Futebol
10 Jul 2023 | 18:13 |
Nesta segunda-feira os dirigentes do Flamengo Marcos Braz e Bruno Spindel concederam uma coletiva de imprensa para a apresentação do volante Allan, após a coletiva eles tiraram algumas dúvidas dos jornalistas e uma das perguntas foi a respeito dos zagueiros Rodrigo Caio e Pablo que poderiam ter recebido propostas de outros clubes.
— O Flamengo não tem que se reunir para tratar de futuro nenhum. São dois atletas contratados, que estão no elenco do Flamengo Não teve nenhum tipo de proposta oficial para o Flamengo, pelo menos, não sei se chegaram através do jogador-, disse Marcos Braz.
Ambos não tem sido utilizados pelo técnico Jorge Sampaoli, Rodrigo Caio não atua pelo clube há um bom tempo, o jogador tem vínculo com o clube até dezembro de 2023. O zagueiro até foi procurado pelo Cruzeiro, mas a proposta oferecida não o agradou. Já o zagueiro Pablo tem vínculo com o Rubro Negro até o fim de 2025, ele também não atua pelo clube há um bom tempo.
Marcos Braz e Bruno Spindel rebateram os jornalistas dizendo que o clube conta com os jogadores apesar de eles não estarem sendo utilizados. Bruno Spindel tratou com cuidado a permanência dos jogadores no clube.
" De fato, são jogadores que estão sendo pouco aproveitados. Mas é uma decisão do técnico, sempre vai ser. Em um segundo momento, se a gente entender que tem alguma proposta ou se o atleta entender que deva tomar outros caminhos, a gente vai procurar ajudar, ajustar, para que se possa resolver. Mas, não teve nenhuma proposta";
" Temos que ter cuidado, são jogadores com contrato em vigência com o Flamengo, que já levantaram taças pelo Flamengo e não ganharam pouca coisa. Os dois ganharam Libertadores da América, as pessoas estão banalizando esse título, que demoramos 40 anos para ganhar. Se houver alguma proposta através do clube ou deles, nós vamos colocar na mesa. Mas tem que saber fazer, para que não se tenha problema", encerrou Braz.
Treinador português desembarca na capital fluminense após conquistar o título saudita, recusa convites profissionais e foca em projeto de seleção
29 Mai 2026 | 15:35 |
O técnico português Jorge Jesus anunciou oficialmente o seu desligamento do Al-Nassr logo após consolidar a conquista do título do Campeonato Saudita. O comandante lusitano, que ainda não oficializou o seu próximo destino profissional no mercado da bola, escolheu a cidade do Rio de Janeiro para desfrutar de seu período de recesso.
Apesar dos boatos alimentados pelas redes sociais, o ex-comandante rubro-negro não trabalha com a perspectiva de reassumir o comando técnico do Mais Querido neste momento. A diretoria da equipe carioca chegou a formalizar um convite cortês para que o treinador acompanhasse o confronto diante do Coritiba, programado para este sábado (30) no Maracanã, diretamente de um dos camarotes institucionais da arena.
De acordo com as apurações divulgadas pelo jornalista Bruno Andrade durante a exibição do programa Fala a Fonte, da ESPN, a presença do comandante em solo fluminense não representa uma ameaça ao trabalho da comissão técnica atual. Jorge Jesus nutre uma relação de amizade de longa data com o atual técnico do Flamengo, o também português Leonardo Jardim.
"Jorge Jesus foi convidado para estar no camarote do Flamengo no jogo de amanhã, muito possivelmente ao lado de José Boto. Leonardo Jardim já disse que tem uma boa relação com ele", relatou o jornalista da emissora esportiva. O profissional de imprensa complementou afirmando que o Mister tem sido enfático ao rechaçar qualquer possibilidade de retornar ao futebol brasileiro, priorizando a reestruturação de sua carreira no Velho Continente após o recesso.
O verdadeiro objetivo estratégico do experiente profissional está fixado no comando técnico da Federação Portuguesa de Futebol para o próximo ciclo competitivo. O plano de bastidores projeta que o treinador assuma a Seleção de Portugal imediatamente após o encerramento da Copa do Mundo de 2026. O atual comandante da equipe europeia, o espanhol Roberto Martínez, já sinalizou que deixará o cargo logo após o término do torneio mundial.
Clube da Turquia formalizou uma oferta para adquirir os direitos econômicos do arqueiro argentino, que enfrenta críticas e instabilidade técnica no Rio
29 Mai 2026 | 15:00 |
Os bastidores do mercado da bola ganharam novos contornos envolvendo o sistema defensivo do Flamengo. A diretoria do clube carioca recebeu uma proposta formalizada para negociar os direitos federativos do goleiro Agustín Rossi. Apesar de acumular um histórico vitorioso com a camisa rubro-negra, o atleta estrangeiro de 30 anos de idade não desfruta de um bom momento técnico no decorrer da temporada de 2026.
A confirmação da investida internacional foi divulgada inicialmente pelo jornalista Murat Özen por meio de uma publicação na rede social X. O Besiktas, da Turquia, intensificou o monitoramento que realizava desde o início da semana e transformou as sondagens em uma oferta oficial enviada à Gávea. Os dirigentes de Istambul buscam uma peça de peso para assumir a titularidade do setor defensivo no futebol europeu.
Embora os detalhes financeiros e os valores exatos da transação não tenham sido revelados pelo profissional de imprensa, a necessidade do Besiktas por um novo camisa 1 é pública. No decorrer do último ciclo de competições no Velho Continente, a meta da equipe turca foi defendida majoritariamente pelo atleta local Ersin Destanoglu. O jovem arqueiro da base participou de 32 partidas oficiais na condição de titular absoluto.
A investida dos dirigentes europeus surge em um momento de fragilidade da relação entre o jogador argentino e as arquibancadas da Cidade Maravilhosa. As contestações e cobranças por parte da torcida flamenguista se intensificaram significativamente após o revés sofrido diante do Palmeiras, no Maracanã, pelo placar de 3 a 0. Uma parcela expressiva de torcedores atribuiu ao defensor falhas cruciais nos gols anotados pelo adversário paulista.
Caso a alta cúpula do futebol do Flamengo aceite os termos apresentados e sele o acordo, o jogador vivenciará a sua primeira experiência profissional nos gramados da Europa. Em janelas de transferências anteriores, o nome de Rossi chegou a figurar na pauta de sondagens de outros clubes daquele continente, mas as negociações não evoluíram para termos definitivos. O comitê de futebol carioca avaliará os rumos do negócio juntamente com o técnico Leonardo Jardim.
A decisão judicial rejeitou a ação popular que interrompia os pagamentos contratuais ao clube carioca, restabelecendo a parceria comercial milionária
29 Mai 2026 | 13:56 |
O Tribunal de Justiça do Distrito Federal restabeleceu de forma integral os efeitos do contrato de parceria comercial firmado entre o BRB e o Flamengo. A juíza Luciana Correa Sette, integrante da 7ª Vara Cível de Brasília, cassou a liminar que barrava as transferências financeiras previstas no vínculo institucional das duas entidades. A nova determinação extinguiu o processo judicial e garantiu a retomada imediata do fluxo orçamentário regular das cotas comerciais.
Além de reautorizar o envio dos recursos, a magistrada refutou os argumentos contidos em uma ação popular que contestava o acordo de patrocínio master com a agremiação carioca. A parceria estratégica de publicidade está avaliada no montante aproximado de R$ 42 milhões anuais para os cofres do Flamengo. Com a validação jurídica, o departamento de marketing do clube do Rio de Janeiro preserva uma de suas maiores fontes de arrecadação corporativa.
O impasse nos bastidores do mercado esportivo ganhou contornos complexos após uma sentença proferida pela 6ª Vara da Fazenda Pública no dia 22 de maio. Naquela ocasião, o órgão determinou a paralisação emergencial de qualquer depósito em favor do clube do Rio de Janeiro. A assessoria do Flamengo chegou a manifestar publicamente que a retenção dos valores provocou um desfalque imediato de R$ 6,2 milhões no fluxo de caixa operacional.
Posteriormente, os autos processuais foram redirecionados para a competência da Vara Cível de Brasília, que passou a examinar o mérito do questionamento jurídico. Ao aprofundar a análise técnica da documentação, a juíza plantonista concluiu que as alegações dos autores careciam de evidências factuais robustas sobre possíveis atos de corrupção ou falhas administrativas.
A juíza pontuou em seu parecer que o mecanismo da ação popular não deve ser distorcido para patrulhar ou contestar opções puramente comerciais tomadas por gestores estatais. "Nesse sentido, a utilização da ação popular como instrumento de controle da mera economicidade ou de fiscalização genérica da gestão pública desvirtua sua finalidade constitucional, convertendo-a em mecanismo de ingerência jurisdicional indevida sobre a atividade administrativa e empresarial do Estado", asseverou.