Futebol
20 Mar 2024 | 08:38 |
Em 2022, o portal UOL noticiou que o Flamengo chegou a abrir conversas com o meia Ezequiel Barco. No entanto, na época, o Mais Querido optou por priorizar o sistema defensivo e contratou Fabrício Bruno, Pablo e Ayrton Lucas. Assim, Barco acabou deixando o Atlanta United (EUA), para jogar no River Plate (ARG).
Mesmo com novas janelas de transferências e o tempo passando, o meia continuou na lista de possíveis reforços do Flamengo, mas em nenhum momento foi feita proposta ao staff do jogador. Porém, o Mais Querido busca um ponta e um meia, que possa fazer a mesma função que fazia Everton Ribeiro. Por isso, uma nova reaproximação com Ezequiel pode ser feita a partir de julho.
CONCORRÊNCIA POR EZEQUIEL BARCO
No entanto, o Flamengo não está sozinho. Isso porque, outros três clubes gostam do meia: Palmeiras, Internacional e Vasco. Ezequiel ganhou destaque para o futebol na Copa Sul-Americana de 2017, ainda pelo Independiente, da Argentina. O jogador marcou o gol do título contra o Flamengo, na final, de pênalti, no Maracanã.
ALTO CUSTO DO JOGADOR
Além disso, de acordo com informações do Portal do Palmeirense, para contratar Ezequiel Barco, qualquer clube teria que chegar ao River Plate com uma proposta de 9 milhões de euros (R$ 48, 2 milhões). Destacando que o vínculo do jogador com a equipe argentina se encerra somente em 2026.
Lembrando que para contratar De La Cruz, o Flamengo sofreu para negociar com o River Plate e o meia saiu somente após o Rubro Negro pagar o valor da multa de forma à vista, como pediu o clube de Buenos Aires.
Votoraty retoma atividades para a disputa da quinta divisão do Paulistão e aposta na experiência do ex-atacante de Santos e no Mais Querido
17 Abr 2026 | 16:30 |
O Votoraty Futebol Clube oficializou seu retorno às competições oficiais após um hiato de 16 anos. A equipe de Votorantim confirmou participação na quinta divisão do Campeonato Paulista de 2026, popularmente conhecida como "Bezinha". Para marcar este novo capítulo institucional, a diretoria movimentou o mercado da bola e anunciou a contratação do atacante Geuvânio, atleta com passagens marcantes por grandes clubes do futebol brasileiro e do exterior.
Aos 34 anos, o jogador chega como a principal referência técnica do elenco. No entanto, o condicionamento físico do reforço é um ponto de atenção, uma vez que Geuvânio não atua profissionalmente há 406 dias. Seu último compromisso oficial ocorreu em março de 2025, quando defendia o Oeste na derrota por 3 a 0 diante do Capivariano, em partida válida pela Série A2 do Paulistão.
No período em que esteve sem clube profissional, Geuvânio buscou manter-se em atividade e tentou ingressar na Kings League, torneio de futebol de sete que mescla esporte e entretenimento. Contudo, o atacante não foi selecionado por nenhuma das equipes participantes da competição, permanecendo fora do certame. Agora, o foco do atleta volta-se inteiramente para a reestruturação do Votoraty, onde espera retomar o ritmo de jogo e liderar o projeto de acesso à quarta divisão estadual.
Revelado pelas categorias de base do Santos, Geuvânio iniciou sua trajetória profissional em 2012, enfrentando inicialmente dificuldades para se firmar na equipe principal. No ano subsequente, foi cedido por empréstimo ao Penapolense, experiência fundamental para seu amadurecimento tático. Ao retornar à Vila Belmiro em 2014, o atacante viveu o auge de sua carreira, destacando-se pela velocidade e habilidade, o que despertou o interesse do mercado internacional e resultou em sua transferência para o futebol chinês.
A chegada de Geuvânio ao Flamengo, em junho de 2017, gerou grande entusiasmo entre os torcedores rubro-negros. Emprestado pelo Tianjin Quanjian, da China, por um período de 18 meses, o atleta possuía um dos maiores vencimentos do elenco na época, estimado em R$ 500 mil mensais. Durante sua permanência na Gávea, o atacante disputou 41 partidas, sendo titular em apenas 16 oportunidades, e balançou as redes somente três vezes, não conseguindo se estabelecer como peça fundamental do time.
Treinador reconheceu a superioridade do Rubro-Negro no Maracanã e destacou a necessidade de maior consistência defensiva para buscar a classificação
17 Abr 2026 | 16:00 |
Após a goleada sofrida por 4 a 1 para o Flamengo na última quinta-feira (16), o técnico do Independiente Medellín, Alejandro Restrepo, avaliou o desempenho de sua equipe em solo brasileiro. O comandante atribuiu o resultado negativo à dificuldade de sua estrutura tática em suportar o volume ofensivo imposto pelo clube carioca, que contou com gols de Lucas Paquetá, Bruno Henrique, Arrascaeta e Pedro.
Com o revés, os colombianos seguem com apenas um ponto, enquanto o time de Leonardo Jardim disparou na liderança isolada do Grupo A da Conmebol Libertadores. Apesar da disparidade no placar, Restrepo demonstrou confiança na recuperação de seu elenco. O treinador reconheceu abertamente que enfrentou um dos adversários mais qualificados de todo o continente sul-americano.
Em sua análise pós-jogo, Alejandro Restrepo foi direto ao apontar as deficiências que impediram um resultado mais equilibrado. Segundo o técnico, o Independiente Medellín não conseguiu sustentar o bom desempenho apresentado no início da partida, pecando em decisões cruciais e perdendo a posse de bola em momentos de transição.
“Sinto que não conseguimos manter o bom momento que tivemos no primeiro tempo, especialmente nas decisões e na perda de bola em transição, onde eles são muito fortes. São aspectos que a equipe precisa melhorar para ser competitiva e buscar a classificação", afirmou o comandante, destacando o poder de reação e a velocidade do elenco flamenguista.
O treinador não poupou elogios ao nível de competitividade encontrado no Rio de Janeiro, classificando o duelo como o teste mais rigoroso de sua equipe na atual temporada. Restrepo ressaltou que a presença de jogadores com passagens por ligas de elite do futebol mundial eleva o patamar do Flamengo, tornando qualquer erro fatal.
“Jogamos contra um grande time, um dos melhores da América do Sul. Foi o jogo mais difícil que disputamos este ano, pela intensidade e pela qualidade do adversário. O Flamengo tem jogadores que já atuaram em ligas muito importantes do mundo”, disse o treinador.
A diretoria rubro-negra descarta a liberação gratuita do atacante e reafirma a importância do atleta no planejamento técnico de Leonardo Jardim para a temporada
17 Abr 2026 | 15:00 |
Flamengo mantém uma postura rígida em relação à manutenção de seu plantel estelar para o decorrer das competições de 2026. Após sondagens de clubes do futebol brasileiro pelo atacante Everton Cebolinha, a cúpula de futebol do Mais Querido definiu que não facilitará uma eventual saída.
De acordo com informações reveladas pelo jornalista André Hernan nesta sexta-feira (17), o clube carioca só aceitará negociar o jogador mediante o pagamento de uma compensação financeira considerada satisfatória, descartando qualquer possibilidade de rescisão amigável ou empréstimo sem custos.
A estratégia da diretoria, liderada por Luiz Eduardo Baptista (Bap), visa proteger o investimento realizado e garantir que o técnico Leonardo Jardim tenha profundidade no elenco para disputar simultaneamente a Conmebol Libertadores, o Campeonato Brasileiro e a Copa do Brasil. O jogador vem sendo alvo do Corinthians e outras equipes da série A.
Internamente, Everton Cebolinha é avaliado como um ativo de alto valor técnico e tático. Mesmo com a concorrência acirrada no setor ofensivo, que conta com nomes como Bruno Henrique, Samuel Lino e Gonzalo Plata, a versatilidade do camisa 11 é vista como essencial para suportar a densa maratona de jogos. Segundo o portal Futmais, citando a apuração de Hernan, o Flamengo deseja contar com o atleta ao menos até o encerramento do calendário de 2026.
O posicionamento do clube reflete a política adotada na última janela de transferências, na qual o Flamengo buscou reforços pontuais para elevar o patamar competitivo do grupo. Liberar um jogador do calibre de Cebolinha para rivais nacionais sem uma contrapartida financeira robusta vai de encontro às diretrizes de gestão de Bap.ara o sucesso no segundo semestre, garantindo que o time mantenha a intensidade mesmo com a necessidade de rotação dos titulares.