Futebol
20 Mar 2024 | 08:39 |
Gabigol e Libertadores formam equação de grande sucesso no Flamengo. Juntos, participaram da competição cinco vezes, foram a três finais e a conquistaram duas vezes. Adivinha quem fez os quatro gols do clube nas decisões? O camisa 10, que é o maior artilheiro dentre os brasileiros que disputaram a corrida pela taça mais cobiçada da América do Sul.
Com 31 gols (um pelo Santos e os demais pelo Flamengo), Gabigol está a seis dos uruguaios Fernando Morena e Pedro Rocha, que dividem a segunda colocação no ranking geral. Questionado se a vice-liderança geral é uma meta alcançável já para a Libertadores de 2024, o ídolo está certo que sim, mas deixa claro que precisa de mais oportunidades. Na atual temporada, foi titular apenas duas vezes. No ano passado, não começou nenhuma partida com Tite.
"Acho possível, espero que isso aconteça, sabendo que a gente tem que jogar o maior número de jogos possível para isso acontecer. E também tenho 28 anos (na verdade faz 28 somente em agosto). Então, caso eu fique no Flamengo ou fique no Brasil, isso vai acontecer naturalmente", disse em entrevista gravada durante Content Day, da Conmebol Libertadores.
Ainda na entrevista à Conmebol, Gabigol foi perguntado se acredita na possibilidade de tirar os 23 gols de diferença em relação ao equatoriano Alberto Spencer, líder absoluto, com 54 anotados e ídolo do Peñarol. Afirmou que pensa, sim, no topo, mas novamente condicionou a meta a uma permanência no futebol brasileiro.
"Claro que é inevitável você mirar isso, tenho mais esse ano de contrato. Não sei como vai ser. Caso eu fique no Brasil, acho que é possível. Tudo é uma questão de adaptação, de poder jogar junto com o time e poder chegar o mais longe possível. Sempre a meta é ser campeão" prosseguiu Gabigol, que tem contrato com o Flamengo até dezembro.
Sobre a tentativa de ser goleador da Libertadores pela terceira vez - conseguiu em 2019 e 2021 -, insistiu que precisa de mais minutos, porém tratou de colocar as metas coletivas em primeiro plano.
O atacante argentino, que esteve na mira do Rubro-Negro nesta janela de transferências, marcou o tento da virada sobre o QPR no tempo extra
11 Jan 2026 | 15:00 |
O início da trajetória de Valentín 'Taty' Castellanos no West Ham não poderia ser mais promissor. Sondado recentemente pelo Flamengo como uma das principais alternativas para o setor ofensivo, disputando atenções com nomes como Kaio Jorge, o atacante argentino mostrou suas credenciais logo em seus primeiros momentos na Inglaterra. Neste domingo (11), ele foi o grande herói da classificação dos Hammers na FA Cup, a Copa da Inglaterra.
Castellanos, que optou por permanecer na Europa e recusou as investidas para retornar ao futebol sul-americano, foi decisivo no duelo contra o Queens Park Rangers, válido pela terceira rodada da competição mais antiga do mundo. A partida marcou não apenas a afirmação do reforço, mas também a resiliência da equipe que tem o brasileiro Lucas Paquetá, cria do Ninho do Urubu, como uma de suas estrelas.
O confronto foi marcado por tensão até os minutos finais. O Queens Park Rangers saiu na frente no segundo tempo com um gol de Kone, complicando a situação do West Ham. A equipe londrina precisou lutar até o fim e conseguiu o empate salvador apenas no último lance do tempo regulamentar, graças a um gol de Summerville, forçando a prorrogação.
Foi no tempo extra que a estrela de Taty Castellanos brilhou. Aproveitando um cruzamento preciso, o argentino subiu mais que a defesa adversária e conectou um belo cabeceio para estufar as redes. O gol da virada garantiu a vitória e a classificação, justificando o investimento feito pelo clube inglês e frustrando os torcedores rubro-negros que sonhavam com sua contratação.
Seguindo a tradição das equipes da Premier League nas fases iniciais das copas nacionais, o West Ham foi a campo com uma formação mesclada. O meia Lucas Paquetá não foi relacionado para o confronto, sendo preservado pela comissão técnica para a sequência da temporada.
Mengão entrou em acordo com o goleiro para um pré-contrato e busca agora liberação antecipada junto ao clube português, que procura compensação
11 Jan 2026 | 14:30 |
O Flamengo já tem acordo encaminhado com o goleiro Andrew, atualmente no Gil Vicente, de Portugal. O jogador ficará sem contrato a partir do segundo semestre, mas o clube carioca tenta antecipar sua chegada ainda em janeiro. Para liberar o atleta de imediato, os portugueses pedem 1,5 milhão de euros (cerca de R$ 9,4 milhões).
Segundo o jornal português O Jogo, Andrew assinará contrato com o Flamengo até 2030. A indefinição, neste momento, é apenas sobre quando o goleiro passará a integrar o elenco: no início da temporada ou apenas na janela do meio do ano. No Gil Vicente, o brasileiro é tratado como peça-chave e um dos destaques da liga portuguesa na posição.
Ciente da dificuldade de manter Andrew até o fim do contrato, o Gil Vicente já se movimenta no mercado em busca de reposição. De acordo com a imprensa local, o clube português tem interesse em Horatiu Moldovan, goleiro que pertence ao Atlético de Madrid e está emprestado ao Real Oviedo, da Espanha. A movimentação indica que os europeus trabalham com a possibilidade de perder o titular, seja agora ou ao término da temporada.
A contratação de um goleiro é tratada como prioridade pelo departamento de futebol rubro-negro. Na última sexta-feira (09), durante a coletiva de apresentação do zagueiro Vitão, o diretor José Boto reforçou a necessidade de reforçar o setor.
O movimento ocorre após a saída de Matheus Cunha, que deixou o clube no fim de 2025 e acertou com o Cruzeiro. Atualmente, o Flamengo conta com Agustín Rossi como titular, além dos jovens Dyogo Alves e Léo Nannetti como opções no elenco.
Natural de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, Andrew tem 24 anos e foi revelado pelas categorias de base do Botafogo. O goleiro também teve passagem pelo Maranhão antes de se transferir para o futebol europeu. Desde a temporada 2021/22 no Gil Vicente, Andrew soma 124 partidas pelo clube português. Seu jogo mais recente foi no empate por 1 a 1 contra o Sporting, no dia 2 de janeiro. A partida contou, inclusive, com a presença do técnico Filipe Luís e do diretor José Boto nas tribunas, acompanhando de perto o desempenho do goleiro.
Levantamento exclusivo mostra ampla vantagem do Rubro-Negro no confronto direto, que se aproxima do centésimo jogo, com média de gols impressionante
11 Jan 2026 | 14:22 |
Adversários na estreia do Campeonato Carioca, Flamengo e Portuguesa-RJ são velhos conhecidos no cenário do futebol do Rio de Janeiro. O duelo, que movimenta o estado há décadas, aproxima-se da marca centenária de partidas, um feito que só não foi alcançado anteriormente devido ao período em que a equipe da Ilha do Governador permaneceu nas divisões inferiores do Estadual.
Ao analisar o retrospecto, a disparidade é evidente. O Rubro-Negro ostenta uma vantagem avassaladora sobre o rival, transformando o confronto em um dos mais desequilibrados estatisticamente entre os times tradicionais do Rio.
O compilado geral das estatísticas revela a força histórica do clube da Gávea. Ao todo, as equipes já se enfrentaram 79 vezes. Deste montante, quatro partidas não são contabilizadas como oficiais, restando 75 jogos de competição.
O Flamengo saiu vitorioso em 71 oportunidades, enquanto a Portuguesa conseguiu superar o gigante carioca apenas três vezes em toda a história. O empate persistiu no placar em somente cinco ocasiões. No quesito bolas na rede, a diferença também é gritante: foram 235 gols marcados pelo Mais Querido contra apenas 42 anotados pela Lusa.
Quando o assunto é balançar as redes contra a Portuguesa, ninguém foi mais eficiente que Zico. O maior ídolo da história rubro-negra é o artilheiro isolado do confronto, com a impressionante marca de 14 gols em apenas 13 jogos disputados, uma média superior a um gol por partida.
Logo atrás do Galinho, aparece Dida, com 11 tentos. A lista de goleadores históricos ainda conta com Doval e Henrique Frade, ambos com seis gols cada. Nomes contemporâneos e ídolos recentes também figuram no ranking: Gabigol e Pedro aparecem ao lado de lendas como Moacir, Marcinho, Damião e Cláudio Adão, perpetuando a tradição de artilheiros no duelo.