Clube
24 Abr 2024 | 12:12 |
O Flamengo fechou uma parceria com a Recoma, empresa especializada em infraestrutura esportiva, que será responsável por reformar o Ginásio Togo Soares, localizado na sede social do clube, na Gávea, no Rio de Janeiro. O local recebe os treinos das categorias de base do vôlei rubro-negro.
A parceria prevê exposição da marca na quadra durante os jogos do FlaBasquete na temporada 23/24 do NBB, incluindo os playoffs e, caso a equipe avance, as finais; placa de quadra ou banner no Ginásio Togo Soares, com visibilidade durante treinos e competições realizadas no espaço, permissão de usar a chancela de fornecedor de piso oficial dos esportes olímpicos do Flamengo; posts em redes sociais e outras contrapartidas.
“Temos o prazer de voltar a trabalhar com o Flamengo, que já é um parceiro nosso de longa data. Neste novo projeto, vamos utilizar um material de primeira linha capaz de garantir a absorção de impacto perfeita para a saúde e longevidade esportiva dos atletas, sem mudar o quique da bola. Além disso, teremos um retorno muito importante em termos de visibilidade para a marca”, diz Sergio Schildt, presidente da Recoma.
“A parceria com a Recoma vai muito além da exposição da marca da empresa. Para nós, do Flamengo, que temos como prioridade proporcionar a melhor infraestrutura para os nossos atletas, é fundamental ter materiais de qualidade para otimizar os treinos e preservar a saúde daqueles que defendem o Manto com tanta dedicação todos os dias”, acrescenta Marcelo Vido, diretor-executivo de Esportes Olímpicos do Mais Querido.
A Recoma também já foi responsável por fazer o tatame e a base flutuante para o judô da equipe rubro-negra, além das quadras de basquete, vôlei, handebol, campo de grama sintética, pisos para academia de ginástica e garagem náutica. A empresa também fornece equipamentos para a ginástica artística e para as piscinas.
Já para a reforma do Togo Soares, a empresa usará o material ‘Recomaflex Premium’, um tipo de piso esportivo fixo nacional com espessura total de 65mm, ideal para quadras poliesportivas em ginásios que são cobertos e fechados nas laterais.
De acordo com a Recoma, trata-se de um piso capaz de absorver o impacto provocado por eventuais quedas dos atletas, mas também de devolver parte da energia da pisada destes em forma de impulsão para saltos e arrancadas, melhorando não apenas o desempenho do jogo, mas também provendo conforto e reduzindo a incidência de lesões, o que contribui para uma maior longevidade das articulações e ligamentos dos praticantes.
Testado e acreditado internacionalmente pelo laboratório francês Labosport, segundo a norma alemã DIN 18.032 Parte 2, que serve de parâmetro para certificação pelas principais Federações Esportivas Internacionais, como a FIFA Futsal, FIBA, FIVB e IHF, este é o piso oficial da Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU) e também da Confederação Brasileira de Basketball (CBB).
Esse mesmo material já foi instalado pela empresa em outros clubes e outros locais, como o Centro de Formação Olímpico do Nordeste, a Arena Multiuso Guilherme Paraense e o Centro Paralímpico Brasileiro.
Clube já tem o maior faturamento do futebol brasileiro e foi o primeiro a ultrapassar a marca de R$ 2 bi, mas o presidente planeja ainda mais
20 Mai 2026 | 17:00 |
Pela primeira vez na história do futebol brasileiro, o Flamengo alcançou a marca de R$ 2 bilhões em receita anual. Mesmo diante do recorde histórico, a diretoria rubro-negra já trabalha com metas ainda mais ambiciosas para os próximos anos. O presidente Luiz Eduardo Baptista, o Bap, revelou que o objetivo do clube é atingir R$ 3 bilhões em faturamento até 2030.
Durante participação no videocast “Sport Insider”, do canal N Sports, o mandatário explicou que o crescimento planejado não depende apenas do futebol dentro de campo. Segundo Bap, o Flamengo prepara uma série de projetos paralelos para ampliar significativamente as receitas do clube nos próximos anos.
“Tem uma série de coisas que vamos fazer que não têm absolutamente nada a ver com futebol que vão turbinar esse aumento de receita. Quando se olha para direito de transmissão, número de partidas, ticket médio, premiação, não tem como crescer olhando de maneira ortodoxa. Tendo uma visão mais heterodoxa, vai caber mais R$ 1 bilhão em três, quatro anos”, afirmou o presidente.
O crescimento financeiro recente do Flamengo reforça o otimismo da diretoria. Em 2021, o clube ultrapassou pela primeira vez a marca de R$ 1 bilhão em receita. Apenas quatro temporadas depois, o Rubro-Negro dobrou esse valor e chegou aos R$ 2 bilhões. Agora, a expectativa é repetir o salto financeiro até o fim da década.
Entre os projetos em andamento, o Flamengo pretende lançar uma marca própria de roupas voltada para o público feminino. Batizada de “Gávea”, a linha de moda casual foi planejada após estudos de mercado indicarem o forte potencial de consumo desse segmento.
Além disso, o clube também deseja investir no setor imobiliário. Um dos planos da diretoria envolve a construção de um hotel cinco estrelas na Gávea, Zona Sul do Rio de Janeiro. Com as novas iniciativas, o Flamengo busca ampliar receitas fora das quatro linhas e consolidar ainda mais a posição como clube mais poderoso financeiramente da América do Sul.
Em fim de contrato com o Mengão, atleta vê nos EUA o local ideal para ter mais tempo em quadra e desenvolver seus talentos
13 Mai 2026 | 09:00 |
A saída de Helena Wenk do Sesc Flamengo ganhou novos capítulos após declarações de Paulo Coco, auxiliar técnico da Seleção Brasileira e treinador do Atlanta (EUA). Em entrevista ao portal “Olimpíada Todo Dia”, o comandante comentou sobre o desenvolvimento da ponteira de 1,99m em meio à despedida da atleta do Rubro-Negro rumo ao exterior.
Mesmo sem confirmar oficialmente a contratação de Helena pelo Atlanta, equipe que disputa a LOVB, liga profissional dos Estados Unidos, Paulo Coco reforçou um ponto que já vinha sendo debatido entre torcedores rubro-negros: a necessidade de mais tempo em quadra para a evolução da jovem atleta.
Segundo o treinador, o mais importante neste momento da carreira da ponteira é encontrar um ambiente que permita crescimento técnico e sequência de jogos em alto nível. No Sesc Flamengo, Helena alternou momentos de destaque e partidas no banco de reservas sob comando de Bernardinho. Apesar de ter sido peça importante na semifinal diante do Praia Clube, a jovem acabou perdendo espaço justamente na reta decisiva da temporada.
A falta de sequência entre as titulares é vista como um dos fatores que dificultaram o desenvolvimento pleno da atleta no time principal. Para Paulo Coco, jogadoras com o porte físico e o potencial técnico de Helena precisam atuar regularmente para alcançar o mais alto nível do voleibol internacional. A expectativa é de que, nos Estados Unidos, a ponteira consiga a rodagem necessária para evoluir de forma mais consistente e ganhar protagonismo.
Com a saída de Helena Wenk, o Flamengo já se movimentou no mercado para reforçar o elenco visando a temporada 2026/27. Entre os nomes confirmados estão Ariele e Jaque, que chegam para fortalecer o grupo comandado por Bernardinho.
Mesmo assim, a despedida da jovem promessa segue gerando debates entre os torcedores rubro-negros. Isso porque Helena era considerada uma das principais joias recentes das categorias de base do clube e tinha grande expectativa de crescimento dentro do projeto do Sesc Flamengo.
Mengão volta a abordar o aumento de impostos para os clubes associativos em relação às SAFs e como isso pode prejudicar modalidades no Brasil
09 Mai 2026 | 21:00 |
O Flamengo utilizou os canais oficiais neste sábado (09) para fazer um alerta sobre o futuro dos esportes olímpicos no Brasil. Em vídeo publicado no YouTube, o clube rubro-negro demonstrou preocupação com os impactos da nova reforma tributária sobre entidades esportivas sem fins lucrativos e afirmou que diversas modalidades podem ficar ameaçadas nos próximos anos.
A produção divulgada pela Flamengo TV trata o tema como uma questão urgente para o esporte nacional. Ao longo do conteúdo, atletas, especialistas e representantes ligados ao setor esportivo destacam possíveis consequências da mudança na legislação, principalmente para clubes formadores que dependem de incentivos fiscais para manter projetos sociais e modalidades olímpicas.
Uma das vozes presentes no vídeo é a da judoca Rosicleia Campos, que chamou atenção para os impactos além do alto rendimento esportivo. Segundo a ex-atleta, o trabalho realizado pelos clubes vai muito além da formação de campeões. “Os clubes não formam só atletas, formam seres humanos”, destacou Rosicleia durante a gravação.
A preocupação central é de que o aumento da carga tributária provoque redução de investimentos, fechamento de projetos e até encerramento de modalidades esportivas, afetando diretamente crianças e jovens atendidos pelos clubes.
O debate gira em torno da Lei Complementar 224, de 2025. De acordo com o Flamengo e representantes do Comitê Brasileiro de Clubes (CBC), a nova legislação coloca entidades esportivas associativas em situação de desvantagem em relação às SAFs. Atualmente, as Sociedades Anônimas do Futebol recolhem cerca de 6% sobre a receita bruta.
Já os clubes sem fins lucrativos, que tradicionalmente reinvestem recursos em formação esportiva e projetos sociais, perderam benefícios históricos previstos anteriormente. Segundo o advogado Felipe Cavalcante, representante do CBC, a tributação para clubes como o Flamengo pode chegar a 11% a partir de 2027: “Não queremos melhoria, só queremos a manutenção do que temos”, afirmou o especialista durante o vídeo divulgado pela Flamengo TV.
Mesmo diante das dificuldades financeiras e do novo cenário tributário, o Flamengo segue mantendo importante presença nos esportes olímpicos brasileiros. Atualmente, o clube possui modalidades como ginástica artística, judô, nado artístico, natação, polo aquático, remo, vôlei e basquete.
Entretanto, o Rubro-Negro já precisou encerrar algumas atividades neste ano, como a canoagem e o remo paralímpico, reflexo das dificuldades enfrentadas para sustentar financeiramente os projetos esportivos. Com o vídeo publicado neste sábado, o Flamengo tenta ampliar o debate público sobre o tema e pressionar autoridades para revisão das medidas que, segundo o clube, podem comprometer o futuro do esporte olímpico nacional.