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01 Abr 2025 | 08:05 |
O contrato de patrocínio entre o Flamengo e o Banco Regional de Brasília (BRB), válido até março de 2026, tem boas chances de ser renovado. Em entrevista ao programa CNN Money, o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, ressaltou o impacto positivo da parceria, que gerou um retorno bilionário em mídia e contribuiu para o crescimento da instituição financeira.
"O Flamengo é chave para que esse processo continue acontecendo", Paulo Henrique Costa, presidente do BRB.
Desde o início do vínculo, em 2020, o BRB expandiu sua base de clientes para mais de 3,5 milhões, impulsionado pela visibilidade proporcionada pelo Flamengo. Além disso, o banco lançou sua primeira iniciativa de banco digital.
“Esse negócio (com o Flamengo) contribuiu para que conseguíssemos mais de 3,5 milhões de clientes, que a marca fosse conhecida no Brasil inteiro e que tivéssemos nossa primeira iniciativa de banco digital”, afirmou Costa.
O dirigente também destacou a força e a paixão da torcida rubro-negra como fatores essenciais para o sucesso da parceria.
“Na nossa visão, o Flamengo, com toda sua força, exposição de marca e a paixão que envolve, é chave para que esse processo continue acontecendo”, elogiou.
Com um retorno de imagem estimado em mais de R$ 5 bilhões, o BRB vê a renovação como um passo natural.
“A gente renova. Continua crescendo. A presença de marca, o retorno de imagem nesses três anos... Acompanhar esse crescimento desde o início da operação mostra o quão vantajoso foi esse acordo”, garantiu Costa.
Inicialmente, o BRB se tornou patrocinador máster do Flamengo em 2020, investindo R$ 32 milhões por temporada. Com a chegada da Pixbet como nova patrocinadora máster em 2024, a marca do banco passou a ser exibida nas omoplatas dos jogadores, garantindo ao clube R$ 25,2 milhões anuais.
Diante dos números expressivos e da relação vantajosa para ambas as partes, Flamengo e BRB indicam que a parceria pode se estender além de 2026, reforçando o impacto positivo da união entre esporte e mercado financeiro.
Em clássico eletrizante no Maracanãzinho, Tricolor supera o líder da competição por 3 sets a 2 com grande atuação de Ariane e impõe a primeira derrota
11 Jan 2026 | 22:36 |
A hegemonia rubro-negra na atual temporada da Superliga Feminina de Vôlei chegou ao fim na noite deste último confronto. O Sesc-Flamengo, que ostentava uma sequência impecável de 12 vitórias em 12 jogos, conheceu sua primeira derrota diante do rival Fluminense. Em um clássico decidido nos detalhes e marcado por alternâncias de domínio, o Tricolor das Laranjeiras levou a melhor no tie-break, fechando a partida em 3 sets a 2.
A partida foi um teste de nervos para ambas as equipes, com destaques individuais brilhando de ambos os lados da rede. Enquanto Ariane comandou a pontuação pelo lado tricolor, o Flamengo contou com a força de Lorena e Simone Lee, mas não foi suficiente para manter a invencibilidade.
O primeiro set deu a impressão de que o líder manteria sua rotina de vitórias tranquilas. O Sesc Flamengo dominou as ações ofensivas, com Simone Lee e Tainara virando bolas importantes. Com um saque agressivo e poucos erros, a equipe de Bernardinho fechou a primeira parcial em 25 a 16, sem dar chances ao adversário.
No entanto, o panorama mudou drasticamente na segunda etapa. O Fluminense ajustou sua marcação e o bloqueio começou a funcionar, especialmente com a central Lara. Mais consistente e aproveitando os erros não forçados do Rubro-Negro, o time das Laranjeiras controlou o set. Com aces de Fabíola e Lara, o Tricolor empatou a partida ao vencer por 25 a 20.
O terceiro set foi o mais disputado do confronto, marcado por longos ralis e defesas espetaculares. As equipes se alternaram na liderança, mas a oposta Ariane foi decisiva na reta final. Com 25 a 22, o Fluminense virou o jogo para 2 sets a 1, colocando o Flamengo contra a parede.
Precisando vencer para sobreviver, o Sesc-Flamengo voltou para o quarto set com intensidade máxima. A equipe reencontrou o voleibol apresentado no início do jogo. Com Juju e Lorena dominando a rede e Simone Lee inspirada no saque, o Rubro-Negro atropelou, fechando em 25 a 14 e levando a decisão para o set desempate.
No tie-break, o nervosismo tomou conta, mas o Fluminense foi mais efetivo nos momentos cruciais. Ariane chamou a responsabilidade, abrindo vantagem logo no início com ataques potentes e bloqueios precisos. O Flamengo tentou reagir com Lorena, salvando match points, mas a vantagem construída pelo rival foi determinante.
O ponto final veio com drama. Após um ataque do Fluminense, o técnico Bernardinho pediu desafio de vídeo alegando invasão da linha dos três metros (zona de ataque). Após quase três minutos de tensão e análise da arbitragem, a infração não foi confirmada, decretando a vitória do Fluminense e a queda do último invicto da Superliga.
Líder invicto da competição, Rubro-Negro busca manter campanha perfeita diante do rival Tricolor, que tenta recuperação na tabela
10 Jan 2026 | 18:55 |
A rivalidade histórica do futebol carioca invade as quadras neste fim de semana. Sesc Flamengo e Fluminense protagonizam o clássico da 13ª rodada da Superliga Feminina de Vôlei neste domingo (11). O duelo está marcado para as 19h30 (horário de Brasília) e terá como palco o ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro.
O confronto coloca frente a frente equipes com objetivos distintos na tabela de classificação e promete ser uma das principais atrações da rodada. Os torcedores que não puderem comparecer ao ginásio terão opções para acompanhar a partida: o jogo terá transmissão ao vivo na TV fechada pelo canal Sportv 2 e via internet pela plataforma de streaming VBTV.
O Sesc Flamengo chega para o clássico vivendo um momento iluminado. A equipe comandada pelo técnico Bernardinho é a única invicta na atual edição da Superliga. Com uma campanha irrepreensível até aqui, o time rubro-negro soma 33 pontos, fruto de vitórias em todas as 12 partidas disputadas.
O objetivo do time da Gávea é manter a hegemonia e ampliar a "gordura" na ponta da tabela. Atualmente, o Flamengo possui quatro pontos de vantagem sobre o Minas, que ocupa a vice-liderança. Um triunfo no clássico consolida ainda mais a equipe como a favorita ao título da fase classificatória.
Do outro lado da rede, o Fluminense entra em quadra pressionado por uma recuperação. O Tricolor das Laranjeiras ocupa a sexta colocação, com 19 pontos (oito vitórias e quatro derrotas), e luta para se manter confortável no G-8, zona que garante vaga nos playoffs. A pressão aumentou após a derrota inédita para o Maringá na rodada anterior, o que permitiu a aproximação dos paranaenses, que aparecem em sétimo com 18 pontos.
Atuação da pasta do Mengão no ano de 2025 trouxe evolução em processos e acordo com a última família do caso do incêndio no Ninho do Urubu
08 Jan 2026 | 08:55 |
O Relatório Anual de Atividades da Vice-Presidência Jurídica, divulgado na quarta-feira (07), aponta que o Flamengo obteve uma economia de R$ 26 milhões em processos judiciais. O documento é assinado por Flávio Willeman, vice-presidente jurídico, e Alexandre Rückert, diretor da área.
Em 2024, o clube mantinha uma provisão de R$ 95 milhões destinada a eventuais condenações judiciais. Ao fim de 2025, esse valor foi reduzido para R$ 69 milhões, refletindo o avanço na condução e encerramento de ações nas esferas trabalhista, cível e administrativa.
Entre os processos citados, o de maior valor envolvido foi uma ação trabalhista movida pelo ex-volante Rômulo, que atuou pelo clube entre 2005 e 2012 e hoje trabalha como empresário de atletas. O processo envolvia um pedido de pensão estimado em cerca de R$ 28 milhões, conforme cálculos apresentados pela diretoria jurídica. O jogador alegava incapacidade de exercer sua função após lesão sofrida em 2007, enquanto ainda atuava pelo Mais Querido.
O Flamengo chegou a ser condenado a pagar uma pensão ao ex-atleta até seus 75,5 anos, ou falecimento. Contudo, conseguiu reverter a condenação após comprovar que Rômulo seguiu ativo no futebol, tendo pendurado as chuteiras apenas em 2015, oito anos após a grave lesão que sofreu no joelho. Na terceira instância, o Rubro-Negro foi condenado a pagar R$ 66.487,55, valor muito inferior aos R$ 28 milhões inicialmente estimados.
A redução do valor provisionado indica que o clube passou a enfrentar menos disputas judiciais e, consequentemente, precisa reservar menos recursos do orçamento para cobrir possíveis condenações futuras. Na prática, isso abre margem para a realocação desses valores no balanço financeiro, fortalecendo outras áreas da gestão.
Os números também mostram uma diminuição expressiva no volume de ações. Ao fim de 2024, eram 873 processos em andamento. Em dezembro de 2025, esse total caiu para 628. As disputas envolvem, principalmente, questões trabalhistas, cobranças financeiras e conflitos administrativos.
Na carta aos sócios, a Vice-Presidência Jurídica listou outros resultados relevantes obtidos ao longo do último ano: