Futebol
Saiu! Confira a escalação do Flamengo para enfrentar o Vasco pelo Cariocão
21 Jan 2026 | 17:59
Futebol
25 Jul 2024 | 00:04 |
No cenário atual do futebol brasileiro, um dos pontos mais discutidos é a gestão dos campeonatos regionais e seu impacto no calendário esportivo nacional. A intensidade e frequência desses torneios têm sido motivo de debate entre jogadores, técnicos e dirigentes, que sugerem uma reformulação que possa beneficiar tanto os clubes quanto os atletas.
Recentemente, uma sugestão tem ganhado força: a diminuição dos campeonatos regionais. A proposta é clara e direta: reduzir a quantidade de jogos dos regionais para proporcionar mais tempo de descanso aos jogadores e, consequentemente, ampliar a janela de tempo disponível para o Campeonato Brasileiro.
FLAMENGO TEM SUAS VOABILIDADES NA TEMPORADA
Atualmente, os campeonatos regionais são disputados de forma intensa, com partidas acontecendo de domingo a domingo. Essa rotina exaustiva resulta em uma média de apenas cinco dias de folga para os jogadores entre um jogo e outro. A carga de trabalho não só compromete o desempenho dos atletas em campo, como também aumenta o risco de lesões, afetando a qualidade dos jogos e a saúde dos profissionais.
Com a redução dos campeonatos regionais, seria possível destinar um período maior para a realização do Campeonato Brasileiro. Essa mudança traria benefícios significativos para o calendário esportivo, permitindo uma melhor organização e planejamento das partidas, além de proporcionar um descanso adequado aos jogadores. Com mais tempo disponível, os clubes poderiam se preparar de forma mais eficaz para os confrontos nacionais, elevando o nível das competições.
O clube carioca aceitou chegar ao montante exigido pelos ingleses, porém a divergência sobre parcelamento e pagamento à vista impede o desfecho imediato
22 Jan 2026 | 10:57 |
A novela envolvendo o retorno de Lucas Paquetá ao Flamengo ganhou novos contornos decisivos nesta quarta-feira (21). Após semanas de tratativas, as conversas entre a diretoria rubro-negra e o West Ham avançaram em um ponto crucial: o valor final da operação. No entanto, a assinatura do contrato ainda esbarra na engenharia financeira necessária para viabilizar a transferência.
Segundo apuração da reportagem, o principal obstáculo deixou de ser o montante total e passou a ser o cronograma de desembolso. O Flamengo deu um passo importante ao concordar com a cifra de 40 milhões de euros, atingindo o preço estipulado pelos europeus. Contudo, o modelo de pagamento proposto por cada lado segue distante de um consenso.
O avanço nas negociações ocorreu após uma sinalização de flexibilidade por parte do clube londrino. Inicialmente irredutível na pedida de 57 milhões de euros (aproximadamente R$ 359,5 milhões), o West Ham aceitou baixar a exigência para a casa dos 40 milhões de euros. A condição imposta pelos ingleses, porém, é rigorosa: desejam o valor fixo, sem a inclusão de metas variáveis, e preferencialmente com pagamento à vista.
Do outro lado, a estratégia do Flamengo para arcar com o alto investimento envolve parcelamento. A proposta rubro-negra, embora aceite o valor total de 40 milhões, tenta diluir parte dessa quantia em bônus e metas consideradas acessíveis, além de estender o prazo de pagamento. Com o "sim" garantido em relação ao preço, o foco das reuniões agora é exclusivamente o fluxo de caixa.
Diante da repercussão do caso, o diretor executivo de futebol do Flamengo, José Boto, quebrou o silêncio. O dirigente ressaltou que aquela seria a "primeira e última vez" que trataria publicamente do tema enquanto a negociação estivesse em curso, pregando transparência sobre a complexidade do negócio.
Boto confirmou a vontade de Lucas Paquetá em retornar ao Ninho do Urubu, mas foi cauteloso ao citar a resistência do West Ham: “Queremos muito ter o Paquetá e ele quer muito vir. Nas negociações há sempre uma terceira parte e essa terceira parte não está muito convencida em vender o Paquetá. Tivemos avanços significativos, mas é uma operação muito difícil (...), disse o treinador.
Com gol do Carrascal e atuação segura da equipe titular, Rubro-Negro supera o rival no Maracanã e conquista a primeira vitória na temporada
21 Jan 2026 | 23:41 |
Em uma noite de estreias e recuperação, o Flamengo venceu o Vasco por 1 a 0 nesta quarta-feira (21), no Maracanã, em duelo válido pela terceira rodada do Campeonato Carioca. O gol da vitória foi marcado pelo meio-campista Carrascal, na etapa final, garantindo o primeiro triunfo do Rubro-Negro na competição. A partida marcou o retorno do elenco principal ao gramado, após um início de estadual com o time sub-20.
O confronto foi marcado pela intensidade das duas equipes, com chances claras de ambos os lados, mas a qualidade técnica do Flamengo e a expulsão do volante Barros, do Vasco, no início do segundo tempo, foram determinantes para o resultado.
A primeira etapa mostrou um Flamengo superior, com maior posse de bola (60%) e volume de jogo. O time comandado por Filipe Luís criou diversas oportunidades, parando em uma noite inspirada do goleiro Léo Jardim. Bruno Henrique, Cebolinha e Léo Pereira tiveram chances claras de abrir o placar, mas esbarraram nas defesas do arqueiro vascaíno.
Apesar da pressão, a melhor chance dos primeiros 45 minutos foi do Vasco. O atacante GB recebeu livre na área, driblou o goleiro Rossi, mas finalizou para fora. O placar zerado no intervalo não refletiu a movimentação da partida.
O cenário do jogo mudou logo no início da segunda etapa. Aos 4 minutos, o volante Barros, do Vasco, recebeu cartão vermelho direto após entrada dura em Carrascal, deixando o Cruzmaltino com um homem a menos. Com a vantagem numérica, o Flamengo aumentou a pressão.
A recompensa veio aos 23 minutos. Após cruzamento de Léo Pereira e corte parcial da zaga, a bola sobrou para Carrascal na entrada da área. O colombiano bateu de primeira, no cantinho, contando com um toque na trave antes de estufar as redes: 1 a 0.
Mesmo com a vantagem, o Flamengo seguiu criando. Pedro, que entrou no intervalo, e Samuel Lino tiveram chances de ampliar, mas novamente pararam em Léo Jardim ou na falta de pontaria. O Vasco tentou reagir com as entradas de Coutinho e David, mas não teve forças para buscar o empate.
Boto rompe o silêncio sobre a negociação, destaca desejo mútuo entre as partes e detalha a complexidade da operação; apuração revela acordo financeiro
21 Jan 2026 | 22:09 |
O diretor executivo de futebol do Flamengo, José Boto, quebrou o silêncio e abordou de forma definitiva a novela envolvendo a contratação de Lucas Paquetá. Em declaração contundente, o dirigente classificou a operação como extremamente complexa, embora tenha reconhecido que houve progressos importantes nas tratativas com o West Ham. O principal obstáculo para o desfecho feliz, no entanto, continua sendo a engenharia financeira necessária para tirar o meia da Premier League.
Boto fez questão de alinhar as expectativas da torcida, ressaltando que, embora exista uma vontade clara do atleta em retornar e do clube em contratá-lo, a negociação depende de uma terceira ponta, o clube inglês, que ainda demonstra resistência em liberar um de seus principais ativos.
Ao comentar o caso, o dirigente afirmou que esta seria a "primeira e última vez" que falaria publicamente sobre o tema enquanto as conversas estivessem em andamento. Boto foi transparente ao citar a dificuldade de convencer os ingleses.
“Queremos muito ter o Paquetá e ele quer muito vir. Nas negociações há sempre uma terceira parte e essa terceira parte não está muito convencida em vender o Paquetá. Tivemos avanços significativos, mas é uma operação muito difícil. São valores e um jogador de um patamar muito grande. Temos que ter paciência ao negociar com o West Ham”, explicou o diretor.
Ele também defendeu a estratégia do Flamengo quanto ao modelo de negócio, rebatendo críticas sobre a necessidade de parcelamento. “Não é exclusivo o clube brasileiro pagar parcelado. Todos os clubes do mundo pagam parcelado. [...] O principal entrave é financeiro. São verbas altas, que já baixamos significativamente”, completou Boto, reafirmando ser um "otimista por natureza".
Para além das falas oficiais, a reportagem apurou os detalhes que travam a assinatura do contrato. O ponto central da discórdia não é mais o valor total, mas sim a forma como o dinheiro chegará a Londres. O West Ham exige o montante de 40 milhões de euros (fixos), sem a inclusão de metas variáveis e, preferencialmente, com pagamento à vista.
O Flamengo, por sua vez, deu um passo importante ao concordar com o valor de 40 milhões de euros, o que representa o maior avanço nas conversas até agora. Contudo, a proposta rubro-negra envolve o pagamento desse montante de forma parcelada, diluindo parte da quantia em bônus e metas consideradas acessíveis para atingir o total exigido. Com o "sim" do Flamengo para o preço final já garantido, as discussões agora se concentram exclusivamente no cronograma de desembolso.