Futebol
Flamengo vence Palmeiras e conquista o tetracampeonato da Libertadores
29 Nov 2025 | 21:00
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28 Jun 2024 | 08:11 |
O futuro de Gabigol é incerto, mas está cada vez mais longe do Ninho do Urubu. Ídolo do Flamengo, o jogador atuou apenas 16 vezes na temporada, sendo seu ano de menos minutos no clube. De acordo com o jornalista Diogo Dantas, o atacante se vê prejudicado pela falta de sequência. O Camisa 99 já estaria concordando com uma saída em busca de mais minutos em outro lugar.
Com contrato até dezembro, Gabigol vê suas conversas por renovação com o clube travadas até hoje. Após a polêmica, vestindo a camisa do Corinthians em uma reunião com seus amigos, Gabi não viu as negociações voltarem a acontecer. Frustrado, ele aguarda a abertura da janela de transferências, em julho, para ouvir propostas.
Entendendo que não terá sequência com Tite, Gabigol pode assinar pré-contrato a partir do dia 1º de julho. No entanto, teria que cumprir seu contrato até o final do ano, saindo de graça para chegar a um novo clube em janeiro. Também é possível que uma saída seja adiantada caso algum clube ofereça uma quantia para tirar Gabigol do Flamengo de imediato.
A fase de Pedro é extraordinária, e dificilmente Gabigol conseguiria competir por uma vaga nesse momento. Ao mesmo tempo, teve poucas chances de atuar ao lado do atacante. Mesmo com o time esfacelado pela Copa América e as lesões, Gabi segue sem entrar em campo da forma que gostaria. A falta de oportunidade incomoda o jogador e seus familiares, que aguardam pelas propostas na janela.
Marcos Braz ainda queria permanência de Gabigol no Flamengo, mas não tem apoio interno
Ainda segundo Diogo Dantas, o vice-presidente de futebol do clube, Marcos Braz, ainda gostaria de continuar com Gabigol. Porém, não existe apoio interno, e nem o técnico Tite e nem mais ninguém da diretoria esboça muito esforço para que a permanência aconteça.
O sentimento é de fim de ciclo de um ídolo que não performa mais como antes, e que custaria ainda mais do que já custa no caso de uma renovação contratual, já que pediria um salário ainda mais elevado.
Após atuar bem na final da Libertadores, o atacante abriu o jogo sobre os bastidores de mercado, confirmou uma oferta financeiramente vantajosa da Turquia
30 Nov 2025 | 00:10 |
Peça importante na conquista do tetracampeonato da Libertadores sobre o Palmeiras, Everton Cebolinha vive um momento de redenção no Flamengo, mas os bastidores de sua temporada foram marcados por incertezas.
Em entrevista recente, o camisa 11 revelou que esteve perto de deixar a Gávea em duas oportunidades: antes e depois do Mundial de Clubes disputado nos Estados Unidos. O jogador admitiu que chegou a solicitar sua liberação à comissão técnica, mas teve o pedido vetado pela diretoria.
Cebolinha detalhou o cenário das negociações que ocorreram durante a janela de transferências. Segundo o atleta, houve sondagens de meia dúzia de equipes antes do torneio intercontinental, mas foi uma oferta vinda da Turquia, no período pós-Mundial, que balançou o jogador devido aos valores envolvidos.
"Tive consulta de seis clubes antes do Mundial. Pós-Mundial também tive uma proposta muito boa de um clube turco. Acabei tendo uma conversa com o Filipe Luís, pedindo para ele me liberar. Era final da janela, acabou que não quiseram nem escutar a proposta do clube. Era uma proposta muito boa para mim financeiramente", explicou o atacante.
A decisão do clube de segurar o atleta se provou acertada na reta final, com o jogador recuperando prestígio junto à torcida, que chegou a pedir sua entrada no lugar de Samuel Lino em partidas recentes, como no duelo contra o Atlético-MG.
Além do assédio internacional, o mercado interno também se movimentou. Cebolinha confirmou que seu empresário foi procurado por seis clubes brasileiros — rumores recentes apontavam interesses de Fluminense e Grêmio. O jogador valorizou o fato de ser querido por rivais, mas reforçou que seu foco atual está em cumprir o contrato com o Rubro-Negro, válido até o final do próximo ano.
"Estou focado no Flamengo [...] e vou dar meu máximo até o final. Mas preciso de espaço, preciso jogar. É um ano de Copa do Mundo, preciso de visibilidade. Venho num momento muito bom, muito confiante. Creio que preciso dessa visibilidade porque, como já estive na Seleção, sei como funciona", concluiu.
Após a conquista histórica em Lima com gol de Danilo, a delegação rubro-negra desembarca no Rio de Janeiro pela manhã e segue para o Centro da cidade
29 Nov 2025 | 23:46 |
O Rio de Janeiro vai parar neste domingo (30) para receber os campeões da América. Após a vitória por 1 a 0 sobre o Palmeiras em Lima, garantida com um gol decisivo do zagueiro Danilo, o Flamengo confirmou os detalhes da festa pelo inédito tetracampeonato da Libertadores. A comemoração oficial da Nação Rubro-Negra já tem endereço definido e promete reunir uma multidão no Centro da cidade, repetindo o cenário de festas anteriores.
De acordo com publicações no Diário Oficial do Município, o palco da celebração será a Avenida Antônio Carlos, posicionada no sentido da Avenida Beira-Mar. O local é o mesmo utilizado pelo clube em 2022, quando a torcida festejou o tricampeonato continental.
A logística prevê que a delegação rubro-negra pouse no Rio de Janeiro por volta das 9h35 deste domingo. Embora o horário exato do início do desfile em carro aberto ainda esteja em fase de ajustes finais entre a diretoria do clube e a Prefeitura, a concentração de torcedores deve começar cedo. O trio elétrico com os jogadores partirá logo após os trâmites de desembarque, seguindo diretamente para o coração da capital fluminense.
Apesar da euforia pelo título, a escolha do local gerou debates nas redes sociais. Uma parcela da torcida manifestou descontentamento com a manutenção do ponto de festejo no Centro, preferindo outras áreas tradicionais da cidade. Além da logística, outro ponto de discussão entre os rubro-negros é o foco da equipe.
MAIORES CAMPEÓES
Com a taça garantida em Lima, o Flamengo agora figura em uma prateleira ainda mais alta no futebol sul-americano. O tetra iguala o clube brasileiro a gigantes argentinos como Estudiantes e River Plate em número de conquistas, ficando atrás apenas dos maiores vencedores da história: Peñarol (5), Boca Juniors (6) e Independiente (7).
Com vitória por 1 a 0 sobre o Palmeiras no Estádio Monumental, Rubro-Negro se isola como maior campeão brasileiro da América e garante a maior premiação
29 Nov 2025 | 21:19 |
O encontro marcado com a história teve um desfecho dourado para o Flamengo. Neste sábado (29), no Estádio Monumental, em Lima (Peru), o Rubro-Negro venceu o Palmeiras por 1 a 0, com gol decisivo do zagueiro Danilo. A conquista garantiu dois feitos monumentais: o inédito tetracampeonato da América para um clube brasileiro e uma injeção financeira colossal nos cofres da Gávea.
Os valores envolvidos nesta decisão confirmam o novo patamar econômico do torneio. Ao levantar a taça, o Flamengo assegurou a premiação recorde de 24 milhões de dólares (aproximadamente R$ 128 milhões na cotação atual). O Palmeiras, que ficou com o vice-campeonato, levará para casa 7 milhões de dólares (cerca de R$ 37,3 milhões).
A campanha vitoriosa foi extremamente lucrativa desde o início. Até chegar à final em Lima, o clube carioca já havia acumulado 9,24 milhões de dólares (cerca de R$ 49,3 milhões) em premiações ao longo das fases anteriores. Vale ressaltar que é desse montante total que a Conmebol desconta eventuais multas disciplinares aplicadas durante o torneio, mas o saldo final representa um aporte financeiro sem precedentes no futebol sul-americano.
Além do aspecto financeiro, o triunfo carrega um peso simbólico gigantesco. Com a vitória no Peru, o Flamengo se isolou como o maior vencedor do Brasil na Libertadores, ultrapassando o próprio Palmeiras, além de Grêmio, Santos e São Paulo, que permanecem com três conquistas cada.
O título também serviu para "exorcizar" o fantasma de 2021. Naquela ocasião, o time carioca havia sido derrotado pelo rival paulista na final disputada em Montevidéu. Desta vez, sob o comando de Filipe Luís e com o gol heroico de Danilo, a história foi reescrita, consolidando a hegemonia rubro-negra no continente.