Futebol
11 Fev 2024 | 11:13 |
No cenário da Premier League, onde a competitividade é intensa e as performances são constantemente examinadas sob o holofote do mundo do futebol, emergiu uma história cativante que capturou a atenção dos espectadores: o ascenso meteórico do volante brasileiro Vinicius Souza, que encontrou seu lugar sob os holofotes como um dos destaques do Sheffield United. O momento emblemático que consagrou sua trajetória foi seu primeiro gol na Premier League, um marco celebrado por fãs, colegas de equipe e admiradores do esporte.
No último sábado (10), em um confronto emocionante contra o Luton Town, Vinicius Souza escreveu seu nome nos anais do futebol inglês ao marcar o terceiro gol decisivo que selou a vitória para o Sheffield United. O estádio vibrou com a energia contagiante enquanto o ex-jogador do Flamengo comemorava seu feito, um momento que simbolizou não apenas um gol, mas uma jornada de determinação, sacrifício e perseverança.
Após o apito final, em meio à euforia da vitória, Vinicius Souza refletiu sobre o momento que o levou ao seu tão aguardado gol na Premier League. Com humildade e gratidão, o volante destacou a importância de seus colegas de equipe, especialmente Oli McBurnie, cujo apoio nos treinamentos e no jogo foi fundamental para sua conquista. "Foi como um atacante", afirmou Vinicius. "Esse gol foi para Oli McBurnie, ele me ajuda nos treinos e esse foi para ele. Quando vi que estava livre fiquei pedindo ‘por favor me dê a bola’, porque eu nunca finalizo. Hoje tive a oportunidade e estou muito feliz pelo gol. Estou tranquilo (empolgação da torcida), pois sei que o futebol muda muito rápido. Só tenho a agradecer pelo apoio e também à minha família”, disse o brasileiro.
Essas palavras ecoaram não apenas a jornada individual de Vinicius Souza, mas também a essência do trabalho em equipe e da camaradagem que são fundamentais para o sucesso em um esporte tão exigente como o futebol. A trajetória do volante brasileiro não foi apenas uma ascensão meteórica ao estrelato; foi uma saga de superação de desafios, enfrentando obstáculos e perseverando em busca de seus sonhos.
Desde sua chegada ao Sheffield United, Vinicius Souza tem sido uma figura emblemática, não apenas por sua habilidade técnica e visão de jogo, mas também por sua ética de trabalho incansável e sua mentalidade resiliente. Sua adaptação ao estilo de jogo exigente da Premier League é testemunho de sua versatilidade e capacidade de se destacar em qualquer ambiente.
A jornada de Vinicius Souza também é um testemunho do poder transformador do futebol como uma plataforma para a realização pessoal e profissional. Originário do Brasil, um país conhecido por sua paixão pelo futebol, Vinicius Souza trilhou um caminho extraordinário que o levou das ruas de sua cidade natal aos gramados prestigiosos da Premier League. Sua história inspiradora serve como um lembrete de que, com dedicação, determinação e um espírito indomável, os sonhos mais audaciosos podem se tornar realidade.
Imóvel de alto padrão será entregue aos pais do jogador nos próximos dias; coincidência com a janela de transferências agita torcida rubro-negra sobre possível
23 Jan 2026 | 15:36 |
Lucas Paquetá tem um novo endereço de referência no Rio de Janeiro. O meio-campista do West Ham concluiu recentemente a construção de uma mansão de alto padrão em um condomínio de luxo na Barra da Tijuca, Zona Oeste da cidade.
Embora o imóvel tenha sido projetado para residência de seus pais, a entrega das chaves, prevista para os próximos dias, chama a atenção por coincidir com o momento em que o Flamengo intensifica as tratativas para repatriar o jogador ainda nesta janela de transferências.
A nova casa segue uma estética sóbria e elegante, utilizando uma paleta de tons claros e terrosos. O projeto arquitetônico busca fundir o conforto urbano com um clima relaxante de "casa de praia", evitando excessos decorativos e priorizando a funcionalidade.
DIVERGÊNCIA EM BÔNUS
O ponto de discórdia que precisa ser superado agora é o modelo de desembolso. A proposta que o West Ham recusou, gerando o ruído sobre o fim da negociação, consistia no pagamento de 35 milhões de euros fixos (parcelados) mais 5 milhões de euros em bônus por metas.
Os ingleses foram taxativos na contraproposta: aceitam os 40 milhões de euros, desde que o valor seja integralmente fixo, sem dependência de variáveis de performance. Além disso, o clube europeu exige o pagamento preferencialmente à vista ou com o mínimo de parcelamento possível.
Ex-jogador afirma que com o valor que pretende investir no retorno do meia, o Mengão poderia contratar dois jogadores de bom nível
23 Jan 2026 | 15:31 |
O comentarista Walter Casagrande Jr opinou que o Flamengo deveria rever a estratégia de investir alto em Lucas Paquetá, atualmente no West Ham (ING). Em programa do Uol, o ex-jogador afirmou que o valor pedido pelos ingleses não se justifica tecnicamente.
Casagrande sobre Paquetá no Flamengo: "poderia contratar com essa grana toda uns dois jogadores muito bons..."
“Não acho que é jogador para 45 milhões de euros. Eu acho que o Flamengo poderia contratar com essa grana toda uns dois jogadores muito bons, pagar menos e com salário menor. E crescer ali dentro do elenco do próprio Flamengo, desenvolver ali dentro do próprio Flamengo”, avaliou Casagrande.
Apesar de reconhecer a qualidade do atleta, o comentarista fez ressalvas ao estilo de jogo do meia. “Eu acho que o Paquetá é um bom jogador, um ótimo jogador. Mas não é um estilo que me agrada. É um estilo que toca muito para o lado e muito para trás”, completou.
Nos bastidores, entretanto, a negociação avançou. Segundo informações confirmadas pelo jornalista Rodrigo Mattos, em apuração que corrobora levantamento do Gazeta do Urubu, Flamengo e West Ham chegaram a um denominador comum quanto ao valor global da transferência: 40 milhões de euros (cerca de R$ 240 milhões).
Apesar do avanço financeiro, o acordo ainda não foi fechado. Restam pontos relevantes a serem ajustados, o que mantém a negociação em compasso de espera. Internamente, o Flamengo trata o momento como progresso significativo, e não como recusa.
A principal divergência envolve a estrutura financeira da operação. O West Ham, que inicialmente pedia 60 milhões de euros, reduziu a pedida para 45 milhões e, após novas conversas na última sexta-feira, fixou o valor em 40 milhões de euros, movimento atribuído em parte à pressão do próprio jogador para retornar ao Brasil.
O modelo apresentado pelo Flamengo, no entanto, não agradou. A proposta prevê 35 milhões de euros fixos, pagos de forma parcelada, mais 5 milhões em bônus por metas. Os ingleses, por sua vez, exigem que os 40 milhões sejam integralmente fixos, sem variáveis, e com preferência por pagamento à vista ou com o menor parcelamento possível.
Ex-dirigente do Mengão acredita que antiga direção deveria ter acertado com todas as famílias antes do fim de seu período à frente do clube
23 Jan 2026 | 15:10 |
Ex-vice-presidente de futebol do Flamengo e recém-promovido à Série A com o Remo, Marcos Braz concedeu entrevista ao ge e abriu detalhes dos bastidores do clube durante o período em que atuou como dirigente. Entre os temas abordados, ele falou sobre decisões administrativas, demissões de treinadores e episódios fora de campo envolvendo torcedores.
Marcos Braz sobre tragédia no Ninho enquanto estava no Flamengo: "Faltou habilidade em todos os sentidos..."
Um dos pontos mais sensíveis da entrevista foi a gestão da tragédia do Ninho do Urubu, ocorrida em 2019. Braz, que foi o primeiro dirigente a chegar ao local do incêndio, admitiu falhas da diretoria comandada por Rodolfo Landim, especialmente por não ter concluído os acordos com todas as famílias das vítimas antes do fim do mandato.
“Acho que a gente poderia ter alguns cuidados a mais do que a gente teve. Independentemente do prazo, um pouco mais ou menos, a nossa gestão deveria ter feito o último acordo. Faltou habilidade em todos os sentidos em relação a isso, é o único ponto”, afirmou.
O ex-dirigente do Flamengo também descreveu o impacto emocional ao presenciar o cenário da tragédia, reforçando que, apesar da criação de um comitê de crise, reconhece que o encerramento das negociações deveria ter sido prioridade absoluta.
“Eu vi cenas que não gostaria que nem meu pior inimigo visse, mas tratamos o assunto como deveria ser tratado. Existiu um comitê de crise instalado e foi isso. Para responder à pergunta, eu acho que deveríamos ter feito o último acordo e não fizemos. Não sei se o diferencial foi grande, nunca participei dessas negociações e não posso ser incorreto, mas deveríamos ter encerrado e não foi feito”, completou.