Futebol
Diretoria toma decisão sobre possível decisão de Filipe Luís no Flamengo
06 Fev 2026 | 16:18
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11 Abr 2025 | 11:50 |
Depois da derrota dolorosa na fase de grupos da Libertadores, o Flamengo já tem novo desafio pela frente. Agora com foco total no Campeonato Brasileiro, considerado a grande prioridade da temporada 2025, o clube volta a campo neste domingo (13), às 17h30, diante do Grêmio, na Arena, em Porto Alegre, pela terceira rodada da competição.
Grêmio e o Mais Querido protagonizam um dos duelos mais tradicionais do futebol brasileiro. A primeira vez que se enfrentaram foi ainda em 1937, e de lá pra cá já se passaram quase 90 anos de confrontos. Na ocasião, o empate em 1 a 1 deu o tom do equilíbrio que marcaria o histórico entre os clubes. Novo, jogador rubro-negro, marcou o gol da equipe carioca naquele jogo.
Curiosamente, o Grêmio só venceria o Mengão pela primeira vez doze anos depois, em 1949, em outro amistoso. Naquele confronto, os gaúchos levaram a melhor com uma goleada de 5 a 1. O Flamengo, por sua vez, só conseguiu triunfar sobre o rival em 1970, também em amistoso, vencendo por 2 a 1. Em 124 partidas disputadas até hoje, o confronto segue sem um domínio absoluto. São 43 vitórias do Flamengo, 42 do Grêmio e 39 empates. O aproveitamento rubro-negro é de 35%. No entanto, mesmo com mais vitórias, o Mengão tem desvantagem no número de gols: marcou 155 e sofreu 158. A média de gols da equipe carioca no confronto é de 1,25 por jogo.
Se no Brasileirão o confronto chama atenção pelo equilíbrio, na Copa do Brasil ele é conhecido por partidas memoráveis. Flamengo e Grêmio são os clubes que mais chegaram às semifinais da competição, acumulando embates históricos. Um dos mais lembrados foi em 2021, quando o Rubro-Negro aplicou 4 a 0 no Tricolor em plena Arena do Grêmio, mesmo jogando com um a menos durante boa parte do segundo tempo.
Outro jogo inesquecível entre os dois times aconteceu na semifinal da Libertadores de 2019. Após empate por 1 a 1 no Sul, o Flamengo atropelou no Maracanã: 5 a 0, com direito a atuação histórica e classificação para a final da competição continental. Apesar da recente eliminação na edição de 2024, os torcedores guardam esse momento como um dos maiores da história do clube.
Mengão não tem fechado acordos com clubes nacionais interessados em seus atletas e situação se transforma em padrão da gestão Bap
06 Fev 2026 | 17:30 |
O Flamengo tem encontrado obstáculos para negociar jogadores do elenco profissional com clubes brasileiros nesta janela de transferências. Apesar de contar com um grupo numeroso e qualificado, a diretoria avalia que as propostas recebidas no mercado nacional não atingem o patamar financeiro considerado adequado.
Até o momento, apenas um jogador foi negociado com um clube do Brasil, e não fazia parte do elenco principal. Emprestado ao Santos até o meio do ano, Victor Hugo recebeu proposta do Atlético-MG. O clube aceitou vender 50% dos direitos econômicos do meia por 2,5 milhões de dólares (cerca de R$ 13,4 milhões).
As demais movimentações envolveram atletas em fim de contrato ou fora dos planos. O goleiro Matheus Cunha foi para o Cruzeiro, o zagueiro Pablo acertou com o São Bernardo e o atacante Carlinhos se transferiu para o Remo. Também sem vínculo ao fim, o zagueiro Cleiton deixou o clube rumo ao Wolfsburg, da Alemanha.
Internamente, o entendimento é de que a venda de qualquer jogador do elenco profissional exige uma compensação financeira relevante. A avaliação é que, para repor à altura e manter o nível do grupo, seria necessário investir alto no mercado, o que justifica a postura mais rígida nas negociações.
Nesse cenário, a tendência é que Allan não seja negociado com clubes brasileiros, mesmo com o desejo do volante de buscar mais minutos em 2026. As conversas com São Paulo, Corinthians e Vasco não avançaram justamente pela diferença de valores e pela política adotada pela diretoria.
A única negociação em andamento com um concorrente direto envolve Wallace Yan. Houve acordo inicial com o Red Bull Bragantino, mas o clube paulista recuou nos termos e o Flamengo chegou a interromper as tratativas. Ainda assim, as partes mantêm a expectativa de um desfecho positivo até o encerramento da janela.
Entidade quer discutir com clubes a possibilidade de alteração grande nas Séries A e B da competição que pode passar a valer já em 2027
06 Fev 2026 | 17:00 |
A possibilidade de mudanças no regulamento do Campeonato Brasileiro voltou à pauta da Confederação Brasileira de Futebol. Atendendo a uma demanda de parte dos clubes, a CBF confirmou que irá debater a redução do número de rebaixados da Série A.
De acordo com informações do portal 'GE', alguns participantes do Brasileirão defendem a diminuição de quatro para três clubes rebaixados da Série A para a Série B. Caso a proposta avance, a alteração também impactaria diretamente a divisão inferior, com a redução de quatro para três acessos da B para a elite do futebol nacional.
Além do debate sobre o rebaixamento, a CBF pretende colocar em discussão outros pontos sensíveis do campeonato. Entre eles estão o uso de gramado sintético e o limite de jogadores estrangeiros relacionados por partida.
Atualmente, cada clube pode inscrever até nove atletas nascidos fora do Brasil por jogo. Nos últimos meses, algumas equipes passaram a defender a redução desse número, sob o argumento de que o alto contingente de estrangeiros prejudica a formação e a utilização de jovens jogadores brasileiros.
Apesar da sinalização de que os temas serão debatidos, a CBF ainda não definiu uma data para a reunião com os clubes. A tendência, no entanto, é que as conversas aconteçam ainda no primeiro semestre de 2026, antes do início das fases decisivas da Copa do Brasil. As possíveis mudanças, caso aprovadas, só passariam a valer após consenso entre os clubes e adequação ao regulamento geral das competições nacionais.
Lateral uruguaio admite que falta de fôlego tem prejudicado a qualidade técnica da equipe e projeta recuperação do elenco para retomar o nível de atuação
06 Fev 2026 | 16:40 |
Na última quarta-feira (04), o Flamengo recebeu o Internacional no Maracanã e ficou no empate em 1 a 1, em duelo válido pela segunda rodada da competição nacional. O resultado ampliou a sequência negativa da equipe, que agora soma quatro partidas consecutivas sem vitórias.
Após o apito final, o lateral-direito Guillermo Varela utilizou a zona mista para fazer um diagnóstico sincero sobre o momento vivido pelo clube, apontando o condicionamento atlético como o principal vilão. Ao ser questionado sobre as dificuldades encontradas pelo Flamengo neste início de temporada, Varela foi direto ao identificar a raiz do problema.
Para o defensor, a questão física é o fator preponderante que desencadeia outras falhas, inclusive técnicas. Segundo ele, a falta de resistência compromete a tomada de decisão e a execução das jogadas: "É lógico que é físico. Mas, se você não está bem fisicamente, não estará na qualidade, porque se não tem ar o suficiente para ir e voltar, vai perder em qualidade", explicou o uruguaio.
O jogador, no entanto, demonstrou otimismo quanto a uma virada de chave, condicionando a melhora do time à evolução na preparação atlética. "Então, quanto mais rápido o time voltar a estar 100% fisicamente, voltaremos a fazer o que fizemos há um mês. É o que nós queremos, e a torcida também", completou.
Dentro das quatro linhas, o confronto apresentou um primeiro tempo equilibrado, mas com roteiro conhecido: o Flamengo deteve a maior parte da posse de bola, porém encontrou dificuldades para transformar o controle territorial em chances claras de gol. A ineficiência ofensiva foi punida nos acréscimos da etapa inicial, quando Rafael Borré balançou as redes aos 48 minutos, colocando o Internacional em vantagem.
Diretoria toma decisão sobre possível decisão de Filipe Luís no Flamengo
06 Fev 2026 | 16:18