Futebol
08 Nov 2023 | 15:10 |
Marçal e Joel Carli, dois ícones do Botafogo, decidiram fazer uma pausa durante o treino da equipe para se aproximar da torcida, em um protesto pacífico que aconteceu na tarde de hoje. O ambiente estava carregado de emoção e tensão, com os torcedores expressando sua preocupação com a situação do clube. O Botafogo, que começou a temporada com grande otimismo, agora se vê diante do risco iminente de perder o título brasileiro, apesar de ter mantido uma vantagem inicial de 12 pontos na competição. Essa reviravolta inesperada nos eventos deixou a torcida inquieta e ansiosa, e Marçal e Joel Carli entenderam a necessidade de prestar apoio e ouvir as vozes dos fiéis torcedores.
Os torcedores, em sua maioria vestindo camisas listradas e empunhando bandeiras, se reuniram do lado de fora do centro de treinamento do clube. Eles cantavam cânticos de incentivo e exibiam cartazes com mensagens de apoio, mas também de cobrança. A frustração era evidente nos rostos dos presentes, e todos ansiavam por uma explicação sobre o que estava acontecendo com o time.Marçal e Joel Carli, vestindo seus uniformes de treino, se aproximaram da cerca que separava o campo do público. A torcida logo reconheceu os dois jogadores e começou a aplaudir e gritar em apoio. Os dois jogadores, com expressões sérias, acenaram para a multidão e pediram silêncio para poderem falar.
Marçal, o veterano zagueiro conhecido por sua lealdade ao clube, tomou a palavra: "Nós entendemos a frustração de todos vocês. Também estamos desapontados com o rumo que nossa temporada tomou. Começamos com muita determinação e promessas de sucesso, mas as coisas não saíram como planejamos."Joel Carli, outro pilar da defesa botafoguense, acrescentou: "Ainda temos jogos pela frente, e continuaremos a lutar por cada ponto. Não estamos desistindo do título, e queremos que vocês saibam disso. Pedimos o apoio contínuo da torcida, pois vocês são a força que nos motiva."
A multidão respondeu com aplausos e gritos de encorajamento. Muitos torcedores entenderam a situação e apreciaram a sinceridade dos jogadores. O protesto pacífico começou a se transformar em uma demonstração de apoio renovado.Marçal e Joel Carli continuaram a conversar com os torcedores, ouvindo suas preocupações e prometendo que o time daria o seu melhor para reverter a situação. A interação entre os jogadores e a torcida criou uma sensação de unidade e propósito, mostrando que, apesar das adversidades, o Botafogo permanecia unido em sua busca pelo título.
À medida que o sol começou a se pôr, Marçal e Joel Carli se despediram da torcida, agradecendo pelo apoio e prometendo se esforçar ao máximo para reverter a situação do time. A multidão, agora mais esperançosa e inspirada, continuou a cantar e a exibir seus cartazes de incentivo.O protesto pacífico se transformou em um momento de renovação para o Botafogo. A demonstração de solidariedade entre os jogadores e a torcida mostrou que, mesmo diante dos desafios, o espírito do clube permanecia forte. O Botafogo não estava disposto a desistir do título, e a torcida estava mais determinada do que nunca a apoiar a equipe em sua jornada.
A temporada ainda tinha jogos cruciais pela frente, e a reviravolta na situação do Botafogo só serviu para aumentar a tensão e a emoção. A equipe estava ciente de que precisava dar o seu melhor e lutar até o último minuto para reverter a situação e recuperar a liderança na corrida pelo título brasileiro.Marçal e Joel Carli se tornaram os símbolos dessa determinação e esperança renovada. O protesto pacífico se transformou em um marco importante na temporada do Botafogo, um momento em que a torcida e os jogadores se uniram em busca de um objetivo comum: o título brasileiro. O futuro ainda era incerto, mas o espírito de luta e união estava mais forte do que nunca no coração do Botafogo e de sua apaixonada torcida.
Começo da temporada do Mengão é o pior em mais de 20 anos e clube tenta se restabelecer após aproveitamento abaixo e elenco abaixo fisicamente
05 Fev 2026 | 19:00 |
O Flamengo atravessa em 2026 o pior início de temporada dos últimos 24 anos. Em oito partidas disputadas, a equipe soma apenas uma vitória, dois empates e cinco derrotas, alcançando um aproveitamento de 21%. O desempenho só não é inferior ao registrado em 2002, quando o time não venceu nenhum dos oito primeiros jogos do ano.
Os números evidenciam o quanto a campanha atual foge do padrão histórico recente. Desde o início dos anos 2000, poucas temporadas começaram de forma tão instável quanto a de 2026. Com isso, o Flamengo tenta se reerguer para busca de títulos na atual temporada.
O cenário atual contrasta de forma direta com temporadas recentes. Em 2025, sob o comando de Filipe Luís, o time iniciou o ano com 67% de aproveitamento nos oito primeiros jogos, desempenho que serviu de base para uma temporada marcada por conquistas expressivas. Outro exemplo emblemático ocorreu em 2019, quando a equipe dirigida por Jorge Jesus venceu seis dos oito primeiros compromissos do ano, sofrendo apenas uma derrota e um empate, em um início que antecipava um dos períodos mais vitoriosos de sua história.
O recorte histórico reforça o alerta. Desde 2002, quando o clube teve um início ainda mais dramático, não se via um desempenho tão baixo. Em contraponto, 2011 permanece como referência máxima, com 100% de aproveitamento nas oito partidas iniciais. Diante desse contexto, o início de 2026 se consolida como um ponto fora da curva e impõe a necessidade de reação imediata para evitar que a pior largada em mais de duas décadas se prolongue ao longo da temporada.
Ex-presidente do Mengão é deputado federal e pretende encontrar alternativas para aumento no valor pago por clubes associativos
05 Fev 2026 | 18:00 |
Após o alerta feito pelo presidente Luiz Eduardo Baptista, o Bap, sobre os impactos da reforma tributária, outro nome de peso decidiu se posicionar publicamente: Eduardo Bandeira de Mello. Projeções internas indicam que o Flamengo pode enfrentar um prejuízo acumulado de aproximadamente R$ 728 milhões ao longo dos próximos sete anos, caso o novo modelo seja aplicado sem ajustes.
Bandeira de Mello sobre soluções para Reforma Tributária que pode gerar prejuízo ao Flamengo: "Tentando resolver essa situação desde o ano passado..."
A principal crítica apresentada por Bap gira em torno da diferença de tratamento entre clubes associativos e as SAFs. Pelo texto atual, sociedades anônimas do futebol seriam tributadas com alíquota de 6%, enquanto entidades sem fins lucrativos poderiam chegar a 11%, o que ampliaria significativamente os custos operacionais.
Eduardo Bandeira de Mello, ex-presidente do Flamengo e atual deputado federal, reforçou essa preocupação ao afirmar que, mesmo com possíveis mecanismos de compensação, o desequilíbrio seguirá existindo. Segundo ele, a própria estrutura da reforma favorece as SAFs.
“Apesar de os clubes poderem ter uma redução de 60% na alíquota, que ainda vai ser definida, e também a possibilidade de creditamento de despesas, isso certamente não vai compensar a vantagem que as SAFs têm, que foi garantida já pela reforma tributária”, explicou ao canal Resenha Rubro-Negra.
Bandeira também revelou que houve tentativa de corrigir essa distorção durante a tramitação do projeto no Congresso. A Câmara dos Deputados aprovou uma emenda que estendia aos clubes associativos as mesmas alíquotas aplicadas às SAFs, aproximando a carga tributária entre os modelos.
No entanto, a proposta acabou barrada. De acordo com o ex-dirigente, a emenda foi considerada inconstitucional e vetada pela Presidência da República, mantendo um cenário amplamente favorável às sociedades anônimas.
Outro ponto sensível destacado por Bandeira diz respeito aos esportes olímpicos. Com o aumento da carga tributária, a tendência é de redução de investimentos em um departamento que já opera no vermelho. Atualmente, o clube investe cerca de R$ 70 milhões na área, com retorno aproximado de R$ 24 milhões, gerando um déficit anual de R$ 46 milhões.
“Tentando resolver essa situação desde o ano passado, a Câmara aprovou uma emenda de plenário que alterou a regulamentação da reforma tributária e estendeu para os clubes as mesmas alíquotas aplicadas às SAFs. No entanto, essa emenda foi considerada inconstitucional e foi vetada pela Presidência da República”, concluiu Bandeira.
Meia é a mais cara contratação da história do Mengão, mas técnico e os bastidores do clube pregam paciência com o jogador
05 Fev 2026 | 17:00 |
O Flamengo transformou a volta de Lucas Paquetá ao Maracanã em um evento à parte na última quarta-feira. O meia foi recebido com mosaico 3D, bandeirão com seu rosto e uma arquibancada tomada por camisas com o número 20. A celebração também se repetiu no momento do anúncio da escalação, quando o nome do jogador foi um dos mais ovacionados no telão do estádio.
Filipe Luís sobre utilização de Paquetá: "Ele pode jogar em todas as posições do ataque..."
Questionado sobre o encaixe do reforço, Filipe Luís tratou a escalação como um esboço inicial e deixou claro que seguirá testando o jogador em outras funções. Apesar disso, fez questão de destacar a versatilidade e o impacto do meia.
“Ele pode jogar em todas as posições do ataque. Ele encaixa muito bem nessa posição, tem chegada na área, profundidade, domina bem entre linhas, gira, tem gol. Hoje teve duas possibilidades claras. Se associa muito bem com o lateral, consegue fazer essa ida e volta que é exigente. Mas isso não quer dizer que ele só vai jogar ali. O mais importante é que ele é muito determinante. Mesmo não estando na melhor forma física, é um jogador que faz a diferença”, afirmou o treinador do Flamengo.
Filipe Luís escalou o reforço mais caro da história do futebol brasileiro, investimento de R$ 260 milhões, como titular diante do Internacional. A primeira tentativa de encaixe veio em uma função diferente da habitual: Paquetá atuou como falso ponta-direita, ocupando o espaço que normalmente seria de Plata.
Sem a bola, o Paquetá ajudava na marcação pelo setor. Com a posse, flutuava pelo meio, abrindo o corredor para as subidas de Emerson Royal. A dinâmica funcionou em alguns momentos, embora o lateral tenha pecado nos cruzamentos ao longo da partida.
Foi justamente pelo corredor central que Paquetá apareceu com mais perigo. Teve duas finalizações: na primeira, bateu de primeira após uma rebatida na meia-lua, acertando forte, mas facilitando a defesa de Rochet. Já no segundo tempo, infiltrou-se na área e desviou de cabeça um cruzamento de Arrascaeta, que acabou saindo pela linha de fundo. No entanto, também pelo meio surgiu um dos lances decisivos contra: um passe errado do meia deu início à jogada do gol marcado por Borré, que abriu o placar para o Internacional ainda na primeira etapa.