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Flamengo inicia venda de ingressos para jogo contra Fluminense; saiba como comprar
22 Jan 2026 | 11:23
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05 Abr 2024 | 15:22 |
The side Cayo Tenório, player of Nova Iguaçu, received a three-match suspension by the Court of Sports Justice of Rio de Janeiro (TJD-RJ) due to a controversial entry into the striker Rossi, from Vasco. The incident occurred during the confrontation between Nova Iguaçu and Vasco, on January 31.
By a majority vote, the appeal presented by the prosecutor was accepted, resulting in the application of a three-game suspension to Cayo Henrique Nascimento Ferreira, an athlete from Nova Iguaçu FC, based on article 254 §1º I of the Brazilian Code of Sports Justice (CBJD). It is worth mentioning that there was a dissenting vote from Dr. Dilson Neves, who proposed maintaining the initial decision of the 5th Disciplinary Commission of the TJD-RJ.
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In the same clash, defender Gabriel Pinheiro, also from Nova Iguaçu, was the target of a complaint for another harsh attack on Rossi. However, the player was acquitted by the TJD-RJ. The court's decision, although it faces some disagreements, reflects the commitment to the integrity and safety of players on the field.
The punishment for Cayo Tenório serves as a reminder to athletes about the importance of fair play and respect for established rules. This disciplinary measure also highlights the responsibility of players to maintain appropriate conduct during matches, especially in situations that could put the health and physical integrity of professional colleagues at risk.
Meanwhile, the acquittal of Gabriel Pinheiro highlights the need for a thorough analysis of each move, taking into account the context and specific circumstances of each situation. It is important that clubs and the athletes themselves must be aware of the rules and football regulations, ensuring that the game takes place in a fair and safe manner for everyone involved.
Treinador cruzmaltino afirmou que o Mais Querido não criou chances contundentes no Maracanã, apesar das dez defesas difíceis de Léo Jardim
22 Jan 2026 | 13:15 |
A vitória do Flamengo por 1 a 0 sobre o Vasco, na última quarta-feira (21), no Maracanã, continua repercutindo, mas não apenas pelo resultado em campo. Após o apito final, a entrevista coletiva concedida pelo técnico Fernando Diniz tornou-se o centro das atenções. O comandante cruzmaltino minimizou a atuação do rival e contestou a superioridade rubro-negra, gerando revolta entre os próprios torcedores vascaínos nas redes sociais.
Ao ser questionado pelos jornalistas sobre o controle exercido pelo Flamengo na etapa final, especialmente após o cartão vermelho recebido pelo volante Cauan Barros, Fernando Diniz discordou da premissa. Para o treinador, não houve um abismo técnico entre as equipes durante o período em questão.
"Acho que, no primeiro tempo, o Flamengo foi superior, mas eu não acho que voltou superior à gente. Se a gente pegar os cinco minutos do segundo tempo para assistir (antes da expulsão), você vai ver que não foi isso que você (jornalista) está falando", declarou o técnico, defendendo a postura de sua equipe antes de ficar com um jogador a menos.
O ponto mais polêmico da entrevista, no entanto, foi a análise sobre as oportunidades de gol. Apesar de o goleiro Léo Jardim ter realizado dez defesas ao longo do clássico, muitas delas consideradas difíceis, Diniz sustentou a tese de que o Flamengo não produziu lances de perigo real.
"O Léo Jardim fez algumas defesas, mas não teve chances contundentes. Por mais que eu tenha a impressão de que tomaríamos o gol, o jogo podia ter terminado 0 a 0. Não teve chance na cara do Léo", argumentou.
Segundo a visão do treinador, o volume de jogo do rival foi "natural" devido à vantagem numérica, mas pouco efetivo. "A maioria dos chutes do Flamengo foi cabeçada, chute fora da área, um ou outro jogador levou vantagem ali na área e chutou, mas chance criada eu não vi", concluiu Diniz, em uma fala que contrastou com a percepção da arquibancada e da crítica esportiva.
Treinador explica decisão de antecipar volta dos titulares contra o Vasco e comenta mágoa com críticas recebidas durante negociação de novo contrato
22 Jan 2026 | 12:08 |
Após a vitória por 1 a 0 sobre o Vasco, nesta quarta-feira (21), no Maracanã, o técnico Filipe Luís utilizou a entrevista coletiva para esclarecer os bastidores da mudança de estratégia do Flamengo e desabafar sobre sua renovação contratual. O triunfo, válido pela terceira rodada do Campeonato Carioca, marcou a estreia antecipada do elenco principal, uma medida adotada para tirar o clube da lanterna do Grupo B da Taça Guanabara.
O comandante rubro-negro justificou a escolha de deixar o time Sub-20 de lado neste momento, para optar pelos jogadores titulares, enfatizando que as necessidades do clube se sobrepõem a qualquer cronograma pré-estabelecido no Flamengo.
Ao ser questionado sobre a alteração no planejamento, que previa o retorno das estrelas apenas mais à frente, Filipe Luís detalhou que a decisão foi fruto de reuniões constantes com a diretoria. Segundo ele, o momento exigia uma atitude firme para recuperar o time na competição.
"Reunião que acontece todas as semanas, seja via telefone ou presencial, conversamos sempre. Os interesses da instituição estão sempre acima de qualquer planejamento. O clube entendeu que era o melhor, nós temos sempre que seguir o melhor para o clube", explicou o treinador.
Filipe também ressaltou a postura da cúpula rubro-negra, citando nominalmente o presidente Luiz Eduardo Baptista (Bap) e o diretor José Boto. "Eu sempre fiz isso desde que cheguei, o Bap também, o Boto também, somos pessoas com muita coragem porque tomar decisões desse nível requer muita coragem. Uma decisão onde todos tomamos todos, assumimos todos os riscos e bola para frente", completou o treinador do Flamengo.
Diretor de futebol do Mais Querido explica exigência por características específicas para o modelo de jogo e nega busca por apenas um reserva para Pedro
22 Jan 2026 | 11:43 |
Após enfrentar dificuldades e frustrações nas tentativas recentes de reforçar o setor ofensivo, o Flamengo adotou uma postura de cautela e exigência máxima no mercado. O clube segue monitorando nomes para a posição de centroavante, mas o diretor de futebol José Boto foi enfático ao afirmar que a diretoria não fará movimentos precipitados apenas para dar uma resposta à torcida ou preencher lacunas no elenco.
Em declaração concedida na última quarta-feira (21), o dirigente esclareceu que o foco não é trazer qualquer jogador, mas sim um atleta que eleve o patamar da equipe e ofereça valências distintas das que o plantel já possui.
A filosofia adotada pelo departamento de futebol é clara: a qualidade técnica e o encaixe tático são inegociáveis. Boto destacou que a busca não se resume a encontrar um simples substituto para Pedro, mas sim alguém que agregue novas dinâmicas ao time comandado por Filipe Luís.
— Não queremos um atacante, mas sim o atacante. Tem que ter determinadas características, se encaixar no modelo de jogo… não é só um atacante para ser o substituto do Pedro — pontuou o diretor, complementando sobre a dificuldade da busca: — Mas com características diferentes e não é fácil encontrar. E se não encontramos, não vamos buscar só para dizer que temos um matador.
A cautela no discurso vem após o Rubro-Negro esbarrar em obstáculos nas suas principais investidas. O "Plano A" da diretoria era Kaio Jorge, destaque do Cruzeiro. O Flamengo chegou a realizar três propostas oficiais, mas o clube mineiro optou por renovar o contrato do atleta justamente para blindá-lo do assédio carioca.