Futebol
27 Set 2024 | 13:11 |
Os sócios do Flamengo têm a responsabilidade de decidir o futuro do clube nas próximas eleições, e essa decisão vai muito além de escolher apenas o presidente. O foco deve estar em garantir que a gestão do futebol seja feita por profissionais altamente capacitados. O clube precisa dos melhores especialistas, não apenas dentro de campo, mas principalmente fora dele. Isso envolve médicos, fisioterapeutas, fisiologistas, psicólogos e outros profissionais que atuam nos bastidores para manter o time competitivo e em alto nível.
O Flamengo vive um momento em que é necessário olhar para além das vitórias e conquistas recentes. O sucesso esportivo depende de uma estrutura sólida e bem gerida, e para isso, é essencial que os sócios estejam atentos à formação das chapas e ao planejamento apresentado por cada candidato. Eleger alguém que priorize apenas os resultados imediatos pode ser um risco para a continuidade de um trabalho sustentável a longo prazo.
UMA COBRANÇA MUITO EXCLUSIVA
Quando falamos em “melhores profissionais”, a referência não é apenas técnica, mas também organizacional. É necessário que cada departamento do clube opere com excelência e que haja sinergia entre eles. Um departamento médico de ponta, por exemplo, não apenas trata lesões, mas também atua preventivamente, antecipando problemas e reduzindo o tempo de recuperação dos jogadores. Da mesma forma, um fisiologista competente ajuda a prolongar a vida útil dos atletas, maximizando o rendimento físico ao longo da temporada.
No entanto, a escolha desses profissionais depende de quem está à frente da gestão. É fundamental que o presidente eleito tenha um perfil que valorize a expertise e a competência, e não apenas relações pessoais ou interesses políticos. Contratar os melhores não é uma questão de vaidade, mas sim de garantir que o Flamengo tenha uma estrutura capaz de sustentar o nível de exigência e competitividade que se espera do clube.
No retrospecto recente encarando o Mengão como treinador, o ex-atacante não consegue ter bons resultados e só venceu duas vezes em oito anos
03 Mai 2026 | 15:10 |
O Flamengo entra em campo neste domingo (03) para mais um capítulo do tradicional Clássico dos Milhões contra o Vasco da Gama. A bola rola às 16h (horário de Brasília), no Maracanã, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro, em um confronto que promete alta intensidade e casa cheia.
Sob o comando de Leonardo Jardim, o Flamengo chega com força máxima e embalado por um retrospecto recente bastante favorável diante de equipes treinadas por Renato Gaúcho, atual comandante do Vasco. Nos últimos oito anos, os times dirigidos por Renato venceram o Flamengo apenas duas vezes em 16 confrontos. O domínio rubro-negro se consolidou principalmente a partir de 2018, quando os duelos passaram a ter um peso maior, inclusive em competições eliminatórias.
Um dos episódios mais marcantes dessa sequência aconteceu na semifinal da Copa Libertadores da América 2019, quando o Flamengo goleou o Grêmio por 5 a 0 no Maracanã. Na ocasião, Renato Gaúcho comandava a equipe gaúcha e acabou protagonizando um dos momentos mais emblemáticos desse confronto recente.
Desde então, o Rubro-Negro manteve superioridade, acumulando vitórias importantes tanto no Campeonato Brasileiro quanto na Copa do Brasil. Mesmo quando sofreu derrotas pontuais, o balanço geral permaneceu amplamente favorável.
Esse histórico reforça a confiança da torcida para o clássico deste domingo, especialmente jogando no Maracanã. Entre os confrontos mais recentes, o Flamengo venceu partidas importantes, como:
Mesmo com o favoritismo recente, o Flamengo sabe que clássicos têm dinâmica própria. O Vasco, agora sob comando de Renato Gaúcho, tenta quebrar esse retrospecto negativo e surpreender o rival. Com arquibancadas lotadas e clima de decisão, o duelo promete ser equilibrado e decidido nos detalhes. Ainda assim, o histórico recente coloca o Flamengo em posição de confiança para buscar mais uma vitória e manter a hegemonia diante de um velho conhecido à beira do campo.
Leonardo Jardim definiu os onze titulares para o Clássico dos Milhões, apostando na solidez defensiva e em um setor ofensivo reformulado devido aos desfalques
03 Mai 2026 | 14:55 |
Flamengo finalizou os preparativos e já oficializou a equipe que entrará em campo para enfrentar o Vasco da Gama neste domingo (3). A partida, válida pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro, ocorre às 16h no Maracanã, com o Rubro-Negro buscando reduzir a vantagem dos líderes da competição.
A escalação confirmada para o 'Clássico dos Milhões', aprensenta a escalação do Flamengo com: Agustín Rossi; Guillermo Varela, Léo Ortiz, Léo Pereira e Alex Sandro; Evertton Araújo, Jorginho e Luiz Araújo; Plata, Samuel Lino e Pedro.
A principal notícia positiva para a torcida rubro-negra é a volta do zagueiro Léo Pereira ao time titular. Após se recuperar de um corte profundo na perna esquerda, o defensor treinou normalmente nos últimos dois dias e foi liberado pelo departamento médico. Ele formará a dupla de zaga com Léo Ortiz, restabelecendo a base defensiva considerada ideal pela comissão técnica para conter o ataque cruzmaltino.
Apesar do reforço na retaguarda, o Flamengo lida com uma lista extensa de baixas no setor de articulação. Lucas Paquetá permanece fora de combate devido a um edema no tendão da coxa esquerda, com o clube priorizando uma recuperação cautelosa para evitar o agravamento da lesão. A maior lacuna, porém, é a de Giorgian de Arrascaeta, que se recupera de uma cirurgia na clavícula e só deve retornar após o período da Copa do Mundo.
Além dos lesionados, o técnico Leonardo Jardim não poderá contar com Erick Pulgar, que trata uma contusão no ombro, nem com Jorge Carrascal, que cumpre suspensão determinada pelo STJD. Diante deste cenário, o meio-campo será composto por Evertton Araújo e Jorginho, que terão a missão de manter o equilíbrio entre a proteção à defesa e o suporte aos atacantes Luiz Araújo, Plata, Michael Lino e o artilheiro Pedro.
Atacante do Mengão quer disputar a Copa do Mundo com a Amarelinha e tem algo a seu favor contra os concorrentes diretos no ataque
03 Mai 2026 | 14:30 |
O nome de Pedro ganhou força na disputa por uma vaga no ataque da Seleção Brasileira comandada por Carlo Ancelotti para a Copa do Mundo. O centroavante do Flamengo aparece como um dos principais candidatos a ocupar uma das últimas posições no setor ofensivo, em uma briga direta com jogadores como Igor Thiago, Endrick e Rayan.
Um fator importante coloca o camisa 9 do Flamengo em vantagem: o calendário. Enquanto os concorrentes atuam na Europa e entram na reta final de suas ligas, com menos jogos disponíveis, Pedro terá uma sequência intensa de partidas no futebol brasileiro. Esse volume maior pode ser determinante para convencer a comissão técnica.
Até a definição da lista final, prevista para o dia 18 de maio, o atacante rubro-negro terá cinco compromissos importantes: contra Vasco, Independiente Medellín, Grêmio, Vitória e Athletico-PR. Já seus concorrentes terão menos oportunidades em campo, com calendários mais enxutos na Inglaterra e na França.
A presença de Ancelotti no Maracanã para acompanhar o clássico entre Flamengo e Vasco da Gama reforça o peso desse momento para Pedro. O atacante terá a chance de mostrar serviço diante de um jogo de alta pressão, com grande visibilidade e exigência competitiva.
Além disso, a sequência inclui partidas por diferentes competições, como Libertadores e Brasileirão, o que amplia o leque de avaliação. Não será apenas a capacidade de marcar gols que estará em análise, mas também aspectos como resistência física, regularidade e desempenho em cenários variados.
A corrida por uma vaga no ataque segue aberta e sem favoritos absolutos. Apesar do bom momento vivido por Pedro, seus concorrentes também apresentam números consistentes e atuam em ligas de alto nível. Isso aumenta o grau de exigência para o atacante do Flamengo, que precisará manter a eficiência nas próximas partidas.
Dessa forma, o calendário brasileiro surge como uma oportunidade estratégica. Se conseguir aproveitar essa maratona de jogos com boas atuações e gols, Pedro pode transformar a desvantagem inicial em um diferencial decisivo para garantir presença na Copa do Mundo.