Futebol

Como assim? FIFA não garante isenção de impostos a clubes do Super Mundial - confira

A entidade segue em conversas com autoridades dos Estados Unidos para tentar diminuir ou retirar as taxas dos estados norte-americanos para os times

Gazeta do Urubu – Onde o Flamengo é Notícia
Gazeta do Urubu – Onde o Flamengo é Notícia

18 Abr 2025 | 09:45 |

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O Super Mundial está próximo de estrear e a FIFA segue tendo negociações complexas com autoridades dos Estados Unidos para evitar que os clubes participantes do torneio enfrentem altos impostos em suas respectivas premiações.


Segundo informações do jornal britânico The Guardian, a FIFA ainda não consegue garantir isenção aos clubes estrangeiros, que podem ter que pagar taxas que variam entre os estados locais do país norte-americano.


TAXAS VARIAM EM CADA ESTADO NORTE-AMERICANO


As alíquotas entre os estados norte-americanos geram uma ameaça ainda maior a clubes que atuarão em locais com as maiores taxas. Como por exemplo, na Flórida não há impostos de renda estadual. Desse modo, as equipes que jogarem nas cidades de Miami e Orlando estarão isentos deste tipo de cobrança fiscal. Outros locais já variam, como as taxas de 3% na Pensilvânia, 5,5% em Atlanta e 7% na Califórnia.

FIFA ESTÁ OTIMISTA COM A ISENÇÃO DAS TAXAS


Ainda segundo o The Guardian, a Fifa negocia a isenção dos tributos em alguns estados. Isso porque, alguns estados americanos não reconhecem os 'tratados de dupla tributação' do governo local com outros países, que acabam impedindo que pessoas físicas e jurídicas sejam tributadas duas vezes sobre seus rendimentos. Assim, a entidade está otimista quanto a isso.

FLAMENGO NO SUPER MUNDIAL

O Flamengo estreia no Super Mundial no dia 16 de junho, contra o Esperánce de Tunis (TUN). Logo depois, o Rubro-Negro encara o Chelsea e outra equipe que ainda não foi definida pela FIFA. Lembrando que cada clube brasileiro irá receber 15,21 milhões de dólares (R$ 86 milhões) por participação.


 


Futebol

Paquetá finaliza reforma em mansão na Barra em meio a negociações com Flamengo

Imóvel de alto padrão será entregue aos pais do jogador nos próximos dias; coincidência com a janela de transferências agita torcida rubro-negra sobre possível

Nova mansão de Lucas Paquetá na Barra conta com área gourmet completa, piscina e campo de futebol privativo - foto:reprodução
Nova mansão de Lucas Paquetá na Barra conta com área gourmet completa, piscina e campo de futebol privativo - foto:reprodução

23 Jan 2026 | 15:36 |

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Lucas Paquetá tem um novo endereço de referência no Rio de Janeiro. O meio-campista do West Ham concluiu recentemente a construção de uma mansão de alto padrão em um condomínio de luxo na Barra da Tijuca, Zona Oeste da cidade.


Embora o imóvel tenha sido projetado para residência de seus pais, a entrega das chaves, prevista para os próximos dias, chama a atenção por coincidir com o momento em que o Flamengo intensifica as tratativas para repatriar o jogador ainda nesta janela de transferências.


A nova casa segue uma estética sóbria e elegante, utilizando uma paleta de tons claros e terrosos. O projeto arquitetônico busca fundir o conforto urbano com um clima relaxante de "casa de praia", evitando excessos decorativos e priorizando a funcionalidade.


DIVERGÊNCIA EM BÔNUS

O ponto de discórdia que precisa ser superado agora é o modelo de desembolso. A proposta que o West Ham recusou, gerando o ruído sobre o fim da negociação, consistia no pagamento de 35 milhões de euros fixos (parcelados) mais 5 milhões de euros em bônus por metas.


Os ingleses foram taxativos na contraproposta: aceitam os 40 milhões de euros, desde que o valor seja integralmente fixo, sem dependência de variáveis de performance. Além disso, o clube europeu exige o pagamento preferencialmente à vista ou com o mínimo de parcelamento possível.


Futebol

Comentarista diz que Paquetá não vale o que o Flamengo aceita pagar

Ex-jogador afirma que com o valor que pretende investir no retorno do meia, o Mengão poderia contratar dois jogadores de bom nível

Casagrande detona valor que o Flamengo quer pagar por Lucas Paquetá para tirá-lo do West Ham - Foto: Reprodução
Casagrande detona valor que o Flamengo quer pagar por Lucas Paquetá para tirá-lo do West Ham - Foto: Reprodução

23 Jan 2026 | 15:31 |

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O comentarista Walter Casagrande Jr opinou que o Flamengo deveria rever a estratégia de investir alto em Lucas Paquetá, atualmente no West Ham (ING). Em programa do Uol, o ex-jogador afirmou que o valor pedido pelos ingleses não se justifica tecnicamente.


Casagrande sobre Paquetá no Flamengo: "poderia contratar com essa grana toda uns dois jogadores muito bons..."


“Não acho que é jogador para 45 milhões de euros. Eu acho que o Flamengo poderia contratar com essa grana toda uns dois jogadores muito bons, pagar menos e com salário menor. E crescer ali dentro do elenco do próprio Flamengo, desenvolver ali dentro do próprio Flamengo”, avaliou Casagrande.


Apesar de reconhecer a qualidade do atleta, o comentarista fez ressalvas ao estilo de jogo do meia. “Eu acho que o Paquetá é um bom jogador, um ótimo jogador. Mas não é um estilo que me agrada. É um estilo que toca muito para o lado e muito para trás”, completou.

VALOR TOTAL DA TRANSFERÊNCIA JÁ TEM CONSENSO


Nos bastidores, entretanto, a negociação avançou. Segundo informações confirmadas pelo jornalista Rodrigo Mattos, em apuração que corrobora levantamento do Gazeta do Urubu, Flamengo e West Ham chegaram a um denominador comum quanto ao valor global da transferência: 40 milhões de euros (cerca de R$ 240 milhões).

Apesar do avanço financeiro, o acordo ainda não foi fechado. Restam pontos relevantes a serem ajustados, o que mantém a negociação em compasso de espera. Internamente, o Flamengo trata o momento como progresso significativo, e não como recusa.

IMPASSE ESTÁ NA FORMA DE PAGAMENTO

A principal divergência envolve a estrutura financeira da operação. O West Ham, que inicialmente pedia 60 milhões de euros, reduziu a pedida para 45 milhões e, após novas conversas na última sexta-feira, fixou o valor em 40 milhões de euros, movimento atribuído em parte à pressão do próprio jogador para retornar ao Brasil.

O modelo apresentado pelo Flamengo, no entanto, não agradou. A proposta prevê 35 milhões de euros fixos, pagos de forma parcelada, mais 5 milhões em bônus por metas. Os ingleses, por sua vez, exigem que os 40 milhões sejam integralmente fixos, sem variáveis, e com preferência por pagamento à vista ou com o menor parcelamento possível.


Futebol

Ex-Flamengo admite falhas de sua gestão do incêndio no Ninho do Urubu

Ex-dirigente do Mengão acredita que antiga direção deveria ter acertado com todas as famílias antes do fim de seu período à frente do clube

Ex-dirigente do Flamengo, Marcos Braz admite que gestão Landim conduziu mal incêndio do Ninho - Foto: Reproduçãi
Ex-dirigente do Flamengo, Marcos Braz admite que gestão Landim conduziu mal incêndio do Ninho - Foto: Reproduçãi

23 Jan 2026 | 15:10 |

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Ex-vice-presidente de futebol do Flamengo e recém-promovido à Série A com o Remo, Marcos Braz concedeu entrevista ao ge e abriu detalhes dos bastidores do clube durante o período em que atuou como dirigente. Entre os temas abordados, ele falou sobre decisões administrativas, demissões de treinadores e episódios fora de campo envolvendo torcedores.


AUTOCRÍTICA SOBRE A TRAGÉDIA DO NINHO DO URUBU

Marcos Braz sobre tragédia no Ninho enquanto estava no Flamengo: "Faltou habilidade em todos os sentidos..."


Um dos pontos mais sensíveis da entrevista foi a gestão da tragédia do Ninho do Urubu, ocorrida em 2019. Braz, que foi o primeiro dirigente a chegar ao local do incêndio, admitiu falhas da diretoria comandada por Rodolfo Landim, especialmente por não ter concluído os acordos com todas as famílias das vítimas antes do fim do mandato.


“Acho que a gente poderia ter alguns cuidados a mais do que a gente teve. Independentemente do prazo, um pouco mais ou menos, a nossa gestão deveria ter feito o último acordo. Faltou habilidade em todos os sentidos em relação a isso, é o único ponto”, afirmou.

RELATO SOBRE O IMPACTO PESSOAL DA TRAGÉDIA


O ex-dirigente do Flamengo também descreveu o impacto emocional ao presenciar o cenário da tragédia, reforçando que, apesar da criação de um comitê de crise, reconhece que o encerramento das negociações deveria ter sido prioridade absoluta.

“Eu vi cenas que não gostaria que nem meu pior inimigo visse, mas tratamos o assunto como deveria ser tratado. Existiu um comitê de crise instalado e foi isso. Para responder à pergunta, eu acho que deveríamos ter feito o último acordo e não fizemos. Não sei se o diferencial foi grande, nunca participei dessas negociações e não posso ser incorreto, mas deveríamos ter encerrado e não foi feito”, completou.



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