Futebol
Pedro antecipa preparação física nas férias e foca na temporada pelo Flamengo
03 Jan 2026 | 16:05
Futebol
15 Nov 2024 | 14:22 |
A chapa ‘Raça, Amor e Gestão’, liderada por Luiz Eduardo Baptista, o Bap, e com Flávio Willeman como candidato a vice-geral, anunciou por nota que irá apoiar a candidatura de Ricardo Lomba, ex-vice de futebol do Flamengo e que foi candidato à presidência do clube contra Rodolfo Landim em 2019. Lomba voltará a enfrentar Landim em uma disputa política no Mais Querido.
“A escolha por Ricardo Lomba reflete a confiança de Amor, Raça e Gestão em sua experiência de gestão e em seu profundo conhecimento sobre o funcionamento e a história do Flamengo", diz a chapa em um trecho da nota oficial.
Ricardo Lomba anunciará sua candidatura à presidência do Conselho Deliberativo do Flamengo nesta sexta-feira (15). O ex-apoiante de Luiz Eduardo Baptista (Bap) na eleição presidencial é o nome escolhido para tentar atrair votos de toda a Oposição. Lomba buscará unificar as forças de oposição à gestão de Rodolfo Landim. A informação é do Mundo Rubro-Negro.
O foco de seu discurso será a Reforma Estatutária, visando melhorias na governança e no profissionalismo do clube, que foram pilares das candidaturas de Bap e Maurício Gomes de Mattos (MGM). A eleição para a presidência do Conselho Deliberativo ocorrerá no dia 16 de dezembro, uma semana após os sócios definirem o novo presidente do Flamengo.
Confira a nota na íntegra
"CHAPA RAÇA, AMOR E GESTÃO APOIA CANDIDATURA DE RICARDO LOMBA
À PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DELIBERATIVO DO FLAMENGO
A chapa Raça, Amor e Gestão apoia a candidatura de Ricardo Lomba para a presidência do Conselho Deliberativo do Flamengo. A eleição para o cargo está marcada para o dia 16 de dezembro, uma semana após o pleito para a presidência do clube.
Liderada por Luiz Eduardo Baptista, o Bap, e Flávio Willeman, a chapa acredita na importância de modernizar o estatuto do Flamengo, alinhando-se às propostas apresentadas por Lomba. Entre os pontos destacados em seu projeto estão o fortalecimento da transparência no Conselho, a adoção de ferramentas que ampliem a participação dos sócios, como o voto à distância, e a promoção de um ambiente de respeito e diálogo entre os diferentes grupos do clube.
A escolha por Ricardo Lomba reflete a confiança de Amor, Raça e Gestão em sua experiência de gestão e em seu profundo conhecimento sobre o funcionamento e a história do Flamengo"
Goleiro vive grande fase como titular absoluto na Vila Belmiro e não vê vantagem em se transferir para o banco rubro-negro; Peixe também faz jogo duro
03 Jan 2026 | 18:30 |
Flamengo encontrou um obstáculo significativo em sua busca por um novo goleiro. Gabriel Brazão, alvo da diretoria rubro-negra para a temporada de 2026, sinalizou que não tem interesse em deixar o Santos neste momento. Diante da alta competitividade no elenco carioca, o arqueiro de 25 anos avalia que trocar a titularidade absoluta na Vila Belmiro para disputar posição com o argentino Agustín Rossi na Gávea não seria um movimento estratégico para sua carreira.
Segundo apuração do jornalista Venê Casagrande, o jogador entende que vive o melhor momento de sua trajetória profissional. Brazão superou a concorrência interna de João Paulo, assumiu a meta santista e se consolidou como um dos pilares da equipe paulista, status que ele pretende manter ao longo do ano.
Além da vontade do atleta, o Flamengo enfrenta a resistência da diretoria do Santos. O clube da Baixada Santista considera Brazão inegociável e trata sua permanência como fundamental para o planejamento esportivo de 2026. A gestão alvinegra trabalha para manter a base do time titular e não pretende facilitar a saída de seus destaques para rivais do futebol brasileiro.
A avaliação interna no Peixe é de que o goleiro é uma peça-chave e dificilmente encontrariam uma reposição à altura no mercado. Portanto, convencer o clube paulista a abrir mão de seu camisa 1 promete ser uma missão tão ou mais complicada do que seduzir o próprio jogador.
O interesse rubro-negro em Gabriel Brazão não é novidade. Na janela de transferências de agosto, o Flamengo chegou a formalizar uma oferta robusta de 7 milhões de euros (cerca de R$ 44 milhões na cotação da época) por 70% dos direitos econômicos do atleta. Mesmo com os valores elevados, o Santos recusou a investida, reafirmando sua postura rígida nas negociações.
Considerado o "Plano B" para o ataque, jovem revelado pelo Santos tem permanência bancada pelos árabes, que descartam negociação neste momento
03 Jan 2026 | 17:10 |
Enquanto as tratativas por Kaio Jorge com o Cruzeiro seguem travadas, a diretoria do Flamengo buscou informações sobre Marcos Leonardo, do Al-Hilal, tratado internamente como a principal alternativa para disputar posição com Pedro. No entanto, o clube carioca esbarrou na postura irredutível dos sauditas, que não pretendem facilitar a saída do jovem brasileiro.
A complexidade da operação já era prevista pela gestão flamenguista, tanto pelos valores astronômicos envolvidos na ida do jogador para a Arábia quanto por sua recente valorização no elenco comandado por Jorge Jesus.
De acordo com informações do jornalista Venê Casagrande, o Flamengo já recebeu um posicionamento oficial do Al-Hilal. O clube de Riade comunicou que Marcos Leonardo faz parte dos planos para a sequência da temporada e que não há interesse em negociá-lo neste momento. A resposta esfriou as expectativas na Gávea, embora o departamento de futebol mantenha o nome do atleta em sua lista de monitoramento.
A situação do atacante mudou drasticamente no último ano. Em 2025, o jogador de 22 anos chegou a ter seu nome ventilado em um possível empréstimo para o São Paulo devido à falta de minutos. Contudo, Marcos Leonardo conseguiu dar a volta por cima, ganhou espaço na rotação do time estelar do Al-Hilal e se consolidou como uma peça importante, o que blinda sua saída atualmente.
Além da recusa técnica, o aspecto financeiro torna o negócio quase utópico. Marcos Leonardo foi comprado pelo Benfica junto ao Santos por 18 milhões de euros no início de 2024. Poucos meses depois, em agosto, o Al-Hilal pagou 40 milhões de euros (cerca de R$ 257 milhões na cotação da época) para tirá-lo de Portugal.
O pagamento refere-se às conquistas do Campeonato Brasileiro e da Libertadores na temporada passada; acordo previa remuneração extra baseada em títulos
03 Jan 2026 | 16:30 |
O início de 2026 trouxe novas obrigações financeiras cumpridas pelo Flamengo. O clube carioca realizou o pagamento de um bônus no valor de 1,25 milhão de euros (aproximadamente R$ 8 milhões na cotação atual) ao Atlético de Madrid. A quantia é referente a cláusulas de desempenho estipuladas no contrato de compra do atacante Samuel Lino, firmado no ano anterior.
A transação original, que trouxe o jogador para a Gávea, envolveu um montante fixo de 22 milhões de euros (cerca de R$ 143 milhões à época). No entanto, o acordo previa "gatilhos" financeiros adicionais caso o Rubro-Negro levantasse troféus importantes e o atleta tivesse participação ativa nas campanhas.
Segundo informações apuradas pelo jornalista Venê Casagrande, o bônus quitado agora é a soma de duas premiações distintas. O contrato estabelecia o pagamento de 500 mil euros (R$ 3,2 milhões) em caso de título do Campeonato Brasileiro ou da Copa do Brasil. Adicionalmente, havia uma cláusula de 750 mil euros (R$ 4,8 milhões) específica para a conquista da Copa Libertadores da América.
Como o Flamengo sagrou-se campeão tanto do Brasileirão quanto da Libertadores na temporada de 2025, o clube espanhol teve direito a receber a soma integral dessas variáveis, totalizando o depósito feito neste mês de janeiro.
Vale destacar que o pagamento não era automático apenas pelos títulos. O contrato exigia que Samuel Lino atuasse em pelo menos 60% das partidas das competições vencidas para que o bônus fosse ativado. Como o atacante foi contratado com a temporada em andamento, o cálculo da porcentagem foi aplicado proporcionalmente aos jogos restantes nos torneios após sua chegada.
O Flamengo também se protegeu contratualmente com um teto de gastos para essas bonificações. O acordo prevê que o valor total de variáveis pagas ao Atlético de Madrid por metas de desempenho não pode ultrapassar a cifra de 3 milhões de euros (R$ 19,2 milhões) ao longo de todo o vínculo.