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Bap, do Flamengo, afirma que a Libra é palmeirense: “é toda verde…”

Presidente do Mengão deu longa entrevista e, ao abordar imbróglio com o bloco, vê membros da direção do mesmo favoráveis ao alviverde

Presidente do Flamengo, Bap volta a detonar a Libra e diz que a direção do bloco é palmeirense - Foto: Reprodução
Presidente do Flamengo, Bap volta a detonar a Libra e diz que a direção do bloco é palmeirense - Foto: Reprodução

15 Out 2025 | 10:01 |

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A disputa entre Flamengo e Libra ganhou novos capítulos e se tornou ainda mais tensa nos bastidores do futebol brasileiro. O clube rubro-negro acionou a Justiça para bloquear R$ 77 milhões referentes a direitos de TV das equipes integrantes do bloco. Em entrevista ao UOL, o presidente Luiz Eduardo Baptista (Bap) voltou a criticar a organização e afirmou que a Libra “é palmeirense”.


BAP CRITICA ADVOGADO E APONTA CONFLITO DE INTERESSES


O jornalista Rodrigo Mattos, do UOL, revelou que o advogado André Sica, representante jurídico da Libra, havia feito uma proposta de mediação para tentar solucionar o impasse com o Flamengo. No entanto, Bap reagiu com desconfiança, afirmando que o profissional também atua em defesa do Palmeiras, o que, segundo ele, configura um conflito de interesses.


“O Sica é advogado do Palmeiras. A família dele trabalha pro Palmeiras há muito tempo. O escritório que entrou com o agravo da Libra contra o Flamengo é o escritório do Sica. Isso é um conflito evidente”, disse Bap.

“Se eu pudesse voltar atrás, jamais teria concordado com a construção da Libra. A Libra é verde. A Libra é toda verde. A Libra é palmeirense”, completou o dirigente. O presidente do Flamengo também rejeitou as acusações de egoísmo dirigidas ao clube, afirmando que, na realidade, o Rubro-Negro é quem tem sido excluído das decisões dentro do bloco.


ENTENDA A DISPUTA ENTRE FLAMENGO E A LIBRA

O conflito gira em torno da divisão das cotas de transmissão do contrato com a Rede Globo, válido entre 2025 e 2029. O Flamengo questiona a metodologia de cálculo da audiência, especialmente no pay-per-view, alegando que o modelo subestima o tamanho de sua torcida e o poder de engajamento do clube. Os valores são distribuídos da seguinte forma:

  • 40% de forma igualitária
  • 30% por desempenho esportivo
  • 30% por audiência

Além disso, o estatuto da Libra exigiria unanimidade para qualquer mudança no critério de distribuição, algo que, segundo Bap, não foi respeitado, mesmo após o veto rubro-negro. Diante da falta de acordo, o Flamengo recorreu à Justiça, pedindo a suspensão dos repasses até que a situação fosse reavaliada.

DECISÃO JUDICIAL BLOQUEIA R$ 77 MILHÕES

A Justiça concedeu liminar favorável ao Flamengo, determinando que a Rede Globo deposite R$ 77 milhões em juízo, valor que seria destinado à Libra. O montante ficará bloqueado até a conclusão do processo. Com isso, os clubes que compõem o bloco terão o repasse temporariamente interrompido, o que gerou forte insatisfação entre as demais equipes.

REAÇÃO DA LIBRA E DOS OUTROS CLUBES

Em nota oficial, a Libra classificou a medida como “unilateral e repentina”, afirmando que a decisão do Flamengo prejudica o equilíbrio financeiro das demais agremiações, muitas das quais dependem desse dinheiro para pagar salários e manter o fluxo de caixa.

Diversos clubes integrantes também se manifestaram publicamente, criticando a postura do Flamengo e acusando o clube de prepotência e falta de cooperação. Alguns deles, inclusive, defendem a exclusão do Rubro-Negro do bloco.



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Técnico do São Paulo comenta interesse do Flamengo em Marcos Antônio: "Ele é importante..."

Treinador argentino exalta importância do meia para o elenco tricolor, mas ressalta que decisão cabe aos dirigentes; clube paulista exige pagamento integral

Crespo elogiou Marcos Antônio, mas afirmou que decisão de venda cabe à diretoria do São Paulo e Flamengo - foto: reprodução
Crespo elogiou Marcos Antônio, mas afirmou que decisão de venda cabe à diretoria do São Paulo e Flamengo - foto: reprodução

29 Jan 2026 | 11:00 |

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Após resolver a situação de Lucas Paquetá, o Flamengo voltou suas atenções para o mercado nacional e retomou, nesta quarta-feira (28), as investidas pelo meio-campista Marcos Antônio, do São Paulo. O assédio rubro-negro foi pauta na entrevista do técnico Hernán Crespo, que comentou a valorização de seu comandado e a postura do clube diante das especulações de transferência.


O treinador tricolor foi direto ao analisar o cenário: para ele, a procura de um rival reforça o bom desempenho do atleta em campo, mas as decisões administrativas transcendem seu desejo de permanência e cabem à alta cúpula do Morumbis.


CRESPO VALORIZA MARCOS ANTÔNIO


Ao ser questionado sobre a possibilidade de perder o camisa 20, Crespo não escondeu o desejo de manter o elenco intacto, mas adotou um discurso institucional. O argentino enfatizou que, desde que assumiu o comando técnico, sempre colocou os interesses da entidade São Paulo acima de suas preferências pessoais.

Acho que o motivo porque o Flamengo tem a disposição de comprar ele é porque é importante. É simples. Se você me pergunta a mim, eu quero todo mundo aqui. Todo mundo comigo”, declarou o treinador, complementando sobre a hierarquia das decisões:


“Nunca pensei em mim. Sempre pensei em São Paulo. Então acho que o mercado… você tem que carregar, Rui Costa e Rafinha, e eles vão escolher o que é melhor para São Paulo, como todo mundo, como o presidente Massis. Aqui, a coisa mais importante é São Paulo”, finalizou Crespo.

DIRETORIA TRICOLOR FAZ JOGO DURO

Nos bastidores, a movimentação é intensa. Segundo informações iniciais da Rádio Itatiaia, José Boto, diretor de futebol do Flamengo, esteve reunido com a diretoria são-paulina nesta quarta-feira para discutir a situação do volante. O clube carioca tenta aproveitar o canal aberto após as tratativas por Paquetá para buscar um novo reforço.


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Filipe Luís exalta retorno de Paquetá ao Flamengo: "Jogador gigantesco"

Comandante rubro-negro valoriza gestão do clube ao comentar a contratação recorde de R$ 260 milhões e destaca impacto técnico e emocional do meia

Treinador do Flamengo classificou a chegada do meia de 28 anos como um marco na gestão do Flamengo - foto: reprodução
Treinador do Flamengo classificou a chegada do meia de 28 anos como um marco na gestão do Flamengo - foto: reprodução

29 Jan 2026 | 10:15 |

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Apesar do resultado adverso na estreia do Campeonato Brasileiro de 2026, onde o Flamengo foi superado pelo São Paulo por 2 a 1 no MorumBis, o técnico Filipe Luís dedicou parte de sua entrevista coletiva para celebrar uma vitória fora das quatro linhas. O treinador comentou com entusiasmo o retorno de Lucas Paquetá, oficializado na última quarta-feira (28), enfatizando o peso simbólico e a qualidade técnica que o meio-campista trará ao elenco.


O comandante aproveitou o momento para elogiar a postura da diretoria e a capacidade financeira da instituição, que viabilizou uma operação de tamanha magnitude no mercado da bola para conseguir a contratação de um atleta da Premier League.


TREINADOR VALORIZA GESTÃO


Para Filipe Luís, a chegada do atleta transcende a questão tática. O técnico vê no movimento de repatriar o atleta um sinal claro de força institucional. Durante a coletiva, ele não poupou elogios ao novo reforço e aos responsáveis pela negociação.

Sem nenhuma dúvida é um jogador gigantesco. Uma contratação incrível do clube. Repatriar um ídolo, um craque, por esse valor, quer dizer que o clube está em um momento interno espetacular, muito bem organizado, muito bem gerido pelas pessoas que cuidam do clube”, analisou o treinador.


INVESTIMENTO RECORDE

A oficialização do negócio colocou o Flamengo em um novo patamar de investimento no cenário nacional. O clube desembolsou 42 milhões de euros (aproximadamente R$ 260 milhões) para tirar o jogador do West Ham, da Inglaterra. O montante estabelece o retorno de Paquetá como a contratação mais cara já realizada por um clube brasileiro em todos os tempos.


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Arrascaeta cita "preço do sucesso" do Flamengo após detonar arbitragem em derrota

Meia uruguaio fez sua primeira partida em 2026 contra o São Paulo e apontou o calendário apertado como obstáculo, além de reclamar de penalidade ignorada

Arrascaeta voltou ao time na estreia do Brasileirão e não poupou críticas à arbitragem e ao calendário apertado - foto: reprodução
Arrascaeta voltou ao time na estreia do Brasileirão e não poupou críticas à arbitragem e ao calendário apertado - foto: reprodução

29 Jan 2026 | 09:40 |

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A estreia de Arrascaeta na temporada de 2026 não ocorreu como o planejado. O meia uruguaio entrou no segundo tempo da derrota do Flamengo por 2 a 1 para o São Paulo, nesta quarta-feira (28), pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro. Apesar do revés no Morumbis, as declarações pós-jogo do camisa 10 chamaram atenção tanto pela crítica à arbitragem quanto pelo desabafo sobre o calendário do futebol nacional, que, segundo ele, cobra um preço alto pelo êxito do ano anterior.


O jogador destacou que o Rubro-Negro vive uma situação física atípica em relação aos rivais, fruto da participação na Copa Intercontinental até meados de dezembro de 2025, após a conquista da Libertadores e o Campeonato Brasileiro daquela temporada.


O PREÇO DO SUCESSO


A pré-temporada do elenco principal do Flamengo começou apenas no dia 12 de janeiro, dando ao grupo cerca de duas semanas de trabalho antes da estreia no Brasileirão. Para Arrascaeta, essa discrepância física em comparação aos adversários é uma consequência direta das conquistas recentes, mas que exige cuidados imediatos, especialmente com uma nova decisão no horizonte.

"Feliz por voltar, aos poucos para pegar ritmo. A gente está pagando um pouco do sucesso de 2025, acabamos a temporada mais tarde e estamos voltando aos poucos. Mas sabemos que já são jogos importantes, como esse Brasileirão. Agora temos uma final pela frente e precisamos estar o melhor possível para conquistar mais uma taça", afirmou o meia em entrevista ao canal SporTV, referindo-se à Supercopa do Brasil.


POLÊMICA NO MORUMBIS

Além das questões físicas, o resultado final da partida gerou insatisfação. Arrascaeta foi o protagonista de um lance polêmico nos minutos finais, quando caiu na área após contato com o zagueiro Alan Franco. O uruguaio foi enfático ao afirmar que sofreu a penalidade e criticou a postura da arbitragem e do VAR, que não recomendou a revisão do lance.

Segundo o jogador, o contato do defensor adversário foi determinante para impedir a finalização correta. "O cara, além de encostar no meu pé na hora de chutar, também me tira totalmente de eu bater 100% na bola. A bola muda a direção, a velocidade do chute também dá para ver que não sai do jeito que eu quero. O lance era muito fácil para fazer o gol", protestou.


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