Futebol
Rossi exalta grandeza do Flamengo e minimiza derrota contra Corinthians: "Maior do mundo"
01 Fev 2026 | 19:27
Futebol
10 Mar 2025 | 19:02 |
A Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) divulgou nesta segunda-feira (10) o borderô do jogo de volta da semifinal do Campeonato Carioca entre Flamengo x Vasco. O público de 51 mil pagantes foi o maior da competição até o momento e gerou lucro na parte financeira.
Se acordo com o documento da partida, os 51.379 pagantes no Maracanã resultaram em uma arrecadação bruta de R$ 3.779.935. Com os descontos superiores a R$ 2 milhões, entre eles as despesas operacionais do estádio (R$ 666 mil) e a taxa da FERJ (R$ 362 mil), sobraram para Flamengo e Vasco R$ 1.715.206,60.
Segundo o regulamento do Carioca, em clássicos, o vencedor fica com 60% da renda líquida da partida. Assim, o Flamengo conseguiu arrecadar R$ 1.029.156,36 com o jogo de volta da semifinal. Já o Vasco, derrotado, ficou apenas com R$ 686.104,24 (40%).
NAÇÃO FOI DETERMINANTE PARA O LUCRO DO FLAMENGO
O borderô de Flamengo x Vasco também mostra como a Nação Rubro-Negra foi fundamental para o resultado financeiro. Os torcedores compararam todos os ingressos disponíveis para o setor Norte, e os sócios formaram grande maioria das compras nos setores mistos. Já os vascaínos não ocuparam nem 50% da Sul. Confira abaixo:
Norte (Flamengo):
21.309 pagantes
Leste Inferior (misto):
1.691 sócio-torcedores do Flamengo
76 sócio-torcedores do Vasco
4.826 público geral
Leste Superior (misto):
1.716 sócio-torcedores do Flamengo
72 sócio-torcedores do Vasco
5.322 público geral
Oeste Inferior (misto):
1.448 sócio-torcedores do Flamengo
43 sócio-torcedores do Vasco
2.821 público geral
Maracanã Mais (misto):
816 sócio-torcedores do Flamengo
18 sócio-torcedores do Vasco
888 público geral
Sul (Vasco):
6.902
Outros ingresso:
Cativas: 2.313
Camarote promocional: 1.743
Ingresso promocional: 1.438
Gratuidade: 1.348
Promocional Leste Inferior Ipiranga: 250
Tribuna: 56
Meia começou o confronto diante do Corinthians pela Supercopa no banco de reservas e treinador detalha utilização do jogador ao longo do ano
02 Fev 2026 | 09:24 |
Derrotado pelo Corinthians por 2 a 0 neste domingo (1º), o Flamengo terminou com o vice-campeonato da Supercopa do Brasil. Após a partida, o técnico Filipe Luís explicou a opção por iniciar Lucas Paquetá no banco de reservas e destacou a importância da competição interna no elenco, além da adaptação da equipe de acordo com cada adversário.
Filipe Luís sobre Paquetá no banco do Flamengo: "não vão conseguir jogar todos os jogos..."
Segundo o treinador, as escolhas não passam por um sistema de rodízio fixo, mas por avaliações constantes do desempenho e das necessidades do time em cada momento da temporada: “Não é rodízio. Gosto da competição interna entre os jogadores. Conforme vão falando e as sensações que vão tendo, juntamente com as características que a equipe precisa. Gosto dessa concorrência e competição interna”, afirmou Filipe Luís.
O comandante também ressaltou que ajustes pontuais são inevitáveis ao longo do calendário, especialmente pela impossibilidade de escalar sempre os mesmos atletas: “Obviamente que eles não vão conseguir jogar todos os jogos. Arrascaeta não joga, Pedro também não. Tenho que fazer certos ajustes pontuais para poder sempre fazer o que é melhor para a equipe”, completou, em coletiva.
Anunciado oficialmente durante a semana, Lucas Paquetá retornou ao clube após negociação superior a R$ 260 milhões com o West Ham, da Inglaterra. Apesar da grande expectativa em torno da reestreia como titular, o meia iniciou a decisão no banco de reservas e entrou ao longo da partida.
Com Paquetá à disposição, o Flamengo volta a campo nesta quarta-feira (4), quando enfrenta o Internacional no Maracanã, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. A bola rola às 19h (horário de Brasília), com transmissão do Premiere, no pay-per-view.
Zagueiro analisa derrota por 2 a 0 para o Corinthians em Brasília, destaca luta da equipe com um jogador a menos e pede foco total na recuperação no Brasileirão
01 Fev 2026 | 21:00 |
Léo Ortiz não escondeu o abatimento, mas manteve a franqueza ao analisar a derrota do Flamengo por 2 a 0 para o Corinthians, neste domingo (1º), na decisão da Supercopa do Brasil. Após o apito final no Estádio Mané Garrincha, o defensor apontou os fatores que levaram ao vice-campeonato, citando a expulsão do meia Carrascal como um ponto crucial para o desgaste físico da equipe, mas também cobrando uma postura diferente desde o início das partidas.
Para o camisa 3, o time apresentou uma dualidade em campo: controlou a posse no primeiro tempo, mas sem a agressividade necessária, e mostrou raça na etapa final, mesmo em desvantagem numérica, até o esgotamento físico cobrar o preço.
Em suas declarações na zona mista, Ortiz valorizou a entrega do grupo após o cartão vermelho recebido por Carrascal, ressaltando que, em diversos momentos da etapa complementar, o Flamengo conseguiu equilibrar as ações mesmo com dez homens. No entanto, ele admitiu que o esforço extra minou a resistência do time nos minutos decisivos.
"Lógico que dificulta (a expulsão), mas acho que a atitude foi boa na segunda etapa. No segundo tempo sobrou atitude, tanto que por muito tempo não pareceu que a gente estava com um a menos. É difícil, no final já está todo mundo esgotado", avaliou o zagueiro.
Ortiz também fez uma autocrítica sobre o desempenho inicial da equipe. Segundo ele, o domínio territorial dos primeiros 45 minutos não se traduziu na intensidade que uma final exige. "Acredito que essa atitude tinha que ser igual na primeira, a gente não deixou de jogar, acho que fomos melhores no primeiro tempo. Controlamos mais o jogo, masLéo Ortiz analisa vice da Supercopa e cobra atitude do Flamengo. Zagueiro cita desgaste após expulsão e projeta recuperação contra o Inter no Brasileirão. faltou um pouco mais de atitude", completou.
O revés para o Corinthians em Brasília agrava um início de temporada turbulento para o Rubro-Negro. Com o resultado, o Flamengo amarga sua terceira derrota seguida, somando os tropeços contra o Fluminense (Carioca) e São Paulo (Brasileirão). Uma sequência negativa como essa não ocorria desde 2023, época marcada pela saída do técnico Vítor Pereira.
Ciente da pressão externa, Léo Ortiz pregou blindagem e trabalho para reverter o cenário já no próximo compromisso. "Agora é trabalhar. Quando a fase é complicada, de muitas derrotas em sequência, é fechar os ouvidos e trabalhar no dia a dia. Quarta já tem Brasileiro, temos que vencer", sentenciou.
Goleiro do Corinthians destaca dificuldade de vencer o atual campeão da América, enquanto zagueiro rubro-negro analisa impacto da expulsão
01 Fev 2026 | 20:30 |
A decisão da Supercopa do Brasil de 2026, realizada no Estádio Mané Garrincha, terminou com festa alvinegra e reflexão rubro-negra. Após a vitória do Corinthians por 2 a 0 sobre o Flamengo neste domingo (1º), personagens centrais do confronto analisaram o resultado que garantiu a primeira taça nacional da temporada ao time paulista.
Ainda no gramado, Hugo Souza concedeu entrevista ao Grupo Globo e não escondeu a satisfação pelo título. Revelado nas categorias de base do Flamengo, o arqueiro corintiano fez questão de exaltar a qualidade do adversário para valorizar ainda mais o feito de sua atual equipe.
"Nós sabemos da dificuldade do adversário. O Flamengo é o último campeão da América (Copa Libertadores) e do Brasileirão. A equipe sabia que o jogo seria difícil, mas a gente queria demais, queria muito essa taça", afirmou o goleiro, destacando a determinação do elenco alvinegro em superar o atual detentor dos principais títulos do continente.
Pelo lado do Flamengo, o tom foi de autocrítica. O zagueiro Léo Ortiz lamentou o desfecho da partida e apontou a expulsão de um companheiro (Carrascal) como um fator que desequilibrou o planejamento para o segundo tempo. No entanto, o defensor foi além e cobrou uma postura mais agressiva desde o início do jogo.
"Claro que dificulta (a expulsão). Acho que a atitude foi boa na 2ª etapa. Tinha que ter sido igual na primeira. Não deixamos de jogar. A gente foi melhor no 1° tempo, controlou mais o jogo. Mas faltou atitude, que no segundo tempo sobrou", analisou Ortiz. Ele completou dizendo que, apesar do esforço para jogar com um homem a menos, o cansaço pesou no fim: "Por muito tempo não pareceu que estávamos com um a menos. Mas é difícil, no final já está todo mundo esgotado".