Futebol

PALMEIRAS X FLAMENGO: QUAL SERÁ QUE GANHOU MAIS TÍTULOS NOS ÚLTIMOS 10 ANOS? SAIBA TUDO

Os dois times dominaram o cenários do futebol nacional na última década, cada um de sua forma e com diferentes títulos

Palmeiras X Flamengo / Divulgação
Palmeiras X Flamengo / Divulgação

04 Dez 2023 | 11:44 |

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Mais um ano está acabando com muitas coisas diferentes, mas um fator prossegue: Palmeiras e Flamengo continuam entre os times com mais destaque na temporada. Desde 2013, tanto o Verdão como o Mengão vem dominando o futebol brasileiro, acumulando vitórias, títulos e incríveis campanhas. Contudo, qual destes terá se saída melhor na última década?


Em quatro das últimas cinco edições da Copa Libertadores da América foram conquistadas ou pelo Palmeiras (2020 e 2021), ou pelo Flamengo (2019 e 2022). Antes disso, a primeira vitória do Mais Querido tinha sido em 1981, enquanto o Alviverde já tinha levantado a taça antes em 1999. Os dois estarão na competição do ano que vem como tricampeões. 


Já no Brasileirão, o time paulista conseguiu a vitória em 2016, em 2018, em 2022 e este ano! Ainda que a competição não tenha terminado, e o Alviverde não tenha conseguido acumular 72 pontos ao longo das 37 rodadas que já passara, é praticamente impossível que qualquer equipe o passe, já que tem um saldo de gols consideravelmente superior e está três pontos na frente de todos os seus rivais. O Flamengo, por outro lado, conquistou não quatro, mas dois Brasileiros. Ambas as premiações foram num intervalo de dois anos, em 2019 e em 2020.


Na 'categoria' Copa do Brasil, os dois times estão empatados, cada um com dois títulos. O paulista os conquistou em 2015 e 2020, enquanto o carioca em 2013 e 2022. Algo parecido acontece na Recopa Sul-Americana, onde cada um ganhou apenas uma: o Flamengo em 2020 e o Palmeiras em 2022. 

O único título do Palmeiras em uma Supercopa do Brasil foi conquistado este ano (2023), exatamente contra o Flamengo. O Mais Querido, por outro lado, ganhou as edições de 2020 e de 2021, sendo que ganhou a mais recente do Palmeiras. O Mengão disputou também a Supercopa de 2022, completando quatro anos seguidos tentando o prêmio. 


Desta forma, tirando os Campeonatos Estaduais, o Palmeiras estaria na frente com 10 títulos, enquanto Flamengo acumula, ao longo de dez anos nove títulos nacionais e internacionais. Contudo, o que dá a 'vitória' ao Fla é exatamente a quantidade de vezes que este levantou o troféu do Rio de Janeiro. Em dez anos, o Mais Querido conquistou cinco Campeonatos Cariocas (2014, 2017, 2019, 2020 e 2021), enquanto o Verdão apenas três (2020, 2022 e 2023). 

Resumindo, são 13 títulos para o lado do paulista e 14 para o lado do carioca. Juntos, os dois times acumulam 27 prêmios ganhos na última década. Nenhuma outra equipe conseguiu chegar perto deste feito, recentemente. 

Flamengo = 14 títulos

- Copa Libertadores (2): 2019 e 2022

- Campeonato Brasileiro (2): 2019 e 2020

- Copa do Brasil (2): 2013 e 2022

- Supercopa do Brasil (2): 2020 e 2021

- Recopa (1): 2020

- Campeonato Carioca (5): 2014, 2017, 2019, 2020 e 2021

Palmeiras = 13 títulos

- Copa Libertadores (2): 2020 e 2021

- Campeonato Brasileiro (3): 2016, 2018 e 2022

- Copa do Brasil (2): 2015 e 2020

- Supercopa do Brasil (1): 2023

- Recopa (1): 2022

- Campeonato Paulista (3): 2020, 2022 e 2023



Futebol

Potência! Flamengo divulga balanço com quase R$ 2,1 bi de faturamento

Receitas do clube tiveram grande impacto devido à participação no Mundial da FIFA e títulos contribuem para ano recorde nas finanças

Flamengo volta a bater recorde de faturamento em 2025 e clube confirma quase R$ 2,1 bilhões - Foto: reprodução
Flamengo volta a bater recorde de faturamento em 2025 e clube confirma quase R$ 2,1 bilhões - Foto: reprodução

01 Abr 2026 | 15:00 |

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O Flamengo reafirmou sua posição como principal potência econômica da América do Sul ao registrar uma receita bruta histórica de R$ 2,089 bilhões em 2025. O resultado, confirmado em relatório financeiro divulgado nesta terça-feira (31), foi impulsionado por uma combinação de sucesso esportivo, recordes em vendas e a gestão direta do Maracanã.


RECEITAS RECORRENTES CRESCEM


O grande destaque do balanço é o avanço das receitas recorrentes, que alcançaram R$ 1,571 bilhão, crescimento de 22% em relação ao ano anterior. Mesmo com a forte entrada de recursos oriundos da venda de atletas, superior a R$ 500 milhões, o clube conseguiu ampliar suas receitas sem depender exclusivamente do mercado de transferências.


As premiações e os direitos de transmissão somaram R$ 568 milhões, reflexo direto da participação na Copa do Mundo de Clubes e das conquistas da Libertadores e do Campeonato Brasileiro. O superávit de R$ 336 milhões elevou o patrimônio líquido para R$ 954 milhões, aproximando o clube da marca simbólica de R$ 1 bilhão em riqueza acumulada. Já o fluxo de caixa encerrou o ano em R$ 243 milhões, garantindo liquidez para novos investimentos.

TÍTULOS IMPULSIONAM RECEITA


O desempenho esportivo foi determinante para o crescimento financeiro. As campanhas vitoriosas na Libertadores e no Brasileirão foram responsáveis por boa parte dos R$ 568 milhões arrecadados em premiações e direitos. O relatório indica que o clube superou as metas iniciais, que previam apenas chegar às quartas de final das competições. Além disso, a participação na Copa do Mundo de Clubes adicionou cerca de R$ 150 milhões aos cofres rubro-negros.

PERFORMANCE ALÉM DOS TÍTULOS

Outro fator relevante foi o aumento significativo dos chamados “gatilhos de performance” nos contratos de transmissão e pay-per-view. O alto engajamento da torcida em uma temporada vitoriosa ampliou os repasses variáveis, consolidando o Flamengo como líder continental nesse segmento.

As notas explicativas do balanço mostram ainda que o clube passou a depender menos das cotas fixas de TV. A valorização da marca Flamengo no mercado publicitário elevou as margens de lucro, mesmo diante do aumento dos custos operacionais em competições de alto nível.



Futebol

Ex-Flamengo perde espaço no Santos após chegada de Cuca

Treinador não vê jogador como prioridade na armação do time e deve se tornar figurinha carimbada no banco de reservas do Peixe

Após chegada de Cuca, Willian Arão, ex-Flamengo, perde espaço na equipe titular do Santos - Foto: Raul Baretta/Santos
Após chegada de Cuca, Willian Arão, ex-Flamengo, perde espaço na equipe titular do Santos - Foto: Raul Baretta/Santos

01 Abr 2026 | 14:00 |

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Nos primeiros dias de trabalho, o técnico Cuca tem priorizado um meio-campo mais físico no Santos, deixando em segundo plano características mais técnicas. A informação, divulgada pelo jornalista Vagner Frederico, indica que Willian Arão, ex-Flamengo, pode perder espaço na equipe. Antes peça de confiança de Juan Pablo Vojvoda, o volante vê seu cenário mudar com a chegada do novo comandante. A tendência, neste momento, é de saída da posição no meio-campo.


MUDANÇA DE FUNÇÃO


Willian Arão tem sido testado na zaga durante os treinamentos, movimento que não chega a ser novidade ao longo da carreira. Ainda assim, o jogador precisará reconquistar a confiança de Cuca para retomar espaço com regularidade.


Internamente, a comissão técnica avalia o atleta como uma alternativa mais viável para o setor defensivo do que para a faixa central. Aos 34 anos, ele entra em uma fase mais avançada da carreira, o que também pesa nas decisões.

NOVO MOMENTO NO SANTOS


Respaldado pela diretoria, Cuca chega com liberdade para implementar mudanças e buscar soluções rápidas. A aposta do clube está na experiência do treinador, conhecido por lidar bem com ambientes de pressão e por não necessitar de longo período de adaptação.

Além disso, o técnico já conhece o Santos e mantém relação próxima com o presidente Marcelo Teixeira. Outro ponto de destaque será a parceria inédita com Neymar, principal referência técnica da equipe. Vale ressaltar que o treinador já comandou outro ex-Flamengo que também está no Peixe. Gabigol esteve no clube durante a primeira passagem do comandante no clube em 2018.


Futebol

Jornais destacam Vini Jr, ex-Flamengo, e Endrick na Seleção: “lideram…”

Cria do Mengão e atacante do Lyon contribuíram com assistências na vitória por 3 a 1 sobre a Croácia e são elogiados pela mídia internacional

Vini Jr, ex-Flamengo, e Endrick, do Lyon, são elogiados após vitória da Seleção diante da Croácia - Foto: Reprodução/Instagram
Vini Jr, ex-Flamengo, e Endrick, do Lyon, são elogiados após vitória da Seleção diante da Croácia - Foto: Reprodução/Instagram

01 Abr 2026 | 13:00 |

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A vitória da Seleção Brasileira por 3 a 1 sobre a Croácia, na noite desta terça-feira (31), repercutiu internacionalmente, com destaque para o protagonismo de Vini Jr, ex-Flamengo, e Endrick. Para a imprensa estrangeira, a dupla foi decisiva para evitar um resultado negativo e dar fôlego ao trabalho de Carlo Ancelotti às vésperas da convocação final para a Copa do Mundo.


REPERCUSSÃO NA EUROPA E AMÉRICA DO SUL


Na Espanha, o jornal Marca destacou que Vini Jr. e Endrick lideraram a equipe diante de um adversário apático, ressaltando a assistência do camisa 10 e a participação direta do jovem atacante em lances decisivos, como o pênalti e o gol de Gabriel Martinelli. Já o As foi ainda mais incisivo ao afirmar que a Seleção “vive de Endrick e Vini”, apontando que, em uma atuação coletiva abaixo do esperado, o brilho individual da dupla evitou um “desastre real” em Orlando.


Na América do Sul, o argentino Olé tratou o resultado como uma espécie de revanche pela eliminação na Copa do Mundo de 2022, no Catar. O veículo destacou que a vitória dá novo fôlego a Ancelotti, que vinha pressionado após derrota para a França, em Boston.

VINI JR E ENDRICK DECISIVOS


O primeiro gol brasileiro nasceu em uma jogada construída desde o campo defensivo. Matheus Cunha lançou para Vini Jr. O cria do Flamengo arrancou, driblou três marcadores e serviu Danilo, responsável por abrir o placar ainda antes do intervalo.

Na etapa final, Endrick mudou o jogo pouco depois de entrar. O atacante sofreu pênalti cometido por Josip Šutalo. Após orientação do banco, com participação de Léo Pereira, Igor Thiago cobrou com categoria e recolocou o Brasil em vantagem.

CONTRA-ATAQUE DECISIVO

Mesmo à frente no placar, o Brasil manteve postura ofensiva e aproveitou o desespero da Croácia. Já nos minutos finais, Endrick recuperou a bola no meio-campo e arrancou em velocidade, acionando Gabriel Martinelli pela esquerda. O atacante finalizou com precisão, sem chances para Dominik Livaković, decretando o 3 a 1.



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