Futebol
02 Out 2023 | 11:43 |
De acordo com o portal GE, Flamengo, um dos clubes mais emblemáticos do futebol brasileiro, tomou uma decisão surpreendente ao remontar sua comissão integrada de treinadores. O objetivo? Dividir as responsabilidades com o interino Mário Jorge, em uma tentativa de estabilizar o time em meio a uma temporada tumultuada. Em um cenário de altos e baixos, a diretoria do Flamengo demonstrou determinação ao buscar maneiras de blindar sua comissão interina.
Composta por profissionais que estavam originalmente no sub-20 do clube, a decisão foi motivada pelo entendimento de que as comissões técnicas que mais se isolaram no passado enfrentaram as maiores dificuldades. A mudança não ocorre em um momento qualquer. O Flamengo, tradicionalmente um clube acostumado com a glória, passou por uma série de desafios recentemente. As oscilações de desempenho da equipe deixaram torcedores ansiosos e levaram a diretoria a agir de forma rápida e decisiva.
O novo arranjo da comissão técnica visa equilibrar as responsabilidades e trazer um senso de colaboração que estava ausente anteriormente. A ideia é que a sinergia entre os treinadores do sub-20 e Mário Jorge possa ser a chave para a recuperação do clube na temporada atual. A confiança depositada na comissão interina é evidente, visto que a diretoria não buscou trazer treinadores externos neste momento. Em vez disso, optou por investir na capacidade dos profissionais que já faziam parte do ambiente do clube, demonstrando a crença de que o sucesso do Flamengo pode ser construído internamente.
Este movimento é um reflexo da cultura do clube, que valoriza a continuidade e a dedicação de longo prazo. A esperança é que a estabilidade traga resultados positivos e que os treinadores do sub-20 possam se destacar no cenário profissional. No entanto, a decisão de reorganizar a comissão técnica não está isenta de riscos. A pressão por resultados imediatos é uma realidade constante no mundo do futebol, e o Flamengo não é exceção. Os treinadores enfrentarão desafios consideráveis à medida que buscam conduzir a equipe de volta aos trilhos.
A torcida, por sua vez, observa com grande expectativa e ansiedade. Os adeptos do Flamengo são conhecidos por sua paixão e exigência, e a pressão sobre a comissão técnica será intensa. A decisão de remontar a comissão técnica certamente abriu um novo capítulo na história do Flamengo nesta temporada. Resta saber se essa mudança será o catalisador de uma reviravolta memorável ou se será lembrada como um capítulo turbulento na jornada do clube. Uma coisa é certa: a atenção do mundo do futebol está voltada para o Rio de Janeiro, enquanto o Flamengo busca encontrar o caminho de volta à glória.
Com diagnóstico de completa falta de comunicação com o elenco rubro-negro, cúpula adia demissão apenas pela ausência de um substituto imediato
05 Mar 2026 | 17:07 |
Os dias de José Boto como homem forte do futebol do Flamengo parecem estar contados. A alta cúpula rubro-negra já tomou a decisão de desligar o diretor português de suas funções, tratando o rompimento do vínculo como uma mera questão de tempo. O anúncio oficial da demissão só não foi sacramentado até o momento porque a presidência ainda não costurou um acordo com um substituto imediato para assumir a cadeira.
O principal estopim para a iminente queda do dirigente europeu foi um diagnóstico interno contundente feito pela gestão do clube carioca. Constatou-se que a comunicação e o alinhamento entre a direção de futebol e os principais líderes do vestiário do Flamengo são praticamente inexistentes na atual conjuntura.
Para preencher a lacuna que será deixada, o Flamengo trabalha com duas vertentes de perfis profissionais. A primeira opção é buscar um diretor com características de ex-jogador, o famoso perfil "boleiro", que tenha facilidade natural de trânsito e diálogo com o grupo.
A segunda alternativa é contratar um executivo de mercado estrito, mas que atue obrigatoriamente em conjunto com um supervisor focado exclusivamente em gerir o ambiente do vestiário.
Dentro dessas prateleiras de mercado, dois nomes de peso já começam a ser ventilados nos corredores da Gávea. O primeiro é o de Edu Gaspar, que atualmente realiza um trabalho de destaque no Nottingham Forest, da Inglaterra. O segundo alvo no radar rubro-negro é Leonardo, ex-dirigente do Paris Saint-Germain (PSG) e com vasta experiência no futebol europeu.
Atacante é o único jogador de referência na equipe do Mengão e treinador demonstra confiança na evolução camisa 9 no ano
05 Mar 2026 | 17:00 |
O técnico Leonardo Jardim foi questionado sobre como pretende utilizar o atacante Pedro no sistema ofensivo do Flamengo. Durante a resposta, o treinador português elogiou as qualidades do camisa 9, mas deixou claro que ainda não pode garantir a titularidade do centroavante.
Segundo Jardim, Pedro possui características muito importantes para a equipe, principalmente dentro da área, mas também precisa evoluir em outros aspectos do jogo coletivo, uma antiga reclamação do ex-técnico Filipe Luís.
“Vocês todos conhecem o Pedro e suas qualidades. É um jogador de área, com capacidade de finalização muito grande. Existem aspectos em que talvez ele tenha jogado menos porque não entregava o que o treinador pretendia em outras áreas. Estamos começando do zero. Acredito nele. Quando digo isso, não quer dizer que vai jogar todos os jogos ou sempre 90 minutos.”
O treinador destacou que o processo de avaliação do elenco ainda está em estágio inicial e que o desempenho no dia a dia será determinante para definir quem começa jogando: “Acredito nas qualidades que ele tem, e nas outras deficiências a gente pode, com motivação e empenho, superar. O dia a dia vai reger. Não é com dois dias que vamos fazer análises. Tudo que disser agora pode ser precipitado, porque vamos ver a seguir o que vai acontecer.”
Atualmente, Pedro é o único centroavante de origem do elenco do Flamengo. Mesmo assim, o jogador não conseguiu se firmar como titular absoluto durante o período em que Filipe Luís comandou a equipe. Na última partida antes da mudança de treinador, porém, o atacante teve grande destaque. Na goleada por 8 a 0 sobre o Madureira, Pedro iniciou como titular e marcou quatro gols.
Nesse começo de trabalho do novo treinador, Pedro participou normalmente das primeiras atividades realizadas no Ninho do Urubu, na quarta-feira (04) e na quinta-feira (05). Com isso, cresce a expectativa para saber se o camisa 9 será titular na estreia de Leonardo Jardim no comando do Flamengo, que acontecerá na final do Campeonato Carioca contra o Fluminense, no Maracanã.
Diretor de futebol vive momento de desgaste no clube tanto com jogadores quanto com funcionários e presidente Bap já planeja troca no função
05 Mar 2026 | 16:20 |
O prestígio de José Boto à frente da direção de futebol do Flamengo aparenta estar perto do fim. O desgaste do português com os jogadores e funcionários do Ninho do Urubu já leva o presidente do clube, Luiz Eduardo Baptista, o Bap, a procurar outro profissional para uma troca no cargo. A informação é do jornalista Pedro Ivo Almeida, da ESPN.
A saída de Filipe Luís deixou ainda mais visível a situação do diretor de futebol do Flamengo, José Boto, que já vinha enfrentando insatisfação interna no Ninho do Urubu. Atletas e funcionários apontam vaidade, pouca comunicação direta e até exigências de serviços particulares como motivos de incômodo.
Boto mantém contato diário com o presidente Luiz Eduardo Baptista, o Bap, e é descrito como inflexível e, em algumas situações, grosseiro. Entre suas exigências inusitadas, funcionários devem se dirigir a sua residência na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, a cada duas semanas para limpeza e organização, mesmo com toda a infraestrutura do Ninho do Urubu, que conta com serviço de hotelaria interno.
O distanciamento entre Boto e os atletas ficou mais evidente após a reunião no CT, na terça-feira (3), que ocorreu logo depois da demissão de Filipe Luís. Na ocasião, o diretor destacou que os jogadores tiveram responsabilidade na saída do técnico, e o grupo absorveu a fala sem reagir. O comportamento vaidoso do dirigente é frequentemente notado pelos atletas.
Após vitórias, Boto cumpre o protocolo e entra em campo para cumprimentar os jogadores. No entanto, durante derrotas, como na Supercopa do Brasil contra o em Brasília, ele permaneceu no túnel de acesso ao gramado, fumando, gerando comentários internos: “Ué, cadê o chefe? Agora não aparece?”, comentou um dos líderes do elenco à ESPN.