Soccer
30 Out 2024 | 15:46 |
This Wednesday, coach Dorival Júnior announced the pre-selected list for the next 2026 World Cup Qualifiers, including three athletes from Flamengo.
Defender Fabrício Bruno, midfielder Gerson and defender Léo Ortiz were included among the possible squad for the games against Venezuela, on November 14th, and against Uruguay, on the 19th. The final list of those called up will be officially announced on Friday, November 1st, at the CBF headquarters, in Rio de Janeiro.
THE EXPERIENCE OF GERSON AND FABRÍCIO BRUNO IN THE SELECTION
Gerson, an important player in the CRF, has already had his call-up confirmed in the last rounds of the Qualifiers, playing against Chile and Peru in October. Fabrício Bruno, in turn, is also a familiar name in Dorival's team, having been called up for friendlies against England and Spain in March and as a replacement for Éder Militão in September and October.
LÉO ORTIZ'S POSSIBLE DEBUT WITH DORIVAL
Unlike his clubmates, Léo Ortiz seeks his first official call-up with Dorival. The defender was already on the pre-call list in September, but was not included in the final list. His history with the national team began in 2021, when coach Tite called him up, making him the first Bragantino player to achieve this feat.
SELECTION GAMES AND PREPARATION IN BELÉM
After the final call-up, the players will begin training in Belém, starting on November 11th. On the 14th, Brazil faces Venezuela in Maturín, at 5 pm (Brasília time). The second game against Uruguay will take place in Salvador, at Fonte Nova, on November 19th, at 9:45 pm. With Brazil occupying fourth place in the Qualifiers, the next matches will be essential to guarantee a prominent position in the table.
Aproveitamento de 21% nos primeiros jogos de 2026 supera apenas a campanha de 2002; torcida protesta no Maracanã, mas comando do futebol renova confiança
06 Fev 2026 | 16:18 |
Flamengo enfrenta um começo de ano historicamente negativo em 2026. Somando as atuações do elenco principal e da equipe Sub-20, utilizada nas rodadas iniciais do Estadual, o Rubro-Negro amarga seu pior arranque de temporada em 24 anos.
Os números atuais, compostos por cinco derrotas, dois empates e apenas uma vitória em oito confrontos, resultam em um aproveitamento de 21%. No século XXI, esse desempenho só não é inferior ao registrado em 2002, quando o clube perdeu seis vezes e empatou duas no mesmo recorte de jogos.
O clima nas arquibancadas reflete os números ruins. Na última quarta-feira, antes e depois do empate com o Inter, a torcida manifestou sua insatisfação de forma contundente. Gritos exigindo "raça" e disposição ecoaram no estádio, culminando em vaias após o apito final.
Apesar da pressão externa, a diretoria do Flamengo mantém a convicção no trabalho da comissão técnica. Internamente, o respaldo a Filipe Luís segue inabalável. O treinador, que acumula cinco taças desde que assumiu o cargo em 2024, teve seu contrato renovado recentemente até o fim de 2027. A cúpula do futebol entende que os resultados virão com a evolução física e o entrosamento natural ao longo das competições.
A queda de rendimento do Flamengo é brusca quando comparada aos anos anteriores. Em 2025 e 2024, por exemplo, o aproveitamento nos oito primeiros jogos foi de 67% e 75%, respectivamente. A atual temporada quebra uma longa sequência de inícios estáveis, trazendo à tona questionamentos sobre o planejamento e a execução dentro de campo.
Volante é dos jogadores do Mengão em melhor forma física do no momento e Filipe Luís admite necessidade de tratá-lo com mais ‘justiça’
06 Fev 2026 | 16:00 |
Em meio a um início de temporada irregular, Evertton Araújo surge como um dos poucos pontos positivos do Flamengo em 2026. O volante de 22 anos ganhou mais espaço no elenco principal, soma quatro partidas, três delas como titular, e aparece como forte candidato a iniciar o jogo contra o Sampaio Corrêa, neste sábado, pela última rodada da fase de grupos do Campeonato Carioca.
Filipe Luís sobre Evertton Araújo na reserva do Flamengo: "posso dizer até que em alguns momentos fui injusto..."
O cenário no setor favorece o jovem. Jorginho e De La Cruz ainda buscam melhor condição física, Pulgar oscila de rendimento, Saúl segue em recuperação de cirurgia e Allan aparece no fim da hierarquia. Diante disso, Evertton tem se destacado nos treinamentos e recebeu elogios públicos de Filipe Luís após o empate com o Internacional.
“É verdade que ele está em um grande momento, está muito bem, cobre todos os espaços. Eu imaginei, antes do jogo, ele como titular. Mas por um plano específico, tático, eu optei por começar com o Nico, sabendo que ele não podia fazer mais de 60 minutos. Preferi começar com o Nico e colocar o Evertton. Mas o Evertton teve uma evolução muito grande, posso dizer até que em alguns momentos fui injusto com as escolhas, porque ele sempre que jogou deu conta do recado e só entrou em fogueira”, avaliou o treinador.
Em janeiro, o volante foi alvo do Grêmio, mas o Flamengo optou por não abrir negociações. Internamente, Evertton é bem avaliado pelo departamento de futebol e visto como um jogador com potencial real para ocupar espaço definitivo no time profissional. A expectativa é que ele ganhe mais minutos ao longo da temporada.
Natural de Volta Redonda, Evertton iniciou a carreira nas categorias de base do clube da cidade. Em 2015, deixou o Voltaço e tentou oportunidades em Botafogo e Cruzeiro, sem sucesso. O retorno ao time do interior marcou uma virada: em 2022, após boa campanha na Copa São Paulo de Futebol Júnior, chamou atenção e foi contratado por empréstimo.
O desempenho consistente no sub-20 fez a diretoria optar pela aquisição em definitivo no ano seguinte. Atualmente, Evertton Araújo tem contrato com o Flamengo até dezembro de 2028 e aparece como uma das apostas para a renovação do meio-campo rubro-negro.
Mengão é contrário a Reforma Tributária que colocaria os clubes associativos com alíquota superior a das SAFs no esporte brasileiro
06 Fev 2026 | 15:30 |
O debate em torno da reforma tributária ganhou novo capítulo nesta sexta-feira (6) após críticas públicas de Juca Kfouri ao presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista. Em coluna publicada no UOL, o jornalista classificou como “chantagem” a declaração de Bap sobre a possibilidade de encerrar investimentos nos esportes olímpicos caso a nova tributação para clubes associativos seja confirmada.
“Seu presidente Bap ameaçar parar com os esportes olímpicos caso passe, na reforma tributária, o aumento da tributação dos clubes associativos cheira à chantagem”, escreveu o colunista, apesar de defender a postura rubro-negra contra o modelo de SAFs.
A manifestação de Juca ocorre após a divulgação, pelo clube, de projeções que indicam um impacto financeiro de aproximadamente R$ 728 milhões ao longo de sete anos. Segundo o levantamento interno, o novo modelo tributário tornaria insustentável a manutenção de algumas modalidades olímpicas.
Para o jornalista, porém, o argumento do Flamengo perde força ao desconsiderar benefícios históricos concedidos aos clubes associativos, como isenções fiscais e patrimoniais, além da capacidade de gerar receitas expressivas com a formação e venda de atletas. Ele ressalta, no entanto, que no caso rubro-negro o futebol não é tratado oficialmente como financiador direto das modalidades olímpicas.
Juca Kfouri também contesta a tese de desequilíbrio em relação às SAFs. Na avaliação do colunista, clubes tradicionais operam em um “chão de fábrica isento de tributos”, citando exemplos como isenção de IPTU em centros de treinamento e sedes sociais como o Ninho do Urubu. Segundo ele, ameaçar abandonar esportes olímpicos não contribui para um debate sério sobre a reforma tributária e ainda enfraquece o valor institucional da marca.
A leitura apresentada pelo jornalista contrasta frontalmente com a defesa feita pelo Flamengo. A diretoria sustenta que a reforma, da forma como está desenhada, penaliza quem investe no esporte olímpico e favorece modelos empresariais com fins lucrativos. Na visão rubro-negra, as SAFs concentram-se exclusivamente na operação do futebol e não têm obrigação de reinvestir recursos em outras modalidades, o que ampliaria ainda mais a desigualdade estrutural entre os modelos.