Futebol
16 Mar 2025 | 20:08 |
Filipe Luís, treinador do Flamengo, concedeu uma coletiva de imprensa após a equipe conquistar o Campeonato Carioca, vencendo o Fluminense no Maracanã, neste domingo (16). Durante a conversa com os jornalistas, o comandante rubro-negro celebrou o título da equipe, elogiou a atuação dos jogadores e fez duras críticas às constantes "desculpas" de rivais diante de derrotas para o Mais Querido.
FLAMENGO VENCEU, MAS NÃO FOI VALORIZADO PELOS RIVAIS
Filipe Luís mostrou-se incomodado com o fato de as vitórias do Flamengo, especialmente em clássicos, nem sempre serem reconhecidas pelos rivais. Para o treinador, é comum ouvir queixas de árbitros e outras justificativas que tentam descreditar o bom desempenho do Mengão. “Quando você ganha um clássico, nunca é valorizado. Sempre tem desculpas, como o juiz roubou, a falta, o pênalti. Isso me deixa extremamente triste”, afirmou o técnico.
JOGADORES SÃO IMPACTADOS PELO DESCREDITO DA VITÓRIA
O treinador também comentou sobre a percepção do elenco rubro-negro em relação a essas críticas constantes. Segundo Filipe, os atletas sentem essa diferença de tratamento e destacam o esforço necessário para alcançar o título. “Os jogadores sentem isso, o time está se desgastando muito para jogar e conquistar o título. Os adversários também fizeram o mesmo, colocando o time titular. Aí parece que eles entregaram e tiram nosso mérito. Isso me incomoda”, disse o treinador, enfatizando a ambição da equipe em sempre buscar a vitória.
Questionado sobre as constantes reclamações dos adversários, Filipe Luís opinou que essas críticas têm o objetivo de desviar a atenção da superioridade do Flamengo em campo. Ele citou especificamente as queixas de Fluminense e Vasco sobre a arbitragem, sugerindo que tais reclamações serviram para desviar o foco da qualidade da atuação do Mengão. “Eu falei que o Flamengo merece ser respeitado. Reclamações que os outros times fizeram eram para tirar o foco do que aconteceu em campo”, afirmou Filipe.
O técnico rubro-negro afirmou ainda que entende que erros de arbitragem podem impactar o resultado de uma partida, mas destacou que é preciso analisar o desempenho da equipe durante o jogo. Filipe Luís disse que não reclama quando a arbitragem erra, desde que seu time tenha dado o seu melhor em campo. “Se meu time não joga, vou falar que meu time não jogou. Mas vou me preocupar com o que aconteceu dentro de campo. As reclamações dos outros times são uma forma de desviar o mérito da vitória do Flamengo", disse.
Em busca de solidez defensiva, a diretoria rubro-negra avalia a contratação do jovem zagueiro argentino de 22 anos, que já acumula convocação para a seleção
07 Mar 2026 | 13:40 |
O departamento de scout do Flamengo segue mapeando intensamente o mercado sul-americano para reforçar o time ainda em 2026 e tem um novo alvo para fortalecer o seu sistema defensivo. Trata-se de Lautaro Rivero, jovem promessa do River Plate.
Segundo informações divulgadas pelo portal esportivo argentino El Crack Deportivo, o clube carioca acompanha de perto a evolução do atleta, que vem se destacando com atuações seguras e despertando o interesse de diversas equipes de peso no cenário internacional.
O jogador de 22 anos possui o diferencial de ser um zagueiro canhoto, uma característica técnica que é bastante valorizada e escassa no futebol moderno. Seu desempenho recente o levou a um novo patamar, culminando em sua convocação para a seleção principal da Argentina.
A estreia com a camisa albiceleste ocorreu em outubro de 2025, quando atuou por 45 minutos na goleada por 6 a 0 sobre a equipe de Porto Rico, em um confronto de caráter amistoso. Considerando os números da atual temporada pelo clube de Buenos Aires, Rivero esteve em campo em sete oportunidades oficiais e já conseguiu balançar as redes adversárias uma vez.
No aspecto financeiro, uma eventual negociação com a equipe argentina exigiria um investimento considerável dos cofres do Flamengo. Levantamentos do portal especializado Sofascore indicam que o valor de mercado atual do defensor gira em torno de 4,2 milhões de euros, o que representa aproximadamente R$ 25,8 milhões na conversão de moedas.
Entidade coloca partida da Seleção Brasileira no estádio para o dia 31 de maio, mas o Mengão joga no mesmo final de semana como mandante no Brasileirão
07 Mar 2026 | 13:33 |
A Seleção Brasileira fará no Maracanã o último amistoso antes de embarcar para a Copa do Mundo. Nesta sexta-feira (06), a CBF confirmou que a equipe comandada por Carlo Ancelotti enfrentará o Panamá no dia 31 de maio, no Rio de Janeiro. A escolha da data pode impactar diretamente a agenda do Flamengo.
No mesmo fim de semana do amistoso entre Brasil e Panamá, o Flamengo tem compromisso marcado contra o Coritiba, como mandante, pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro. A data da partida ainda não foi confirmada oficialmente. A Confederação Brasileira de Futebol reservou o período entre os dias 30 de maio e 1º de junho para o confronto da Seleção. Com isso, existe a possibilidade de alteração no calendário do jogo do Flamengo.
A realização da partida no dia 30 de maio é considerada improvável, já que o Maracanã precisará passar por preparação para receber o amistoso internacional. Dessa forma, a tendência é que o duelo do Flamengo contra o Coritiba aconteça após o jogo da Seleção, possivelmente em 1º de junho, uma segunda-feira.
A escolha do estádio carioca foi destacada pelo presidente da CBF, Samir Xaud, que ressaltou o simbolismo do local para a despedida da equipe antes da Copa do Mundo: “Acho muito simbólico que essa despedida seja em um palco tão importante e emblemático. O Maracanã é a casa da Seleção Brasileira, um estádio conhecido no mundo inteiro e que sempre foi palco de grandes apresentações. Receber o carinho e o apoio dos torcedores será fundamental para a equipe, que já no dia seguinte embarcará para os Estados Unidos”, afirmou.
O dirigente também destacou a importância do momento para o elenco: “Gosto muito do Maracanã. É um palco grandioso, carregado de história. Temos tudo para fazer uma Copa em alto nível. Estamos nos preparando muito bem, os jogadores sentem orgulho em servir à Seleção e será muito importante essa troca de energia antes da disputa”, completou.
Acionista majoritário da SAF cruzeirense evita polêmicas ao comentar a escolha do treinador português, reconhece o direito de livre escolha do profissional
07 Mar 2026 | 13:10 |
A transferência de Leonardo Jardim para o comando técnico do Flamengo continua repercutindo no cenário esportivo nacional, desta vez com manifestações vindas de Minas Gerais. Pedro Lourenço, empresário e dono da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do Cruzeiro, falou publicamente pela primeira vez sobre o acerto de seu ex-treinador com a equipe carioca, substituindo o recém-demitido Filipe Luís.
A polêmica em torno da contratação se deu por conta de uma declaração dada pelo próprio Leonardo Jardim no ano passado. Durante sua passagem pela Toca da Raposa, o comandante europeu havia garantido de forma categórica que, caso trabalhasse no futebol brasileiro, dirigiria exclusivamente a equipe do Cruzeiro.
Apesar do forte vínculo de amizade construído com o técnico durante o período em que trabalharam juntos, Pedro Lourenço optou por uma postura diplomática. Em entrevista concedida à Rádio Cultura, da cidade de Lavras, em Minas Gerais, o gestor cruzeirense evitou entrar em atritos ou criticar a mudança de postura do profissional europeu.
PEDRO EVITA POLÊMICA COM FLAMENGO: "O MUNDO É LIVRE"
"Sobre a questão do Leonardo Jardim, não quero comentar, porque é o direito dele", iniciou o empresário. Lourenço destacou que o mercado do futebol é dinâmico e que respeita as decisões individuais de cada profissional. "O mundo é livre, ele vai para onde ele achar que deve ir. É a cabeça dele, não quero interferir", concluiu o dono da SAF celeste, colocando um ponto final no assunto e focando nos compromissos de sua própria equipe.
Em sua apresentação oficial no Ninho do Urubu na última quarta-feira (4), Jardim precisou se justificar perante a imprensa. O português admitiu ter sido "ingênuo" ao fazer tal afirmação e explicou que sua saída precoce de Belo Horizonte ocorreu em virtude de problemas familiares e divergências de ideias em relação ao projeto que vinha sendo conduzido.