Futebol
20 Dez 2023 | 14:32 |
Segundo Diogo Dantas, a decisão do Flamengo de não renovar o contrato com Gabigol não passa despercebida pelos bastidores do futebol. O motivo? Uma pedida financeira que ultrapassou os limites do razoável, tornando-se um impasse para ambas as partes.O atacante, atual camisa 10 do rubro-negro, apresentou uma proposta que incluía não apenas um aumento salarial substancial, mas também uma série de "bônus" que somam cifras estratosféricas. Além do reajuste de 50% em seu salário mensal, que subiria para R$ 2 milhões, Gabigol solicitou um peculiar "bônus" de permanência.
A PEDIDA DE GABIGOL: AUMENTO SALARIAL E BÔNUS DE PERMANÊNCIA
Esse "bônus", que seria pago de 6 em 6 meses ao longo de 5 anos, totalizaria uma quantia notável de 10 milhões de euros, equivalente a R$ 54 milhões. Em detalhes, as parcelas se distribuiriam da seguinte forma: R$ 4,8 milhões em 2024, R$ 5,1 milhões em 2025, R$ 5,4 milhões em 2026, R$ 5,7 milhões em 2027, e R$ 6 milhões em 2028.
OUTRAS EXIGÊNCIAS DE GABIGOL: PRÊMIOS POR TÍTULOS E BENESSES ADICIONAIS
Além do incremento salarial e do "bônus" de permanência, Gabigol incluiu em suas exigências prêmios por títulos conquistados e outros "bônus", como o direito a um camarote no Maracanã. Essa proposta, apesar de comum no mundo do futebol, parece ter ultrapassado o limite do razoável para a diretoria do Flamengo.
LANDIM VETA A RENOVAÇÃO: RISCO FINANCEIRO CONSIDERADO INVIÁVEL
O presidente do Flamengo, Rodolfo Landim, analisou atentamente o contrato proposto por Gabigol e optou por vetar a renovação. O entendimento da diretoria é claro: diante do atual cenário econômico e das incertezas do futebol, assumir um compromisso financeiro tão elevado representa um risco que o clube não está disposto a correr.
UMA DECISÃO EMBASADA NA REALIDADE FINANCEIRA DO CLUBE
A escolha de não renovar com Gabigol reflete a cautela necessária em tempos de instabilidade econômica. Mesmo reconhecendo a importância do jogador para a equipe, o Flamengo entende que comprometer-se com valores tão expressivos neste momento poderia gerar consequências indesejadas para as finanças do clube.
Fonte: (Inserir nome da fonte ou veículo de notícias)
CONCLUSÃO: O EQUILÍBRIO ENTRE AMBIÇÃO E REALIDADE FINANCEIRA
O episódio evidencia o delicado equilíbrio que os clubes de futebol enfrentam entre manter seus destaques em campo e garantir a saúde financeira. A decisão do Flamengo em não ceder às altas demandas de Gabigol destaca a importância de uma gestão financeira responsável, mesmo em meio às paixões do esporte.
Mengão adotou postura rígida no último dia da janela de transferências e pensou envolver Gonzalo Plata em troca por jogador do Cruzeiro
27 Mar 2026 | 20:30 |
O fechamento da janela de transferências nacional, nesta sexta-feira (27), transcorre com definições estratégicas nos bastidores do Ninho do Urubu. Apesar das recentes especulações, o Flamengo decidiu não avançar na liberação do atacante Gonzalo Plata para o Cruzeiro.
O impasse ocorreu após a equipe mineira recusar a inclusão do lateral-esquerdo Kaiki Bruno como moeda de troca na transação, frustrando os planos da diretoria rubro-negra de reforçar o setor defensivo em contrapartida à saída do setor ofensivo.
A postura do Flamengo reflete uma nova diretriz de mercado: a priorização do ganho técnico sobre o alívio financeiro. Sem um acordo que envolvesse nomes de interesse, como o próprio Kaiki Bruno ou o centroavante Kaio Jorge, o departamento de futebol optou por encerrar as conversas.
De acordo com informações apuradas pelo jornalista Venê Casagrande, a saúde financeira do Rubro-Negro é o principal pilar que sustenta a recusa de propostas consideradas insuficientes. Fontes internas do clube foram enfáticas ao afirmar que o Flamengo "não precisa de dinheiro" no momento, o que retira a urgência de negociar atletas apenas para fazer caixa.
O entendimento da alta cúpula é de que Gonzalo Plata permanecerá integrado ao grupo, a menos que surja uma oportunidade de negócio que seja inquestionavelmente benéfica para a estrutura tática de Leonardo Jardim. Por tanto, só venderá o atleta por uma boa oferta.
A permanência de Plata, mesmo após os episódios de indisciplina e o desejo do Cruzeiro em contar com seu futebol, envia uma mensagem clara ao mercado: o Flamengo não facilitará a saída de seus ativos sem uma contrapartida à altura. O jogador agora terá o desafio de se reintegrar plenamente e buscar novamente seu espaço sob o comando de Leonardo Jardim.
Luiz Eduardo Baptista classifica a construção imediata como "suicídio esportivo" devido aos altos juros e custos bilionários
27 Mar 2026 | 19:30 |
Flamengo decidiu adotar uma postura de extrema cautela em relação ao sonho da casa própria. Em declarações recentes, o presidente Luiz Eduardo Baptista, conhecido como Bap, descartou qualquer pressa para dar início às obras do estádio no terreno do Gasômetro.
A análise da cúpula rubro-negra indica que o panorama econômico do Brasil, marcado por taxas de juros elevadas, representa um risco excessivo para a estabilidade do clube, podendo comprometer os investimentos no futebol profissional a curto e médio prazo. A diretoria reforça que a prioridade absoluta da gestão é a responsabilidade fiscal.
Atualmente, o Flamengo desfruta de uma saúde financeira robusta, com todas as obrigações em dia e um faturamento crescente, impulsionado significativamente pelas receitas de bilheteria nas partidas realizadas no Maracanã. Para os dirigentes, acelerar um projeto desta magnitude sem um cenário favorável seria colocar em xeque a hegemonia conquistada nos últimos anos.
A viabilidade do novo estádio esbarra em números alarmantes. Estimativas internas apontam que o custo total da construção poderia ultrapassar a marca de R$ 3 bilhões. Segundo Bap, financiar uma obra desse porte sob as atuais condições de crédito do país seria um erro estratégico gravíssimo. "Fazer um estádio nessas condições é um suicídio esportivo", afirmou o mandatário.
O Mais Querido não pretende abrir mão da competitividade para realizar o projeto da arena própria de forma precoce. O presidente enfatizou que o clube só avançará quando houver segurança estrutural e financeira. "O Flamengo vai ter aquilo que puder ter no momento adequado", declarou o dirigente, sinalizando que a construção permanece nos planos, mas sem um cronograma que sacrifique o patrimônio do clube.
Atacante equatoriano vive um momento de isolamento no Ninho do Urubu, marcado por baixa integração tática e polêmicas em suas redes sociais
27 Mar 2026 | 17:59 |
A trajetória de Gonzalo Plata no Flamengo atravessa o seu período mais turbulento desde que desembarcou no Rio de Janeiro. Nos últimos dias, o distanciamento entre o atleta e a instituição tornou-se público após o jogador remover imagens com o uniforme rubro-negro de seus perfis digitais e deixar de seguir a conta oficial do clube.
Internamente, o cenário é de reavaliação. Se antes Plata gozava de prestígio e era considerado uma peça de confiança sob a gestão de Filipe Luís, a mudança no comando técnico alterou drasticamente sua hierarquia no elenco. Para recuperar o protagonismo perdido, o equatoriano agora enfrenta o desafio de alinhar seu comportamento extracampo às novas diretrizes de disciplina e alto rendimento impostas pelo Jardim.
A atitude gerou uma onda de reprovação entre os torcedores e atraiu críticas contundentes de Ronaldo Angelim, ex-zagueiro e ídolo histórico da torcida, que questionou a postura do jovem atacante de 25 anos diante da grandeza do Mais Querido:
"Ei, Plata, por que tu deixou de seguir o Flamengo, cara? Faça isso não. Tá jogando no clube, deixa de seguir o clube. Nem saiu do clube ainda. Mesmo que saísse, não era para para fazer isso aí, não. Respeitar o torcedor. p****, dava tanta moral a tu, tanto valor pela entrega que você tem em campo", disse o ex-defensor antes de completar.
"Aí você faz isso aí, perdeu a moral com a gente aí. Mas é isso aí, né? Só tando aí na musiquinha aí. Eu acho que ele não fica não depois disso aí, viu? Só vai. que ele fez isso aí, a torcida vai pegar no pé. Conheço a torcida do Flamengo. Eu lembro que para mim ele já perdeu a credibilidade. Que que a torcida tem a ver com treinador aí? Treinador não te levou pro jogo. A torcida não tem culpa não, né?", concluiu o ex-zagueiro do Mengão.
As explicações para a ausência de Gonzalo Plata nos últimos jogos foram detalhadas pelo técnico Leonardo Jardim. Segundo o treinador português, o atleta enfrenta sérios obstáculos para se integrar à dinâmica coletiva e ao modelo de jogo da equipe. Jardim foi enfático ao declarar que, para atuar no Flamengo em 2026, o nível de exigência em relação à concentração e ao empenho físico é inegociável.