Futebol
Filipe Luís explica decisão para mudança do planejamento do Flamengo: "interesses..."
22 Jan 2026 | 12:08
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20 Abr 2024 | 17:57 |
Nesta sexta-feira (19), comemora-se o “Dia dos Povos Indígenas”, e o Flamengo aproveitou a oportunidade para exaltar as referências indígenas da história do clube. Através da conta oficial no Instagram, o Mengão escreveu uma mensagem para aqueles que fizeram parte da história rubro-negra e elucidou fatos indígenas que contribuíram para o clube: “A história do Flamengo é marcada por momentos inspirados em tradições indígenas. Neste 19 de abril, agradecemos por tanta contribuição ao país e pedimos atenção para a causa dos povos originários”, escreveu.
No total, o Mais Querido elencou três fatos importantes relacionados à comunidade indígena e que fazem parte da história do Flamengo de alguma maneira.
Todos sabem que o Flamengo é extremamente tradicional no Remo, o que muitos não sabem é que o clube batiza os barcos utilizados nas competições, com nomes indígenas, desde 1896, como forma de homenagem. Na publicação feita no Instagram, o Mengão citou exemplos como: “Aimoré, Iaci, Irerê, Cecy e Tymbira”.
Um outro fato relevante que liga a história do Mengão ao povo indígena é o local onde fica a Gávea, sede principal do Mais Querido. Isto porque a sede fica nas margens da Lagoa Rodrigo de Freitas, que há muitos anos, se chamava “Lagoa de Sacopenapã”.
O terceiro fato mencionado pelo Flamengo em e suas redes, é a origem da palavra que forma o mascote e símbolo do time da Gávea. Segundo o que foi publicado pelo clube a palavra Urubu tem etimologia do tupi-guarani.
O prefixo “Uru”, no Tupi, significa “ave grande”, enquanto o sufixo “Bu”, significa negro. Por isso, houve a junção e o nome da ave é Urubu na língua portuguesa.
Lateral-esquerdo peruano e outros dois companheiros de equipe foram suspensos preventivamente pela diretoria do clube enquanto a polícia investiga denúncia
22 Jan 2026 | 16:29 |
O lateral-esquerdo Miguel Trauco, com passagem pelo Flamengo e que atualmente defende as cores do Alianza Lima, do Peru, foi afastado das atividades do clube. A medida drástica ocorre após o jogador ser alvo de uma acusação de crime sexual envolvendo uma jovem de nacionalidade argentina.
A decisão da diretoria peruana não se restringiu apenas ao ex-rubro-negro. Além de Trauco, os atletas Carlos Zambrano e Sergio Peña Flores, que também integram o elenco do Alianza, foram incluídos na suspensão preventiva. O caso ganhou repercussão imediata na imprensa local e internacional, gerando uma crise nos bastidores da equipe de Lima.
Em resposta rápida à gravidade das denúncias, a instituição publicou uma nota oficial para esclarecer sua postura. O clube informou que o afastamento do trio segue rigorosamente as diretrizes estipuladas em seu código interno de conduta e disciplina. A medida visa preservar a integridade das investigações enquanto os fatos são apurados pelas autoridades competentes.
No comunicado, a diretoria do Alianza Lima assegurou que está disposta a colaborar integralmente com a polícia local para o esclarecimento do episódio. O clube reiterou que acompanha o desenrolar do caso com máxima atenção e responsabilidade, deixando em aberto a possibilidade de adotar novas sanções ou medidas administrativas dependendo do avanço e das conclusões do inquérito policial.
Atualmente, Miguel Trauco divide o vestiário no Alianza Lima com outro nome de peso que vestiu a camisa do Flamengo: o centroavante Paolo Guerrero. A dupla, que atuou junta no Rio de Janeiro, viveu momentos importantes no futebol brasileiro antes de seguir caminhos distintos e se reencontrar no país natal.
Nuno Espírito Santo confirma ausência do brasileiro em duelo decisivo pela Premier League; Flamengo admite negociação difícil, mas vê avanços no negócio
22 Jan 2026 | 15:02 |
Lucas Paquetá será desfalque no West Ham por mais uma rodada da Premier League. O técnico Nuno Espírito Santo confirmou que o meio-campista brasileiro não estará à disposição para o confronto contra o Sunderland, marcado para o próximo sábado (24). A ausência ocorre em meio às intensas negociações para o retorno do atleta ao futebol brasileiro, especificamente para o Flamengo.
Esta é a segunda partida consecutiva que o camisa 10 fica fora da lista de relacionados. Na rodada anterior, ele já não havia participado da vitória suada por 2 a 1 sobre o Tottenham. Apesar do triunfo no clássico londrino, a situação dos Hammers na tabela permanece delicada: o clube ocupa a zona de rebaixamento, cinco pontos atrás do Nottingham Forest, primeiro time fora do Z-3.
A luta contra a degola é um dos fatores que endurecem a postura do West Ham nas tratativas. O clube inglês entende a importância técnica de Paquetá, mas o treinador português já parece resignado quanto à situação indefinida do atleta. Ao comentar a não relação do jogador para o duelo de sábado, Nuno foi breve e direto: "Torcemos para que o clube e o jogador encontrem uma solução".
No Brasil, a diretoria rubro-negra trata o assunto com cautela e transparência. Na última quarta-feira (21), antes da vitória do Flamengo por 1 a 0 sobre o Vasco no Maracanã, o diretor de futebol José Boto rompeu o silêncio sobre o caso. Pela primeira vez, o dirigente detalhou o andamento das conversas.
Segundo Boto, o Flamengo conseguiu avanços significativos na operação, mas o desfecho ainda é complexo. O executivo ressaltou que a qualidade técnica de Paquetá o coloca em um patamar elevado no mercado internacional, o que reflete diretamente nos custos. "O principal entrave é financeiro. É um jogador que está no 'top' e não é fácil", analisou o dirigente, mantendo os pés no chão quanto à repatriação do ídolo.
Treinador cruzmaltino afirmou que o Mais Querido não criou chances contundentes no Maracanã, apesar das dez defesas difíceis de Léo Jardim
22 Jan 2026 | 13:15 |
A vitória do Flamengo por 1 a 0 sobre o Vasco, na última quarta-feira (21), no Maracanã, continua repercutindo, mas não apenas pelo resultado em campo. Após o apito final, a entrevista coletiva concedida pelo técnico Fernando Diniz tornou-se o centro das atenções. O comandante cruzmaltino minimizou a atuação do rival e contestou a superioridade rubro-negra, gerando revolta entre os próprios torcedores vascaínos nas redes sociais.
Ao ser questionado pelos jornalistas sobre o controle exercido pelo Flamengo na etapa final, especialmente após o cartão vermelho recebido pelo volante Cauan Barros, Fernando Diniz discordou da premissa. Para o treinador, não houve um abismo técnico entre as equipes durante o período em questão.
"Acho que, no primeiro tempo, o Flamengo foi superior, mas eu não acho que voltou superior à gente. Se a gente pegar os cinco minutos do segundo tempo para assistir (antes da expulsão), você vai ver que não foi isso que você (jornalista) está falando", declarou o técnico, defendendo a postura de sua equipe antes de ficar com um jogador a menos.
O ponto mais polêmico da entrevista, no entanto, foi a análise sobre as oportunidades de gol. Apesar de o goleiro Léo Jardim ter realizado dez defesas ao longo do clássico, muitas delas consideradas difíceis, Diniz sustentou a tese de que o Flamengo não produziu lances de perigo real.
"O Léo Jardim fez algumas defesas, mas não teve chances contundentes. Por mais que eu tenha a impressão de que tomaríamos o gol, o jogo podia ter terminado 0 a 0. Não teve chance na cara do Léo", argumentou.
Segundo a visão do treinador, o volume de jogo do rival foi "natural" devido à vantagem numérica, mas pouco efetivo. "A maioria dos chutes do Flamengo foi cabeçada, chute fora da área, um ou outro jogador levou vantagem ali na área e chutou, mas chance criada eu não vi", concluiu Diniz, em uma fala que contrastou com a percepção da arquibancada e da crítica esportiva.
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