Futebol
Saiu! Confira a escalação do Flamengo para enfrentar o Estudiantes na Libertadores 2026
29 Abr 2026 | 13:39
Futebol
01 Mai 2024 | 23:45 |
Na noite desta quarta-feira (1), o Flamengo venceu o Amazonas, pelo placar de 1 a 0, pelo jogo de ida da terceira fase da Copa do Brasil. No entanto, o Mais Querido teve chances de ampliar o placar, mas não conseguiu por falta de acerto no último passe e mais finalizações no alvo. Além disso, Tite foi duramente criticado pelo modo de jogar do time.
O comentarista Lédio Carmona criticou duramente a formação do Flamengo no segundo tempo da partida contra o Amazonas. Lédio disse que a formação com quatro atacante foi uma má escolha.
"A certeza que a gente tem é que o Flamengo está jogando mal. Mais uma vez o Flamengo faz um jogo muito pobre ofensivamente. Muito pobre ofensivamente. O que adianta colocar 4 atacantes se não tem movimentação, se os meias não aparecem?",isse Lédio Carmona, no SporTV/Premiere.
CRÍTICAS À TITE
Além do comentarista, os torcedores rubro-negros criticaram bastante a formação do time. Apesar de ter quatro atacante em campo, pois Gabigol entrou no segundo tempo, o Flamengo conseguiu finalizar ao gol do Amazonas poucas vezes, já que o meio campo encontrou algumas dificuldades. Após a partida, os torcedores presentes no Maracanã vaiaram o comandante do Mais Querido.
FOCO NA PRÓXIMA PARTIDA
Agora, o elenco do Mais Querido foca na partida contra o Red Bull Bragantino. O jogo será no próximo sábado (4), às 18h30, em Bragança Paulista. O confronto será válido pela quinta rodada do Brasileirão.
Rubro-Negro saiu na frente com Luiz Araújo, mas cedeu o empate em La Plata; Arrascaeta preocupa após ser hospitalizado com lesão no ombro
29 Abr 2026 | 23:34 |
Flamengo empatou em 1 a 1 com o Estudiantes de La Plata na noite desta quarta-feira (29), no Estádio Jorge Luis Hirschi, em partida válida pela terceira rodada da fase de grupos da Copa Libertadores 2026. Com o resultado, a equipe comandada por Leonardo Jardim chegou aos sete pontos e segue isolada na liderança do Grupo A, mantendo a invencibilidade na competição continental.
O confronto na Argentina foi marcado por uma alta dose de dramaticidade e tensão. Além da perda precoce de seu principal articulador, o Flamengo precisou lidar com um ambiente hostil que culminou em uma confusão generalizada no segundo tempo, resultando na exclusão de ambos os treinadores da beira do gramado.
O primeiro tempo foi de pouca fluidez e muita disputa física. O Flamengo sofreu um duro golpe aos 20 minutos, quando Arrascaeta sentiu o ombro direito após uma dividida e precisou ser substituído por Carrascal. O uruguaio deixou o estádio imediatamente em direção a um hospital local para exames de imagem.
No entanto, Mesmo com a baixa importante na criação, o Rubro-Negro foi eficiente: aos 32 minutos, Samuel Lino acionou Bruno Henrique, que fez grande jogada individual e serviu Luiz Araújo, que apenas empurrou para as redes para abrir o marcador.
A etapa complementar trouxe um cenário de maior pressão dos donos da casa. Logo aos 9 minutos, após erro de Vitão, Meza cruzou para Farías cabecear; Rossi fez grande defesa, mas Carrillo aproveitou o rebote para empatar. O gol gerou polêmica e uma longa checagem do VAR, que acabou confirmando o tento argentino.
A temperatura do jogo subiu drasticamente aos 15 minutos do segundo tempo. Uma confusão generalizada no gramado resultou nas expulsões de Leonardo Jardim e do técnico argentino Cacique Medina, ambos por invadirem o campo. O árbitro Piero Maza também distribuiu cartões amarelos para Emerson Royal e Tomás Palacios na tentativa de retomar o controle da partida.
Nos minutos finais, o Estudiantes se lançou ao ataque em busca da virada, mas parou em uma atuação segura do goleiro Agustín Rossi. O camisa 1 realizou defesas importantes em chutes de Cetré e Amondarain, garantindo que o Flamengo voltasse para o Rio de Janeiro com um ponto na bagagem.
O Flamengo agora aguarda os resultados dos exames de Arrascaeta para saber a gravidade da lesão, enquanto se prepara para o próximo desafio na Libertadores sem o seu comandante à beira do campo. Apesar do fim da sequência de sete vitórias consecutivas, o empate fora de casa é visto como um resultado estratégico para a manutenção do favoritismo na chave.
Diretoria alviverde analisa impactos jurídicos para deixar o bloco comercial e critica o privilégio econômico concedido ao clube carioca no novo acordo
29 Abr 2026 | 23:00 |
Palmeiras iniciou uma análise profunda por meio de seu departamento jurídico para avaliar a viabilidade de se retirar da Libra (Liga do Futebol Brasileiro). A movimentação ocorre em um momento de tensão interna, motivada pela insatisfação com os rumos do bloco, que, na visão da cúpula palmeirense, distanciou-se do objetivo inicial de criar uma liga independente para se tornar apenas um grupo de negociação de direitos de transmissão com a Rede Globo.
O ponto central do conflito reside na cláusula que prevê um pagamento extra de R$ 150 milhões ao Flamengo nos próximos quatro anos. O clube paulista entende que a manutenção do bloco não faz mais sentido caso as disparidades financeiras sejam acentuadas por benefícios exclusivos a um único integrante, ferindo o princípio de equilíbrio que fundamentaria uma liga organizada no futebol brasileiro.
Os advogados do Palmeiras estudam minuciosamente os termos contratuais para garantir que uma saída da Libra não gere sanções financeiras ou prejuízos na relação direta com a detentora dos direitos de TV. Caso o diagnóstico jurídico aponte que a independência não afetará as receitas projetadas para o ciclo de 2026, a tendência é que o clube formalize sua desfiliação, buscando novos modelos de negociação coletiva ou individual.
A diretoria comandada por Leila Pereira sustenta que a Libra perdeu sua essência ao focar excessivamente na distribuição de valores de forma desigual. O entendimento no Allianz Parque é de que o bloco deveria servir para fortalecer todos os clubes membros, e não para consolidar hegemonias financeiras que dificultam a competitividade no cenário nacional a longo prazo.
O novo termo acordado entre os clubes do bloco prevê que o Flamengo receba parcelas anuais de R$ 37,5 milhões até o fim do contrato, totalizando R$ 150 milhões. O montante será corrigido pelo IPCA a partir de 2027 e, de acordo com o planejamento, o valor será subtraído da fatia que seria distribuída aos demais clubes no critério de audiência. O Palmeiras se posicionou de forma contrária a esse privilégio, embora a presidente Leila Pereira admita assinar o documento caso a maioria dos clubes assim deseje, para evitar isolamento político.
Experiente dirigente, com passagens marcantes pelo Flamengo, assume o comando do Celeiro de Ases para otimizar a transição de atletas ao profissional
29 Abr 2026 | 22:00 |
O Internacional oficializou a chegada de Carlos Noval para o cargo de diretor executivo das categorias de base. A contratação faz parte de um planejamento estratégico da diretoria colorada para modernizar os processos de formação de atletas no CT Alvorada. Aos 61 anos, Noval traz consigo o prestígio de ter liderado o departamento de base do Flamengo por 15 temporadas, período em que o clube carioca se tornou referência mundial na revelação e venda de talentos.
A chegada do executivo ao Beira-Rio visa estreitar a relação entre o "Celeiro de Ases" e o elenco principal. A ideia é que o novo diretor implemente metodologias que garantam não apenas o sucesso esportivo nas divisões inferiores, mas também uma integração técnica e tática que facilite o aproveitamento de jovens promessas no time de cima, sob o comando da atual comissão técnica em 2026.
Durante sua gestão no Rio de Janeiro, Carlos Noval foi peça-chave na estruturação de processos que resultaram na revelação de nomes como Vinícius Júnior, Lucas Paquetá, João Gomes e Rodrigo Muniz. Sob seu comando, a base rubro-negra não apenas conquistou mais de 150 troféus, mas também se transformou em uma fonte bilionária de receitas. Estima-se que as negociações de jogadores formados no período tenham gerado mais de R$ 1,5 bilhão aos cofres do clube.
O modelo de captação e desenvolvimento implementado por Noval é o que o Internacional busca replicar agora no Rio Grande do Sul. O foco está em identificar talentos precocemente e oferecer suporte integral para que a transição ao futebol profissional ocorra de maneira sustentável, garantindo retorno esportivo imediato e valorização para futuras transferências internacionais.
No Internacional, o ex-Flamengo terá a responsabilidade de elevar o patamar competitivo das categorias de base, unificando a identidade de jogo desde o sub-11 até o sub-20. A expectativa da alta cúpula colorada é de que ele atue como um facilitador, reduzindo o abismo que muitas vezes existe entre os últimos estágios da formação e a exigência do elenco profissional. A gestão buscará um equilíbrio entre a técnica refinada e o vigor físico necessário para o futebol moderno.