Futebol
13 Set 2024 | 17:34 |
Um dos principais alvos de crítica na má fase que a Seleção Brasileira enfrenta é Vini Jr Sem conseguir aplicar o futebol que desfila no Real Madrid, o ex-Flamengo foi analisado pelo seu técnico Carlo Ancelotti, que comentou do porquê o atleta jogar mal a serviço do Brasil.
Em coletiva antes do jogo contra a Real Sociedad pela LaLIga, o técnico italiano avaliou o momento de Vini não só na seleção, mas também no clube, e reiterou a importância do craque no time espanhol.
“Vinícius não está em sua melhor versão, mas segue sendo muito importante para nós. Ele foi decisivo na Supercopa da Europa, por exemplo. Não tem feito gols como nos acostumamos a ver, mas não temos pressa quanto a isso: o time marca e ele é importante, sempre dá tudo que pode. No Brasil, é um problema geral, porque o time não está jogando seu melhor futebol. Aqui seguimos encantados com ele, ninguém pode esquecer que ganhamos duas Champions com ele”, declarou Ancelotti.
Indicado, e talvez o favorito a vencer os prêmios de melhor jogador do mundo, na Seleção, Vini Jr tem números discretos. Desde a sua estria, são 35 jogos disputados e apenas cinco gols marcados.
Ancelotti comenta sobre possível ida de Vini Jr para a Arábia
Além do momento de Vini Jr, outro ponto debatido por Ancelotti em coletiva foi uma possível transferência do cria do ninho para o futebol árabe. Os rumores apontam que Vini poderia ser jogador com o maior salário da história dos esportes caso aceitasse a oferta.
No entanto, apesar do burburinho na imprensa, Ancelotti afirma que conhece e conversa com seus jogadores, e que nada chegou ao seus ouvidos sobre o assunto.
“Não sei se chegou esta oferta mesmo. Falo com todos os jogadores, mas nunca falamos com Vinícius sobre essa oferta. Ele não vai perder sua ideia do que tem que fazer por causa das coisas que chegam de fora”, avaliou o treinador.
Na atual temporada, Vini Jr já disputou cinco jogos, com um tento e três passes para gol.
Durante a entrevista coletiva de celebração da conquista do Campeonato Carioca, o diretor executivo de futebol afirmou estar orgulhoso do trabalho
09 Mar 2026 | 10:18 |
Logo após a equipe levantar a taça do Campeonato Carioca, o diretor executivo de futebol do Flamengo, José Boto, atendeu a imprensa e adotou um tom de despedida. O cartola declarou abertamente que está ciente da possibilidade de ser desligado do cargo e que a decisão final sobre a sua permanência está sob a responsabilidade exclusiva do atual presidente, Luiz Eduardo Baptista, conhecido como Bap.
Embora tenha expressado enorme satisfação por integrar a gestão da equipe carioca, o profissional não se esquivou das perguntas sobre a pressão interna. O dirigente ressaltou que possui a maturidade necessária para compreender e acatar qualquer escolha feita pelo mandatário máximo do clube, mesmo que isso signifique a interrupção precoce de seu projeto esportivo na Gávea.
“Uma coisa que tenho no futebol: desde que assino um contrato, estou preparado para sair. (...) Tenho um orgulho muito grande de defender o Flamengo. Se achar que a hora de sair, eu saio. Se achar que é agora, é agora. Se achar que é daqui seis meses, é daqui seis meses”, declarou o dirigente, transferindo publicamente a definição para o presidente Luiz Eduardo Baptista.
Atualmente, o vínculo oficial do cartola com a instituição rubro-negra tem validade estipulada até o mês de dezembro desta temporada. Conforme informações apuradas pela ESPN, a existência de uma cláusula contratual prevê que o Flamengo terá que arcar com o pagamento equivalente a quatro meses de salário do profissional caso opte pela sua demissão antecipada.
Apesar das cifras envolvidas na possível quebra de contrato, José Boto demonstrou tranquilidade com o cenário adverso. "Estou preparado com 40 anos de futebol. Nunca saí de um clube mal. Tenho contrato... O presidente está aí, perguntem para ele se vou continuar ou não", pontuou o executivo.
Após conquistar o título do Campeonato Carioca, o novo treinador português revelou que a diretoria rubro-negra está atenta ao mercado
09 Mar 2026 | 09:42 |
A diretoria do Flamengo segue monitorando ativamente o mercado da bola. A necessidade de contratar um "camisa 9" foi confirmada publicamente pelo próprio comandante da equipe, Leonardo Jardim, no último domingo (8). Logo após faturar o troféu do Campeonato Carioca em sua estreia no Maracanã, o técnico europeu destacou que a chegada de um novo centroavante é tratada como uma possibilidade real para a sequência da temporada.
Durante a entrevista coletiva pós-título, Jardim fez uma avaliação sobre a maratona de jogos no futebol brasileiro e as exigências físicas impostas aos atletas. O português elogiou a entrega de Pedro na decisão estadual, mas alertou que o jogador apresentou sinais claros de fadiga muscular na etapa complementar.
Atualmente, o elenco rubro-negro possui alternativas internas para suprir ausências no ataque, mas que ainda esbarram na inexperiência ou na improvisação. O técnico citou a presença da promessa Wallace Yan, jogador de origem da posição, que deverá ganhar rodagem ao longo do ano. Outra opção avaliada é o deslocamento de Bruno Henrique para atuar centralizado.
Apesar de valorizar as peças que tem à disposição, Jardim foi direto ao afirmar o desejo por uma reposição de ofício. "Se, no futuro, conseguirmos trazer um jogador que nos permita não mais fazer adaptações, vamos fazer. O desgaste é muito grande", explicou o comandante, frisando que a exigência por vitórias contínuas no Flamengo demanda um elenco fisicamente impecável.
O grande obstáculo para a cúpula flamenguista neste instante reside nos prazos estabelecidos para o registro de novos atletas. A janela principal de transferências encontra-se fechada. A única brecha estipulada no regulamento permite que os clubes da Série A contratem jogadores que tenham atuado nos campeonatos estaduais deste ano, com um prazo limite de inscrição estipulado para o dia 27 de março.
Após defender duas cobranças na decisão contra o Fluminense no Maracanã, o goleiro argentino dedicou parte da conquista ao ex-treinador
09 Mar 2026 | 09:24 |
Flamengo é o grande campeão do Campeonato Carioca de 2026, e o troféu tem as luvas de Agustín Rossi como marca principal. Na noite deste domingo (8), após um empate sem gols no tempo regulamentar, o Rubro-Negro superou o Fluminense por 5 a 4 na disputa de pênaltis no Estádio do Maracanã. O arqueiro argentino foi o nome do clássico ao defender duas cobranças adversárias, garantindo a festa da torcida e coroando a transição no comando técnico do clube.
Em um embate marcado pela alta tensão e pelo placar inalterado durante os noventa minutos, a definição do campeão estadual exigiu frieza máxima na marca da cal. Foi nesse cenário de extrema pressão que Rossi chamou a responsabilidade.
Apesar da festa pelo título e da estreia do novo comandante, a figura de Filipe Luís dominou as declarações pós-jogo do camisa 1. Em entrevista ainda no gramado, Rossi confessou que o desligamento do antigo treinador chocou o grupo. “Muita gente já tinha ido dormir e acordamos com essa notícia. Eu tive Filipe como jogador e treinador. Todo mundo teve um carinho diferente com ele”, relatou.
O goleiro fez questão de ressaltar que a taça estadual também pertence à antiga comissão técnica, enaltecendo o legado histórico deixado pelo ex-lateral. “Ninguém pode esquecer o que ele fez com a gente, ficamos perto de ser campeões do mundo contra o PSG. Ele vai ficar marcado na história por ser um treinador que ganhou Brasileiro e Libertadores no mesmo ano”, pontuou o argentino, demonstrando enorme gratidão pelo suporte recebido nos últimos meses.
Para Rossi, começar um novo ciclo comemorando é fundamental para a sequência de 2026 com Leonardo Jardim. “Sempre dá confiança vencer, ainda mais ganhar um título. Para ficar muito tempo no Flamengo tem que conquistar título”, concluiu o goleiro, reforçando que o foco imediato do elenco agora é descansar e aproveitar o embalo positivo para enfrentar o calendário pesado das competições nacionais e internacionais que estão por vir.