Clube
29 Nov 2023 | 14:04 |
Rodolfo Landim, presidente do Flamengo, vislumbra um futuro promissor para o clube ao considerar a transformação do estádio em Sociedade Anônima do Futebol (SAF). Sua convicção reside na ideia de que esta mudança poderia ser a chave para erguer um novo lar para os rubro-negros.
A proposta em discussão envolve a possibilidade de vender até 30% da SAF, mantendo os sócios proprietários no comando. Essa abordagem visa a harmonizar a gestão do estádio com a participação ativa dos torcedores, fortalecendo os laços entre o clube e sua apaixonada base de apoiadores.
Ao abraçar a transformação em SAF, Landim demonstra uma compreensão profunda das necessidades e aspirações do Flamengo. A iniciativa não é apenas sobre erguer um estádio; é sobre criar um espaço que ressoe com a identidade do clube e proporcione uma experiência autêntica aos torcedores.
A proposta não apenas visa a viabilidadefinanceira, mas também busca preservar a essência e a liderança dos sócios proprietários. O presidente acredita que essa abordagem híbrida permitirá ao Flamengo alcançar suas metas financeiras, ao mesmo tempo em que mantém a voz ativa daqueles que têm uma ligação visceral com o clube.
A possível venda de parte da SAF não é encarada como uma perda de controle, mas sim como um passo estratégico para a sustentabilidade e o crescimento. Landim compreende que, em um cenário esportivo e econômico em constante evolução, é necessário adotar medidas inovadoras para garantir a competitividade e a prosperidade a longo prazo.
A proposta também reflete a visão do presidente sobre o papel central dos torcedores na jornada do clube. Ao manter os sócios proprietários no comando, busca-se preservar a tradição e a paixão que fazem do Flamengo mais do que um simples clube de futebol. A participação ativa dos torcedores na gestão do estádio é vista como um elemento vital para o sucesso contínuo do projeto.
A discussão em torno da transformação em SAF não é apenas uma estratégia de gestão; é uma declaração de compromisso com a comunidade flamenguista. Landim reconhece que o Flamengo não é apenas um time, mas uma fonte de orgulho e identidade para milhões de torcedores. Portanto, qualquer decisão relacionada ao estádio é permeada pela responsabilidade de preservar a cultura e os valores que tornam o clube único.
A proposta de transformar o estádio do Flamengo em SAF é mais do que um plano de negócios; é uma expressão de visão e liderança. Landim está guiando o clube em direção a um futuro onde a sustentabilidade financeira se entrelaça com a paixão dos torcedores, criando uma base sólida para as próximas gerações de rubro-negros.
Neste momento crucial, o presidente destaca a importância de envolver a comunidade flamenguista na tomada de decisões. A transparência e a comunicação aberta são fundamentais para garantir que todos compreendam e apoiem as mudanças propostas, consolidando assim a união que faz do Flamengo não apenas um clube, mas uma família.
Em última análise, a proposta de transformação do estádio em SAF representa um capítulo emocionante na história do Flamengo. Landim, com sua visão arrojada e compromisso inabalável, está pavimentando o caminho para um futuro onde o clube não apenas brilha nos gramados, mas também floresce nos corações e mentes de seus torcedores.
Clube já tem o maior faturamento do futebol brasileiro e foi o primeiro a ultrapassar a marca de R$ 2 bi, mas o presidente planeja ainda mais
20 Mai 2026 | 17:00 |
Pela primeira vez na história do futebol brasileiro, o Flamengo alcançou a marca de R$ 2 bilhões em receita anual. Mesmo diante do recorde histórico, a diretoria rubro-negra já trabalha com metas ainda mais ambiciosas para os próximos anos. O presidente Luiz Eduardo Baptista, o Bap, revelou que o objetivo do clube é atingir R$ 3 bilhões em faturamento até 2030.
Durante participação no videocast “Sport Insider”, do canal N Sports, o mandatário explicou que o crescimento planejado não depende apenas do futebol dentro de campo. Segundo Bap, o Flamengo prepara uma série de projetos paralelos para ampliar significativamente as receitas do clube nos próximos anos.
“Tem uma série de coisas que vamos fazer que não têm absolutamente nada a ver com futebol que vão turbinar esse aumento de receita. Quando se olha para direito de transmissão, número de partidas, ticket médio, premiação, não tem como crescer olhando de maneira ortodoxa. Tendo uma visão mais heterodoxa, vai caber mais R$ 1 bilhão em três, quatro anos”, afirmou o presidente.
O crescimento financeiro recente do Flamengo reforça o otimismo da diretoria. Em 2021, o clube ultrapassou pela primeira vez a marca de R$ 1 bilhão em receita. Apenas quatro temporadas depois, o Rubro-Negro dobrou esse valor e chegou aos R$ 2 bilhões. Agora, a expectativa é repetir o salto financeiro até o fim da década.
Entre os projetos em andamento, o Flamengo pretende lançar uma marca própria de roupas voltada para o público feminino. Batizada de “Gávea”, a linha de moda casual foi planejada após estudos de mercado indicarem o forte potencial de consumo desse segmento.
Além disso, o clube também deseja investir no setor imobiliário. Um dos planos da diretoria envolve a construção de um hotel cinco estrelas na Gávea, Zona Sul do Rio de Janeiro. Com as novas iniciativas, o Flamengo busca ampliar receitas fora das quatro linhas e consolidar ainda mais a posição como clube mais poderoso financeiramente da América do Sul.
Em fim de contrato com o Mengão, atleta vê nos EUA o local ideal para ter mais tempo em quadra e desenvolver seus talentos
13 Mai 2026 | 09:00 |
A saída de Helena Wenk do Sesc Flamengo ganhou novos capítulos após declarações de Paulo Coco, auxiliar técnico da Seleção Brasileira e treinador do Atlanta (EUA). Em entrevista ao portal “Olimpíada Todo Dia”, o comandante comentou sobre o desenvolvimento da ponteira de 1,99m em meio à despedida da atleta do Rubro-Negro rumo ao exterior.
Mesmo sem confirmar oficialmente a contratação de Helena pelo Atlanta, equipe que disputa a LOVB, liga profissional dos Estados Unidos, Paulo Coco reforçou um ponto que já vinha sendo debatido entre torcedores rubro-negros: a necessidade de mais tempo em quadra para a evolução da jovem atleta.
Segundo o treinador, o mais importante neste momento da carreira da ponteira é encontrar um ambiente que permita crescimento técnico e sequência de jogos em alto nível. No Sesc Flamengo, Helena alternou momentos de destaque e partidas no banco de reservas sob comando de Bernardinho. Apesar de ter sido peça importante na semifinal diante do Praia Clube, a jovem acabou perdendo espaço justamente na reta decisiva da temporada.
A falta de sequência entre as titulares é vista como um dos fatores que dificultaram o desenvolvimento pleno da atleta no time principal. Para Paulo Coco, jogadoras com o porte físico e o potencial técnico de Helena precisam atuar regularmente para alcançar o mais alto nível do voleibol internacional. A expectativa é de que, nos Estados Unidos, a ponteira consiga a rodagem necessária para evoluir de forma mais consistente e ganhar protagonismo.
Com a saída de Helena Wenk, o Flamengo já se movimentou no mercado para reforçar o elenco visando a temporada 2026/27. Entre os nomes confirmados estão Ariele e Jaque, que chegam para fortalecer o grupo comandado por Bernardinho.
Mesmo assim, a despedida da jovem promessa segue gerando debates entre os torcedores rubro-negros. Isso porque Helena era considerada uma das principais joias recentes das categorias de base do clube e tinha grande expectativa de crescimento dentro do projeto do Sesc Flamengo.
Mengão volta a abordar o aumento de impostos para os clubes associativos em relação às SAFs e como isso pode prejudicar modalidades no Brasil
09 Mai 2026 | 21:00 |
O Flamengo utilizou os canais oficiais neste sábado (09) para fazer um alerta sobre o futuro dos esportes olímpicos no Brasil. Em vídeo publicado no YouTube, o clube rubro-negro demonstrou preocupação com os impactos da nova reforma tributária sobre entidades esportivas sem fins lucrativos e afirmou que diversas modalidades podem ficar ameaçadas nos próximos anos.
A produção divulgada pela Flamengo TV trata o tema como uma questão urgente para o esporte nacional. Ao longo do conteúdo, atletas, especialistas e representantes ligados ao setor esportivo destacam possíveis consequências da mudança na legislação, principalmente para clubes formadores que dependem de incentivos fiscais para manter projetos sociais e modalidades olímpicas.
Uma das vozes presentes no vídeo é a da judoca Rosicleia Campos, que chamou atenção para os impactos além do alto rendimento esportivo. Segundo a ex-atleta, o trabalho realizado pelos clubes vai muito além da formação de campeões. “Os clubes não formam só atletas, formam seres humanos”, destacou Rosicleia durante a gravação.
A preocupação central é de que o aumento da carga tributária provoque redução de investimentos, fechamento de projetos e até encerramento de modalidades esportivas, afetando diretamente crianças e jovens atendidos pelos clubes.
O debate gira em torno da Lei Complementar 224, de 2025. De acordo com o Flamengo e representantes do Comitê Brasileiro de Clubes (CBC), a nova legislação coloca entidades esportivas associativas em situação de desvantagem em relação às SAFs. Atualmente, as Sociedades Anônimas do Futebol recolhem cerca de 6% sobre a receita bruta.
Já os clubes sem fins lucrativos, que tradicionalmente reinvestem recursos em formação esportiva e projetos sociais, perderam benefícios históricos previstos anteriormente. Segundo o advogado Felipe Cavalcante, representante do CBC, a tributação para clubes como o Flamengo pode chegar a 11% a partir de 2027: “Não queremos melhoria, só queremos a manutenção do que temos”, afirmou o especialista durante o vídeo divulgado pela Flamengo TV.
Mesmo diante das dificuldades financeiras e do novo cenário tributário, o Flamengo segue mantendo importante presença nos esportes olímpicos brasileiros. Atualmente, o clube possui modalidades como ginástica artística, judô, nado artístico, natação, polo aquático, remo, vôlei e basquete.
Entretanto, o Rubro-Negro já precisou encerrar algumas atividades neste ano, como a canoagem e o remo paralímpico, reflexo das dificuldades enfrentadas para sustentar financeiramente os projetos esportivos. Com o vídeo publicado neste sábado, o Flamengo tenta ampliar o debate público sobre o tema e pressionar autoridades para revisão das medidas que, segundo o clube, podem comprometer o futuro do esporte olímpico nacional.