Futebol
Flamengo paga bônus milionário ao Atlético de Madrid por metas de Samuel Lino
03 Jan 2026 | 16:15
Futebol
13 Ago 2024 | 12:26 |
O Botafogo inicia, nesta terça-feira (13), às 12h, a venda de ingressos de visitantes para o clássico contra o Flamengo. Torcedores rubro-negros podem garantir lugar no Engenhão para o jogo do próximo domingo (18), que pode colocar o Mengão na liderança do Brasileirão.
A comercialização começara para a Nação no mesmo dia que abre para não sócios do rival e público geral. Os preços para o setor Sul (visitante) custam R$ 200 (inteira) e R$ 100 (meia-entrada) e para adquiri-los basta acessar o site oficial do Botafogo: botafogo.com.br/ingresso.
Importante destacar que o acesso ao estádio será feito exclusivamente através de biometria facial. Portanto, além de garantir seu ingresso, o torcedor rubro-negro que ainda não tenha feito é obrigado a realizar o cadastro no site botafogo.bepass.com.br. Os portões abrirão a partir das 16h30.
Preço exorbitante de ingressos para Botafogo x Flamengo revolta a Nação
O alto preço do ingresso para a torcida do Flamengo chamou a atenção, revoltou os rubro-negros e pode virar problema judicial. Enquanto os botafoguenses pagam R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia) no setor Norte, a Nação pagará mais que o triplo para marcar presença em setor equivalente.
No primeiro turno, o Flamengo cobrou R$80 (meia R$40) nos ingressos para os torcedores do Botafogo que foram no Setor Sul do Maracanã, exatamente o mesmo valor do Setor Norte para torcida rubro-negra e é o que determina o Regulamento Geral de Competições da CBF (RGC).
O documento prevê que os R$ 200 só poderiam se cobrados no Setor Sul se fossem o mesmo valor do setor Norte, o que não é o caso. Outra alternativa seria não ser um setor exclusivo para rubro-negros, algo que Polícia Militar do Rio jamais aceitaria. Portanto, o Flamengo tem direito de reclamar e pedir reajuste no valor.
O preço de 200 reais é o que o Botafogo cobra para seus torcedores do público geral nos setores Leste e Oeste Inferior, os mais próximos do campo. Os setores Norte e Sul, por outro lado, são muito distantes do campo em função da pista de atletismo do Engenhão e sequer possuem assentos.
Por isso os preços exorbitantes geram revolta nos rubro-negros e pode diminuir a presença da Nação na partida, o que parece ser o objetivo do Botafogo. Isso porque a capacidade máxima do setor visitante é de 4.248 torcedores. Ou seja, mesmo que venda todos os ingressos pelo preço da inteira, vai receber R$849,6 mil, valor que sofrerá descontos e não impacta as finanças do clube.
O volante Raimundo Ykaro e o atacante Heitor foram adquiridos pelo Rubro-Negro para integrar as categorias de base; negociação envolve compra de direitos
03 Jan 2026 | 19:39 |
Flamengo acertou a contratação de duas promessas do Vila Nova, de Goiás, para integrar o elenco Sub-17. Tratam-se do volante Raimundo Ykaro e do atacante Heitor, conhecido como Índio, ambos com 16 anos. A operação total para trazer a dupla ao Ninho do Urubu custou cerca de R$ 700 mil aos cofres rubro-negros.
Os atletas já assinaram contrato e são oficialmente reforços do Mais Querido. A movimentação está alinhada com a estratégia da diretoria, liderada pelo presidente Luiz Eduardo Baptista, o Bap, de realizar um fortalecimento gradual e contínuo das divisões inferiores do clube.
A maior fatia do investimento foi destinada a Raimundo Ykaro. O Flamengo desembolsou R$ 600 mil para adquirir 60% dos direitos econômicos do volante. O valor mais elevado se justifica pela rodagem do atleta, que, apesar da pouca idade, já possui experiência no futebol profissional.
Ykaro chegou a disputar partidas da Série B do Campeonato Brasileiro pela equipe principal do Vila Nova, o que elevou seu status no mercado da bola. Antes de se destacar no clube goiano, o meio-campista também teve passagem pelas categorias de formação do Atlético-MG.
O segundo reforço é o atacante Heitor, apelidado de Índio. Diferentemente do companheiro, ele ainda não estreou no time profissional, baseando sua contratação no potencial demonstrado nas competições de base. Por conta disso, o custo inicial foi menor: o Flamengo pagou R$ 100 mil por 50% dos seus direitos econômicos.
De acordo com informações divulgadas pelo perfil FlaZoeiro, o contrato de Heitor possui gatilhos para aquisições futuras. Existe uma cláusula que permite ao Flamengo comprar mais 20% dos direitos do jogador pelo valor fixado de R$ 550 mil, a depender do desenvolvimento do atleta na Gávea.
Goleiro vive grande fase como titular absoluto na Vila Belmiro e não vê vantagem em se transferir para o banco rubro-negro; Peixe também faz jogo duro
03 Jan 2026 | 18:30 |
Flamengo encontrou um obstáculo significativo em sua busca por um novo goleiro. Gabriel Brazão, alvo da diretoria rubro-negra para a temporada de 2026, sinalizou que não tem interesse em deixar o Santos neste momento. Diante da alta competitividade no elenco carioca, o arqueiro de 25 anos avalia que trocar a titularidade absoluta na Vila Belmiro para disputar posição com o argentino Agustín Rossi na Gávea não seria um movimento estratégico para sua carreira.
Segundo apuração do jornalista Venê Casagrande, o jogador entende que vive o melhor momento de sua trajetória profissional. Brazão superou a concorrência interna de João Paulo, assumiu a meta santista e se consolidou como um dos pilares da equipe paulista, status que ele pretende manter ao longo do ano.
Além da vontade do atleta, o Flamengo enfrenta a resistência da diretoria do Santos. O clube da Baixada Santista considera Brazão inegociável e trata sua permanência como fundamental para o planejamento esportivo de 2026. A gestão alvinegra trabalha para manter a base do time titular e não pretende facilitar a saída de seus destaques para rivais do futebol brasileiro.
A avaliação interna no Peixe é de que o goleiro é uma peça-chave e dificilmente encontrariam uma reposição à altura no mercado. Portanto, convencer o clube paulista a abrir mão de seu camisa 1 promete ser uma missão tão ou mais complicada do que seduzir o próprio jogador.
O interesse rubro-negro em Gabriel Brazão não é novidade. Na janela de transferências de agosto, o Flamengo chegou a formalizar uma oferta robusta de 7 milhões de euros (cerca de R$ 44 milhões na cotação da época) por 70% dos direitos econômicos do atleta. Mesmo com os valores elevados, o Santos recusou a investida, reafirmando sua postura rígida nas negociações.
Considerado o "Plano B" para o ataque, jovem revelado pelo Santos tem permanência bancada pelos árabes, que descartam negociação neste momento
03 Jan 2026 | 17:10 |
Enquanto as tratativas por Kaio Jorge com o Cruzeiro seguem travadas, a diretoria do Flamengo buscou informações sobre Marcos Leonardo, do Al-Hilal, tratado internamente como a principal alternativa para disputar posição com Pedro. No entanto, o clube carioca esbarrou na postura irredutível dos sauditas, que não pretendem facilitar a saída do jovem brasileiro.
A complexidade da operação já era prevista pela gestão flamenguista, tanto pelos valores astronômicos envolvidos na ida do jogador para a Arábia quanto por sua recente valorização no elenco comandado por Jorge Jesus.
De acordo com informações do jornalista Venê Casagrande, o Flamengo já recebeu um posicionamento oficial do Al-Hilal. O clube de Riade comunicou que Marcos Leonardo faz parte dos planos para a sequência da temporada e que não há interesse em negociá-lo neste momento. A resposta esfriou as expectativas na Gávea, embora o departamento de futebol mantenha o nome do atleta em sua lista de monitoramento.
A situação do atacante mudou drasticamente no último ano. Em 2025, o jogador de 22 anos chegou a ter seu nome ventilado em um possível empréstimo para o São Paulo devido à falta de minutos. Contudo, Marcos Leonardo conseguiu dar a volta por cima, ganhou espaço na rotação do time estelar do Al-Hilal e se consolidou como uma peça importante, o que blinda sua saída atualmente.
Além da recusa técnica, o aspecto financeiro torna o negócio quase utópico. Marcos Leonardo foi comprado pelo Benfica junto ao Santos por 18 milhões de euros no início de 2024. Poucos meses depois, em agosto, o Al-Hilal pagou 40 milhões de euros (cerca de R$ 257 milhões na cotação da época) para tirá-lo de Portugal.