Futebol
Uruguaio do Flamengo entra na mira do futebol do Catar para o meio do ano
26 Fev 2026 | 15:06
Futebol
23 Out 2024 | 06:12 |
O Flamengo é o time que mais venceu mata-matas na Copa do Brasil desde 2013, quando a competição começou a receber as equipes brasileiras que disputavam a Libertadores. O Rubro-Negro lidera com grande vantagem sobre seu adversário na final em 2024, o Atlético-MG. Além disso, em confrontos diretos na competição, o Mengão também leva a melhor.
Na primeira edição reformulada da Copa do Brasil, em 2013, o Flamengo foi o mais longe possível, conquistando o tricampeonato na competição, após as conquistas em 1990 e 2006. Na época, as equipes vindas da Libertadores entravam já nas oitavas de final. Em 2021, a CBF determinou que isso aconteceria a partir da 3ª fase.
De 2013 até 2024, o Rubro-Negro venceu 29 mata-matas, oito a mais que o segundo na lista, Grêmio. O adversário do Mengão na final deste ano, Atlético-MG, é o terceiro, com 20.
Confira a lista com os que mais venceram:
Flamengo: 29
Grêmio: 21
Atlético-MG: 20
Athletico-PR: 18
Cruzeiro e Palmeiras: 17
Corinthians e São Paulo: 16
*dados levantados pelo Sofascore
Confira outras estatísticas que o Flamengo lidera na Copa do Brasil
O Flamengo e a Copa do Brasil têm uma relação muito próxima, com o Rubro-Negro sendo detentor de várias marcas expressivas. Após chegar a mais uma final em 2024, terceira consecutiva, o Mais Querido se tornou o maior finalista da história, com 10 decisões. Com quatro títulos, busca agora o penta, que o coloca como segundo maior vencedor do torneio, ao lado do Grêmio. O Cruzeiro lidera com seis.
Além disso, o Flamengo é a equipe que mais fez gols na história da Copa do Brasil, com 382 gols marcados em 221 partidas. O número de jogos disputados também é o maior de um time em todos os 35 anos de existência do torneio. O Mengão também é o time que mais venceu, com 130 vitórias.
Flamengo x Atlético-MG em duelos pela competição
No confronto direto com o Atlético-MG, o Flamengo também se destaca. Em três duelos na história da Copa do Brasil, o Maior do Mundo levou a melhor em duas, sendo campeão no final. Em 2006, pelas quartas de final, goleou por 4 a 1 na ida e empatou sem gols em Minas Gerais, batendo o Vasco na final.
Já no ano de 2014, o Mengão começou muito bem, vencendo por 2 a 0 no Maracanã. No jogo da volta, abriu o placar, colocando uma vantagem gigantesca, mas acabou sendo goleado por 4 a 1 e perdeu a chance de chegar à final como no ano anterior. A última vez foi em 2022, com o Atlético-MG vencendo o primeiro jogo por 2 a 1, em BH. Na volta, o Maracanã esteve num clima inesquecível e, no famoso ‘jogo do inferno’, o Flamengo venceu por 2 a 0 e se classificou para as quartas de final. Na decisão, venceu o Corinthians.
CET-Rio monta operação especial para a decisão da Recopa Sul-Americana nesta quinta-feira; motoristas devem ficar atentos aos bloqueios
26 Fev 2026 | 17:00 |
A região do Maracanã passará por alterações significativas no trânsito nesta quinta-feira (26) devido à grande final da Recopa Sul-Americana entre Flamengo e Lanús (ARG). A partida está marcada para as 21h30 (horário de Brasília), mas a CET-Rio iniciará a operação especial de tráfego muito antes, visando garantir a segurança dos torcedores e a fluidez viária.
O planejamento operacional envolve o despliegue de agentes da CET-Rio, apoiadores de tráfego, viaturas e motocicletas, que atuarão diretamente nos pontos de bloqueio e rotas alternativas. Além do efetivo nas ruas, técnicos situados no Centro de Operações e Resiliência (COR-Rio) farão o monitoramento em tempo real através de câmeras.
Além dos bloqueios para circulação, haverá rigorosa restrição de estacionamento para coibir paradas irregulares que prejudiquem a mobilidade. A proibição vigora das 10h desta quinta-feira até a 1h30 de sexta-feira nas seguintes vias:
A recomendação das autoridades é que os torcedores priorizem o transporte público, como metrô e trem, para chegar ao estádio, evitando transtornos com a falta de vagas e os engarrafamentos típicos de dias de jogos decisivos e não será diferente para Flamengo x Lanús.
Mengão precisa vencer para conquistar o título após ser derrotado na partida de ida na Argentina, mas diário acredita na força Granate
26 Fev 2026 | 16:30 |
O confronto entre Flamengo e Lanús, pela volta da Recopa Sul-Americana, ganhou destaque na imprensa argentina. Após a vitória por 1 a 0 no jogo de ida, em Buenos Aires, o cenário no país vizinho é de confiança e expectativa por uma atuação histórica no Maracanã.
Jornais locais passaram a especular a possibilidade de um novo “Maracanazo”, utilizado para definir triunfos improváveis no estádio carioca, especialmente quando o visitante não entra como favorito. O termo surgiu quando a Seleção Brasileira foi derrotada por 2 a 1 pelo Uruguai na final da Copa do Mundo de 1950 no antigo Maior do Mundo.
A lembrança de resultados recentes reforça o otimismo argentino. Mesmo diante da disparidade econômica entre os clubes, o Central Córdoba conseguiu vencer o Flamengo no Maracanã na temporada passada, resultado que serve como referência para sustentar a crença em mais uma façanha fora de casa. Na avaliação da imprensa local, o Lanús atingiu um nível de solidez competitiva que permite sonhar com a quarta conquista continental de sua história.
O tradicional jornal argentino Olé destacou em sua manchete que “Lanús está pronto”, reforçando a ideia de que o clube pode repetir o roteiro de uma vitória histórica em território brasileiro. Segundo a publicação, o Granate busca reafirmar sua relevância no cenário continental e conta com o apoio de sua torcida para alcançar o objetivo.
O periódico também ressaltou a liderança do técnico Mauricio Pellegrino, apontado como peça central na tentativa de conduzir a equipe a um novo capítulo marcante em sua trajetória. Enquanto isso, o Flamengo aposta na força do Maracanã e no apoio de sua torcida para impedir qualquer roteiro surpreendente e confirmar a conquista diante de sua gente.
Enquanto o Rubro-Negro segue fortalecido comercialmente, o grupo rival enfrenta debandada iminente após recuo de banco; Tricolor Gaúcho revela insatisfação
26 Fev 2026 | 16:00 |
A postura firme do Flamengo nas negociações de direitos de transmissão, que gerou críticas de rivais em 2025, parece ter sido confirmada pelo tempo. A Libra (Liga do Futebol Brasileiro), bloco que entrou em rota de colisão com o Rubro-Negro, vive hoje seu momento mais delicado. A retirada de uma proposta financeira do Banco Daycoval expôs fragilidades internas e colocou em xeque a sustentabilidade do grupo. Clubes importantes passaram a discutir alternativas diante do cenário de incertezas.
A crise ganhou força após o recuo do Banco Daycoval, que compraria 5% dos direitos de TV por 15 anos. Sem o aporte previsto, equipes como Grêmio, São Paulo e Santos passaram a avaliar uma possível migração para a Liga Forte União. O enfraquecimento da Libra, iniciado após o embate com o Flamengo, agora atinge diretamente o caixa dos integrantes. Promessas financeiras não cumpridas e divergências políticas ampliaram o desgaste interno.
Um dos casos mais emblemáticos envolve o Grêmio, que vive situação considerada paradoxal. Segundo apuração do UOL, o presidente Odorico Roman tem sido cobrado para o rateio de taxas advocatícias do bloco. O objetivo é manter uma ação judicial da Libra contra o Flamengo na Corte Arbitral. A ironia é que o clube paga para sustentar um modelo de divisão que, na prática, renderia menos do que propostas anteriores defendidas pelo Rubro-Negro.
Além da frustração financeira, a Libra enfrenta um vácuo de poder. Os mandatos de dirigentes como Julio Casares e André Rocha expiraram sem novas eleições, gerando instabilidade política. Falhas contratuais também vieram à tona, como a ausência de previsão de aumento de receitas com a ampliação da Série A. Com mais clubes na divisão, a tendência é de diluição das cotas, agravando a insatisfação.
Enquanto isso, o Flamengo mantém contratos sólidos e independência comercial. Com acordo firmado com a TV Globo até 2029, o clube preserva receitas e estabilidade. Rivais que antes criticaram a postura rubro-negra agora discutem o futuro da própria aliança. O cenário reforça a estratégia adotada pela diretoria ao resistir às pressões e priorizar segurança financeira a longo prazo.