Futebol
Uruguaio do Flamengo entra na mira do futebol do Catar para o meio do ano
26 Fev 2026 | 15:06
Futebol
28 Out 2024 | 16:23 |
A Bola de Ouro já não é mais uma meta para o Real Madrid. De acordo com o jornal Marca, da Espanha, o clube adotou uma postura unânime em relação à premiação, cancelando sua ida a Paris. Vini Jr., antes considerado favorito ao prêmio de melhor jogador do mundo, foi informado de que não será o vencedor, com o título devendo ser entregue ao volante Rodri, do Manchester City, campeão da última Eurocopa com a seleção espanhola.
A celebração estava planejada: segundo o Marca, o Real Madrid levaria 50 pessoas para o evento, com o presidente Florentino Pérez liderando a comitiva em honra a Vini Jr. e ao título do clube na Champions League, além das conquistas dos espanhóis na Eurocopa. No entanto, com a decisão anunciada, o Real Madrid afirma que "a Bola de Ouro deixa de existir" para o clube e, em comunicado, afirmou que a premiação “não respeita” o Real Madrid.
“Se os critérios de premiação não designam Vinicius como vencedor, esses mesmos critérios deveriam designar Carvajal como vencedor. Como não foi o caso, é óbvio que a Bola de Ouro da UEFA não respeita o Real Madrid”, diz o comunicado do clube Merengue.
A informação da ausência de Vini Jr. e do Real Madrid foi inicialmente divulgada pela rádio francesa RMC e pelo Marca. Nem o brasileiro, nem qualquer outro representante do clube — sejam jogadores, membros da comissão técnica ou dirigentes — estará no Théâtre du Châtelet, palco da cerimônia.
Os prêmios da France Football baseiam-se no desempenho dos jogadores na temporada 2023/24. Como o jogador mais decisivo do Real Madrid, campeão da Supercopa da Espanha, do Campeonato Espanhol e da Champions League, Vini Jr. era visto como um forte candidato ao prêmio, tendo Rodri e Jude Bellingham, também do Real, como principais concorrentes.
Vini é o único brasileiro entre os finalistas do prêmio de melhor jogador, e já havia ficado entre os finalistas nas temporadas 2021/22 e 2022/23, terminando em oitavo e sexto lugar, respectivamente. Desde 2007, quando Kaká conquistou a honraria, nenhum brasileiro recebeu o prêmio.
Rodri, possível vencedor da Bola de Ouro 2024, teve uma temporada marcante ao conquistar um título com sua seleção, algo que Vini Jr. não alcançou, pois o Brasil foi eliminado precocemente na Copa América. O volante do City, eleito o melhor jogador da Euro, parece ter conquistado os eleitores da Ballon D'Or com seu desempenho. Rodri disputou 50 jogos pelo City, marcando nove gols e fornecendo 13 assistências, sendo peça chave no tetracampeonato da equipe na Premier League e fazendo campanha pública por um espanhol na premiação.
CET-Rio monta operação especial para a decisão da Recopa Sul-Americana nesta quinta-feira; motoristas devem ficar atentos aos bloqueios
26 Fev 2026 | 17:00 |
A região do Maracanã passará por alterações significativas no trânsito nesta quinta-feira (26) devido à grande final da Recopa Sul-Americana entre Flamengo e Lanús (ARG). A partida está marcada para as 21h30 (horário de Brasília), mas a CET-Rio iniciará a operação especial de tráfego muito antes, visando garantir a segurança dos torcedores e a fluidez viária.
O planejamento operacional envolve o despliegue de agentes da CET-Rio, apoiadores de tráfego, viaturas e motocicletas, que atuarão diretamente nos pontos de bloqueio e rotas alternativas. Além do efetivo nas ruas, técnicos situados no Centro de Operações e Resiliência (COR-Rio) farão o monitoramento em tempo real através de câmeras.
Além dos bloqueios para circulação, haverá rigorosa restrição de estacionamento para coibir paradas irregulares que prejudiquem a mobilidade. A proibição vigora das 10h desta quinta-feira até a 1h30 de sexta-feira nas seguintes vias:
A recomendação das autoridades é que os torcedores priorizem o transporte público, como metrô e trem, para chegar ao estádio, evitando transtornos com a falta de vagas e os engarrafamentos típicos de dias de jogos decisivos e não será diferente para Flamengo x Lanús.
Mengão precisa vencer para conquistar o título após ser derrotado na partida de ida na Argentina, mas diário acredita na força Granate
26 Fev 2026 | 16:30 |
O confronto entre Flamengo e Lanús, pela volta da Recopa Sul-Americana, ganhou destaque na imprensa argentina. Após a vitória por 1 a 0 no jogo de ida, em Buenos Aires, o cenário no país vizinho é de confiança e expectativa por uma atuação histórica no Maracanã.
Jornais locais passaram a especular a possibilidade de um novo “Maracanazo”, utilizado para definir triunfos improváveis no estádio carioca, especialmente quando o visitante não entra como favorito. O termo surgiu quando a Seleção Brasileira foi derrotada por 2 a 1 pelo Uruguai na final da Copa do Mundo de 1950 no antigo Maior do Mundo.
A lembrança de resultados recentes reforça o otimismo argentino. Mesmo diante da disparidade econômica entre os clubes, o Central Córdoba conseguiu vencer o Flamengo no Maracanã na temporada passada, resultado que serve como referência para sustentar a crença em mais uma façanha fora de casa. Na avaliação da imprensa local, o Lanús atingiu um nível de solidez competitiva que permite sonhar com a quarta conquista continental de sua história.
O tradicional jornal argentino Olé destacou em sua manchete que “Lanús está pronto”, reforçando a ideia de que o clube pode repetir o roteiro de uma vitória histórica em território brasileiro. Segundo a publicação, o Granate busca reafirmar sua relevância no cenário continental e conta com o apoio de sua torcida para alcançar o objetivo.
O periódico também ressaltou a liderança do técnico Mauricio Pellegrino, apontado como peça central na tentativa de conduzir a equipe a um novo capítulo marcante em sua trajetória. Enquanto isso, o Flamengo aposta na força do Maracanã e no apoio de sua torcida para impedir qualquer roteiro surpreendente e confirmar a conquista diante de sua gente.
Enquanto o Rubro-Negro segue fortalecido comercialmente, o grupo rival enfrenta debandada iminente após recuo de banco; Tricolor Gaúcho revela insatisfação
26 Fev 2026 | 16:00 |
A postura firme do Flamengo nas negociações de direitos de transmissão, que gerou críticas de rivais em 2025, parece ter sido confirmada pelo tempo. A Libra (Liga do Futebol Brasileiro), bloco que entrou em rota de colisão com o Rubro-Negro, vive hoje seu momento mais delicado. A retirada de uma proposta financeira do Banco Daycoval expôs fragilidades internas e colocou em xeque a sustentabilidade do grupo. Clubes importantes passaram a discutir alternativas diante do cenário de incertezas.
A crise ganhou força após o recuo do Banco Daycoval, que compraria 5% dos direitos de TV por 15 anos. Sem o aporte previsto, equipes como Grêmio, São Paulo e Santos passaram a avaliar uma possível migração para a Liga Forte União. O enfraquecimento da Libra, iniciado após o embate com o Flamengo, agora atinge diretamente o caixa dos integrantes. Promessas financeiras não cumpridas e divergências políticas ampliaram o desgaste interno.
Um dos casos mais emblemáticos envolve o Grêmio, que vive situação considerada paradoxal. Segundo apuração do UOL, o presidente Odorico Roman tem sido cobrado para o rateio de taxas advocatícias do bloco. O objetivo é manter uma ação judicial da Libra contra o Flamengo na Corte Arbitral. A ironia é que o clube paga para sustentar um modelo de divisão que, na prática, renderia menos do que propostas anteriores defendidas pelo Rubro-Negro.
Além da frustração financeira, a Libra enfrenta um vácuo de poder. Os mandatos de dirigentes como Julio Casares e André Rocha expiraram sem novas eleições, gerando instabilidade política. Falhas contratuais também vieram à tona, como a ausência de previsão de aumento de receitas com a ampliação da Série A. Com mais clubes na divisão, a tendência é de diluição das cotas, agravando a insatisfação.
Enquanto isso, o Flamengo mantém contratos sólidos e independência comercial. Com acordo firmado com a TV Globo até 2029, o clube preserva receitas e estabilidade. Rivais que antes criticaram a postura rubro-negra agora discutem o futuro da própria aliança. O cenário reforça a estratégia adotada pela diretoria ao resistir às pressões e priorizar segurança financeira a longo prazo.