Futebol
09 Nov 2024 | 15:05 |
Antes da aguardada final da Copa do Brasil entre Flamengo e Atlético-MG, marcada para este domingo (10), a Arena MRV, em Belo Horizonte, apresentou várias poças d’água no gramado, que recentemente passou por uma reforma. Nas últimas semanas, o campo teve parte do solo trocado justamente para resolver problemas de drenagem.
No final de outubro, o Atlético-MG enfrentou o Internacional no mesmo estádio, mas a partida precisou ser interrompida devido às condições do campo, que não suportou a chuva. Após o incidente, o Galo substituiu a base de argila do gramado por uma de areia, buscando melhorar a drenagem.
“A grama foi retirada de uma fazenda no estado do Rio de Janeiro, em formato de rolos, e transportada em caminhões refrigerados para a Casa do Galo. Cerca de 5,5 mil metros quadrados do campo foram substituídos através do processo conhecido como ‘ready to play‘”, informou o time mineiro.
Contudo, imagens recentes do portal “GE” mostram que as poças continuam a se formar no gramado. Além disso, a previsão é de chuva passageira nas horas que antecedem o confronto, conforme a ClimaTempo.
Flamengo Pode Fazer História na Arena MRV
Atlético-MG e Flamengo se enfrentam às 16h para decidir o título da Copa do Brasil. O Flamengo chega com vantagem após vencer o primeiro jogo por 3 a 1, podendo perder por até um gol para garantir o pentacampeonato. Esta final marca a primeira vez que um time levantará uma taça na Arena MRV, e o Flamengo tem a oportunidade de ser o primeiro campeão no novo estádio.
Em julho, Flamengo e Atlético-MG já se enfrentaram na Arena MRV, com vitória do Rubro-Negro por 4 a 2, com dois gols de Bruno Henrique, um de Carlinhos e outro de Ayrton Lucas.
Hammers seguem pedindo valor superior ao oferecido pelo Mengão para acertar a contratação do meia, que segue afastado no clube
23 Jan 2026 | 08:57 |
O West Ham rejeitou uma nova oferta formal do Flamengo por Lucas Paquetá. O clube brasileiro mudou a estrutura da proposta, mas ainda não chegou a ultrapassar os €40 milhões. A nova oferta é de €35 milhões fixos mais €5 milhões em bônus. O meia segue pressionando para a transferência. Os Hammers querem mais de €45 milhões e pretende vender apenas no verão. A informação é do jornalista inglês Ben Jacobs.
Diante da repercussão envolvendo a possível volta de Lucas Paquetá, o diretor executivo de futebol do Flamengo, José Boto, falou publicamente sobre o caso. O dirigente afirmou que esta seria a “primeira e última vez” que trataria do assunto enquanto a negociação estivesse em andamento, destacando a necessidade de transparência diante da complexidade da operação.
Boto confirmou o desejo do meio-campista em retornar ao Ninho do Urubu, mas fez questão de frisar a resistência do West Ham em liberar o jogador. “Queremos muito ter o Paquetá e ele quer muito vir. Nas negociações há sempre uma terceira parte, e essa terceira parte não está muito convencida em vender o Paquetá. Tivemos avanços significativos, mas é uma operação muito difícil”, afirmou o dirigente.
Apesar do sinal positivo da comissão técnica, a definição segue condicionada às tratativas conduzidas pelo departamento de futebol do clube inglês. O aval do treinador ajuda a criar um ambiente favorável para uma eventual saída, mas a complexidade financeira do negócio ainda impõe entraves entre as diretorias.
O técnico Nuno Espírito Santo confirmou que Paquetá não estará à disposição para o confronto contra o Sunderland, marcado para o próximo sábado (24). A ausência ocorre em meio às negociações para o retorno do jogador ao futebol brasileiro.
Esta será a segunda partida consecutiva em que o camisa 10 fica fora da lista de relacionados. Na rodada anterior, ele já não havia participado da vitória por 2 a 1 sobre o Tottenham, em clássico londrino. Apesar do resultado positivo, a situação do West Ham na tabela segue preocupante. A equipe ocupa a zona de rebaixamento e está cinco pontos atrás do Nottingham Forest, primeiro clube fora do Z-3.
Cria do Mengão, atacante do Fulham recebeu mensagens pelas redes sociais utilizando termos racistas e fazendo ameaças a seus familiares
23 Jan 2026 | 08:43 |
Um homem, cuja identidade não foi revelada, foi proibido de frequentar estádios por três anos após cometer ofensas racistas contra o atacante Rodrigo Muniz, cria do Flamengo e atualmente no Fulham, da Inglaterra. Além do banimento, ele também foi condenado a cumprir 150 horas de trabalho comunitário.
As ofensas aconteceram após dois confrontos entre Fulham e Liverpool, ambos válidos pela Premier League. Em entrevista à TNT Sports, Rodrigo Muniz relatou que os ataques começaram depois de marcar um gol no jogo do primeiro turno, mas se intensificaram no segundo duelo, quando voltou a ser decisivo. Entre as mensagens enviadas, o agressor chamou o atacante de “escravo” e chegou a desejar a morte de familiares do jogador, entre outras ofensas de cunho racista.
Rodrigo Muniz explicou que, inicialmente, não chegou a tomar providências por não ter visto as mensagens no momento em que foram enviadas: “No primeiro jogo contra o Liverpool, na última temporada, fiz o gol de empate. Depois do gol, ele me mandou mensagem me chamando de escravo, dizendo que tomara que minha família morresse. Eu nem fiz nada, porque não vi a mensagem”, contou o atacante.
No segundo confronto entre as equipes, disputado no returno, o cria do Flamengo voltou a ser decisivo ao marcar o gol da vitória. Dessa vez, novas mensagens foram enviadas e visualizadas pelo atleta, que decidiu denunciar o caso ao clube.
A partir daí, o Fulham acionou os protocolos internos, encaminhou a denúncia às autoridades e o caso foi levado à Justiça. O agressor foi julgado e recebeu a punição de banimento temporário dos estádios, além da pena alternativa. “No jogo de volta, que fiz o gol da vitória em casa, ele mandou mais mensagem. Dessa vez eu vi. Levei ao clube, que seguiu os protocolos, o caso foi à corte e ele foi sentenciado”, finalizou Rodrigo Muniz.
Volante da Seleção não renovará com o Manchester United e ficará livre no mercado, mas vencimentos atuais, quatro vezes acima do teto nacional
22 Jan 2026 | 21:51 |
Uma informação vinda da Inglaterra movimentou os bastidores do mercado da bola nesta semana: o ciclo de Casemiro no Manchester United tem data para acabar. O clube inglês decidiu não renovar o vínculo com o volante, que ficará livre para assinar com qualquer equipe ao fim da temporada 2025/26.
A notícia acendeu imediatamente o alerta e o sonho de torcedores brasileiros, especialmente de Flamengo e Cruzeiro, clubes com alto poder de investimento no cenário atual. No entanto, entre o desejo de repatriar um dos maiores meio-campistas da história recente e a concretização do negócio, existe um obstáculo financeiro monumental.
Os valores que envolvem o capitão da Seleção Brasileira são considerados irreais para a realidade sul-americana sem uma drástica readequação ou uma operação comercial inédita. Contudo, o nome do atleta não deixou de ser sugerido por diversos torcedores do Flamengo nas redes sociais.
A barreira para o retorno do camisa 5 é puramente matemática. Segundo informações da imprensa britânica, os vencimentos de Casemiro giram entre £ 350 mil e £ 430 mil semanais. Convertendo para a moeda brasileira na cotação atual, o montante mensal oscila entre R$ 10,8 milhões e R$ 13,3 milhões.
Para contextualizar o tamanho do abismo, o teto salarial praticado no Brasil para estrelas de nível mundial, como foi o caso recente de Memphis Depay ou atacantes de elite, orbita na casa dos R$ 2,5 milhões a R$ 3 milhões.
Ou seja, Casemiro recebe, atualmente, cerca de quatro vezes mais do que o atleta mais bem pago em atividade no país. Para jogar no Brasileirão, o volante precisaria aceitar uma redução brusca em seus ganhos fixos.