Futebol

Tite prevê mudança de mentalidade no Flamengo " Podem me cobrar...."

O treinador foi incisivo em suas palavras

Internet/Flamengo
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Na noite após a derrota por 1 a 0 para o Peñarol, o técnico Tite se deparou com uma enxurrada de críticas vindas da torcida do Flamengo. O resultado não agradou a muitos, e a pressão aumentou consideravelmente sobre o treinador. Em entrevista coletiva, Tite abordou essas reações com serenidade, destacando que as críticas são reflexos naturais da paixão dos torcedores pelo clube, especialmente em momentos de frustração com os resultados em campo.


As declarações do técnico não negaram a gravidade da situação, mas ele optou por uma abordagem otimista. Tite acredita que, com trabalho e um bom desempenho no jogo de volta, o Flamengo pode reverter o cenário e recuperar a confiança da torcida.


FLAMENGO TEM SEUS NOVO PROBLEMAS 


O Flamengo entrou em campo contra o Peñarol em uma partida importante, com grande expectativa de um bom resultado. No entanto, a derrota em casa por 1 a 0 foi um balde de água fria para os torcedores e colocou mais pressão no elenco e na comissão técnica. O Flamengo, um dos clubes mais vitoriosos e com a maior torcida do Brasil, costuma lidar com a expectativa constante de vitórias e bom desempenho. Quando esses objetivos não são atingidos, as reações não tardam a surgir.

A derrota deixou a equipe em uma situação delicada na competição, o que faz do jogo de volta ainda mais decisivo. A necessidade de um resultado positivo no segundo confronto contra o Peñarol não é apenas para avançar na competição, mas também para acalmar os ânimos de uma torcida que se mostra cada vez mais exigente.



Futebol

José Boto da fim a chances de jogador da Premier League no Flamengo: "Não é o que procuramos"

Nos últimos dias o nome do jogador foi especulado no clube e até uma reunião com seus representantes ocorreria por um oferecimento de contrato

deve aproveitar a janela de transferências que está aberta e seguirá ativa até o dia 11 deste mês de abril.
deve aproveitar a janela de transferências que está aberta e seguirá ativa até o dia 11 deste mês de abril.

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O Flamengo está de olho na janela de transferências e o alvo é um meia ofensivo para brigar com Arrascaeta por posição. Nese sentido, o nome do Belga/Brasileiro e ex-jogador do Flamengo, Andreas Pereira, voltou aos holofotes nos últimos dias. Entretando, para quem torcia pela volta do jogador ao time da Gávea, teve um banho de água fria.


José Boto, diretor de futebol do Flamengo, não deu voltas e ja esfriou qualquer negociação ou interesse pelo jogador, que está no Fulham (ING). O português declarou que Andreas é um bom jogador, mas não é o perfil que o clube procura no momento.


"Para aquela posição, com certeza não será ele


"Não é a minha maneira de trabalhar divulgar os contatos que temos. Isso faz com que os jogadores fiquem mais caros e dificulta as negociações. Mas, em relação ao Andreas Pereira, que eu considero um belíssimo jogador, ele não é o meia que estamos procurando. Para aquela posição, com certeza não será ele" — disse Boto, que continuou....


"É outro perfil de jogador. É outro jogador. Procuramos alguém mais parecido com o Arrascaeta, que possa dar a ele o descanso que também merece, para que não precise atuar em todas as partidas, já que não temos nenhum substituto para essa posição. E é isso que estamos buscando. Sem grandes estresses. Há tempo", completou.


SÓ TEM O ARRASCA


Atualmente, Arrascaeta é o único meia de criação disponível no Flamengo. No último jogo do time rubro-negro, o técnico Filipe Luís precisou improvisar com Luiz Araújo diante do Deportivo Táchira (VEN). Assim sendo, a posição é uma das prioridades da equipe visando a sequência da temporada.

AINDA DA PRA CORRER ATRÁS DE OUTRO JOGADOR

O Flamengo deve aproveitar a janela de transferências que está aberta e seguirá ativa até o dia 11 deste mês de abril. Nesta ocasião, o time liderado por Filipe Luís pode contratar jogadores que disputaram os campeonatos estaduais ou que estão livres no mercado. Por fim, a FIFA vai abrir outro período de transferências para que os clubes possam contratar antes do início do Super Mundial de Clubes, que começa em junho.



Futebol

Para voltar ao Mundial e ao grupo do Flamengo, León faz apelo a CAS

O CAS registrou recursos do León e do Pachuca contra a Fifa, protocolados no último dia 2. Eles declaram que os clubes cumprem os requisitos para o torneio

A entidade que comanda o futebol alegou, em março, que o time mexicano é controlada pelo mesmo grupo que o Pachuca, que também está na competição,
A entidade que comanda o futebol alegou, em março, que o time mexicano é controlada pelo mesmo grupo que o Pachuca, que também está na competição,

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O León, do México, foi à CAS (Corte Arbitral do Esporte) contra a decisão da Fifa de excluir o clube do Mundial de Clubes. A entidade que comanda o futebol alegou, em março, que o time mexicano é controlada pelo mesmo grupo que o Pachuca, que também está na competição, e que ambos descumpriram os critérios determinados para poderem disputar a competição simultaneamente. Antes da exclusão, o León estava no grupo do Flamengo.



O CAS registrou recursos do León e do Pachuca contra a Fifa, protocolados no último dia 2. Eles declaram que os clubes cumprem os requisitos de elegibilidade para o Mundial. O Tribunal informou que os recursos serão analisados na semana de 5 de maio.


No próximo dia 23, o CAS já terá uma audiência a partir de um pedido do Alajuelense, da Costa Rica, que abriu reclamação formal pedindo a retirada do León do torneio da Fifa. O time costa-riquenho considera que tem que ser chamado como novo participante.


Antes do julgamento, cada um dos envolvidos terá direito a escolher um árbitro entre as opções registradas pela CAS. Além disso, haverá um juiz principal, que será quem tomará a decisão final sobre manter ou retirar de vez o León do Mundial - e também se o Alajuelense herdará a possível vaga. A Fifa havia comunicado que só vai se posicionar sobre quem será o novo integrante do Mundial após conhecer a decisão da CAS.

De acordo com o regulamento 10 do Mundial de Clubes, "nenhuma pessoa física ou jurídica pode controlar ou exercer influência sobre mais de um clube participante da competição".

Pachuca e León pertencem ao Grupo Pachuca, que é gerenciado pelo empresário Jesús Martínez Patiño e controla também outros clubes de futebol, como Mineros de Zacatecas, do México, Coyotes de Tlaxcala, do México, Talleres, da Argentina, e Everton, do Chile.

Os representantes de Pachuca e León chegaram a se reunir com dirigentes da Fifa para mostrarem que são dirigidos de forma independente apesar de pertencerem ao mesmo conglomerado.

Veja o comunicado emitido pela Fifa sobre a eliminação do León

Após o processo disciplinar aberto contra o CF Pachuca e o Club León, o presidente do Comitê Disciplinar da FIFA decidiu encaminhar o caso diretamente ao Comitê de Apelação da FIFA, de acordo com o artigo 56, parágrafo 3 do Código Disciplinar da FIFA .

Após avaliar todas as evidências arquivadas, o presidente do Comitê de Apelações da FIFA decidiu que o CF Pachuca e o Club León não cumpriram os critérios de propriedade multiclube definidos no artigo 10, parágrafo 1, do Regulamento da Copa do Mundo de Clubes da FIFA 2025™ .

De acordo com o artigo 10, parágrafo 4º do Regulamento da Copa do Mundo de Clubes da FIFA 2025™ , a FIFA determinou que o Club León será removido da competição, e o clube a ser admitido como substituto será anunciado oportunamente.


Futebol

Deu ruim! Revista cita esquema da CBF com gastos no Qatar, até salários milionários de dirigentes

Piauí relata articulações de presidente para garantir reeleição na CBF, além de gastos milionários com parlamentares, artistas e membros do Judiciário

Ednaldo foi reeleito Presidente da CBF em eleição simbólica, pois não tinha adversário concorrendo ao cargo. Foto: Reprodução/CBF
Ednaldo foi reeleito Presidente da CBF em eleição simbólica, pois não tinha adversário concorrendo ao cargo. Foto: Reprodução/CBF

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Bastidores da gestão de Ednaldo Rodrigues à frente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) foram revelados nesta sexta-feira (4), em reportagem da revista Piauí. Foram reveladas manobras e articulações do presidente para garantir a reeleição na entidade, além de gastos milionários bancados pela CBF com parlamentares, figuras da classe artística e membros do Poder Judiciário.




ENTENDA O CASO




De acordo com a publicação, a CBF bancou um grupo de 49 pessoas sem relação direta com a entidade durante a Copa do Mundo do Catar, incluindo voos em primeira classe, hotel cinco estrelas e ingressos para jogos da seleção brasileira. A “farra” teria custado R$ 3 milhões aos cofres da entidade. Entre os beneficiários estão deputado, senador, desembargador, cantor, empresário, jornalistas e socialite, bem como membros de seus respectivos familiares.

Ednaldo Rodrigues respondeu afirmando “ser praxe que entidades esportivas façam convites a pessoas relevantes e personalidades para acompanhar grandes eventos”, disse.

Outro ponto destacado na reportagem são os reajustes salariais a presidentes das federações estaduais ao longo do mandato de Ednaldo. Até 2021, antes do atual mandatário assumir, os chefes das afiliadas recebiam R$ 50 mil. Atualmente, os vencimentos estão na casa de R$ 215 mil, um aumento de quase 200%, com direito a 16º salário.

Cabe ressaltar que Ednaldo foi reeleito presidente da CBF de maneira unânime, com voto das 27 filiadas e dos 40 clubes das Séries A e B do Campeonato Brasileiro.

Um agrado em particular foi dado a Roberto Góes, presidente da Federação Amapaense de Futebol e também vice-presidente da CBF. A entidade nacional pagou estadia em um hotel cinco estrelas no Jardins, bairro nobre de São Paulo, e passagens aéreas de Macapá à capital paulista para o dirigente viajar com a mulher, a irmã e a filha. O motivo seria um procedimento cirúrgico da companheira, a advogada Gláucia Costa Oliveira. No pós-operatório, ele pediu para ficar mais dez dias em solo paulistano, solicitação autorizada por Ednaldo.

Tudo custou R$ 114 mil à CBF. Ednaldo afirmou que “as despesas dos familiares dessas pessoas (presidentes de federações) são por elas pessoalmente bancadas”.

Apesar dos altos valores citados, a reportagem revela a suspensão de todas as viagens aéreas e hospedagens pagas pela CBF a árbitros da Série A do Campeonato Brasileiro, que deveriam realizar quinzenalmente um treinamento e avaliação física em um clube privado do Rio. A entidade alegou restrições orçamentárias e a avaliação passou a ocorrer apenas por videoconferência.

A avaliação ocorria em paralelo a um projeto apresentado por Wilson Luiz Seneme, ex-chefe da Comissão de Arbitragem, que sugeriu o desenvolvimento de centro de treinamento exclusivo, com refeitório, alojamento e campos de futebol cercados por câmeras de vídeo para a simulação de lances, além da criação de uma escola de árbitros.

Ambos os programas, estimados em R$ 60 milhões, foram aprovados por Ednaldo. Porém, Seneme acabou desligado da CBF após o acúmulo de maus desempenhos dos árbitros na temporada passada. Profissionais do apito criticaram justamente a falta de verba para a realização das avaliações no Rio.


PAGAMENTO A ADVERSÁRIO E AÇÃO NA JUSTIÇA


A publicação detalha ainda o pagamento de R$ 2,5 milhões a Gustavo Feijó pela CBF. O cartola de Alagoas era rival de Ednaldo e foi escalado por Flavio Zveiter como vice na empreitada do filho do desembargador Luiz Zveiter à presidência da entidade. Naquele momento, Ednaldo estava afastado do cargo em decorrência de litígio na Justiça.

Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara dos Deputados, chegou a trabalhar para Feijó virar cabeça de chapa, mas o candidato desistiu após receber o pagamento, referente a uma ação contra a CBF em Alagoas. Meses antes, já de volta à função, Ednaldo pagou R$ 10 milhões para contratar Maria Claudia Bucchianeri Pinheiro, antiga advogada de Lira e atual ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A reportagem dá detalhes também sobre a ação trabalhista movida pela arquiteta Luísa Xavier da Silveira Rosa contra a CBF. Contratada ainda na gestão de Rogério Caboclo para a construção de 14 centros de treinamento, ela teve pedido de demissão para ir trabalhar na Fifa negado por Ednaldo, que a nomeou diretora de patrimônio, a tornando a primeira mulher na diretoria da entidade. Contudo, o movimento foi uma “jogada de marketing”, segundo a advogada de Luísa. Isso porque a profissional sofreu com “retaliações, esvaziamento de atribuições e todo tipo de humilhação”, além de receber menos da metade do antecessor. Assim, ela acusou o mandatário de assédio moral.

Luísa também testemunhou a contratação de prostitutas para atender convidados em eventos da CBF e ouvia “todo tipo de comentário misógino”. Ela também relatou “elogios insinuantes e convites indesejados” de Rodrigo Paiva, ex-diretor de comunicação, e Arnoldo de Oliveira Nazareth Filho, ligado à Federação Amazonense de Futebol. Em ambos os casos, moveu ação por assédio sexual. Paiva, em resposta, afirmou que “sua trajetória profissional sempre foi marcada por incentivos à desconstrução da cultura do assédio”. O dirigente amazonense não se manifestou.


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