Futebol
Pedro antecipa preparação física nas férias e foca na temporada pelo Flamengo
03 Jan 2026 | 16:05
Futebol
05 Dez 2024 | 20:51 |
A FIFA confirmou que o troféu do Super Mundial de Clubes 2025 percorrerá as cidades-sede dos clubes participantes antes do início do torneio. No Brasil, as cidades do Rio de Janeiro e São Paulo receberão a visita da taça, já que abrigam quatro times classificados: Flamengo, Fluminense, Botafogo e Palmeiras.
Tour Global do Troféu
Entre os meses de janeiro e junho de 2025, o troféu será exibido em eventos promovidos pela FIFA em cidades representantes de todos os 32 clubes classificados. A ação tem como objetivo aumentar o engajamento e a expectativa dos torcedores ao redor do mundo, com o troféu viajando por todos os continentes. O Rio de Janeiro será a cidade que mais vezes receberá a taça do Mundial, já que é a cidade que mais tem representantes na competição.
Clubes classificados e cidades-sede
América do Sul
Rio de Janeiro, Brasil: Flamengo, Fluminense e Botafogo
São Paulo, Brasil: Palmeiras
Buenos Aires, Argentina: Boca Juniors e River Plate
América Central e do Norte
Monterrey, México: Monterrey
León, México: Club León
Pachuca, México: Pachuca
Seattle, EUA: Seattle Sounders
Miami, EUA: Inter Miami
África
Cairo, Egito: Al Ahly
Casablanca, Marrocos: Wydad
Tunis, Tunísia: Espérance
Mamelodi, África do Sul: Mamelodi Sundowns
Ásia
Riade, Arábia Saudita: Al Hilal
Al Ain, Emirados Árabes: Al Ain FC
Saitama, Japão: Urawa Red
Ulsan, Coreia do Sul: Ulsan Hyundai
Europa
Madrid, Espanha: Real Madrid e Atlético de Madrid
Londres, Inglaterra: Chelsea
Manchester, Inglaterra: Manchester City
Munique, Alemanha: Bayern de Munique
Dortmund, Alemanha: Borussia Dortmund
Paris, França: PSG
Milão, Itália: Inter de Milão
Turim, Itália: Juventus
Porto, Portugal: FC Porto
Lisboa, Portugal: SL Benfica
Salzburg, Áustria: RB Salzburg
Oceania
Auckland, Nova Zelândia: Auckland City
Clubes brasileiros no Super Mundial
O Brasil será representado por Flamengo, Fluminense, Botafogo e Palmeiras, que venceram a Libertadores entre 2021 e 2024, garantindo suas vagas no torneio. O Mais Querido, inclusive, teve seu título conquistado em 2022, consolidando sua posição de destaque no cenário internacional.
Com o troféu visitando as principais cidades do futebol mundial, o evento promete fortalecer ainda mais o impacto global do Super Mundial de Clubes.
Goleiro vive grande fase como titular absoluto na Vila Belmiro e não vê vantagem em se transferir para o banco rubro-negro; Peixe também faz jogo duro
03 Jan 2026 | 18:30 |
Flamengo encontrou um obstáculo significativo em sua busca por um novo goleiro. Gabriel Brazão, alvo da diretoria rubro-negra para a temporada de 2026, sinalizou que não tem interesse em deixar o Santos neste momento. Diante da alta competitividade no elenco carioca, o arqueiro de 25 anos avalia que trocar a titularidade absoluta na Vila Belmiro para disputar posição com o argentino Agustín Rossi na Gávea não seria um movimento estratégico para sua carreira.
Segundo apuração do jornalista Venê Casagrande, o jogador entende que vive o melhor momento de sua trajetória profissional. Brazão superou a concorrência interna de João Paulo, assumiu a meta santista e se consolidou como um dos pilares da equipe paulista, status que ele pretende manter ao longo do ano.
Além da vontade do atleta, o Flamengo enfrenta a resistência da diretoria do Santos. O clube da Baixada Santista considera Brazão inegociável e trata sua permanência como fundamental para o planejamento esportivo de 2026. A gestão alvinegra trabalha para manter a base do time titular e não pretende facilitar a saída de seus destaques para rivais do futebol brasileiro.
A avaliação interna no Peixe é de que o goleiro é uma peça-chave e dificilmente encontrariam uma reposição à altura no mercado. Portanto, convencer o clube paulista a abrir mão de seu camisa 1 promete ser uma missão tão ou mais complicada do que seduzir o próprio jogador.
O interesse rubro-negro em Gabriel Brazão não é novidade. Na janela de transferências de agosto, o Flamengo chegou a formalizar uma oferta robusta de 7 milhões de euros (cerca de R$ 44 milhões na cotação da época) por 70% dos direitos econômicos do atleta. Mesmo com os valores elevados, o Santos recusou a investida, reafirmando sua postura rígida nas negociações.
Considerado o "Plano B" para o ataque, jovem revelado pelo Santos tem permanência bancada pelos árabes, que descartam negociação neste momento
03 Jan 2026 | 17:10 |
Enquanto as tratativas por Kaio Jorge com o Cruzeiro seguem travadas, a diretoria do Flamengo buscou informações sobre Marcos Leonardo, do Al-Hilal, tratado internamente como a principal alternativa para disputar posição com Pedro. No entanto, o clube carioca esbarrou na postura irredutível dos sauditas, que não pretendem facilitar a saída do jovem brasileiro.
A complexidade da operação já era prevista pela gestão flamenguista, tanto pelos valores astronômicos envolvidos na ida do jogador para a Arábia quanto por sua recente valorização no elenco comandado por Jorge Jesus.
De acordo com informações do jornalista Venê Casagrande, o Flamengo já recebeu um posicionamento oficial do Al-Hilal. O clube de Riade comunicou que Marcos Leonardo faz parte dos planos para a sequência da temporada e que não há interesse em negociá-lo neste momento. A resposta esfriou as expectativas na Gávea, embora o departamento de futebol mantenha o nome do atleta em sua lista de monitoramento.
A situação do atacante mudou drasticamente no último ano. Em 2025, o jogador de 22 anos chegou a ter seu nome ventilado em um possível empréstimo para o São Paulo devido à falta de minutos. Contudo, Marcos Leonardo conseguiu dar a volta por cima, ganhou espaço na rotação do time estelar do Al-Hilal e se consolidou como uma peça importante, o que blinda sua saída atualmente.
Além da recusa técnica, o aspecto financeiro torna o negócio quase utópico. Marcos Leonardo foi comprado pelo Benfica junto ao Santos por 18 milhões de euros no início de 2024. Poucos meses depois, em agosto, o Al-Hilal pagou 40 milhões de euros (cerca de R$ 257 milhões na cotação da época) para tirá-lo de Portugal.
O pagamento refere-se às conquistas do Campeonato Brasileiro e da Libertadores na temporada passada; acordo previa remuneração extra baseada em títulos
03 Jan 2026 | 16:30 |
O início de 2026 trouxe novas obrigações financeiras cumpridas pelo Flamengo. O clube carioca realizou o pagamento de um bônus no valor de 1,25 milhão de euros (aproximadamente R$ 8 milhões na cotação atual) ao Atlético de Madrid. A quantia é referente a cláusulas de desempenho estipuladas no contrato de compra do atacante Samuel Lino, firmado no ano anterior.
A transação original, que trouxe o jogador para a Gávea, envolveu um montante fixo de 22 milhões de euros (cerca de R$ 143 milhões à época). No entanto, o acordo previa "gatilhos" financeiros adicionais caso o Rubro-Negro levantasse troféus importantes e o atleta tivesse participação ativa nas campanhas.
Segundo informações apuradas pelo jornalista Venê Casagrande, o bônus quitado agora é a soma de duas premiações distintas. O contrato estabelecia o pagamento de 500 mil euros (R$ 3,2 milhões) em caso de título do Campeonato Brasileiro ou da Copa do Brasil. Adicionalmente, havia uma cláusula de 750 mil euros (R$ 4,8 milhões) específica para a conquista da Copa Libertadores da América.
Como o Flamengo sagrou-se campeão tanto do Brasileirão quanto da Libertadores na temporada de 2025, o clube espanhol teve direito a receber a soma integral dessas variáveis, totalizando o depósito feito neste mês de janeiro.
Vale destacar que o pagamento não era automático apenas pelos títulos. O contrato exigia que Samuel Lino atuasse em pelo menos 60% das partidas das competições vencidas para que o bônus fosse ativado. Como o atacante foi contratado com a temporada em andamento, o cálculo da porcentagem foi aplicado proporcionalmente aos jogos restantes nos torneios após sua chegada.
O Flamengo também se protegeu contratualmente com um teto de gastos para essas bonificações. O acordo prevê que o valor total de variáveis pagas ao Atlético de Madrid por metas de desempenho não pode ultrapassar a cifra de 3 milhões de euros (R$ 19,2 milhões) ao longo de todo o vínculo.