Futebol
Ao vivo: acompanhe o AeroFla para a chegada de Lucas Paquetá ao Flamengo
29 Jan 2026 | 09:27
Futebol
16 Fev 2025 | 12:24 |
O Flamengo demonstrou amplo controle sobre o Vasco no primeiro tempo do clássico disputado no último sábado (15), no Maracanã. O Rubro-Negro dominou a posse de bola, ditou o ritmo da partida e criou as melhores chances, evidenciando a diferença técnica entre os dois times. Apesar disso, o placar ao fim da primeira etapa refletiu apenas uma vantagem mínima para a equipe, já que um gol de Gonzalo Plata acabou sendo anulado por impedimento.
VASCO EQUILIBRA O JOGO NA SEGUNDA ETAPA
Após o intervalo, o Vasco voltou com uma postura mais agressiva e conseguiu dificultar o jogo para o Mengão. O rival chegou a ameaçar o empate em algumas oportunidades antes de sofrer o segundo gol e acabar saindo derrotado. O desempenho do adversário na segunda etapa levantou questionamentos sobre a capacidade do CRF de transformar seu domínio em vitórias mais expressivas.
PVC ANALISA A PERFORMANCE RUBRO-NEGRA
O jornalista Paulo Vinicius Coelho, conhecido como PVC, analisou a atuação do Mais Querido e destacou o nível de controle exercido sobre o Vasco. Segundo ele, a equipe se impõe de maneira inquestionável, mas ainda não consegue converter esse domínio em vitórias mais elásticas. Para o comentarista, isso não representa uma crítica, mas sim uma observação técnica sobre o momento da equipe.
Em sua análise, PVC fez uma comparação entre o Mais Querido e outros clubes do futebol brasileiro. Ele destacou que nem mesmo o Bahia, invicto há onze partidas, ou o Corinthians, melhor equipe do Campeonato Paulista, demonstram tamanho controle sobre seus adversários. "Trata-se apenas de uma constatação: o Flamengo controla, mas não aniquila", afirmou o jornalista em sua coluna no UOL.
O jornalista também buscou entender por que o CRF tem encontrado dificuldades para transformar seu domínio em placares mais elásticos. Para ele, um dos fatores pode ser o início da temporada, momento em que os jogadores ainda estão adquirindo ritmo e a condição física ideal. A tendência é que, com o passar dos jogos, a equipe consiga ser mais contundente na hora de definir as partidas.
Treinador argentino exalta importância do meia para o elenco tricolor, mas ressalta que decisão cabe aos dirigentes; clube paulista exige pagamento integral
29 Jan 2026 | 11:00 |
Após resolver a situação de Lucas Paquetá, o Flamengo voltou suas atenções para o mercado nacional e retomou, nesta quarta-feira (28), as investidas pelo meio-campista Marcos Antônio, do São Paulo. O assédio rubro-negro foi pauta na entrevista do técnico Hernán Crespo, que comentou a valorização de seu comandado e a postura do clube diante das especulações de transferência.
O treinador tricolor foi direto ao analisar o cenário: para ele, a procura de um rival reforça o bom desempenho do atleta em campo, mas as decisões administrativas transcendem seu desejo de permanência e cabem à alta cúpula do Morumbis.
Ao ser questionado sobre a possibilidade de perder o camisa 20, Crespo não escondeu o desejo de manter o elenco intacto, mas adotou um discurso institucional. O argentino enfatizou que, desde que assumiu o comando técnico, sempre colocou os interesses da entidade São Paulo acima de suas preferências pessoais.
“Acho que o motivo porque o Flamengo tem a disposição de comprar ele é porque é importante. É simples. Se você me pergunta a mim, eu quero todo mundo aqui. Todo mundo comigo”, declarou o treinador, complementando sobre a hierarquia das decisões:
“Nunca pensei em mim. Sempre pensei em São Paulo. Então acho que o mercado… você tem que carregar, Rui Costa e Rafinha, e eles vão escolher o que é melhor para São Paulo, como todo mundo, como o presidente Massis. Aqui, a coisa mais importante é São Paulo”, finalizou Crespo.
Nos bastidores, a movimentação é intensa. Segundo informações iniciais da Rádio Itatiaia, José Boto, diretor de futebol do Flamengo, esteve reunido com a diretoria são-paulina nesta quarta-feira para discutir a situação do volante. O clube carioca tenta aproveitar o canal aberto após as tratativas por Paquetá para buscar um novo reforço.
Comandante rubro-negro valoriza gestão do clube ao comentar a contratação recorde de R$ 260 milhões e destaca impacto técnico e emocional do meia
29 Jan 2026 | 10:15 |
Apesar do resultado adverso na estreia do Campeonato Brasileiro de 2026, onde o Flamengo foi superado pelo São Paulo por 2 a 1 no MorumBis, o técnico Filipe Luís dedicou parte de sua entrevista coletiva para celebrar uma vitória fora das quatro linhas. O treinador comentou com entusiasmo o retorno de Lucas Paquetá, oficializado na última quarta-feira (28), enfatizando o peso simbólico e a qualidade técnica que o meio-campista trará ao elenco.
O comandante aproveitou o momento para elogiar a postura da diretoria e a capacidade financeira da instituição, que viabilizou uma operação de tamanha magnitude no mercado da bola para conseguir a contratação de um atleta da Premier League.
Para Filipe Luís, a chegada do atleta transcende a questão tática. O técnico vê no movimento de repatriar o atleta um sinal claro de força institucional. Durante a coletiva, ele não poupou elogios ao novo reforço e aos responsáveis pela negociação.
“Sem nenhuma dúvida é um jogador gigantesco. Uma contratação incrível do clube. Repatriar um ídolo, um craque, por esse valor, quer dizer que o clube está em um momento interno espetacular, muito bem organizado, muito bem gerido pelas pessoas que cuidam do clube”, analisou o treinador.
A oficialização do negócio colocou o Flamengo em um novo patamar de investimento no cenário nacional. O clube desembolsou 42 milhões de euros (aproximadamente R$ 260 milhões) para tirar o jogador do West Ham, da Inglaterra. O montante estabelece o retorno de Paquetá como a contratação mais cara já realizada por um clube brasileiro em todos os tempos.
Meia uruguaio fez sua primeira partida em 2026 contra o São Paulo e apontou o calendário apertado como obstáculo, além de reclamar de penalidade ignorada
29 Jan 2026 | 09:40 |
A estreia de Arrascaeta na temporada de 2026 não ocorreu como o planejado. O meia uruguaio entrou no segundo tempo da derrota do Flamengo por 2 a 1 para o São Paulo, nesta quarta-feira (28), pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro. Apesar do revés no Morumbis, as declarações pós-jogo do camisa 10 chamaram atenção tanto pela crítica à arbitragem quanto pelo desabafo sobre o calendário do futebol nacional, que, segundo ele, cobra um preço alto pelo êxito do ano anterior.
O jogador destacou que o Rubro-Negro vive uma situação física atípica em relação aos rivais, fruto da participação na Copa Intercontinental até meados de dezembro de 2025, após a conquista da Libertadores e o Campeonato Brasileiro daquela temporada.
A pré-temporada do elenco principal do Flamengo começou apenas no dia 12 de janeiro, dando ao grupo cerca de duas semanas de trabalho antes da estreia no Brasileirão. Para Arrascaeta, essa discrepância física em comparação aos adversários é uma consequência direta das conquistas recentes, mas que exige cuidados imediatos, especialmente com uma nova decisão no horizonte.
"Feliz por voltar, aos poucos para pegar ritmo. A gente está pagando um pouco do sucesso de 2025, acabamos a temporada mais tarde e estamos voltando aos poucos. Mas sabemos que já são jogos importantes, como esse Brasileirão. Agora temos uma final pela frente e precisamos estar o melhor possível para conquistar mais uma taça", afirmou o meia em entrevista ao canal SporTV, referindo-se à Supercopa do Brasil.
Além das questões físicas, o resultado final da partida gerou insatisfação. Arrascaeta foi o protagonista de um lance polêmico nos minutos finais, quando caiu na área após contato com o zagueiro Alan Franco. O uruguaio foi enfático ao afirmar que sofreu a penalidade e criticou a postura da arbitragem e do VAR, que não recomendou a revisão do lance.
Segundo o jogador, o contato do defensor adversário foi determinante para impedir a finalização correta. "O cara, além de encostar no meu pé na hora de chutar, também me tira totalmente de eu bater 100% na bola. A bola muda a direção, a velocidade do chute também dá para ver que não sai do jeito que eu quero. O lance era muito fácil para fazer o gol", protestou.
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29 Jan 2026 | 09:27
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