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Ao vivo: acompanhe o AeroFla para a chegada de Lucas Paquetá ao Flamengo
29 Jan 2026 | 09:27
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03 Ago 2023 | 12:56 |
The punch that the now former Flamengo physical trainer on Pedro, is still something to talk about. That's because, after the act, many experts claim that Pedro is backed by article 483, paragraph F of the Consolidation of Labor Laws (CLT), if he decides to ask for a termination with the red-negro. Thus, the lawyer Gislaine Nunes, known as the "princess Isabel" of the world of football, decided to explain the situation and show who would be victorious, if the number 9 filed a lawsuit against Fla.
Who is Gislaine Nunes?
Terror of football clubs and ghost in the lives of leaders such as the former president of Vasco Eurico Miranda (1944-2019), she earned the nickname “ Princesa Isabel” for obtaining the letter of manumission from the majority of Boleiros customers. Lawyer Gislaine Nunes represented Ronaldinho Gaúcho in the last major legal battle filed by a football star against Flamengo.
In response to the Blog by journalist Francisco Brito, Gislaine responded about the Pedro case:
"I have employees. If my employees fight here, my company does not can be held responsible for the aggression between them. That was some disagreement, some disagreement between them and my company cannot be held responsible. I didn't send anyone to fight with anyone. I believe that was what happened inside the locker room. did you see the athlete being attacked?"
What is the best solution from a legal point of view?
It is up to the employer (Flamengo) to dismiss the physical preparation because of this, now, the athlete ask for termination on account of being scheduled to play a few minutes, ask for termination for having been assaulted by an individual and insane attitude of the physical trainer without the employer's knowledge, I believe it does not fit.
Madam it has a vast repertoire of legal disputes with clubs: would it recommend the client Pedro to sue Flamengo in court to ask for indirect termination if consulted by him?
I would not recommend. He will lose. He can sue for termination as long as he pays to leave. The club was not to blame for the attitude. Will there be a straitjacket for all employees so as not to have a fight? In my humble opinion, as I have already worked with the legislator in making the law, I tell you: there is no possibility that he will ask for termination because of Flamengo. If he enters, fatally, I believe he has a great chance of losing. There is no connection to this.
Treinador argentino exalta importância do meia para o elenco tricolor, mas ressalta que decisão cabe aos dirigentes; clube paulista exige pagamento integral
29 Jan 2026 | 11:00 |
Após resolver a situação de Lucas Paquetá, o Flamengo voltou suas atenções para o mercado nacional e retomou, nesta quarta-feira (28), as investidas pelo meio-campista Marcos Antônio, do São Paulo. O assédio rubro-negro foi pauta na entrevista do técnico Hernán Crespo, que comentou a valorização de seu comandado e a postura do clube diante das especulações de transferência.
O treinador tricolor foi direto ao analisar o cenário: para ele, a procura de um rival reforça o bom desempenho do atleta em campo, mas as decisões administrativas transcendem seu desejo de permanência e cabem à alta cúpula do Morumbis.
Ao ser questionado sobre a possibilidade de perder o camisa 20, Crespo não escondeu o desejo de manter o elenco intacto, mas adotou um discurso institucional. O argentino enfatizou que, desde que assumiu o comando técnico, sempre colocou os interesses da entidade São Paulo acima de suas preferências pessoais.
“Acho que o motivo porque o Flamengo tem a disposição de comprar ele é porque é importante. É simples. Se você me pergunta a mim, eu quero todo mundo aqui. Todo mundo comigo”, declarou o treinador, complementando sobre a hierarquia das decisões:
“Nunca pensei em mim. Sempre pensei em São Paulo. Então acho que o mercado… você tem que carregar, Rui Costa e Rafinha, e eles vão escolher o que é melhor para São Paulo, como todo mundo, como o presidente Massis. Aqui, a coisa mais importante é São Paulo”, finalizou Crespo.
Nos bastidores, a movimentação é intensa. Segundo informações iniciais da Rádio Itatiaia, José Boto, diretor de futebol do Flamengo, esteve reunido com a diretoria são-paulina nesta quarta-feira para discutir a situação do volante. O clube carioca tenta aproveitar o canal aberto após as tratativas por Paquetá para buscar um novo reforço.
Comandante rubro-negro valoriza gestão do clube ao comentar a contratação recorde de R$ 260 milhões e destaca impacto técnico e emocional do meia
29 Jan 2026 | 10:15 |
Apesar do resultado adverso na estreia do Campeonato Brasileiro de 2026, onde o Flamengo foi superado pelo São Paulo por 2 a 1 no MorumBis, o técnico Filipe Luís dedicou parte de sua entrevista coletiva para celebrar uma vitória fora das quatro linhas. O treinador comentou com entusiasmo o retorno de Lucas Paquetá, oficializado na última quarta-feira (28), enfatizando o peso simbólico e a qualidade técnica que o meio-campista trará ao elenco.
O comandante aproveitou o momento para elogiar a postura da diretoria e a capacidade financeira da instituição, que viabilizou uma operação de tamanha magnitude no mercado da bola para conseguir a contratação de um atleta da Premier League.
Para Filipe Luís, a chegada do atleta transcende a questão tática. O técnico vê no movimento de repatriar o atleta um sinal claro de força institucional. Durante a coletiva, ele não poupou elogios ao novo reforço e aos responsáveis pela negociação.
“Sem nenhuma dúvida é um jogador gigantesco. Uma contratação incrível do clube. Repatriar um ídolo, um craque, por esse valor, quer dizer que o clube está em um momento interno espetacular, muito bem organizado, muito bem gerido pelas pessoas que cuidam do clube”, analisou o treinador.
A oficialização do negócio colocou o Flamengo em um novo patamar de investimento no cenário nacional. O clube desembolsou 42 milhões de euros (aproximadamente R$ 260 milhões) para tirar o jogador do West Ham, da Inglaterra. O montante estabelece o retorno de Paquetá como a contratação mais cara já realizada por um clube brasileiro em todos os tempos.
Meia uruguaio fez sua primeira partida em 2026 contra o São Paulo e apontou o calendário apertado como obstáculo, além de reclamar de penalidade ignorada
29 Jan 2026 | 09:40 |
A estreia de Arrascaeta na temporada de 2026 não ocorreu como o planejado. O meia uruguaio entrou no segundo tempo da derrota do Flamengo por 2 a 1 para o São Paulo, nesta quarta-feira (28), pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro. Apesar do revés no Morumbis, as declarações pós-jogo do camisa 10 chamaram atenção tanto pela crítica à arbitragem quanto pelo desabafo sobre o calendário do futebol nacional, que, segundo ele, cobra um preço alto pelo êxito do ano anterior.
O jogador destacou que o Rubro-Negro vive uma situação física atípica em relação aos rivais, fruto da participação na Copa Intercontinental até meados de dezembro de 2025, após a conquista da Libertadores e o Campeonato Brasileiro daquela temporada.
A pré-temporada do elenco principal do Flamengo começou apenas no dia 12 de janeiro, dando ao grupo cerca de duas semanas de trabalho antes da estreia no Brasileirão. Para Arrascaeta, essa discrepância física em comparação aos adversários é uma consequência direta das conquistas recentes, mas que exige cuidados imediatos, especialmente com uma nova decisão no horizonte.
"Feliz por voltar, aos poucos para pegar ritmo. A gente está pagando um pouco do sucesso de 2025, acabamos a temporada mais tarde e estamos voltando aos poucos. Mas sabemos que já são jogos importantes, como esse Brasileirão. Agora temos uma final pela frente e precisamos estar o melhor possível para conquistar mais uma taça", afirmou o meia em entrevista ao canal SporTV, referindo-se à Supercopa do Brasil.
Além das questões físicas, o resultado final da partida gerou insatisfação. Arrascaeta foi o protagonista de um lance polêmico nos minutos finais, quando caiu na área após contato com o zagueiro Alan Franco. O uruguaio foi enfático ao afirmar que sofreu a penalidade e criticou a postura da arbitragem e do VAR, que não recomendou a revisão do lance.
Segundo o jogador, o contato do defensor adversário foi determinante para impedir a finalização correta. "O cara, além de encostar no meu pé na hora de chutar, também me tira totalmente de eu bater 100% na bola. A bola muda a direção, a velocidade do chute também dá para ver que não sai do jeito que eu quero. O lance era muito fácil para fazer o gol", protestou.
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29 Jan 2026 | 09:27
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