Futebol
Leonardo Jardim explica polêmica com Gabigol, ex-Flamengo, no Cruzeiro
05 Mar 2026 | 14:49
Futebol
07 Fev 2025 | 06:18 |
O Zenit, da Rússia, não tem interesse na contratação de Gerson, meio-campista do Mais Querido. O nome do jogador chegou a ser especulado em possíveis negociações, mas o clube russo descartou qualquer movimentação para contar com o atleta. Enquanto isso, nos bastidores, a situação de Gerson tem sido tema de discussão, especialmente após declarações de seu pai e empresário, Marcão.
MARCÃO REVELA FRUSTRAÇÃO COM O CLUBE
Durante sua participação no podcast "Pod do Marcão", no YouTube, na noite da última quinta-feira, o pai e representante de Gerson fez duras críticas à diretoria do CRF. Segundo ele, o jogador aceitou uma redução salarial significativa para retornar ao Brasil, esperando uma valorização futura que ainda não aconteceu.
"Ele reduziu o salário em 50% em relação ao que ganhava no Olympique de Marselha para poder voltar. Havia um compromisso de que, caso desempenhasse bem, essa diferença seria compensada. Mas até agora, nada foi feito", afirmou Marcão. Marcão também destacou que, além da redução salarial, ele mesmo abriu mão da comissão que teria a receber na transação, acreditando que a valorização do jogador ocorreria naturalmente.
"Deixamos para trás um montante considerável. Eu abdiquei da minha comissão, ele abriu mão de parte significativa dos ganhos, sempre confiando que o clube cumpriria sua parte. Gerson tem se dedicado, mostrado profissionalismo e desempenhado em alto nível. E agora? Onde está o reconhecimento?", questionou o empresário.
FUTURO INCERTO PARA O MEIA
Sem uma resposta clara sobre a revisão de seu contrato e descartar uma transferência para o Zenit, o futuro de Gerson segue indefinido. O Mengão não se pronunciou oficialmente sobre as declarações de Marcão, mas internamente a situação segue sendo debatida. O jogador tem sido titular frequente e sua importância no elenco é evidente, mas as questões contratuais ainda parecem distantes de uma solução.
Mengão tem um dos principais elencos da América Latina e treinador vê semelhanças no rubro-negro com o que faz o clube merengue
05 Mar 2026 | 15:25 |
A busca do Flamengo por um atacante com características de velocidade e profundidade ganhou um novo capítulo após a coletiva de apresentação de Leonardo Jardim. O treinador revelou que o clube tentou contratar Kaio Jorge no início da temporada, movimento ligado diretamente ao desempenho do atacante sob seu comando no Cruzeiro em 2025.
Leonardo Jardim compara o Flamengo no mercado com o Real Madrid: " tem que estar sempre de olho em todos os mercados..."
A diretoria rubro-negra buscava justamente um jogador com capacidade de atacar espaços e dar profundidade ao sistema ofensivo, características que o técnico português considera importantes para equilibrar o estilo de jogo da equipe.
Durante a entrevista, Leonardo Jardim foi questionado sobre a necessidade de novos reforços para o setor ofensivo. O treinador respondeu com uma visão ambiciosa sobre o funcionamento de grandes clubes, comparando o Flamengo ao Real Madrid. Segundo ele, equipes vencedoras precisam estar sempre atentas ao mercado, mesmo após grandes investimentos — como os cerca de R$ 300 milhões aplicados recentemente pelo clube, incluindo a contratação de Lucas Paquetá.
“Sobre o elenco, acredito que uma equipe como o Flamengo tem que estar sempre de olho em todos os mercados. O Real Madrid, clube da dimensão do Flamengo, todo ano troca um ou dois jogadores. É importante pela motivação, para entrar novos jogadores, as dinâmicas.”
Apesar da comparação e da defesa de ajustes constantes no elenco, o treinador fez questão de destacar que está satisfeito com as opções que encontrou no Ninho do Urubu: “Estou extremamente satisfeito com esses jogadores. Eles mostraram em um passado recente a sua capacidade.”
Leonardo Jardim também analisou as características do grupo rubro-negro. De acordo com o treinador, o elenco possui perfil mais voltado à posse de bola do que às transições rápidas. A avaliação ajuda a explicar a busca inicial por um atacante com perfil diferente, capaz de oferecer maior profundidade ao sistema ofensivo.
“Eu, como forma exterior, vi o Flamengo durante os 12 meses que estive no Brasil ano passado. Conheço a qualidade dos nossos jogadores. Em termos de características, tenho uma equipe com mais características de posse do que de transição.”
A Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro confirmou o experiente árbitro para comandar o clássico decisivo deste domingo no Maracanã
05 Mar 2026 | 15:04 |
A Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) bateu o martelo e oficializou quem será o dono do apito no aguardado Fla-Flu que decidirá o título do Campeonato Carioca de 2026. O confronto, agendado para o próximo domingo (8), às 18h (horário de Brasília), no Estádio do Maracanã, terá a arbitragem de Bruno Arleu de Araújo.
Aos 43 anos de idade, o árbitro carioca é um nome amplamente conhecido nos bastidores do futebol nacional e sua escolha segue a diretriz da federação de designar profissionais com vasta bagagem para embates de altíssima tensão.
Para auxiliar Bruno Arleu na árdua missão de conduzir a finalíssima de maneira justa e transparente, a entidade divulgou a escala completa de profissionais. Nas bandeiras laterais, atuarão os assistentes Luiz Claudio Regazone e Thiago Filemon Soares Pinto.
O árbitro de vídeo (VAR), ferramenta fundamental em decisões, ficará sob a responsabilidade de Carlos Eduardo Nunes Braga. A equipe de suporte presencial e remota ainda conta com João Ennio Sobral, Júlio César Souza Gaudêncio, Andréa Izaura Maffra Marcelino e Rodrigo Carvalhaes de Miranda.
O confronto deste final de semana encerra uma das semanas mais agitadas da história recente do Ninho do Urubu. Após aplicar uma expressiva goleada de 8 a 0 sobre o Madureira pelas semifinais, a diretoria surpreendeu o mercado ao demitir Filipe Luís. Agora, cabe a Leonardo Jardim assumir a área técnica e buscar o troféu logo em sua estreia pelo Flamengo.
Senado está próximo a aprovar uma lei que inibe as publicidades das empresas de ‘bets’ e contratos como o do Mengão corre risco
05 Mar 2026 | 15:01 |
O contrato de R$ 268 milhões entre o Flamengo e a Betano pode representar o teto financeiro do mercado de patrocínios envolvendo casas de apostas no futebol brasileiro. A avaliação é do diretor da empresa no país, Guilherme Figueiredo, que projeta uma redução significativa nos valores das próximas renovações.
Diretor da Betano, patrocinadora do Flamengo: "A tendência é, sim, haver uma redução..."
Segundo o executivo, o ciclo de crescimento acelerado das bets chegou ao limite e o setor tende a passar por um ajuste técnico para retornar a patamares considerados mais realistas: “Seria uma surpresa muito grande (contrato superior ao do Flamengo), acho difícil, ao menos no curto prazo. O Corinthians acabou de renovar o contrato por um valor maior, 150 milhões, e eu até parabenizei o diretor de marketing. Disse que provavelmente ele fez o último grande contrato nesses valores com casas de apostas. A tendência é, sim, haver uma redução. É uma questão de ajuste de mercado.”
A possível retração no mercado está diretamente ligada ao avanço do Projeto de Lei 3.563/2024 no Congresso Nacional. A proposta, que tramita no Senado Federal do Brasil, prevê restrições amplas à publicidade de apostas esportivas. O texto já foi aprovado pela Comissão de Ciência e Tecnologia e aguarda a designação de relator na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
Caso avance, ainda precisará passar pelo plenário do Senado e posteriormente pela Câmara dos Deputados do Brasil antes de seguir para sanção presidencial. Entre as medidas previstas estão a proibição de anúncios em camisas de clubes, placas de estádios, redes sociais de influenciadores e até a pré-instalação de aplicativos de apostas em dispositivos eletrônicos.
A proposta também pretende reduzir o impacto das campanhas publicitárias massivas que hoje dominam os intervalos comerciais das transmissões esportivas. A justificativa do projeto cita o alto volume de apostas no país, estimado em cerca de R$ 30 bilhões mensais.
Caso as restrições avancem, o modelo que sustenta os investimentos bilionários das casas de apostas no futebol pode sofrer uma reformulação profunda. Sem a vitrine proporcionada pela exposição em uniformes e durante as partidas, a tendência é que os contratos retornem a níveis financeiros semelhantes aos registrados antes da explosão do setor.