. Após a despedida de Gabigol, um dos maiores ídolos da história do clube, encontrar um substituto será prioridade na janela de transferências. Além disso, o futuro de David Luiz, cujo contrato se encerra no fim deste ano, precisará ser definido.
Foco em modernização e resultados
Bap assume com a missão de manter o Flamengo no topo do futebol sul-americano enquanto implementa mudanças estruturais e financeiras. Suas decisões nos primeiros meses de gestão serão cruciais para consolidar seu legado e sustentar o crescimento do clube.
Receitas do clube tiveram grande impacto devido à participação no Mundial da FIFA e títulos contribuem para ano recorde nas finanças
01 Abr 2026 | 15:00 |
O Flamengo reafirmou sua posição como principal potência econômica da América do Sul ao registrar uma receita bruta histórica de R$ 2,089 bilhões em 2025. O resultado, confirmado em relatório financeiro divulgado nesta terça-feira (31), foi impulsionado por uma combinação de sucesso esportivo, recordes em vendas e a gestão direta do Maracanã.
O grande destaque do balanço é o avanço das receitas recorrentes, que alcançaram R$ 1,571 bilhão, crescimento de 22% em relação ao ano anterior. Mesmo com a forte entrada de recursos oriundos da venda de atletas, superior a R$ 500 milhões, o clube conseguiu ampliar suas receitas sem depender exclusivamente do mercado de transferências.
As premiações e os direitos de transmissão somaram R$ 568 milhões, reflexo direto da participação na Copa do Mundo de Clubes e das conquistas da Libertadores e do Campeonato Brasileiro. O superávit de R$ 336 milhões elevou o patrimônio líquido para R$ 954 milhões, aproximando o clube da marca simbólica de R$ 1 bilhão em riqueza acumulada. Já o fluxo de caixa encerrou o ano em R$ 243 milhões, garantindo liquidez para novos investimentos.
O desempenho esportivo foi determinante para o crescimento financeiro. As campanhas vitoriosas na Libertadores e no Brasileirão foram responsáveis por boa parte dos R$ 568 milhões arrecadados em premiações e direitos. O relatório indica que o clube superou as metas iniciais, que previam apenas chegar às quartas de final das competições. Além disso, a participação na Copa do Mundo de Clubes adicionou cerca de R$ 150 milhões aos cofres rubro-negros.
Outro fator relevante foi o aumento significativo dos chamados “gatilhos de performance” nos contratos de transmissão e pay-per-view. O alto engajamento da torcida em uma temporada vitoriosa ampliou os repasses variáveis, consolidando o Flamengo como líder continental nesse segmento.
As notas explicativas do balanço mostram ainda que o clube passou a depender menos das cotas fixas de TV. A valorização da marca Flamengo no mercado publicitário elevou as margens de lucro, mesmo diante do aumento dos custos operacionais em competições de alto nível.
Treinador não vê jogador como prioridade na armação do time e deve se tornar figurinha carimbada no banco de reservas do Peixe
01 Abr 2026 | 14:00 |
Nos primeiros dias de trabalho, o técnico Cuca tem priorizado um meio-campo mais físico no Santos, deixando em segundo plano características mais técnicas. A informação, divulgada pelo jornalista Vagner Frederico, indica que Willian Arão, ex-Flamengo, pode perder espaço na equipe. Antes peça de confiança de Juan Pablo Vojvoda, o volante vê seu cenário mudar com a chegada do novo comandante. A tendência, neste momento, é de saída da posição no meio-campo.
Willian Arão tem sido testado na zaga durante os treinamentos, movimento que não chega a ser novidade ao longo da carreira. Ainda assim, o jogador precisará reconquistar a confiança de Cuca para retomar espaço com regularidade.
Internamente, a comissão técnica avalia o atleta como uma alternativa mais viável para o setor defensivo do que para a faixa central. Aos 34 anos, ele entra em uma fase mais avançada da carreira, o que também pesa nas decisões.
Respaldado pela diretoria, Cuca chega com liberdade para implementar mudanças e buscar soluções rápidas. A aposta do clube está na experiência do treinador, conhecido por lidar bem com ambientes de pressão e por não necessitar de longo período de adaptação.
Além disso, o técnico já conhece o Santos e mantém relação próxima com o presidente Marcelo Teixeira. Outro ponto de destaque será a parceria inédita com Neymar, principal referência técnica da equipe. Vale ressaltar que o treinador já comandou outro ex-Flamengo que também está no Peixe. Gabigol esteve no clube durante a primeira passagem do comandante no clube em 2018.
Cria do Mengão e atacante do Lyon contribuíram com assistências na vitória por 3 a 1 sobre a Croácia e são elogiados pela mídia internacional
01 Abr 2026 | 13:00 |
A vitória da Seleção Brasileira por 3 a 1 sobre a Croácia, na noite desta terça-feira (31), repercutiu internacionalmente, com destaque para o protagonismo de Vini Jr, ex-Flamengo, e Endrick. Para a imprensa estrangeira, a dupla foi decisiva para evitar um resultado negativo e dar fôlego ao trabalho de Carlo Ancelotti às vésperas da convocação final para a Copa do Mundo.
Na Espanha, o jornal Marca destacou que Vini Jr. e Endrick lideraram a equipe diante de um adversário apático, ressaltando a assistência do camisa 10 e a participação direta do jovem atacante em lances decisivos, como o pênalti e o gol de Gabriel Martinelli. Já o As foi ainda mais incisivo ao afirmar que a Seleção “vive de Endrick e Vini”, apontando que, em uma atuação coletiva abaixo do esperado, o brilho individual da dupla evitou um “desastre real” em Orlando.
Na América do Sul, o argentino Olé tratou o resultado como uma espécie de revanche pela eliminação na Copa do Mundo de 2022, no Catar. O veículo destacou que a vitória dá novo fôlego a Ancelotti, que vinha pressionado após derrota para a França, em Boston.
O primeiro gol brasileiro nasceu em uma jogada construída desde o campo defensivo. Matheus Cunha lançou para Vini Jr. O cria do Flamengo arrancou, driblou três marcadores e serviu Danilo, responsável por abrir o placar ainda antes do intervalo.
Na etapa final, Endrick mudou o jogo pouco depois de entrar. O atacante sofreu pênalti cometido por Josip Šutalo. Após orientação do banco, com participação de Léo Pereira, Igor Thiago cobrou com categoria e recolocou o Brasil em vantagem.
Mesmo à frente no placar, o Brasil manteve postura ofensiva e aproveitou o desespero da Croácia. Já nos minutos finais, Endrick recuperou a bola no meio-campo e arrancou em velocidade, acionando Gabriel Martinelli pela esquerda. O atacante finalizou com precisão, sem chances para Dominik Livaković, decretando o 3 a 1.