Futebol
26 Mar 2025 | 14:15 |
A exclusão do León do Super Mundial de Clubes 2025, previsto para o meio do ano, gerou especulações e o desejo de outros clubes tentarem ingressar no grupo do Flamengo na competição. O motivo da desclassificação foi uma denúncia do Alajuelense, da Costa Rica, que apontou que o Grupo Pachuca — dono do León e do Pachuca — violava as regras do torneio, já que a competição proíbe a participação de dois clubes sob o mesmo controle. Com isso, o León foi retirado da disputa.
Tentativa de outros clubes entrarem na competição
A atitude do Alajuelense, naturalmente, visava aumentar suas próprias chances de se classificar para o torneio. A competição se baseia nos últimos campeões continentais e também no ranking da Confederação de Futebol da América do Norte, Central e Caribe (Concacaf).
Embora o Alajuelense esteja apenas em 45º lugar no ranking da Concacaf, o torneio já conta com representantes dos EUA e México, o que impede mais equipes desses países de ingressarem por ranking. No entanto, o Tigres, do México, está tentando uma jogada para garantir sua vaga.
Tigres quer entrar como campeão de 2020
Embora o Tigres seja mexicano, o clube tenta disputar o torneio com base em sua vitória na Concachampions 2020, campeonato continental da Concacaf, considerando a mesma lógica usada para clubes como Flamengo, Palmeiras, Fluminense e Botafogo, que podem disputar o Super Mundial como campeões da América nos últimos quatro anos.
O problema é que o Tigres venceu a Concachampions em 2020, ou seja, um ano antes do período de quatro anos exigido pela Fifa para qualificar clubes.
Essa situação impacta diretamente o Flamengo, já que o clube que substituir o León na competição enfrentará o Mengão na fase de grupos.
Sonho do presidente do Tigres e de Gignac
Em entrevista ao Diário Record, o presidente do Tigres, Mauricio Culebro, expressou o desejo de o clube mexicano ocupar a vaga do León. Ele afirmou:
"Entendo a decisão da Fifa e a situação do León. Se for a nossa vez, lidaremos bem com isso [...] Quem não gostaria de ir a uma Copa do Mundo de Clubes? Ainda há história a ser escrita."
O atacante francês Gignac, frequentemente especulado no Flamengo, também comentou sobre a possibilidade de disputar o torneio. Ele lembrou da boa campanha do Tigres no Mundial de Clubes 2021, quando o time eliminou o Palmeiras e só perdeu para o Bayern de Munique na final.
"Eu adoraria ter me classificado dessa forma, mas veremos o que acontece. Fomos para um Mundial de Clubes, e acho que representamos o México muito bem. Adoraríamos ter ido a esta nova edição", disse Gignac.
Em busca de solidez defensiva, a diretoria rubro-negra avalia a contratação do jovem zagueiro argentino de 22 anos, que já acumula convocação para a seleção
07 Mar 2026 | 13:40 |
O departamento de scout do Flamengo segue mapeando intensamente o mercado sul-americano para reforçar o time ainda em 2026 e tem um novo alvo para fortalecer o seu sistema defensivo. Trata-se de Lautaro Rivero, jovem promessa do River Plate.
Segundo informações divulgadas pelo portal esportivo argentino El Crack Deportivo, o clube carioca acompanha de perto a evolução do atleta, que vem se destacando com atuações seguras e despertando o interesse de diversas equipes de peso no cenário internacional.
O jogador de 22 anos possui o diferencial de ser um zagueiro canhoto, uma característica técnica que é bastante valorizada e escassa no futebol moderno. Seu desempenho recente o levou a um novo patamar, culminando em sua convocação para a seleção principal da Argentina.
A estreia com a camisa albiceleste ocorreu em outubro de 2025, quando atuou por 45 minutos na goleada por 6 a 0 sobre a equipe de Porto Rico, em um confronto de caráter amistoso. Considerando os números da atual temporada pelo clube de Buenos Aires, Rivero esteve em campo em sete oportunidades oficiais e já conseguiu balançar as redes adversárias uma vez.
No aspecto financeiro, uma eventual negociação com a equipe argentina exigiria um investimento considerável dos cofres do Flamengo. Levantamentos do portal especializado Sofascore indicam que o valor de mercado atual do defensor gira em torno de 4,2 milhões de euros, o que representa aproximadamente R$ 25,8 milhões na conversão de moedas.
Entidade coloca partida da Seleção Brasileira no estádio para o dia 31 de maio, mas o Mengão joga no mesmo final de semana como mandante no Brasileirão
07 Mar 2026 | 13:33 |
A Seleção Brasileira fará no Maracanã o último amistoso antes de embarcar para a Copa do Mundo. Nesta sexta-feira (06), a CBF confirmou que a equipe comandada por Carlo Ancelotti enfrentará o Panamá no dia 31 de maio, no Rio de Janeiro. A escolha da data pode impactar diretamente a agenda do Flamengo.
No mesmo fim de semana do amistoso entre Brasil e Panamá, o Flamengo tem compromisso marcado contra o Coritiba, como mandante, pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro. A data da partida ainda não foi confirmada oficialmente. A Confederação Brasileira de Futebol reservou o período entre os dias 30 de maio e 1º de junho para o confronto da Seleção. Com isso, existe a possibilidade de alteração no calendário do jogo do Flamengo.
A realização da partida no dia 30 de maio é considerada improvável, já que o Maracanã precisará passar por preparação para receber o amistoso internacional. Dessa forma, a tendência é que o duelo do Flamengo contra o Coritiba aconteça após o jogo da Seleção, possivelmente em 1º de junho, uma segunda-feira.
A escolha do estádio carioca foi destacada pelo presidente da CBF, Samir Xaud, que ressaltou o simbolismo do local para a despedida da equipe antes da Copa do Mundo: “Acho muito simbólico que essa despedida seja em um palco tão importante e emblemático. O Maracanã é a casa da Seleção Brasileira, um estádio conhecido no mundo inteiro e que sempre foi palco de grandes apresentações. Receber o carinho e o apoio dos torcedores será fundamental para a equipe, que já no dia seguinte embarcará para os Estados Unidos”, afirmou.
O dirigente também destacou a importância do momento para o elenco: “Gosto muito do Maracanã. É um palco grandioso, carregado de história. Temos tudo para fazer uma Copa em alto nível. Estamos nos preparando muito bem, os jogadores sentem orgulho em servir à Seleção e será muito importante essa troca de energia antes da disputa”, completou.
Acionista majoritário da SAF cruzeirense evita polêmicas ao comentar a escolha do treinador português, reconhece o direito de livre escolha do profissional
07 Mar 2026 | 13:10 |
A transferência de Leonardo Jardim para o comando técnico do Flamengo continua repercutindo no cenário esportivo nacional, desta vez com manifestações vindas de Minas Gerais. Pedro Lourenço, empresário e dono da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do Cruzeiro, falou publicamente pela primeira vez sobre o acerto de seu ex-treinador com a equipe carioca, substituindo o recém-demitido Filipe Luís.
A polêmica em torno da contratação se deu por conta de uma declaração dada pelo próprio Leonardo Jardim no ano passado. Durante sua passagem pela Toca da Raposa, o comandante europeu havia garantido de forma categórica que, caso trabalhasse no futebol brasileiro, dirigiria exclusivamente a equipe do Cruzeiro.
Apesar do forte vínculo de amizade construído com o técnico durante o período em que trabalharam juntos, Pedro Lourenço optou por uma postura diplomática. Em entrevista concedida à Rádio Cultura, da cidade de Lavras, em Minas Gerais, o gestor cruzeirense evitou entrar em atritos ou criticar a mudança de postura do profissional europeu.
PEDRO EVITA POLÊMICA COM FLAMENGO: "O MUNDO É LIVRE"
"Sobre a questão do Leonardo Jardim, não quero comentar, porque é o direito dele", iniciou o empresário. Lourenço destacou que o mercado do futebol é dinâmico e que respeita as decisões individuais de cada profissional. "O mundo é livre, ele vai para onde ele achar que deve ir. É a cabeça dele, não quero interferir", concluiu o dono da SAF celeste, colocando um ponto final no assunto e focando nos compromissos de sua própria equipe.
Em sua apresentação oficial no Ninho do Urubu na última quarta-feira (4), Jardim precisou se justificar perante a imprensa. O português admitiu ter sido "ingênuo" ao fazer tal afirmação e explicou que sua saída precoce de Belo Horizonte ocorreu em virtude de problemas familiares e divergências de ideias em relação ao projeto que vinha sendo conduzido.