Futebol

Flamengo adota "chapa de ferro" para negociações de jogadores em janela de Verão

Diretoria do clube carioca mantém atletas considerados essenciais como "inegociáveis", recusando ofertas altas do exterior.

Gazeta do Urubu – Onde o Flamengo é Notícia
Gazeta do Urubu – Onde o Flamengo é Notícia

07 Fev 2025 | 10:48 |

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A diretoria do Flamengo adota uma postura clara no mercado de transferências: jogadores considerados fundamentais para a equipe não serão negociados. Sob a liderança do diretor José Boto, a gestão rubro-negra reitera em diferentes ocasiões que não pretende abrir mão de atletas de peso neste momento.


Essa decisão visa garantir a continuidade do projeto esportivo do clube, assegurando a permanência de nomes que são cruciais para a manutenção do desempenho dentro de campo. Mesmo diante de ofertas expressivas do futebol europeu e de outros mercados, o CRF segue inflexível na ideia de manter seus titulares ao menos até o fim da temporada.


WESLEY SEGUE NO CLUBE MESMO APÓS PROPOSTAS MILIONÁRIAS


Um dos jogadores que despertam grande interesse no exterior é o lateral-direito Wesley. O jovem atleta vem se destacando e recebendo sondagens expressivas, mas a diretoria do clube reitera que sua saída não está nos planos a curto prazo.

Recentemente, o Mengão recusou uma proposta de 25 milhões de euros vinda do Zenit, da Rússia, reforçando sua intenção de segurar o jogador por mais tempo. A postura da diretoria é clara: o lateral só será negociado a partir do meio do ano, caso haja uma proposta irrecusável que esteja alinhada com os interesses do clube.


OUTROS JOGADORES TAMBÉM ESTÃO NA MIRA DO MERCADO

Além de Wesley, outros jogadores do elenco principal estão sendo monitorados por clubes estrangeiros. No entanto, o posicionamento da diretoria segue o mesmo: dificilmente haverá liberação de atletas importantes no atual momento. Os dirigentes acreditam que manter a base do elenco é fundamental para atingir os objetivos esportivos da temporada. Dessa forma, mesmo diante de sondagens e possíveis ofertas tentadoras, o clube não pretende abrir mão de seus talentos antes do período estipulado para negociações.


Futebol

Paquetá finaliza reforma em mansão na Barra em meio a negociações com Flamengo

Imóvel de alto padrão será entregue aos pais do jogador nos próximos dias; coincidência com a janela de transferências agita torcida rubro-negra sobre possível

Nova mansão de Lucas Paquetá na Barra conta com área gourmet completa, piscina e campo de futebol privativo - foto:reprodução
Nova mansão de Lucas Paquetá na Barra conta com área gourmet completa, piscina e campo de futebol privativo - foto:reprodução

23 Jan 2026 | 15:36 |

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Lucas Paquetá tem um novo endereço de referência no Rio de Janeiro. O meio-campista do West Ham concluiu recentemente a construção de uma mansão de alto padrão em um condomínio de luxo na Barra da Tijuca, Zona Oeste da cidade.


Embora o imóvel tenha sido projetado para residência de seus pais, a entrega das chaves, prevista para os próximos dias, chama a atenção por coincidir com o momento em que o Flamengo intensifica as tratativas para repatriar o jogador ainda nesta janela de transferências.


A nova casa segue uma estética sóbria e elegante, utilizando uma paleta de tons claros e terrosos. O projeto arquitetônico busca fundir o conforto urbano com um clima relaxante de "casa de praia", evitando excessos decorativos e priorizando a funcionalidade.


DIVERGÊNCIA EM BÔNUS

O ponto de discórdia que precisa ser superado agora é o modelo de desembolso. A proposta que o West Ham recusou, gerando o ruído sobre o fim da negociação, consistia no pagamento de 35 milhões de euros fixos (parcelados) mais 5 milhões de euros em bônus por metas.


Os ingleses foram taxativos na contraproposta: aceitam os 40 milhões de euros, desde que o valor seja integralmente fixo, sem dependência de variáveis de performance. Além disso, o clube europeu exige o pagamento preferencialmente à vista ou com o mínimo de parcelamento possível.


Futebol

Comentarista diz que Paquetá não vale o que o Flamengo aceita pagar

Ex-jogador afirma que com o valor que pretende investir no retorno do meia, o Mengão poderia contratar dois jogadores de bom nível

Casagrande detona valor que o Flamengo quer pagar por Lucas Paquetá para tirá-lo do West Ham - Foto: Reprodução
Casagrande detona valor que o Flamengo quer pagar por Lucas Paquetá para tirá-lo do West Ham - Foto: Reprodução

23 Jan 2026 | 15:31 |

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O comentarista Walter Casagrande Jr opinou que o Flamengo deveria rever a estratégia de investir alto em Lucas Paquetá, atualmente no West Ham (ING). Em programa do Uol, o ex-jogador afirmou que o valor pedido pelos ingleses não se justifica tecnicamente.


Casagrande sobre Paquetá no Flamengo: "poderia contratar com essa grana toda uns dois jogadores muito bons..."


“Não acho que é jogador para 45 milhões de euros. Eu acho que o Flamengo poderia contratar com essa grana toda uns dois jogadores muito bons, pagar menos e com salário menor. E crescer ali dentro do elenco do próprio Flamengo, desenvolver ali dentro do próprio Flamengo”, avaliou Casagrande.


Apesar de reconhecer a qualidade do atleta, o comentarista fez ressalvas ao estilo de jogo do meia. “Eu acho que o Paquetá é um bom jogador, um ótimo jogador. Mas não é um estilo que me agrada. É um estilo que toca muito para o lado e muito para trás”, completou.

VALOR TOTAL DA TRANSFERÊNCIA JÁ TEM CONSENSO


Nos bastidores, entretanto, a negociação avançou. Segundo informações confirmadas pelo jornalista Rodrigo Mattos, em apuração que corrobora levantamento do Gazeta do Urubu, Flamengo e West Ham chegaram a um denominador comum quanto ao valor global da transferência: 40 milhões de euros (cerca de R$ 240 milhões).

Apesar do avanço financeiro, o acordo ainda não foi fechado. Restam pontos relevantes a serem ajustados, o que mantém a negociação em compasso de espera. Internamente, o Flamengo trata o momento como progresso significativo, e não como recusa.

IMPASSE ESTÁ NA FORMA DE PAGAMENTO

A principal divergência envolve a estrutura financeira da operação. O West Ham, que inicialmente pedia 60 milhões de euros, reduziu a pedida para 45 milhões e, após novas conversas na última sexta-feira, fixou o valor em 40 milhões de euros, movimento atribuído em parte à pressão do próprio jogador para retornar ao Brasil.

O modelo apresentado pelo Flamengo, no entanto, não agradou. A proposta prevê 35 milhões de euros fixos, pagos de forma parcelada, mais 5 milhões em bônus por metas. Os ingleses, por sua vez, exigem que os 40 milhões sejam integralmente fixos, sem variáveis, e com preferência por pagamento à vista ou com o menor parcelamento possível.


Futebol

Ex-Flamengo admite falhas de sua gestão do incêndio no Ninho do Urubu

Ex-dirigente do Mengão acredita que antiga direção deveria ter acertado com todas as famílias antes do fim de seu período à frente do clube

Ex-dirigente do Flamengo, Marcos Braz admite que gestão Landim conduziu mal incêndio do Ninho - Foto: Reproduçãi
Ex-dirigente do Flamengo, Marcos Braz admite que gestão Landim conduziu mal incêndio do Ninho - Foto: Reproduçãi

23 Jan 2026 | 15:10 |

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Ex-vice-presidente de futebol do Flamengo e recém-promovido à Série A com o Remo, Marcos Braz concedeu entrevista ao ge e abriu detalhes dos bastidores do clube durante o período em que atuou como dirigente. Entre os temas abordados, ele falou sobre decisões administrativas, demissões de treinadores e episódios fora de campo envolvendo torcedores.


AUTOCRÍTICA SOBRE A TRAGÉDIA DO NINHO DO URUBU

Marcos Braz sobre tragédia no Ninho enquanto estava no Flamengo: "Faltou habilidade em todos os sentidos..."


Um dos pontos mais sensíveis da entrevista foi a gestão da tragédia do Ninho do Urubu, ocorrida em 2019. Braz, que foi o primeiro dirigente a chegar ao local do incêndio, admitiu falhas da diretoria comandada por Rodolfo Landim, especialmente por não ter concluído os acordos com todas as famílias das vítimas antes do fim do mandato.


“Acho que a gente poderia ter alguns cuidados a mais do que a gente teve. Independentemente do prazo, um pouco mais ou menos, a nossa gestão deveria ter feito o último acordo. Faltou habilidade em todos os sentidos em relação a isso, é o único ponto”, afirmou.

RELATO SOBRE O IMPACTO PESSOAL DA TRAGÉDIA


O ex-dirigente do Flamengo também descreveu o impacto emocional ao presenciar o cenário da tragédia, reforçando que, apesar da criação de um comitê de crise, reconhece que o encerramento das negociações deveria ter sido prioridade absoluta.

“Eu vi cenas que não gostaria que nem meu pior inimigo visse, mas tratamos o assunto como deveria ser tratado. Existiu um comitê de crise instalado e foi isso. Para responder à pergunta, eu acho que deveríamos ter feito o último acordo e não fizemos. Não sei se o diferencial foi grande, nunca participei dessas negociações e não posso ser incorreto, mas deveríamos ter encerrado e não foi feito”, completou.



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