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Jogador do Santos volta a falar sobre interesse do Flamengo: "Fez uma proposta..."
08 Abr 2026 | 14:56
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26 Set 2024 | 08:49 |
More superstitious fans often say that, when a taboo lasts for a long time, it is because it is close to being broken. In this Thursday's duel (26), between Peñarol (URU) x Flamengo, seven brands are in favor of the Uruguayan team. Therefore, Mengão tries to put an end to some 'statistics' to stay alive in the dream of winning the Libertadores.
In the first game, at Maracanã, the 1-0 Peñarol ended Flamengo's run of 28 games without losing at home in the Libertadores. Furthermore, Mengão had won 17 consecutive victories as hosts in the competition. Now, see Rubro-Negro's seven challenges for the quarter-final clash.
See the taboos that Flamengo needs to break:
1 – Flamengo has never beaten Peñarol in the Libertadores
In total, Flamengo and Peñarol face each other five times in the history of the Libertadores. The record is largely favorable to the Uruguayan team, which won four and drew one. In other words, to qualify for the semi-finals, Mengão needs an unprecedented feat.
2 – Flamengo never scored against Peñarol in the Libertadores
Four The games ended 1-0 for Peñarol, and the draw ended 0-0. In both matches in 1982, the Uruguayans won. In the first phase of 2019, the ‘carboneros’ triumph at Maracanã and a goalless draw at the Campeón del Siglo. As for the most recent clash, an advantage for the visitors in Rio de Janeiro.
3 – Flamengo never qualified after losing the first game at Maracanã in the Libertadores
< On two occasions, Flamengo lost the match at Maracanã in the Libertadores knockout stage. In the 2010 quarterfinals, Mengão beat the University of Chile 3-2. Even with the 2-1 victory in Santiago, Fla ended up being eliminated by the extinct away goal criterion. In 2018, Cruzeiro, then led by Arrascaeta, scored 2-0 in the round of 16. In Mineirão, Rubro-Negro won, however, only 1-0.
4 – Peñarol has not lost at home in the Libertadores since 2017
At the Campeón del Siglo Stadium, Peñarol doesn't know what it's like to lose Libertadores games for 17 matches. In this cut-off, there were 15 wins and two draws. The Uruguayan team's last defeat was against a Brazilian, Palmeiras, 3-2, in a game that ended in a fight in the first phase of 2017.
5 – Flamengo hasn't won in Uruguayan territory since 1995
Uruguay brings good memories for Flamengo, after all, the country is the stage for the club's first Libertadores title, in 1981. However, in the last 29 years, the memories are negative . Mengão hasn't won in the country since 1995, when they beat Nacional (URU), 1-0, in the extinct Supercup of Champions of the Libertadores.
Since then, there have been eight games with seven defeats and one draw. In the cut, there are friendly tournaments, Libertadores and Copa Mercosul. The only joy happened precisely in the 0-0 of 2019, when Flamengo qualified and eliminated Peñarol in the first phase of the Libertadores.
6 – Flamengo hasn't won away from home in the Libertadores since 2022< /b>
Not counting the Libertadores 2022 final, which took place on a neutral ground, Flamengo has not won away from home in the competition since the semi-final that year, when they scored 4-0 at Velez Sarsfield (ARG) . Subsequently, there were five defeats and three draws.
7 – Without Pedro, Flamengo has not won by two goals since Cariocão
To qualify in the In normal time, Flamengo needs to win by two goals. However, without top scorer Pedro, who is injured, Rubro-Negro does not find the net frequently in matches. The last triumph came in January, when Mengão scored 2-0 at Sampaio Corrêa, in Carioca. The number 9 shirt was spared by Tite, on the occasion.
Peñarol x Flamengo
Flamengo will look to break the taboos from 7pm (time Brasília), at the Campeón del Siglo Stadium, in Uruguay.
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Atacante balançou as redes no segundo tempo para garantir o triunfo rubro-negro por 2 a 0 em território peruano; VAR foi protagonista ao anular gol
08 Abr 2026 | 23:26 |
Flamengo iniciou sua caminhada na Conmebol Libertadores 2026 com um resultado fundamental fora de casa. Na noite desta quarta-feira (08), a equipe comandada por Leonardo Jardim venceu o Cusco FC por 1 a 0, no Estádio Inca Garcilaso de la Vega, a 3.350 metros de altitude.
O herói da noite foi Bruno Henrique, que marcou de cabeça para selar a vitória em um confronto marcado pelo equilíbrio físico e por intervenções decisivas da arbitragem de vídeo. Mesmo com o ar rarefeito, o Rubro-Negro conseguiu controlar as ações na maior parte do tempo, suportando a pressão final dos peruanos e somando os primeiros três pontos no Grupo A da competição continental.
O primeiro tempo foi de domínio territorial do Flamengo. Adaptando-se rapidamente à velocidade da bola na altitude, o time carioca quase abriu o placar logo aos 4 minutos com Gonzalo Plata, que parou em grande defesa do goleiro Díaz. Lucas Paquetá, assumindo o protagonismo na criação, seguiu a estratégia de arriscar de longa distância.
O camisa 10 levou perigo em três oportunidades, obrigando Díaz a trabalhar em batidas colocadas. O Cusco, por sua vez, apostou em contra-ataques e teve sua melhor chance em chute forte de Silva, defendido com segurança por Rossi, mantendo o placar zerado até o intervalo.
O placar foi inaugurado aos 13 minutos do segundo tempo. Gonzalo Plata serviu Ayrton Lucas na ponta esquerda, que cruzou com precisão para Bruno Henrique testar firme no canto, sem chances para o goleiro. Pouco depois, o VAR tornou-se protagonista: o árbitro chegou a marcar um pênalti contra o Flamengo, mas voltou atrás ao constatar que a bola havia saído pela linha de fundo anteriormente.
Nos minutos finais, o técnico Alejandro Orfila promoveu mudanças que tornaram o Cusco muito mais agressivo. O Flamengo sentiu o desgaste físico e passou a sofrer com investidas de Tévez e Manzaneda. O goleiro Rossi e o volante Evertton Araújo foram fundamentais em bloqueios providenciais dentro da área.
Nos acréscimos, o Rubro-Negro ainda teve chances de ampliar e aos 46 minutos do segundo tempo, Arrascaeta, com muita insistência, conseguiu marcar de cabeça e superar o goleiro. Flamengo vence e estreou com o 'pé direito' em busca do penta.
Consórcio que administra o complexo esportivo profissionaliza a gestão de eventos para atrair turnês internacionais e ampliar a arrecadação financeira
08 Abr 2026 | 22:45 |
O Maracanã está prestes a consolidar sua posição como uma das principais arenas multiuso do mundo. Sob a administração da dupla Flamengo e Fluminense, o complexo esportivo deve oficializar, ainda no mês de abril, uma parceria estratégica com a promotora de eventos 30e.
O objetivo do acordo é terceirizar a gestão e a comercialização de grandes espetáculos, seguindo um modelo de sucesso já implementado pela empresa no Allianz Parque, em São Paulo. A iniciativa reflete uma mudança na mentalidade do consórcio gestor, que foca na rentabilização do estádio em períodos de vacância do calendário esportivo.
A informação, antecipada pelo jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, aponta para uma profissionalização das áreas não ligadas ao futebol para garantir um fluxo constante de receitas e entretenimento de alto nível na capital carioca.
Com a chegada da 30e, o cronograma de eventos do Maracanã passará por uma reformulação profunda para acomodar turnês de escala internacional sem prejudicar a integridade do gramado ou o calendário de jogos oficiais.
A meta é utilizar a infraestrutura modernizada e o peso histórico do estádio para atrair artistas globais que buscam um palco de referência na América do Sul. A expectativa é que o faturamento gerado por essa nova gestão de entretenimento comece a impactar os cofres de Flamengo e Fluminense já na segunda metade deste ano, transformando o complexo em um ativo financeiro ainda mais robusto para os clubes.
O contrato em fase de conclusão não se limita apenas ao estádio principal. O Maracanãzinho, tradicional palco de esportes de quadra e apresentações culturais, também está incluído no pacote de gestão da promotora 30e. A inclusão do ginásio permite a realização de eventos de menor porte, porém com alta rotatividade de público e demanda frequente, otimizando a utilização de todo o complexo.
A capital federal lidera a disputa interna brasileira para sediar a decisão continental, enfrentando a concorrência de Argentina, Paraguai e Colômbia
08 Abr 2026 | 22:00 |
Enquanto o Flamengo e os demais clubes sul-americanos iniciam a disputa pela "Glória Eterna" em 2026, os bastidores da Conmebol já projetam o futuro do torneio. A entidade máxima do futebol continental deu início aos processos de análise para selecionar a sede da grande final da Copa Libertadores de 2027.
Com o Uruguai já confirmado como o palco da decisão da atual temporada, quatro nações apresentaram candidaturas para receber o evento no próximo ano, movimentando a política esportiva da região. A escolha da sede definitiva passará por critérios técnicos de infraestrutura, capacidade hoteleira e logística de transporte, visando repetir o sucesso das edições anteriores em formato de jogo único.
Dentro do território brasileiro, o favoritismo mudou de mãos nas últimas semanas. Embora o Rio de Janeiro seja sempre uma opção natural, o Distrito Federal consolidou-se como o principal candidato do país. O argumento central para a escolha de Brasília reside na infraestrutura do Estádio Mané Garrincha.
A arena, revitalizada para a Copa do Mundo de 2014, comporta mais de 70 mil espectadores e ainda não sediou uma final única da Libertadores, diferente do Maracanã, que já recebeu o evento em duas ocasiões. Para clubes com torcidas nacionais, como o Flamengo, atuar na capital federal é visto como uma vantagem estratégica, dada a forte presença de torcedores rubro-negros na região.
A concorrência internacional promete ser rigorosa, com propostas que visam diferentes benefícios para a Conmebol. A Argentina busca manter o protagonismo do sul do continente ao oferecer o Estádio Ciudad de La Plata como sede. Simultaneamente, ganha corpo a candidatura de Assunção, no Paraguai, que apela para a facilidade logística por abrigar a sede administrativa da própria entidade.
Por outro lado, a Colômbia tenta levar a decisão para Barranquilla, defendendo a necessidade de descentralizar os grandes eventos esportivos, tradicionalmente concentrados no eixo Brasil-Argentina, promovendo uma maior integração entre as federações da América do Sul.