Futebol
28 Nov 2024 | 08:49 |
Nas últimas semanas, o nome de Cucho Hernández, atacante colombiano do Columbus Crew, foi especulado no Flamengo. No entanto, fontes ligadas à diretoria rubro-negra confirmaram que o clube não iniciou conversas pelo jogador. Apesar disso, o Flamengo segue em busca de um centroavante para 2025, devido à saída de Gabigol e à lesão de Pedro. A informação é do portal 'Mundo Rubro-Negro'.
Mudanças na diretoria podem impactar mercado
Com o pleito presidencial se aproximando, o departamento de futebol do Flamengo passa por uma transição. Caso a chapa da Situação vença, Bruno Spindel assumirá o protagonismo nas negociações, já que o atual vice-presidente de futebol, Marcos Braz, não continuará. Essa reorganização interna pode atrasar ou redefinir o planejamento de contratações.
Cucho Hernández: um alvo disputado
Embora ainda não tenha sido procurado pelo Flamengo, Cucho Hernández desperta interesse de grandes clubes. O Tigres, do México, já está de olho no atacante, assim como equipes europeias que monitoram o jogador. Na atual temporada da MLS, o colombiano brilhou, somando 25 gols e 14 assistências em 41 partidas disputadas.
O valor de mercado do atacante é estimado em 15 milhões de euros (R$ 91 milhões), segundo a imprensa internacional.
Trajetória e conquistas de Cucho Hernández
Com apenas 25 anos, Cucho possui experiência em centros relevantes do futebol. O atacente surgiu para o futebol no Deportivo Pereira, da Colômbia e foi vendido logo aos 18 anos para o Watford, da Inglaterra. Hernández, contudo, não se firmou no futebol inglês e foi emprestado diversas vezes, tendo passado pelo América de Cali, da Colômbia, Huesca, Mallorca e Getafe, da Espanha, até ser vendido ao Colombus Crew, dos EUA, seu clube atual.
Principais títulos e prêmios individuais:
MLS Cup (2023) e Copa da Liga (2024), ambos pelo Columbus Crew.
Eleito para a Equipe Ideal da MLS (2023).
Melhor jogador da MLS Cup (2023) e da Copa da Liga (2024).
Integrante do MLS All-Star (2024).
Desafios para o Flamengo
Caso deseje avançar na negociação, o Flamengo precisará agir rápido para não perder o atacante para concorrentes do mercado. Resta saber se o colombiano se encaixará nos planos da próxima gestão e no esquema do técnico Filipe Luís.
Apesar de salários do novo treinador ser o mesmo do antigo, valores a serem pagos em impostos pelo Mengão deixam negócio mais caro
06 Mar 2026 | 16:00 |
Com a troca de comando técnico, o Flamengo manteve os mesmos níveis de investimento na comissão técnica. O novo treinador, Leonardo Jardim, terá salário similar ao do antecessor Filipe Luís. O gasto anual estimado com o português e sua equipe é de aproximadamente 4 milhões de euros líquidos (cerca de R$ 24 milhões), o que equivale a R$ 2 milhões por mês, já livre de impostos. A informação é do jornalista Rodrigo Mattos.
No entanto, o clube arca com despesas adicionais, incluindo os tributos sobre os salários e a multa rescisória de Filipe Luís, que gira entre 1 e 1,5 milhão de euros (R$ 6 a 8 milhões). Para efeito de comparação, o ex-técnico Jorge Jesus recebia 3,5 milhões de euros líquidos em seu primeiro contrato, valor que foi reajustado antes de sua saída para o Benfica.
O regime de gestão do futebol rubro-negro permanece o mesmo em relação às responsabilidades do técnico. Assim como Filipe Luís, Leonardo Jardim terá a tarefa de preparar o time tecnicamente e gerenciar o grupo, podendo também indicar jogadores que serão avaliados pela diretoria.
Durante o comando de Filipe, o treinador tinha influência nas contratações, sendo decisivo na chegada de atletas como Samuel Lino e Lucas Paquetá, mas não possuía a palavra final, situação que se mantém com Jardim.
Leonardo Jardim foi oficialmente apresentado nesta quinta-feira no Ninho do Urubu. Segundo o treinador, não haverá mudanças radicais no trabalho da equipe do Flamengo, apenas adaptações baseadas em suas ideias, por entender que a equipe já está em um bom caminho.
“O treinador tem suas ideias, mas a principal virtude é rentabilizar seus ativos. Tive trabalhos com jogadores de transição, mas preciso aproveitar as características dos jogadores. Aqui tenho jogadores de posse, mas também jogadores agressivos. O jogo de futebol não é só uma característica. Não vamos alterar neste momento porque já temos algo formado”, explicou Jardim, destacando a continuidade do projeto iniciado pelo antecessor.
Diretor de futebol deve deixar o clube assim que um substituto estiver acertado com o Mengão; Edu Gaspar é o favorito do presidente
06 Mar 2026 | 14:18 |
Nem mesmo a chegada de Leonardo Jardim trouxe tranquilidade completa aos bastidores do Flamengo. O foco das discussões internas agora está na situação de José Boto, diretor de futebol do clube, que vive momento de indefinição no cargo.
De acordo a ESPN, a tendência é que José Boto seja mesmo desligado da função. O presidente Luiz Eduardo Baptista esteve no Ninho do Urubu pelo terceiro dia consecutivo nesta sexta-feira (6) e conversou diretamente com o dirigente sobre a saída. A intenção da diretoria é conduzir o processo de forma tranquila, sem conflitos, abrindo espaço para a chegada de um novo responsável pelo departamento de futebol.
Segundo a reportagem, Boto não demonstrou resistência à decisão e compreendeu o cenário. Inclusive, o dirigente português deve colaborar no início do trabalho de Leonardo Jardim até que o clube finalize a escolha de um substituto.
Nos bastidores, o principal candidato para assumir a função é Edu Gaspar, atualmente ligado ao Nottingham Forest. Assim como ocorreu nas negociações que resultaram na contratação de Leonardo Jardim para substituir Filipe Luís, Bap tem conduzido conversas de forma discreta nas últimas semanas. O objetivo é encontrar um nome capaz de reorganizar o departamento no Flamengo e reduzir a crise interna vivida no clube.
Dentro da diretoria rubro-negra, duas possibilidades são discutidas para a nova estrutura do futebol. A primeira envolve a contratação de um diretor com perfil mais próximo do vestiário, considerado “boleiro”. A segunda alternativa prevê um executivo mais corporativo, que trabalharia ao lado de um supervisor com forte ligação com o elenco. Internamente, há o diagnóstico de que atualmente existe uma falha significativa de comunicação entre a direção e as lideranças do grupo de jogadores.
Dirigente não tem o mesmo prestígio dentro do Mengão e demissão não está descartada, o que faz valor da rescisão relevante
06 Mar 2026 | 14:00 |
A situação de José Boto no Flamengo segue sob pressão após a demissão de Filipe Luís. Nos bastidores, o clube já iniciou movimentos para avaliar possíveis substitutos, incluindo o contato com Edu Gaspar, atualmente dirigente do Nottingham Forest. No entanto, caso a diretoria decida pela saída imediata do português, o clube terá que arcar com um custo considerável.
De acordo com informações divulgadas pela ESPN, o Flamengo precisaria pagar quatro salários de Boto como compensação pela rescisão contratual. O dirigente recebe cerca de R$ 500 mil mensais, valor superior ao que Filipe Luís recebia quando comandava a equipe. Assim, a demissão implicaria no pagamento aproximado de R$ 2 milhões ao diretor de futebol.
Existe também a possibilidade de que o próprio José Boto peça demissão diante do desgaste vivido internamente no Ninho do Urubu. Segundo a reportagem, porém, esse movimento não deve acontecer de imediato. A tendência é que o dirigente aguarde algumas semanas para observar os primeiros resultados do trabalho de Leonardo Jardim no comando da equipe.
A proximidade entre José Boto e Leonardo Jardim também pesa na decisão. O dirigente evitaria deixar o cargo neste momento para não gerar instabilidade adicional no início do trabalho do treinador português, que acaba de chegar no clube.
Por outro lado, caso opte por pedir demissão futuramente, Boto poderia preservar sua imagem no mercado e facilitar uma recolocação em outro clube. Nesse cenário, o Flamengo também evitaria o pagamento da multa rescisória prevista em contrato.