Futebol
Ex-Flamengo, goleiro Bruno defende 2 pênaltis e marca gol em estreia na Copa do Brasil
20 Fev 2026 | 10:18
Futebol
06 Dez 2024 | 17:42 |
O Flamengo detalhou nesta sexta-feira (6) as etapas do processo eleitoral que ocorrerá na segunda-feira (9), no ginásio Hélio Maurício, localizado na sede social da Gávea. A votação, destinada a eleger o próximo presidente do clube, acontecerá das 8h às 21h (horário de Brasília) e seguirá um rígido protocolo de organização.
PASSO A PASSO PARA VOTAR
Triagem inicial: O sócio eleitor deverá apresentar um documento oficial com foto e CPF. A carteirinha de associado, desta vez, não será necessária.
Entrega de senha: Após a validação dos documentos, o eleitor receberá uma senha e será direcionado à área de votação.
Identificação no mesário: O mesário confirmará o nome do sócio e revalidará os dados apresentados. Caso haja pendências, será feita uma verificação suplementar.
Votação: O eleitor entregará o celular ao mesário, assinará o caderno de presença e terá seu CPF inserido no sistema para liberação da urna. Em seguida, digitará o número da chapa desejada, conferirá a foto do candidato na tela e confirmará o voto. Após finalizar, poderá recolher o celular e deixar o local.
CHAPAS CONCORRENTES
Chapa Nº 1 – “RAÇA, AMOR E GESTÃO”
Presidente: Luiz Eduardo Baptista
Vice-Presidente: Flávio de Araújo Willeman
Chapa Nº 2 – “MENGÃO MAIOR”
Presidente: Maurício Roberto Gomes de Mattos
Vice-Presidente: Wellington Geraldo Silva
Chapa Nº 3 – “UNI-FLA”
Presidente: Rodrigo Dunshee de Abranches
Vice-Presidente: Marcos Bodin de Saint-Ange Comnene
O resultado definirá o futuro da gestão do Flamengo para o próximo triênio, período crucial para os rumos do clube em termos esportivos e administrativos.
Após derrota na Recopa, técnico do Mengão comenta episódio envolvendo Prestianni, elogia a Argentina e adota cautela ao analisar a denúncia
20 Fev 2026 | 11:25 |
Após o revés do Flamengo diante do Lanús no jogo de ida da Recopa Sul-Americana, na noite desta quinta-feira (19), o técnico Filipe Luís foi questionado sobre um tema que transcendeu as quatro linhas: a recente denúncia de racismo feita por Vinicius Junior. O atacante do Real Madrid acusou o argentino Gianluca Prestianni, do Benfica, de chamá-lo de "macaco" durante duelo pela Champions League.
Em sua coletiva de imprensa na Argentina, o treinador rubro-negro adotou um tom conciliador em relação ao país anfitrião e cauteloso quanto ao mérito da acusação, classificando o evento como um episódio pontual que não reflete a nação vizinha.
Filipe Luís fez questão de separar o incidente ocorrido na Europa de sua experiência pessoal e profissional em solo argentino. O comandante do Flamengo reforçou que sempre foi bem acolhido no país e que sua percepção sobre o local permanece positiva, independentemente da polêmica envolvendo seu ex-companheiro de Seleção Brasileira.
"Sobre isso, sempre fui muito bem tratado, a Argentina me encanta. Sou muito feliz aqui, muito bem recebido. Só tenho boas palavras para a Argentina. Um caso isolado como esse não influencia em nada do que penso sobre este país, que é tão lindo", declarou o treinador durante a entrevista coletiva.
Além da fala oficial aos jornalistas, o técnico de 40 anos também abordou o assunto em conversa com uma TV local. Ao aprofundar sua análise, Filipe Luís optou por não tomar partido imediato, destacando a complexidade de julgar o caso sem provas cabais, uma vez que o jogador do Benfica cobriu a boca no momento da suposta ofensa.
"Bom, é um tema muito mais delicado do que pensamos, é um assunto que envolve muitas coisas e, para mim, é simples. O rapaz (Prestianni) tapou a boca, não deveria ter tapado a boca para dizer o que precisava dizer, e isso gera toda essa comoção", disse o técnico do Flamengo.
A polêmica citada por Filipe Luís ocorreu após Vini Jr. marcar um gol no Estádio da Luz, em Portugal. A celebração do brasileiro, próxima à bandeira de escanteio, desencadeou uma série de hostilidades. Segundo a denúncia do atacante, Prestianni teria proferido a palavra "mono" ("macaco" em espanhol) enquanto falava com a mão cobrindo os lábios.
Meia não esconde insatisfação com a derrota do Mengão diante do Lanús e admite fase física abaixo, além de enxergar mudanças necessárias
20 Fev 2026 | 11:23 |
O meia Giorgian De Arrascaeta foi direto ao analisar a derrota do Flamengo por 1 a 0 para o Lanús, na quinta-feira, pelo jogo de ida da Recopa Sul-Americana. O camisa 10 reconheceu a atuação abaixo do esperado e pediu mudança significativa de postura para a partida decisiva no Rio de Janeiro.
Arrascaeta após derrota do Flamengo: "Temos que mudar muita coisa para o jogo da volta..."
Em entrevista à ESPN, o uruguaio foi enfático ao afirmar que o desempenho não esteve à altura da importância do confronto: "Temos que mudar muita coisa para o jogo da volta, hoje não deu nada certo, mas não é hora de falar, é hora de trabalhar e dar a resposta em casa. Viemos para ganhar a partida, infelizmente não conseguimos o resultado. Temos que admitir que foram melhores que nós em muitos aspectos. Manter a humildade para a partida de volta e reverter o resultado..
Eleito Rei da América em 2025, Arrascaeta vive início de 2026 mais discreto. Até aqui, marcou apenas um gol no Campeonato Brasileiro, no empate diante do Internacional, e ainda não distribuiu assistências na temporada. O duelo contra o Colorado, inclusive, foi o único em que atuou durante os 90 minutos.
O próprio jogador mencionou a questão física como parte do processo atual. Segundo ele, o retorno gradual faz parte do planejamento da comissão técnica, em meio a um calendário apertado. Ainda assim, reforçou que a maratona de jogos não serve como justificativa para o desempenho apresentado.
O Lanús abriu vantagem com gol de Rodrigo Castillo e joga por empate na volta. As equipes voltam a se enfrentar na próxima quinta-feira, às 21h30 (horário de Brasília), no Maracanã. Para conquistar o título no tempo normal, o Flamengo precisará vencer por dois gols de diferença.
Caso triunfe por apenas um, a decisão irá para a prorrogação e, se necessário, para os pênaltis. Um novo empate ou vitória argentina garante a taça ao Lanús. Diante do cenário, a cobrança interna aumenta, e a resposta exigida por Arrascaeta passa a ser determinante para o desfecho da decisão continental.
Kompany respalda denúncia do brasileiro contra o Benfica e questiona duramente o uso da imagem de Eusébio pelo treinador português
20 Fev 2026 | 10:40 |
O técnico do Bayern de Munique, Vincent Kompany, posicionou-se firmemente nesta sexta-feira a favor de Vinicius Junior. Em entrevista coletiva, o comandante belga abordou a grave acusação de racismo feita pelo atacante do Real Madrid durante a partida contra o Benfica, realizada na última terça-feira, em Portugal, válida pelos playoffs da Champions League. Na ocasião, o brasileiro relatou ter sido chamado de "macaco" pelo argentino Gianluca Prestianni.
Kompany, ex-zagueiro de sucesso e uma das vozes ativas no futebol europeu, não apenas apoiou a atitude de Vini Jr. como também teceu duras críticas à postura de José Mourinho, atual treinador do clube português, após o incidente.
Ao analisar o ocorrido, o treinador do Bayern refutou qualquer possibilidade de simulação por parte do camisa 7 do Real Madrid. Para o belga, a resposta emocional do ex-Flamengo, foi genuína e justificável diante da ofensa relatada.
"Quando se observa a jogada e a maneira como o Vini reagiu, fica claro que aquilo não pode ser fingido. É perceptível que foi uma reação puramente emocional. Eu não enxergo qual seria o benefício para ele em confrontar o árbitro e atrair toda a atenção para si naquele instante. Naquele momento, ele sentiu que era a atitude correta a ser tomada", avaliou Kompany.
O ponto mais contundente da fala de Kompany foi direcionado a José Mourinho. Após o jogo, o técnico português havia criticado a celebração de Vini Jr. no gol da vitória e utilizado a figura de Eusébio, lenda do Benfica, para defender que o clube não poderia ser associado a atos racistas.
Para Kompany, a tentativa de Mourinho de deslegitimar a dor do brasileiro foi equivocada. "Para mim, o que aconteceu depois é ainda pior. José Mourinho basicamente atacou o caráter de Vini ao mencionar o tipo de comemoração dele para desmerecer o que ele estava fazendo naquele momento. Foi um erro enorme em termos de liderança", disparou.
O belga também questionou o argumento histórico utilizado pelo português. "Ele disse que o Benfica não pode ser racista porque o seu maior jogador de todos os tempos foi Eusébio. Ele sabe o que os jogadores negros tiveram que passar na década de 1960? Ele estava lá viajando com Eusébio para todos os jogos fora de casa para ver o que ele sofreu? Usar o nome dele hoje para discutir com o Vini...", completou.