Futebol

Flamengo apresenta déficit de R$ 79 milhões no primeiro semestre

Clube considera resultado normal e ainda espera ter superávit no ano; Compra de terreno para o estádio reduz dinheiro em caixa

Gazeta do Urubu – Onde o Flamengo é Notícia
Gazeta do Urubu – Onde o Flamengo é Notícia

13 Ago 2024 | 18:18 |

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O Flamengo divulgou o balancete financeiro referente ao primeiro semestre do ano de 2024. O resultado apresentado não foi dos melhores, mas o clube não cria alarme. O rubro-negro teve um déficit de R$ 79 milhões até o dia 30 de junho. Contudo, o Mais Querido declarou ter R$ 209,4 milhões em caixa entre dinheiro na conta corrente e aplicações em renda fixa, um aumento de R$ 74 milhões em relação ao primeiro trimestre.


Este valor, porém, foi significativamente reduzido após o Flamengo pagar à prefeitura do Rio de Janeiro o valor de R$ 138,2 milhões referente ao leilão do terreno do Gasômetro para a construção do seu próprio estádio. Com a compra, o montante em caixa passa para R$ 71,2 milhões.


No documento, o clube apresenta ter que pagar ainda R$ 271,7 milhões por contratações de jogadores, sendo R$ 177,8 milhões desses em dívidas de curto prazo (que tem de ser pagas nos próximos 12 meses a partir de julho de 2024). Os R$ 93,98 milhões restantes são de parcelas a partir de julho de 2025. O valor é superior ao que o Flamengo tem a receber por venda de jogadores.


Segundo a apresentação, o Flamengo tem a receber R$ 208,8 milhões por venda de atletas, sendo R$ 165,2 milhões em pagamentos a curto prazo e R$ 43,7 no longo prazo. O clube, porém, não liga o alerta e espera um resultado melhor a partir do segundo semestre de 2024.

A diretoria alega que “em função de sua forte capacidade de geração operacional de caixa e dos longos prazos desses pagamentos, esse saldo apresentado no 2T/2024 não significa que o clube precisa realizar vendas de atletas em valores equivalentes ou contrair empréstimos”.


Confira o resultado apresentado pelo Clube de Regatas do Flamengo

“Terminamos esse primeiro trimestre registrando um déficit acumulado de R$ 79,5 milhões. Este resultado é inferior em cerca de R$ 121 milhões ao resultado do 2T2023 (positivo em R$ 41,5 milhões), uma vez que o resultado daquele semestre foi fortemente impactado pela venda dos direitos do jogador João Gomes na janela de início de ano, que gerou uma receita não recorrente de R$ 103 milhões.

Entendendo melhor a variação das receitas recorrentes, que não incluem venda de atletas, observa-se uma leve redução em relação ao mesmo período do ano anterior: R$ 458,8 milhões de receita recorrente contra R$ 469,5 milhões em 2023, o que não gera preocupações de longo prazo, uma vez que esse desempenho se deu por conta da redução pontual de receitas de participação em competições, já que no ano anterior disputamos mais competições no primeiro trimestre (Recopa Sul-Americana, Supercopa do Brasil e Mundial de Clubes).

Concluindo, este resultado deficitário no primeiro semestre é natural e esperado, em função da sazonalidade típica das receitas da indústria do futebol. Nossa estimativa atual permanece de um resultado superavitário em 2024, o que nos permitirá seguir de forma sustentável, disputando as principais colocações nas competições de que participamos”.



Futebol

Flamengo supera altitude e estreia com vitória sobre o Cusco na Libertadores

Atacante balançou as redes no segundo tempo para garantir o triunfo rubro-negro por 2 a 0 em território peruano; VAR foi protagonista ao anular gol

Flamengo supera altitude com gols de Bruno Henrique e Jorginho e vence na estreia da Copa Libertadores 2026 - foto: reprodução
Flamengo supera altitude com gols de Bruno Henrique e Jorginho e vence na estreia da Copa Libertadores 2026 - foto: reprodução

08 Abr 2026 | 23:26 |

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Flamengo iniciou sua caminhada na Conmebol Libertadores 2026 com um resultado fundamental fora de casa. Na noite desta quarta-feira (08), a equipe comandada por Leonardo Jardim venceu o Cusco FC por 1 a 0, no Estádio Inca Garcilaso de la Vega, a 3.350 metros de altitude.


O herói da noite foi Bruno Henrique, que marcou de cabeça para selar a vitória em um confronto marcado pelo equilíbrio físico e por intervenções decisivas da arbitragem de vídeo. Mesmo com o ar rarefeito, o Rubro-Negro conseguiu controlar as ações na maior parte do tempo, suportando a pressão final dos peruanos e somando os primeiros três pontos no Grupo A da competição continental.


DOMÍNIO RUBRO NEGRO 


O primeiro tempo foi de domínio territorial do Flamengo. Adaptando-se rapidamente à velocidade da bola na altitude, o time carioca quase abriu o placar logo aos 4 minutos com Gonzalo Plata, que parou em grande defesa do goleiro Díaz. Lucas Paquetá, assumindo o protagonismo na criação, seguiu a estratégia de arriscar de longa distância.

O camisa 10 levou perigo em três oportunidades, obrigando Díaz a trabalhar em batidas colocadas. O Cusco, por sua vez, apostou em contra-ataques e teve sua melhor chance em chute forte de Silva, defendido com segurança por Rossi, mantendo o placar zerado até o intervalo.


BRUNO HENRIQUE MARCA

O placar foi inaugurado aos 13 minutos do segundo tempo. Gonzalo Plata serviu Ayrton Lucas na ponta esquerda, que cruzou com precisão para Bruno Henrique testar firme no canto, sem chances para o goleiro. Pouco depois, o VAR tornou-se protagonista: o árbitro chegou a marcar um pênalti contra o Flamengo, mas voltou atrás ao constatar que a bola havia saído pela linha de fundo anteriormente. 

Nos minutos finais, o técnico Alejandro Orfila promoveu mudanças que tornaram o Cusco muito mais agressivo. O Flamengo sentiu o desgaste físico e passou a sofrer com investidas de Tévez e Manzaneda. O goleiro Rossi e o volante Evertton Araújo foram fundamentais em bloqueios providenciais dentro da área.

Nos acréscimos, o Rubro-Negro ainda teve chances de ampliar e aos 46 minutos do segundo tempo, Arrascaeta, com muita insistência, conseguiu marcar de cabeça e superar o goleiro. Flamengo vence e estreou com o 'pé direito' em busca do penta. 


Futebol

Flamengo fecha acordo para transformar Maracanã em rota de shows mundiais

Consórcio que administra o complexo esportivo profissionaliza a gestão de eventos para atrair turnês internacionais e ampliar a arrecadação financeira

O consórcio Maracanã, liderado por Flamengo e Fluminense, fechou acordo com a promotora 30e para gerir shows internacionais - foto: reprodução
O consórcio Maracanã, liderado por Flamengo e Fluminense, fechou acordo com a promotora 30e para gerir shows internacionais - foto: reprodução

08 Abr 2026 | 22:45 |

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O Maracanã está prestes a consolidar sua posição como uma das principais arenas multiuso do mundo. Sob a administração da dupla Flamengo e Fluminense, o complexo esportivo deve oficializar, ainda no mês de abril, uma parceria estratégica com a promotora de eventos 30e.


O objetivo do acordo é terceirizar a gestão e a comercialização de grandes espetáculos, seguindo um modelo de sucesso já implementado pela empresa no Allianz Parque, em São Paulo. A iniciativa reflete uma mudança na mentalidade do consórcio gestor, que foca na rentabilização do estádio em períodos de vacância do calendário esportivo.


A informação, antecipada pelo jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, aponta para uma profissionalização das áreas não ligadas ao futebol para garantir um fluxo constante de receitas e entretenimento de alto nível na capital carioca.


IMPACTO FINANCEIRO

Com a chegada da 30e, o cronograma de eventos do Maracanã passará por uma reformulação profunda para acomodar turnês de escala internacional sem prejudicar a integridade do gramado ou o calendário de jogos oficiais.


A meta é utilizar a infraestrutura modernizada e o peso histórico do estádio para atrair artistas globais que buscam um palco de referência na América do Sul. A expectativa é que o faturamento gerado por essa nova gestão de entretenimento comece a impactar os cofres de Flamengo e Fluminense já na segunda metade deste ano, transformando o complexo em um ativo financeiro ainda mais robusto para os clubes.

GESTÃO PROFISSIONALIZADA 

O contrato em fase de conclusão não se limita apenas ao estádio principal. O Maracanãzinho, tradicional palco de esportes de quadra e apresentações culturais, também está incluído no pacote de gestão da promotora 30e. A inclusão do ginásio permite a realização de eventos de menor porte, porém com alta rotatividade de público e demanda frequente, otimizando a utilização de todo o complexo. 


Futebol

"Casa" do Flamengo ganha força para sedir final da Libertadores em 2027

A capital federal lidera a disputa interna brasileira para sediar a decisão continental, enfrentando a concorrência de Argentina, Paraguai e Colômbia

Brasília, "casa" do Flamengo, surge como favorita com o Estádio Mané Garrincha, para sediar a final da Libertadores 2027 - foto: reprodução
Brasília, "casa" do Flamengo, surge como favorita com o Estádio Mané Garrincha, para sediar a final da Libertadores 2027 - foto: reprodução

08 Abr 2026 | 22:00 |

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Enquanto o Flamengo e os demais clubes sul-americanos iniciam a disputa pela "Glória Eterna" em 2026, os bastidores da Conmebol já projetam o futuro do torneio. A entidade máxima do futebol continental deu início aos processos de análise para selecionar a sede da grande final da Copa Libertadores de 2027.


Com o Uruguai já confirmado como o palco da decisão da atual temporada, quatro nações apresentaram candidaturas para receber o evento no próximo ano, movimentando a política esportiva da região. A escolha da sede definitiva passará por critérios técnicos de infraestrutura, capacidade hoteleira e logística de transporte, visando repetir o sucesso das edições anteriores em formato de jogo único.


DISTRITO FEDERAL GANHA FORÇA


Dentro do território brasileiro, o favoritismo mudou de mãos nas últimas semanas. Embora o Rio de Janeiro seja sempre uma opção natural, o Distrito Federal consolidou-se como o principal candidato do país. O argumento central para a escolha de Brasília reside na infraestrutura do Estádio Mané Garrincha.

A arena, revitalizada para a Copa do Mundo de 2014, comporta mais de 70 mil espectadores e ainda não sediou uma final única da Libertadores, diferente do Maracanã, que já recebeu o evento em duas ocasiões. Para clubes com torcidas nacionais, como o Flamengo, atuar na capital federal é visto como uma vantagem estratégica, dada a forte presença de torcedores rubro-negros na região.


ARGENTINA, PARAGUAI E COLÔMBIA DISPUTAM

A concorrência internacional promete ser rigorosa, com propostas que visam diferentes benefícios para a Conmebol. A Argentina busca manter o protagonismo do sul do continente ao oferecer o Estádio Ciudad de La Plata como sede. Simultaneamente, ganha corpo a candidatura de Assunção, no Paraguai, que apela para a facilidade logística por abrigar a sede administrativa da própria entidade.

Por outro lado, a Colômbia tenta levar a decisão para Barranquilla, defendendo a necessidade de descentralizar os grandes eventos esportivos, tradicionalmente concentrados no eixo Brasil-Argentina, promovendo uma maior integração entre as federações da América do Sul.


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