Futebol
Atlético de Madrid desiste de contratar Marcos Leonardo, alvo do Flamengo
03 Fev 2026 | 10:31
Futebol
23 Set 2023 | 09:49 |
Na véspera da decisão da Copa do Brasil, possivelmente no jogo mais importante do Flamengo nesta temporada, o assunto ainda é a mordida que o vice-presidente de futebol, Marcos Braz, deu na virilha do torcedor Leandro Campos, em um shopping no Rio de Janeiro. Mas o episódio ainda não está totalmente esclarecido porque há conflitos entre as versões do cartola e do torcedor.
Enquanto o episódio vai se desenrolando, dentro do Flamengo, o assunto caiu como uma bomba e mostrou que o dirigente perdeu muita força no clube. Isso porque Marcos Braz não tem apoio dos jogadores do Flamengo após briga com torcedor e aumenta desgaste. O dirigente deu a sua versão sobre o caso e não houve qualquer movimentação dos atletas no intuito de prestar solidariedade.
No clube, as pessoas que se mantêm fiéis a Braz são o diretor Bruno Spindel, o gerente Fabinho Soldado, o presidente Rodolfo Landim, além de Diogo Lemos, membro do Conselhinho de Futebol.
Veja o que disse Braz e o que disse o torcedor:
“Eu estava na loja com a vendedora, e, lá no fundo, duas ou três pessoas, começaram a questionar, fazer cobranças… Eles fizeram de tudo, filmando, eu não abri a boca. Eles foram embora, continuei lá… E aí chega o cara que teve o problema. E aí começam as ameaças, dessa vez de maneira diferente, em relação até a minha filha estar ali… E eu falo ‘já vieram aqui, minha filha está ao lado, você ta me ameaçando’. E ele falando, falando… Eu tenho uma filha de 14 anos, vendo o pai sendo xingado, ameaçado de morte. Isso começou a me tirar do sério. Fui falando com ele, na direção dele, falei sistematicamente que minha filha estava ali. Eu peço desculpas, mas a última frase foi ‘fod*-se a sua filha. O final vocês viram. Eu tenho problema lá, os fatos vão aparecer, foram postados rápido, né, parece que fizeram a conta, 40 segundos… Vocês são jornalistas, sabem mais que eu, estou sendo perseguido há tempos… Fui pra delegacia como o policiamento pediu e eu prestei os esclarecimentos. Deixei claro na delegacia as ameaças de morte, claro as ameaças junto a minha filha, fui ao IML e fui pra casa para tocar a vida de novo”.
O que disse o torcedor
“Em momento algum ameacei ele ou a filha dele. Eu vi ele mordendo. O amigo dele me chutou ainda. Se não fossem os seguranças, talvez fosse ate pior. Não tinha como eu agredir ele… Eu virei as costas e saí andando. Quando eu virei ele já estava atrás de mim de punho cerrado. Ele se desequilibrou e caiu. Ele me puxou, caiu sobre a minha virilha e mordeu…. Não me arrependo de nada porque não fiz nada demais. Virou um problema na minha vida e não estou indo trabalhar. Sou vítima. Não agredi a ele verbalmente nem fisicamente. Em nenhum momento desferi nenhum soco nem nada. Ele (Marcos Braz) mentiu em praticamente tudo. Que eu ameacei ele, que ele estava transtornado, que eu tenho cara de psicopata. Ele só ouviu eu falando que eu pedi para sair do Flamengo”.
Lateral do Corinthians utilizou clássica dança do novo reforço do Mengão para zoar após Supercopa e meia não entrou na pilha
03 Fev 2026 | 14:00 |
A reestreia de Lucas Paquetá pelo clube que o revelou ficou longe do roteiro imaginado pelo torcedor. O meia entrou no segundo tempo da derrota para o Corinthians na decisão da Supercopa do Brasil, em jogo marcado também por uma provocação do lateral Matheuzinho durante a comemoração do título alvinegro.
Paquetá sobre provocação de Matheuzinho, ex-Flamengo: "Faz parte do futebol..."
Durante apresentação no CT, nesta segunda-feira (02), Paquetá comentou o episódio com tranquilidade e destacou que a situação faz parte do ambiente do futebol: “Faz parte do futebol. Quando eu ganho, eu danço, quando faço gol, eu danço. As pessoas também têm o direito de comemorar da maneira que quiserem. O Corinthians fez um bom jogo, foi vencedor, e agora a gente tem que trabalhar e correr atrás”, afirmou o meio-campista.
Desde as categorias de base, Lucas Paquetá ficou conhecido pelas danças nas comemorações de gols, hábito que virou marca registrada e até tema de músicas. Com o passar dos anos, o gesto acabou sendo reproduzido por adversários como forma de ironia.
Na final da Supercopa, Matheuzinho, ex-jogador do Flamengo, fez alusão à tradicional “dancinha do Paquetá” durante a celebração do título. Posteriormente, o lateral afirmou que não teve a intenção de provocar o clube que o formou, destacando o respeito pela antiga equipe.
Apesar do episódio, Paquetá levou a situação na esportiva e agora foca na sequência da temporada. O meia terá nova oportunidade de vestir o Manto no Maracanã nesta quarta-feira (04), quando o Flamengo enfrenta o Internacional, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro.
Meia acertou seu retorno ao Mengão e deu contribuição financeira para garantir acordo com o West Ham e pegar voo para o Brasil
03 Fev 2026 | 13:00 |
O desejo de Lucas Paquetá em voltar ao clube que o revelou ficou evidente nos bastidores da negociação com o West Ham. Para viabilizar a liberação imediata, o próprio jogador participou financeiramente do acordo e abriu mão de valores significativos para que a transferência fosse concretizada.
O Flamengo já havia alcançado o teto de 41,25 milhões de euros estipulado para a contratação, mas o impasse estava na forma de pagamento. O clube inglês exigia receber o montante em 18 meses, enquanto o Rubro-Negro buscava parcelar em 30. A solução só foi possível com a intervenção direta do atleta.
De acordo com o UOL, Lucas Paquetá aceitou ter 750 mil euros descontados do contrato de cinco anos assinado com o Flamengo. Com isso, o jogador deixará de receber cerca de R$ 4,6 milhões ao longo do vínculo, o que representa aproximadamente R$ 1 milhão por temporada.
A manobra permitiu que o clube acrescentasse esse valor ao acordo com o West Ham e atendesse às exigências dos ingleses. Além disso, o meia também abriu mão de um salário integral que teria a receber em janeiro pelo clube inglês.
O comprometimento de Paquetá com o retorno foi além da negociação contratual. Em entrevista coletiva, o jogador revelou que custeou do próprio bolso o voo ao Brasil para se apresentar o quanto antes e ficar à disposição na Supercopa do Brasil: “Paguei meu voo, abri mão do meu salário no West Ham para estar nesse dia. Fiz coisas que muita gente não sabe. Hoje é um novo dia, tenho que trabalhar e ajudar o Flamengo”, afirmou o meia durante a apresentação.
Somando os valores que deixou de receber no Flamengo, o salário aberto no West Ham e os custos logísticos, estima-se que Lucas Paquetá tenha investido cerca de R$ 10 milhões para concretizar o retorno. Agora, o meia deve voltar a atuar no Maracanã nesta quarta-feira (04), quando o Flamengo enfrenta o Internacional, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro.
Inocência provada no julgamento de apostas esportivas fez o meia voltar a ser alvo dos londrinos, mas só o retorno ao Mengão lhe interessava
03 Fev 2026 | 12:00 |
O reencontro entre Lucas Paquetá e o clube que o revelou foi sacramentado após sete anos do meia no futebol europeu. A decisão, no entanto, envolveu renúncias importantes, como a possibilidade de disputar a Champions League. Ainda assim, o jogador deixou claro que o fator emocional pesou mais na escolha pelo retorno ao Brasil.
Durante apresentação no CT, Paquetá revelou que teve propostas para permanecer na Europa e destacou o dilema vivido antes da decisão final: “Todos sabem que eu tive, sim, possibilidades de continuar no futebol europeu, com proposta talvez do Chelsea, de jogar uma Champions League. Eram sonhos que eu coloquei na balança”, afirmou o meio-campista, antes de completar:
“Eu tinha esse sonho vivo de disputar a Champions, fiquei sete anos na Europa e não tive essa oportunidade. Agora ela surgiu, mas também existia o sonho de voltar ao Flamengo, brigar por títulos e construir uma história vencedora. Optei por isso porque sei que aqui eu serei feliz”, declarou.
Não foi a primeira vez que Lucas Paquetá mencionou o interesse do Chelsea. Em outras oportunidades, o jogador também revelou sondagens do Tottenham. Mesmo com a chance de atuar em alto nível no futebol inglês, o meia optou por abrir mão de salários em libra e da visibilidade continental para retornar ao futebol brasileiro.
O ex-West Ham chegou ao Rio de Janeiro na semana passada e fez sua reestreia no último domingo (01), entrando no segundo tempo da derrota por 2 a 0 para o Corinthians, na decisão da Supercopa Rei, disputada em Brasília.
A expectativa agora gira em torno do primeiro jogo de Paquetá no Maracanã desde o retorno. A oportunidade pode acontecer nesta quarta-feira (04), quando o Flamengo enfrenta o Internacional, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. Além da competição nacional, o clube também segue atento ao andamento do Campeonato Carioca.